quarta-feira, março 25, 2026

Autor: Redação

News

Cenário da semeadura de soja no Piauí é preocupante, aponta presidente da Aprosoja



O plantio da safra 2025/26 de soja no estado do Piauí atingiu aproximadamente 29% da área estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O número representa 1,148 milhão de hectares, segundo informações da Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja Piauí). A expectativa é de que a área cultivada avance 4,6% em relação à temporada anterior.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

De acordo com o presidente da Aprosoja Piauí, Janailton Fritzen, o cenário preocupa, já que as chuvas no estado estão muito irregulares, em contraste com a boa regularidade registrada na safra passada. A instabilidade climática tem deixado o ritmo de plantio bastante lento, e ainda não é possível afirmar se a produtividade poderá repetir a média de 4.200 quilos por hectare alcançada no ciclo anterior. Há, no entanto, previsão de chuvas no curto prazo, o que traz algum alívio ao setor.

Atraso

O diretor executivo da entidade, Rafael Maschio, reforça que o estado já contabiliza um atraso de pelo menos 20 dias na semeadura, o que pode comprometer entre 10% e 20% da área projetada para o milho safrinha. Ele acrescenta que parte das lavouras já implantadas deverá passar por replantio em função do clima irregular.

Plantio de soja no estado

Segundo estimativas da Conab, a produção de soja no Piauí pode alcançar 4,081 milhões de toneladas na safra 2025/26, aumento de 8% sobre o ciclo anterior. A produtividade média também deve subir 3,3%, chegando a 3.554 quilos por hectare.



Source link

News

Brasil dispara com alta de 38% na produção de vinho; clima trava crescimento global



O Brasil aparece entre os países com maior recuperação na produção de vinho em 2025, de acordo com o relatório divulgado pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) na última semana. A estimativa para o país é de 2,9 milhões de hectolitros, um forte aumento de 38% em relação a 2024 e 15% acima da média dos últimos cinco anos.

Segundo a OIV, o salto brasileiro foi impulsionado principalmente pelo clima favorável nas regiões produtoras, com chuvas durante o inverno e condições mais secas na primavera e no verão, garantindo desenvolvimento adequado das videiras e elevando o desempenho das vinícolas.

América do Sul

Na América do Sul o cenário misto. A Argentina, maior produtora da região, deve alcançar 10,7 milhões de hectolitros, alta de 11% em relação a 2024, embora ainda 2% abaixo da média quinquenal.

O Chile, por outro lado, enfrenta retração significativa: a produção está estimada em 8,4 milhões de hectolitros, queda de 10% frente ao ano passado e 26% abaixo da média dos últimos cinco anos.

Estados Unidos

Quarto maior produtor global, os Estados Unidos também registram baixa produção. A OIV estima 21,7 milhões de hectolitros, um aumento moderado de 3% em relação a 2024.
Mesmo assim, o país enfrenta uma das menores safras das últimas décadas, reflexo da redução de área plantada e de ajustes no mercado interno.

Europa avança

A União Europeia permanece como maior produtora mundial, responsável por cerca de 60% de todo o vinho fabricado no planeta. Para 2025, a projeção é de 140 milhões de hectolitros, alta de apenas 2% frente a 2024 e 8% abaixo da média dos últimos cinco anos.

Se confirmada, esta será a segunda menor produção da UE no século 21. O relatório aponta a forte volatilidade climática como principal causa, com produtores enfrentando desde ondas de calor e seca extrema até excesso de chuvas, o que prejudicou a sanidade das videiras.

Entre os países europeus:

  • Itália – 47,4 milhões de hl (+8% ante 2024)
  • França – 35,9 milhões de hl
  • Espanha – 29,4 milhões de hl

As três potências seguem no topo do ranking global, mas ainda abaixo de seus desempenhos históricos.

Produção mundial

Em escala global, a produção de vinho em 2025 deve ficar entre 228 e 235 milhões de hectolitros, crescimento de 3% em comparação com 2024. Apesar da leve recuperação, o volume permanece 7% abaixo da média dos últimos cinco anos.

A OIV enfatiza que as variações climáticas continuam determinando o cenário da produção mundial e alerta para transformações no modelo de consumo em mercados tradicionais, o que pressiona a cadeia e exige adaptações estruturais.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.



Source link

News

Faça parte da Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26!



A safra de soja 2025 terá seu início simbólico celebrado no dia 30 de janeiro, às 9h, durante a Abertura Nacional da Colheita da Soja, realizada na Fazenda Alto da Serra, em Porto Nacional (TO). Produtores rurais, lideranças do setor, autoridades e entidades do agronegócio participarão da cerimônia, que destaca a soja como motor de desenvolvimento econômico e sustentável no Brasil.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Com o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, o evento marca o início oficial da colheita da principal cultura agrícola do país e reforça o papel estratégico do Tocantins como uma das regiões mais promissoras para o avanço da produção nacional de grãos.

Para a presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, receber a abertura nacional representa um marco para o estado e para o setor produtivo. “Tocantins é hoje um exemplo de produtividade, sustentabilidade e integração entre campo e cidade”, afirma. Segundo ela, sediar o evento é reconhecer o trabalho de cada produtor que impulsiona o desenvolvimento do país e reafirmar o potencial do estado como protagonista do agro brasileiro.

O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, destaca que a escolha do Tocantins reflete a força da nova fronteira agrícola nacional. “A cada safra, o Tocantins consolida sua importância na produção de soja e milho, com tecnologia, gestão e sustentabilidade. Este evento é uma celebração ao esforço do produtor brasileiro e uma oportunidade de mostrar ao Brasil e ao mundo a força do nosso agro”, pontua.

A cerimônia será transmitida ao vivo pelo Canal Rural e pelas redes sociais, permitindo que produtores e o público de todas as regiões acompanhem o início simbólico da colheita. A realização é do Canal Rural e da Aprosoja Brasil, com apoio da Aprosoja Tocantins e do Grupo Wink, anfitrião do evento.

Não fique de fora: anote na agenda!



Source link

News

clima irregular e atraso no plantio elevam preocupações



O mercado global da soja iniciou a semana focado no Brasil, onde o atraso no plantio da safra 2025/26 acende um sinal para traders, produtores e exportadores. Segundo a plataforma Grão Direto, as condições climáticas adversas, somadas ao comportamento do câmbio e aos movimentos recentes da China e de Chicago, criam um ambiente de maior volatilidade e sustentam um viés altista nos preços.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Com diversas regiões enfrentando desafios, do excesso de chuvas no Rio Grande do Sul à irregularidade das precipitações no Centro-Oeste, Sudeste e Norte, o ritmo da safra permanece comprometido, elevando a preocupação com o calendário produtivo.

Plantio de soja pelo Brasil

O atraso no plantio brasileiro, especialmente no Rio Grande do Sul, tem sido o principal fator de atenção no mercado internacional. O excesso de chuvas na região contrasta com a falta de regularidade em outras áreas produtoras, impactando diretamente o avanço da safra.

No estado de Mato Grosso, já há relatos de replantio, enquanto parte dos produtores segue aguardando chuvas mais consistentes. Se o cenário climático não se estabilizar até o fim de novembro, aumentam os riscos de perdas localizadas e de atraso generalizado na produção.

Mercado externo

A demanda externa também movimentou o mercado na última semana. Após a confirmação de compras chinesas nos Estados Unidos, Chicago registrou reação positiva, com vendas semanais de 1,58 milhão de toneladas para o país asiático. Apesar dessas aquisições, o Brasil permanece como principal fornecedor global de soja.

No contexto cambial, mesmo após a alta registrada na sexta-feira, o dólar segue relativamente contido, limitando parte dos ganhos internos da soja. O contrato de janeiro/2026 em Chicago encerrou a US$ 11,26 por bushel (+0,36%), enquanto março/2026 fechou a US$ 11,35 por bushel (+0,09%). O dólar subiu 1,89% na semana, terminando a R$ 5,40. No mercado físico brasileiro, as cotações tiveram reação positiva ao longo do país.

O que esperar do mercado?

Para as próximas semanas, o clima continua no centro do radar. A irregularidade das precipitações alimenta a incerteza do mercado e já pressiona os prêmios de exportação, que começaram a subir para março e abril, um movimento incomum para este período. Com estoques mais ajustados após uma safra volumosa e ritmo forte de exportações, qualquer ameaça climática ganha peso adicional na formação dos preços.

No cenário internacional, o câmbio segue sensível à política monetária dos Estados Unidos. Após sinalizações do Fed de Nova York, o mercado aumentou para 69% a expectativa de corte de juros em dezembro, embora as atas recentes indiquem divisão interna. Indicadores como vendas no varejo e o Livro Bege devem influenciar o comportamento do dólar nesta semana.

Com isso, o mercado da soja inicia a nova semana sustentado por fatores altistas, como o atraso no plantio, prêmios mais firmes, estoques ajustados e clima adverso. A falta de chuvas consistentes até o fim de novembro pode consolidar um cenário de risco produtivo, mantendo o Brasil no centro das atenções.



Source link

News

Plantio na Argentina avança, mas mostra ritmos distintos entre as culturas



O plantio dos grãos de verão avança na Argentina, mas com velocidades diferentes entre as principais culturas. Dados da Bolsa de Cereais de Buenos Aires mostram que milho e soja seguem em expansão, enquanto a colheita do trigo mantém ritmo moderado. As informações são do relatório semanal divulgado pela entidade.

As condições climáticas seguem determinantes para o andamento dos trabalhos. A umidade elevada beneficia parte das lavouras, mas ainda provoca excesso de água em algumas regiões, o que limita o ritmo de semeadura.

Milho e soja avançam sob influência do clima

A semeadura do milho 2025/26 chegou a 37,3% da área prevista, de acordo com o levantamento. A maior parte dos lotes apresenta condição considerada adequada, resultado do bom nível de umidade do solo. Entretanto, cerca de 12% da área enfrenta encharcamento, o que dificulta o acesso das máquinas e atrasa operações.

No caso da soja, o plantio atingiu 24,6% da área estimada, após avanço expressivo na última semana. A área total projetada é de 17,6 milhões de hectares. O ritmo atual ainda é mais lento do que o registrado no mesmo período do ciclo passado, com atraso de 11 pontos porcentuais. A bolsa informou que 35,6% da soja de primeira safra já foi implantada, acompanhando o cronograma esperado para essa etapa inicial.

Colheita do trigo e plantio do girassol

A colheita do trigo alcançou 20,3% da área apta, após avanço favorecido pelas chuvas recentes. O rendimento médio nacional permanece em 2.990 quilos por hectare, índice que sustenta a estimativa de produção em 24 milhões de toneladas. A projeção não foi alterada pela bolsa.

O relatório destaca também o andamento das outras culturas de relevância no país. O plantio do girassol está próximo do encerramento, com 95,1% da área prevista completa. A projeção total para essa cultura é de 2,7 milhões de hectares.

Já o sorgo, tradicionalmente semeado em etapas mais espaçadas, chegou a 34% da área nacional. O ritmo é compatível com o calendário da cultura e acompanha o avanço das condições de campo.

Com esses números, a Argentina segue consolidando o andamento da safra 2025/26, marcada por boas condições hídricas, porém ainda sujeita a limitações regionais que influenciam o desempenho das lavouras.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safras turcas recuam e importações avançam, diz relatório


A seca fora de época vem alterando o equilíbrio das principais safras da Turquia e deve provocar ajustes relevantes no abastecimento global de grãos em 2025-26. A tendência indica queda na oferta de trigo e cevada, enquanto o milho deve avançar.

Segundo relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a colheita de trigo está estimada em 16,3 milhões de toneladas, redução de 15% em relação ao ciclo anterior. A qualidade, porém, é descrita como muito boa. O órgão aponta que grande parte do volume será destinada à moagem, deixando menos produto para ração animal, conforme avaliação presente no relatório. A projeção inclui cerca de 3,5 milhões de toneladas de trigo duro, usado na fabricação de massas para consumo interno e exportação.

As importações de trigo devem alcançar quase 7,3 milhões de toneladas, mais que o dobro do registrado no ano passado, movimento que, apesar da alta, se aproxima da média da última década. Dois terços desse total serão voltados à produção de farinha e massa destinadas ao mercado externo, enquanto o restante atenderá ao consumo doméstico. O documento destaca também que esse volume poderia ser maior não fosse a retração da demanda do Iraque.

As exportações de trigo tendem a recuar para cerca de 6 milhões de toneladas, o menor nível em quase dez anos. A projeção considera perda de participação em mercados tradicionais e menor procura de farinha por parte do Iraque, segundo a análise técnica.

A cevada acompanha o movimento de baixa e deve somar 5,1 milhões de toneladas, quase 2 milhões a menos que no ciclo anterior. Para suprir o consumo, especialmente na pecuária, as importações são estimadas em 1,7 milhão de toneladas.

No sentido oposto, o milho deve crescer cerca de 12%, alcançando 7,9 milhões de toneladas. A maior parte das áreas é irrigada, condição que reduz o impacto da seca. Com a maior oferta interna, as importações foram ajustadas para 3,3 milhões de toneladas, queda expressiva frente ao ano anterior.





Source link

News

Plantio de soja em MT ultrapassa 98% de área, aponta Imea



O plantio da safra 2025/26 de soja em Mato Grosso alcançou 98,84% da área até sexta-feira passada (21), avanço de 2,48 pontos percentuais na semana, conforme o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Segundo o instituto, o ritmo está 1,01 pontos abaixo do registrado no mesmo período do ciclo passado (98,98%) e ligeiramente inferior à média dos últimos cinco anos para a data, de 99,85%.

  • Fique por dentro das notícias mais recentes sobre a soja: participe da comunidade Soja Brasil! 

Regiões de MT

O médio-norte concluiu 100% da semeadura, assim como o noroeste e o norte. No nordeste, o índice é de 96,83%, enquanto o oeste soma 99,35% e o centro-sul, 99,52%. O sudeste está com 97,71% da área semeada.



Source link

News

Setor exportador de citros nacional tem alívio tarifário



O setor exportador de produtos citrícolas ganhou um importante alívio tarifário nos últimos dias. Para o suco de laranja, o governo dos Estados Unidos retirou, no final da primeira quinzena de novembro, a tarifa adicional de 10%, aplicada de forma generalizada às importações em abril deste ano e que ainda incidia sobre o produto.

Já para os subprodutos, em ordem executiva anunciada na última quinta-feira (20), óleos essenciais, subprodutos terapêuticos e polpa de laranja tiveram zeradas as tarifas de 40%, mas continuaram sobretaxados em 10%.

Segundo pesquisadores do Cepea, essa movimentação representa mais uma boa notícia para o setor, que enfrenta um período de lentidão nos embarques internacionais de suco. 

Agentes consultados pelo Cepea ressaltam que a isenção tarifária preserva a competitividade do suco brasileiro no mercado norte-americano, fator considerado essencial para o equilíbrio das exportações nesta temporada.

No entanto, para os EUA, segue vigente a tarifa de US$ 415 por tonelada de FCOJ, que já existia antes de todo esse imbróglio imposto pelo presidente Donald Trump. 

Para os subprodutos, pesquisadores do Cepea indicam que as exportações com a sobretaxa vinham perdendo espaço no mercado norte-americano, e a isenção anunciada pode ajudar na recuperação dos embarques para os EUA.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Produtor de milho segue focado na semeadura



A retração de vendedores, que seguem focados nas atividades envolvendo a semeadura da safra verão, mantém firmes os preços do milho na maior parte das regiões. Isso é o que indicam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores, a demanda está pontual, com negócios ocorrendo conforme a necessidade de recomposição dos estoques. Já no mercado internacional, os preços estão em queda, influenciados por estimativas apontando maior produção mundial entre as temporadas 2024/25 e 2025/26.

No entanto, as baixas ficaram contidas frente a forte demanda internacional pelo grão dos Estados Unidos. No front externo, os embarques brasileiros estão mais intensos em novembro. Segundo a Secex, a média diária de embarques está 7,6% acima da de novembro/24. Com isso, em 10 dias úteis de novembro, os embarques totalizaram 2,67 milhões de toneladas de milho.

Caso o atual ritmo se mantenha até o encerramento deste mês, as exportações brasileiras de milho podem somar 5 milhões de toneladas. No campo, a semeadura da safra de verão vem apresentando bom desenvolvimento nas principais regiões produtoras do País.

Segundo a Conab, até 15 de novembro, 52,6% da área da safra de verão havia sido semeada no Brasil, avanço semanal de 4,9 p.p., mas leve atraso de 0,4 p.p. frente à média dos últimos cinco anos.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Cenário econômico para 2025 e 2026 tem poucas mudanças, aponta Focus



As projeções do mercado financeiro para 2025 e 2026 ficaram praticamente estáveis na edição mais recente do Relatório Focus, divulgada nesta segunda-feira (24). As estimativas mostram leve ajuste na inflação e estabilidade nas expectativas para juros, câmbio e atividade econômica.

Inflação e juros

Para 2025, a expectativa de inflação caiu de 4,46% para 4,45% na última semana. Há quatro semanas, a mediana estava em 4,56%. Nos preços administrados, houve alta para 5,13%. A projeção da Selic permaneceu em 15% ao ano, após semanas de estabilidade.

No caso de 2026, a inflação geral seguiu em 4,18%, enquanto os administrados recuaram para 3,80%. A taxa Selic estimada ficou estável em 12% ao ano.

Atividade econômica e câmbio

O PIB projetado para 2025 permaneceu em 2,16%. A taxa de câmbio também se manteve estável, com dólar a R$ 5,40.

Para 2026, o Focus aponta crescimento de 1,78%. O câmbio projetado permaneceu em R$ 5,50, sem mudanças nas últimas semanas.

Contas externas e fiscal

O déficit em conta corrente esperado para 2025 aumentou para US$ 72,43 bilhões, enquanto o superávit comercial seguiu em US$ 62,10 bilhões. No fiscal, o déficit primário permaneceu em 0,50% do PIB, e a dívida líquida ficou em 65,83%.
focus 2411

Para 2026, o déficit em conta corrente subiu para US$ 65,33 bilhões, e a balança comercial ficou estável em US$ 66 bilhões. A projeção de déficit primário continuou em 0,60% do PIB, e a dívida líquida permaneceu em 70,10%.



Source link