sexta-feira, março 20, 2026

Autor: Redação

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Criadouro contesta risco às ararinhas-azuis e questiona laudo de circovírus em 11 aves



Após o ICMBio divulgar que 11 ararinhas-azuis recapturadas na Bahia testaram positivo para circovírus, o Criadouro Ararinha-azul contestou a interpretação de risco iminente às “últimas ararinhas na natureza” e destacou que, até 2019, não havia nenhum indivíduo da espécie na Caatinga.

Quanto às 11 aves de vida livre capturadas, os exames mais recentes identificaram vírus detectado em 5 aves no total (3 do plantel e 2 das recapturadas), com divergência entre metodologias laboratoriais. Testes realizados apontam para 3 aves positivas, em contradição a outro teste que detecta o vírus para as 11 araras. Essas aves estão isoladas, e estão sem contato com outras araras, com separação de utensílios e profissionais.

Até o momento, o criadouro não teve acesso ao laudo técnico completo que Criadouro Ararinha-azul fundamenta a multa de R$1,8 milhão aplicada pelo ICMBio. Segundo a instituição, diante desse cenário de acusações consideradas infundadas e sem a apresentação dos laudos, a direção do criadouro informa que pediu acesso ao processo e uma reunião técnica com laboratórios e autoridades para reavaliar os exames.

Bem-estar animal

A instituição afirma seguir protocolos rígidos de biossegurança e bem-estar animal e conta com instalações e equipamentos adequados ao manejo das aves.

Segundo a instituição, a equipe de trabalho é formada por profissionais brasileiros e estrangeiros de alto nível, como médicos-veterinários e especialistas em manejo e reprodução de ararinhas-azuis, que trabalham há mais de 15 anos para a conservação dessa espécie, 24 horas por dia, 7 dias por semana, durante todo o ano, em um espaço de mais de 2,6 mil metros quadrados.

A direção do criadouro explica que as aves recebem alimentação balanceada, vivenciam um conjunto de práticas que melhoram o bem-estar físico e psicológico dos animais em cativeiro, têm assistência veterinária permanente e o manejo é feito em ambiente limpo e seguro.

O criadouro reafirma o seu compromisso com a transparência, a ciência e o bem-estar das aves, defendendo que todas as decisões sobre o caso sejam técnicas, proporcionais e orientadas à proteção da espécie e da população de ararinhas na Caatinga.



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Line-up prevê embarques de 2,814 milhões de t de soja no Brasil em dezembro



O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 4,234 milhões de toneladas de soja em grão para novembro, conforme levantamento realizado pela consultoria Safras & Mercado. No mesmo mês do ano passado, exportações somaram 2,339 milhões de toneladas, segundo a estimativa.

Em outubro, foram embarcadas 6,398 milhões de toneladas. Para dezembro, a previsão é de 2,814 milhões de toneladas.

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Acumulado do ano

De janeiro a dezembro de 2025, o line-up projeta o embarque de 108,681 milhões de toneladas. Pelo Secex, de janeiro a dezembro de 2024 foram embarcadas 98,812 milhões de toneladas.



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Lula liga para Trump e pede redução de tarifas sobre produtos ainda afetados pelo tarifaço



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, nesta terça-feira (2), com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na ligação, o líder brasileiro pediu a redução das tarifas que ainda atingem alguns dos produtos brasileiros, como café solúvel, mel e pescados.

O diálogo, de acordo com o governo do Brasil, durou 40 minutos. Além do tarifaço, a conversa também passou por ações conjuntas de combate ao crime organizado. Segundo as informações divulgadas pelo Palácio do Planalto, a conversa entre os dois foi “muito produtiva”.

Tarifas e negociações comerciais

Em 21 de novembro, a Casa Branca anunciou a suspensão da cobrança da tarifa adicional de 40% sobre itens brasileiros, como carne bovina, café e frutas. No diálogo com Trump, Lula afirmou que a revisão das tarifas foi um passo importante, mas reforçou que outros produtos seguem taxados.

Neste sentido, o presidente brasileiro defendeu a necessidade de conversas rápidas e contínuas para avançar no tema.

Cooperação contra o crime organizado

Outro ponto da ligação foi a atuação conjunta contra organizações criminosas com ramificações internacionais. Lula citou operações recentes conduzidas pelo governo brasileiro, que miram redes que movimentam recursos dentro e fora do país.

Trump, de acordo com a Presidência, demonstrou disposição para cooperar. Ele indicou apoio a iniciativas de inteligência, investigação e ações coordenadas.

Os dois presidentes concordaram em manter novas conversas para acompanhar o andamento das negociações comerciais e dos esforços conjuntos na área de segurança. A expectativa é de que os próximos contatos detalhem mecanismos de cooperação e os próximos passos das tratativas bilaterais.



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‘Talvez este seja o ano mais difícil para a soja dos últimos tempos’, diz o presidente da Aprosoja MT



O plantio de soja em Mato Grosso está praticamente concluído. O último relatório do Imea indica que cerca de 99% da área já foi semeada, mas, segundo Lucas Beber, presidente da Aprosoja MT, esse número oculta desafios enfrentados no campo.

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Beber ressalta que muitos municípios ainda registram replantios, reflexo do comportamento irregular das chuvas. “Em Nova Xavantina, por exemplo, um produtor ainda não havia conseguido iniciar o plantio. Ele tentou semear no início de novembro, mas precisou refazer a operação e agora aguarda novas precipitações, pois o volume de chuva não foi suficiente para garantir uma boa germinação”, explica o presidente.

O estado enfrenta, segundo Beber, um problema sério de estande e distribuição de plantas, agravado pelo baixo volume pluviométrico. “Em várias regiões, é possível observar lavouras com soja murchando ou plantas pouco desenvolvidas, evidenciando o déficit hídrico”, acrescenta.

O presidente da Aprosoja também destacou um fenômeno que tem frustrado os produtores ao longo da safra: a formação de nuvens que indicam chuva, mas que não precipitam. Para ele, trata-se de um dos anos mais atípicos já registrados. “Desde 2016 não vivíamos um cenário tão desafiador. Talvez este seja o ano mais difícil para a soja em Mato Grosso dos últimos tempos”, comenta.

A preocupação não se limita à soja. Beber alerta que, devido aos atrasos e replantios, “teremos impactos significativos também na segunda safra de milho”, que deverá começar mais tarde em grande parte do estado.

A Aprosoja reforça seu compromisso de proximidade com o produtor. “Enquanto muitos relatórios de mercado apresentam dados de origem desconhecida, a Aprosoja Mato Grosso vai até a lavoura, observa a realidade e conversa com quem está vivenciando o problema”, afirma Beber.

Para ele, essa presença em campo é essencial. “Nosso compromisso é com a transparência e com o produtor. Estar na lavoura, ver e sentir a realidade ao lado dele faz toda a diferença”, conclui Lucas Beber.



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China ultrapassa Rússia e assume liderança no fornecimento de fertilizantes ao Brasil



O boletim de Insumos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) de novembro trouxe mudanças no perfil dos fornecedores de fertilizantes para o Brasil. Segundo a publicação, a China ultrapassou a Rússia e se tornou o maior exportador destes insumos para o mercado brasileiro, com 9,76 milhões de toneladas. A análise considera o período de janeiro a outubro de 2025.

O boletim, porém, afirma que a Rússia segue como fornecedor estratégico de fertilizantes. Nos oito primeiros meses do ano, os russos embarcaram 9,72 milhões de toneladas – uma diferença de cerca de 400 mil toneladas em comparação com as vendas chinesas. No período, os principais fertilizantes comprados pelo Brasil foram o Sulfato de Amônio (SAM) e formulações a base de NP (Nitrogênio e Fósforo).

Importação maior resulta em filas de navios

Se por um lado os chineses venderam mais fertilizantes ao Brasil, por outro, o rápido aumento no comércio resultou em longas filas no Porto de Paranaguá, no Paraná. A publicação da CNA cita que o tempo médio de espera esteve, ao longo do ano, em torno de 60 dias para o desembarque.

De acordo com o boletim, esse acúmulo criou um gargalo logístico significativo, pressionando a capacidade operacional do porto e elevando os custos e a demurrage.

Panorama de mercado para fertilizantes e defensivos

Conforme a publicação da CNA, as entregas de fertilizantes no Brasil aumentaram 9% até o mês de agosto, com o Rio Grande do Sul a frente das compras em função do atraso nas aquisições do estado. Diante do resultado, o país pode alcançar um novo recorde em 2025.

Já a relação de troca entre as culturas agrícolas e fontes de fertilizantes fosfatados continua desfavorável para o produtor rural. Para a situação atual do mercado de defensivos, o boletim observa um aumento de preços concentrado no grupo de fungicidas. O motivo gira em torno dos tratos culturais da soja, que está em andamento em todo o Brasil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Semeadura do milho avança e mantém projeção produtiva


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (27) aponta que a semeadura do milho no Rio Grande do Sul atingiu 85% da área prevista, com 58% das lavouras em desenvolvimento vegetativo, 29% em floração e 13% em enchimento de grãos. Segundo o documento, “a cultura apresenta boas condições de desenvolvimento, e o potencial produtivo se mantém”. A entidade registra, porém, a ocorrência de leve estresse hídrico em algumas áreas de sequeiro.

Nas regiões irrigadas, o desempenho é descrito como “excelente”, mas a falta de chuvas preocupa produtores da Fronteira Oeste. Em lavouras com maior nível tecnológico, a expectativa é de produtividades superiores às iniciais, variando entre 6.000 e 10.000 kg/ha. A região Norte registrou queda de rendimento após episódios de granizo.

Apesar da ocorrência pontual de cigarrinha-do-milho, a Emater informa que a praga está sob controle. A estimativa estadual aponta 785.030 hectares cultivados e produtividade média de 7.370 kg/ha.

Na regional de Bagé, lavouras em plena floração e início do enchimento de grãos avançam sob preocupação com a ausência de chuva durante o pendoamento. Na Campanha, o plantio prossegue, com áreas semeadas no início de novembro apresentando bom desenvolvimento, embora haja grande variação no rendimento devido ao manejo e à tecnologia empregada.

Em Caxias do Sul, a Emater afirma que “as lavouras se desenvolvem bem” e projeta boa safra. Áreas mais baixas iniciam a floração, enquanto a maior parte segue em desenvolvimento vegetativo. Na regional de Erechim, o plantio está concluído e 80% das áreas já estão em pendoamento. Os produtores reduziram o uso de adubos em relação ao ano passado, mas a produtividade pode superar 9.000 kg/ha, caso o clima permaneça regular. O granizo recente pode limitar essa projeção em áreas atingidas.

Em Frederico Westphalen, 30% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 36% em floração e 33% em enchimento. A presença de cigarrinha é baixa e o estado fitossanitário é considerado adequado. No município de Ijuí, 25% das áreas estão na fase reprodutiva e 35% em pré-pendoamento. A falta de umidade em horários quentes provoca sinais de déficit hídrico, mas as espigas em formação apresentam alto potencial produtivo.

Na regional de Passo Fundo, 70% das lavouras permanecem em desenvolvimento vegetativo, favorecidas pelo clima. Em Pelotas, as chuvas foram insuficientes para recompor a umidade do solo, atrasando semeaduras e mantendo o plantio em 41% da área prevista. A adubação de cobertura já foi realizada.

Em Santa Maria, 58% da área está plantada, com avanço previsto após a colheita do tabaco. Em Santa Rosa, a semeadura alcança 89%, e o restante será destinado à safrinha. Há 17% das lavouras em vegetativo, 52% em floração e 31% em enchimento, com baixa presença de cigarrinha. Já em Soledade, 68% da área está semeada, e as condições de temperatura, umidade e luminosidade impulsionam o desenvolvimento. Em áreas mais baixas, pendoamento e enchimento já se iniciam em cerca de 5% das lavouras.





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Rússia perde posto e Brasil tem novo líder no fornecimento de fertilizantes



O boletim de Insumos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) de novembro trouxe mudanças no perfil dos fornecedores de fertilizantes para o Brasil. Segundo a publicação, a China ultrapassou a Rússia e se tornou o maior exportador destes insumos para o mercado brasileiro, com 9,76 milhões de toneladas. A análise considera o período de janeiro a outubro de 2025.

O boletim, porém, afirma que a Rússia segue como fornecedor estratégico de fertilizantes. Nos oito primeiros meses do ano, os russos embarcaram 9,72 milhões de toneladas – uma diferença de cerca de 400 mil toneladas em comparação com as vendas chinesas. No período, os principais fertilizantes comprados pelo Brasil foram o Sulfato de Amônio (SAM) e formulações a base de NP (Nitrogênio e Fósforo).

Importação maior resulta em filas de navios

Se por um lado os chineses venderam mais fertilizantes ao Brasil, por outro, o rápido aumento no comércio resultou em longas filas no Porto de Paranaguá, no Paraná. A publicação da CNA cita que o tempo médio de espera esteve, ao longo do ano, em torno de 60 dias para o desembarque.

De acordo com o boletim, esse acúmulo criou um gargalo logístico significativo, pressionando a capacidade operacional do porto e elevando os custos e a demurrage.

Panorama de mercado para fertilizantes e defensivos

Conforme a publicação da CNA, as entregas de fertilizantes no Brasil aumentaram 9% até o mês de agosto, com o Rio Grande do Sul a frente das compras em função do atraso nas aquisições do estado. Diante do resultado, o país pode alcançar um novo recorde em 2025.

Já a relação de troca entre as culturas agrícolas e fontes de fertilizantes fosfatados continua desfavorável para o produtor rural. Para a situação atual do mercado de defensivos, o boletim observa um aumento de preços concentrado no grupo de fungicidas. O motivo gira em torno dos tratos culturais da soja, que está em andamento em todo o Brasil.



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Tempestade rara devasta Sudeste Asiático e deixa mais de 1,5 mil mortos



Uma tempestade tropical rara provocou uma tragédia de grandes proporções no Sudeste Asiático. Nos últimos dias, Indonésia, Malásia e Tailândia enfrentaram chuvas torrenciais, ventos extremos e um rastro de destruição que já soma mais de 1.500 mortos, além de milhares de desaparecidos e milhões de pessoas afetadas.

Segundo autoridades locais, a tempestade manteve intensidade por quase duas semanas, causando alagamentos, deslizamentos de terra, bloqueios de estradas e devastação urbana e rural. A Indonésia concentra o maior impacto: 502 mortos confirmados, 508 desaparecidos e 28 mil casas danificadas. Apenas na Tailândia, 100 pessoas perderam a vida, enquanto a Malásia contabiliza 3 mortes.

As agências de gestão de desastres calculam que mais de 10 milhões de pessoas foram atingidas direta ou indiretamente pelos temporais.

Fenômeno raro: monções prolongadas e águas muito aquecidas

A região enfrenta efeitos combinados que ampliaram a destruição. De acordo com o meteorologista Artur Müller, do Canal Rural, há dois fatores principais:

  • Águas excepcionalmente aquecidas no Pacífico e no Índico, que potencializam tempestades, ciclones e tufões.
  • Monções prolongadas, que deveriam ter terminado em outubro, mas se estenderam para novembro e início de dezembro.

Com isso, os sistemas tropicais estão mais intensos e em sequência, alimentando semanas de chuva ininterrupta e volumes extremos: algumas áreas já registram mais de 1.500 mm acumulados.

A situação afeta inclusive atividades agrícolas importantes na região, como a colheita do café robusta no Vietnã.



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plantio de soja em MT chega a 99,69%, indica Imea



O estado de Mato Grosso praticamente concluiu a semeadura da safra 2025/26 de soja, alcançando 99,69% da área prevista até a última sexta-feira (28), conforme dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O ritmo mantém o estado dentro do intervalo histórico das últimas cinco safras e ligeiramente abaixo do registrado no ciclo passado, quando 100% da área já estava plantada na mesma data.

Segundo o levantamento, as sete macrorregiões monitoradas avançaram de forma quase homogênea. Médio-norte, nordeste, noroeste e norte já concluíram o plantio, todas com 100% da área semeada. No oeste, o índice também atingiu 100%, enquanto o centro-sul chegou a 99,95% e o sudeste, a 99,05%. Após oscilações de chuva no início da temporada, MT acelerou o ritmo a partir de meados de outubro, superando rapidamente 75% da área implantada.

Entre 21 e 28 de novembro, o avanço semanal foi de 0,85%, consolidando o fechamento da janela de plantio. No gráfico do relatório, a curva da safra 2025/26 converge para a média histórica e se posiciona no limite superior do intervalo observado nos últimos cinco anos.

No comparativo anual, as variações regionais são moderadas. O nordeste registra o maior recuo, com atraso de 0,66 ponto percentual em relação a 2024/25. No sudeste, a diferença é de 0,95 ponto percentual. Já o médio-norte e o centro-sul permanecem praticamente alinhados ao ciclo anterior. No total estadual, o atraso é de 0,31 ponto percentual abaixo do nível observado em 29 de novembro de 2024/25.



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Encerramento de novembro é marcado por altas no mercado do etanol e do açúcar



Os negócios envolvendo os etanóis hidratado e anidro foram apenas pontuais na última semana de novembro no mercado spot do estado de São Paulo. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores, agentes de distribuidoras estiveram focados nas retiradas de produtos adquiridos em semanas anteriores. Do lado vendedor, algumas poucas usinas estiveram ativas no mercado spot.

Assim, entre 24 e 28 de novembro, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,8653/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), alta de 0,35% no comparativo ao período anterior.

Para o etanol anidro, o Indicador Cepea/Esalq fechou a R$ 3,3004/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins), elevação de 1,76% no mesmo comparativo.

Preços do açúcar reagem

De forma similar, após registrar na terça-feira (25), o menor patamar da atual safra 2025/26, de R$ 105,52/saca de 50 kg, o Indicador Cepea/Esalq do açúcar cristal branco (cor Icumsa de 130 a 180) reagiu nos dias seguintes e encerrou o mês de novembro operando na casa dos R$ 108/sc.

Ainda assim, no balanço do mês, o Indicador Cepea/Esalq acumulou baixa de 4,53%. Segundo pesquisadores do Cepea, as desvalorizações ao longo de novembro evidenciam um mercado comprador mais cauteloso, possivelmente antecipando uma maior disponibilidade de produto com o avanço da safra 2025/26 e a continuidade das operações de moagem em diversas regiões produtoras.

De fato, a produção brasileira mantém-se robusta, com a região Centro-Sul processando volumes significativos de cana-de-açúcar, apesar dos desafios climáticos enfrentados no início da safra.

Ainda assim, pesquisadores do Cepea indicam que a pressão sobre as cotações internas também vem da decisão estratégica de muitas usinas em priorizar a produção de açúcar em detrimento do etanol, aumentando a oferta disponível no mercado doméstico.

Para os produtores, essa dinâmica de preços apresenta desafios significativos, especialmente diante dos custos elevados.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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