sexta-feira, abril 10, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil exporta 3,2 mil toneladas de mel no bimestre


O Paraná ocupou a segunda posição no ranking das exportações brasileiras de mel natural no acumulado do primeiro bimestre de 2026. A informação consta no Boletim Conjuntural divulgado na quinta-feira (26) pelo Departamento de Economia Rural, vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Segundo o levantamento, o estado exportou 693 toneladas de mel no período, gerando receita cambial de US$ 2,387 milhões, com preço médio de US$ 3,44 por quilo. No mesmo intervalo de 2025, o Paraná havia exportado 885 toneladas, com faturamento de US$ 2,845 milhões e preço médio de US$ 3,21 por quilo.

De acordo com o boletim, “no ranking das exportações de mel natural, o estado do Paraná ocupou a segunda posição no acumulado do primeiro bimestre de 2026”. Os dados indicam que, apesar da redução no volume embarcado, houve valorização no preço médio do produto.

No cenário nacional, as empresas brasileiras exportaram 3.210 toneladas de mel in natura entre janeiro e fevereiro de 2026, somando receita de US$ 11,204 milhões, conforme dados do Agrostat Brasil. O volume representa queda de 40% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 5.347 toneladas. A receita em dólares também recuou 32,1%, frente aos US$ 16,512 milhões registrados no primeiro bimestre do ano anterior.

Apesar da retração no volume, o preço médio nacional apresentou alta. Conforme o boletim, o valor médio do mel exportado chegou a US$ 3.490,43 por tonelada, aumento de 13% em comparação com o preço médio de US$ 3.088,07 por tonelada no mesmo período de 2025.

Entre os estados exportadores, Minas Gerais liderou o ranking, com receita de US$ 4,159 milhões obtida a partir da exportação de 1.177 toneladas, com preço médio de US$ 3,54 por quilo. No mesmo período do ano anterior, o estado havia exportado 1.827 toneladas, gerando receita de US$ 5,632 milhões.

Na terceira posição aparece Santa Catarina, com receita de US$ 1,068 milhão e exportação de 309 toneladas a um preço médio de US$ 3,46 por quilo. Em seguida está a Bahia, que registrou receita de US$ 834.006 com a exportação de 239 toneladas de mel, comercializadas a um preço médio de US$ 3,48 por quilo.

Os Estados Unidos permaneceram como principal destino do mel brasileiro no primeiro bimestre de 2026. O país respondeu por 55,2% de todo o volume exportado, com 3.210 toneladas adquiridas e receita de US$ 6,204 milhões, a um preço médio de US$ 3,50 por quilo. No mesmo período de 2025, haviam sido importadas 4.519 toneladas, com receita de US$ 13,895 milhões.

Além do mercado norte-americano, outros parceiros comerciais também importaram mel brasileiro no período. Entre eles estão Canadá, Alemanha, Polônia, Filipinas e Reino Unido.

O boletim também destaca mudanças recentes na política tarifária aplicada pelos Estados Unidos. Em 20 de fevereiro de 2026, decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou a tarifa de 50% que incidia sobre produtos brasileiros, conhecida como tarifa recíproca. Com a decisão, setores agropecuários como pescados, mel, uva, tabaco e café solúvel passaram a se enquadrar na tarifa geral de 10%, podendo chegar a 15%.

Segundo o relatório, “somente a partir de março e abril do ano corrente será possível vislumbrar o impacto da queda da sobretaxa de 50% sobre o mel brasileiro”. Ainda assim, o documento ressalta que, no primeiro bimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025, o setor registrou retração de 60,8% no volume embarcado e de 55,3% na receita cambial.

Apesar da queda nas exportações, houve aumento no preço pago pelo produto brasileiro no mercado norte-americano. O valor médio da tonelada de mel adquirida pelos Estados Unidos passou de US$ 3.074,80 em 2025 para US$ 3.503,22 em 2026, crescimento de 13,9%.

De acordo com o boletim, esse cenário pode favorecer uma recuperação das exportações ao longo do ano. “Esse alívio tarifário, somado ao crescimento de 13,9% no valor da tonelada paga pelos EUA, abre uma perspectiva otimista para a recuperação do mel brasileiro ao longo do ano”, aponta o documento.





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‘Com maior potencial de perda, ferrugem asiática é a doença mais severa da soja’, diz pesquisadora da Embrapa


vazio sanitário, ferrugem asiática
Foto: Leila Costamilan/ Embrapa Trigo

Considerada uma das doenças mais agressivas da cultura da soja, a ferrugem asiática segue avançando nas lavouras brasileiras. Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a doença pode provocar perdas de até 90% na produtividade quando não controlada adequadamente, o que reforça a necessidade de manejo preventivo e integrado nas áreas de produção.

De acordo com dados do Consórcio Antiferrugem, já são 374 ocorrências registradas no Brasil, com maior concentração na região Sul e Centro-Oeste. O estado do Paraná lidera com 156 casos, seguido por Mato Grosso do Sul (70), Rio Grande do Sul (61), Bahia (42) e São Paulo (19). Na sequência aparecem Goiás (8), Mato Grosso (7), Minas Gerais (5), Rondônia (3), Santa Catarina (2) e o Distrito Federal (1).

Segundo Cláudia Godoy, pesquisadora da Embrapa Soja, o problema exige atenção constante, especialmente diante do alongamento da janela de plantio. “Hoje a ferrugem não é a principal doença que ocorre nas lavouras, mas ainda continua sendo a doença mais severa da soja, com maior potencial de causar perda”, afirma.

De acordo com a pesquisadora, os primeiros focos da doença costumam surgir na região Sul, principalmente no Paraná, influenciados por fatores climáticos e pelo calendário agrícola de países vizinhos. “Quando a gente observa os dados do consórcio, normalmente a ferrugem começa pelo Paraná, pela região Sul, não só em função do plantio, mas também por causa do Paraguai, que planta antes. O Paraguai começa a plantar já no início de setembro”, explica.

Outro ponto relevante é a sobrevivência do fungo durante o inverno. No Sul, as condições são mais favoráveis à manutenção do inóculo, diferentemente do Cerrado. “No Paraná, como temos chuvas durante o inverno, há maior sobrevivência de esporos de ferrugem em plantas voluntárias, o que mantém o inóculo. Diferente do Cerrado, que é muito seco e não favorece essa sobrevivência”, destaca.

Nesta safra, um dos principais fatores de preocupação é a ampliação da janela de plantio, que aumenta o risco para lavouras semeadas mais tarde. “O que temos observado é que a janela de plantio está se estendendo demais. O principal controle da ferrugem hoje é semear cedo, com material precoce, até para viabilizar a segunda safra de milho. Mas quando você abre essa janela, as lavouras plantadas mais tarde, principalmente em novembro, acabam pegando um inóculo maior vindo das primeiras áreas”, alerta.

Segundo ela, produtores que precisaram replantar, seja por seca ou granizo, devem redobrar os cuidados. “Semeaduras após novembro são muito mais favoráveis para a ocorrência de ferrugem. O produtor que plantou mais tarde precisa ter atenção, porque o risco é maior”, afirma.

O monitoramento das lavouras e das condições climáticas é essencial para o manejo eficiente da doença. “O produtor pode acompanhar as ocorrências pelo site do consórcio de ferrugem ou por aplicativos. Quando surgem os primeiros casos, são emitidos alertas, porque é um fungo que se dissemina pelo vento. A partir do momento em que aparece na região, já existe inóculo”, explica.

Ela reforça que o clima também precisa ser considerado na tomada de decisão. “Não basta só a presença do fungo. É preciso observar o clima. Às vezes está muito seco e não é tão favorável. A doença depende sempre da combinação entre o patógeno, o hospedeiro, que é a soja, e condições climáticas adequadas”, pontua.

Por fim, a pesquisadora destaca que o controle deve ser antecipado, já que a ferrugem apresenta resistência e é difícil de conter após a instalação. “A ferrugem tem bastante resistência hoje. O produtor não pode esperar ela entrar na lavoura para controlar. É fundamental começar com controle preventivo, utilizando produtos eficientes, porque depois que ela se instala é difícil segurar. O objetivo é manter a lavoura limpa para evitar perdas de produtividade”, conclui.

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China registra 219 casos de febre aftosa em rebanhos bovinos


Bovinos da raça Sindi puros de origem (PO) da Embrapa reconhecidos pela ABCZ. Foto: Fernanda Birolo/Embrapa Semiárido
Bovinos da raça Sindi puros de origem (PO) da Embrapa reconhecidos pela ABCZ. Foto: Fernanda Birolo/Embrapa Semiárido

A China confirmou surtos de febre aftosa em rebanhos bovinos nas regiões de Gansu e Xinjiang. Ao todo, 219 animais foram infectados em dois plantéis que somam mais de 6 mil cabeças.

As autoridades locais adotaram medidas sanitárias para conter a disseminação da doença, incluindo o abate dos animais afetados e a desinfecção das áreas.

Segundo analistas do setor, trata-se da primeira ocorrência do sorotipo SAT1 no país. Essa variante preocupa, já que as vacinas atualmente utilizadas não oferecem proteção, o que pode dificultar o controle do surto e gerar impactos no mercado pecuário.

*Com informações da agência Reuters

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Quaresma derruba demanda e mantém preços do suíno pressionados


Foto: Leandro Balbino/ Canal Rural MT

A demanda enfraquecida durante a Quaresma manteve os preços do setor suinícola brasileiro pressionados ao longo de março. Segundo levantamento do Cepea, o período religioso reduziu o consumo de carne suína e limitou o ritmo de negócios no mercado interno.

Além da menor demanda, o setor foi impactado pelo cenário geopolítico internacional. As oscilações do dólar e a forte valorização do petróleo aumentaram a incerteza entre os agentes, afastando parte das negociações.

De acordo com o Cepea, esse ambiente mais cauteloso contribuiu para um ritmo mais lento de comercialização, reforçando a fraqueza observada nos preços.

Primeiro trimestre foi marcado por baixa liquidez

O desempenho mais fraco não ficou restrito a março. Ao longo de todo o primeiro trimestre de 2026, o mercado de suínos já vinha operando com menor liquidez, reflexo do descompasso entre oferta e demanda interna.

A Quaresma intensificou esse cenário, ampliando a dificuldade de escoamento da produção no período.

Expectativas para abril

Para abril, as perspectivas seguem incertas. Parte dos agentes consultados pelo Cepea mantém postura cautelosa, diante do desempenho negativo registrado no primeiro trimestre, tanto em preços quanto em consumo.

Por outro lado, há expectativa de recuperação. O fim da Quaresma e a entrada da primeira quinzena do mês, período em que há maior circulação de renda devido ao pagamento de salários, podem estimular a demanda e favorecer uma reação nos preços.

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AgroNewsPolítica & Agro

Produção de azeite ganha ritmo no sul do RS


A colheita de azeitonas avança na região administrativa de Bagé, no Rio Grande do Sul, e já alcança cerca de 30% da área em idade produtiva. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (26) pela Emater/RS-Ascar.

De acordo com o relatório, os trabalhos se concentram especialmente nas cultivares Arbequina, Arbosana e Frantoio, presentes em pomares de Bagé e municípios vizinhos.

Segundo a Emater/RS-Ascar, as primeiras cargas encaminhadas para processamento apresentaram rendimento reduzido na extração de azeite. O informativo registra que “as primeiras cargas processadas apresentaram rendimento de azeite bastante baixo, de 4,5% a 5%, onde houve estresse causado pela estiagem na fase final de maturação das azeitonas”.

Com o avanço da colheita, no entanto, os índices de extração passaram a melhorar. De acordo com o documento, “atualmente o rendimento já passou para patamares mais satisfatórios, de 11% a 12%”.

O relatório também aponta expectativa positiva em relação à qualidade do azeite produzido nesta safra. Conforme a Emater/RS-Ascar, as condições sanitárias dos olivais e o clima durante o período de colheita contribuem para esse cenário.

Enquanto a nova produção não chega ao mercado, a oferta do produto na região permanece limitada. Segundo o informativo, o azeite disponível nas lojas e mercados locais está praticamente esgotado desde o início do ano, o que tem aumentado a expectativa dos consumidores pela chegada da nova safra ao comércio. A previsão é de que os primeiros lotes estejam disponíveis apenas no final de abril.

A safra também foi marcada pela realização da 1ª Abertura Oficial da Colheita da Azeitona de Bagé, ocorrida em 18 de março. O encontro reuniu produtores, instituições, autoridades, guias de turismo, representantes da rede hoteleira, restaurantes e profissionais da comunicação.





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Disparada do diesel interrompe queda no preço do frango


indústria processando da carne de frango
Foto : Jonathan Campos/AEN

O movimento de queda nos preços da carne de frango, observado desde o início de 2026, perdeu força nos últimos dias de março. Levantamento do Cepea indica que a reação nas cotações foi impulsionada principalmente pelo aumento dos custos logísticos.

Segundo pesquisadores do Cepea, o encarecimento dos fretes está diretamente ligado ao cenário internacional. O conflito no Oriente Médio elevou os preços do petróleo, o que tem pressionado o valor do diesel no Brasil.

Com isso, empresas do setor de frango de corte passaram a repassar os custos ao longo da cadeia, sustentando a recuperação dos preços no fim do mês.

Preços reagem na última semana

Dados do Cepea mostram que praticamente todos os produtos acompanhados registraram alta entre os dias 24 e 31 de março.

No atacado da Grande São Paulo, o frango congelado, que acumulava queda de 6,2% até o dia 19, encerrou o mês com recuo leve de apenas 0,3%, sinalizando reversão da tendência mais intensa de baixa.

Queda no trimestre ainda é expressiva

Apesar da recuperação pontual no fim de março, o primeiro trimestre de 2026 foi marcado por forte pressão negativa nos preços.

O frango inteiro congelado negociado no atacado da Grande São Paulo acumulou desvalorização de 9,4% entre janeiro e março.

Oferta maior que demanda pesou no mercado

De acordo com o Cepea, o cenário de baixa ao longo do trimestre foi resultado do descompasso entre oferta e demanda interna.

A disponibilidade elevada de produto, sem crescimento equivalente no consumo, manteve as cotações pressionadas na maior parte do período, com alívio apenas nos últimos dias do mês.

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Preço do boi gordo avança e março e é o mais alto desde 2022, segundo o Cepea


pará, boi, vaca louca - protocolo
Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

Mesmo diante das incertezas e dos impactos do conflito no Oriente Médio sobre os mercados, o setor pecuário brasileiro manteve firmeza ao longo de março, com valorização da arroba do boi gordo.

Levantamento do Cepea mostra que os preços iniciaram o mês sustentados nos níveis de fevereiro, impulsionados pela combinação de oferta restrita de animais prontos para abate e demanda externa aquecida.

Preço médio avança e bate recorde nominal

Em março, o Indicador do boi gordo Cepea/Esalq teve média de R$ 350,18 por arroba, acima dos R$ 342,25 registrados em fevereiro.

No último dia do mês, a arroba foi negociada a R$ 356,00, o maior valor nominal da série histórica do Cepea.

Já em termos reais, considerando os valores deflacionados pelo IGP-DI de fevereiro de 2026, a média mensal é a mais alta desde fevereiro de 2022.

Oferta restrita sustenta valorização

Segundo pesquisadores do Cepea, as chuvas ao longo de março favoreceram as pastagens, permitindo que pecuaristas mantivessem os animais no campo por mais tempo.

Com isso, a oferta de boiadas prontas para abate permaneceu limitada ao longo do mês.

Diante de escalas de abate mais curtas, frigoríficos tiveram que ajustar os preços pagos pela arroba, sustentando o movimento de alta observado no período.

Demanda externa segue como suporte

Além da restrição de oferta, o bom ritmo das exportações continuou dando suporte às cotações no mercado interno.

Mesmo com o cenário externo mais incerto, a demanda internacional pela carne bovina brasileira segue contribuindo para a firmeza dos preços.

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Novo ministro da Agricultura define crédito e inovação tecnológica como prioridades


Foto: Ministério da Agricultura e Pecuária

André de Paula assumiu nesta quarta-feira (1º) o Ministério da Agricultura e Pecuária. Em discurso durante a cerimônia de transmissão de cargo, o novo ministro deixou claro quais serão os principais eixos de sua gestão. Entre eles, o fortalecimento de políticas estruturantes como o Plano Safra, o Programa de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), o Funcafé e o Seguro Rural.

“Assumo o ministério com o compromisso de continuidade das políticas públicas, da governança e da visão estratégica que estruturam o setor e garantem previsibilidade e confiança no Brasil”, afirmou.

Outro ponto central é a incorporação de tecnologia no campo. André de Paula destacou que inovação, automação e inteligência artificial já fazem parte da realidade do agro e devem ganhar ainda mais espaço nos próximos anos.

“O uso estratégico da tecnologia será cada vez mais decisivo para o futuro do setor”, disse.

A defesa agropecuária também aparece como prioridade. Segundo o ministro, o sistema sanitário brasileiro continuará sendo tratado como um ativo estratégico para manter a competitividade internacional.

Embrapa e sustentabilidade entram no radar

O fortalecimento da Embrapa foi citado como peça-chave para sustentar o avanço tecnológico no campo. A proposta é ampliar a base técnica da instituição e alinhar a pesquisa às demandas do setor produtivo.

Além disso, o ministro destacou a necessidade de manter a produção com foco em qualidade, segurança alimentar e sustentabilidade, reforçando a posição do Brasil como fornecedor global de alimentos.

Ao encerrar o discurso, André de Paula reconheceu o trabalho do antecessor e indicou que a base construída será mantida.

“Seguiremos avançando sobre uma estrutura sólida, técnica e estratégica que projeta o Brasil para o futuro”, afirmou.

Balanço da gestão

Durante a cerimônia, Carlos Fávaro apresentou um balanço de sua gestão, com destaque para a abertura de 555 novos mercados internacionais nos últimos três anos.

O período também foi marcado pela ampliação do crédito rural, que somou R$ 1,547 trilhão por meio dos Planos Safra, além de iniciativas voltadas à recuperação de áreas degradadas e à modernização do setor.

Fávaro deixou o ministério para concorrer à reeleição como senador pelo estado de Mato Grosso nas eleições de outubro.

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Frente fria chega no feriadão de Páscoa e provoca virada no tempo no país


A passagem de uma frente fria pelo Sul do Brasil deve influenciar o tempo em várias regiões ao longo do feriadão, entre sexta-feira (3) e domingo (5). Antes disso, a quinta-feira (2) já será marcada por aumento das instabilidades em boa parte do país, com risco de temporais em áreas do Sudeste e do Sul.

Sul

Quinta-feira

O dia começa com tempo mais firme, mas as instabilidades aumentam ao longo do dia. Chove com intensidade moderada a forte no Paraná, Santa Catarina e em áreas do Rio Grande do Sul, com risco de temporais isolados.

Sexta-feira

A manhã ainda tem predomínio de tempo firme. No decorrer do dia, a instabilidade aumenta no litoral de Santa Catarina e do Paraná, enquanto novas áreas de chuva se organizam no Rio Grande do Sul.

Sábado

A frente fria avança pelo Rio Grande do Sul e provoca chuva forte desde cedo, com risco de temporais na Campanha, sudoeste e litoral sul. Ao longo do dia, o sistema avança para Santa Catarina e Paraná.

Domingo

A instabilidade continua. Há chuva moderada a forte no leste, litoral e interior dos três estados, com risco de temporais isolados.

Sudeste

Quinta-feira

A chuva ganha força ao longo do dia, especialmente em São Paulo, sul de Minas e Rio de Janeiro. Há risco de temporais, principalmente no litoral paulista e fluminense.

Sexta-feira

O dia começa com tempo firme, mas a chuva retorna à tarde. Pancadas moderadas a fortes atingem São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com risco de temporais isolados.

Sábado

A frente fria avança pelo oceano na altura de São Paulo. A chuva aumenta no Rio de Janeiro e Espírito Santo, enquanto em São Paulo ocorre de forma mais fraca.

Domingo

A frente fria mantém o tempo instável. Chove com mais intensidade no Rio de Janeiro, Espírito Santo e leste de Minas. Em São Paulo, a chuva é mais fraca e isolada.

Centro-Oeste

Quinta-feira

Pancadas de chuva aumentam ao longo do dia em Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, com intensidade moderada a forte em algumas áreas.

Sexta-feira

A chuva se concentra em Mato Grosso e Goiás, com pancadas moderadas a fortes. No Mato Grosso do Sul, ocorre de forma mais isolada.

Sábado

As instabilidades seguem fortes em Mato Grosso e no oeste e sul de Goiás, com risco de temporais isolados.

Domingo

A chuva se intensifica em Mato Grosso e Goiás, enquanto no Mato Grosso do Sul ocorre de forma mais irregular.

Nordeste

Quinta-feira

Chove com intensidade moderada a forte no Maranhão, Piauí e litoral norte, com risco de acumulados elevados.

Sexta-feira

A instabilidade segue forte no litoral e no interior do Maranhão, Piauí e Ceará, com risco de temporais.

Sábado

A chuva se espalha pelo Maranhão, Ceará e norte do Piauí, mantendo intensidade moderada a forte.

Domingo

Persistem as pancadas fortes no litoral e no interior da região, especialmente no Maranhão e Piauí.

Norte

Quinta-feira

Pancadas de chuva atingem grande parte da região desde cedo, com temporais no Amazonas, Pará e Roraima.

Sexta-feira

A chuva continua frequente e intensa, com risco de temporais em praticamente toda a região.

Sábado

As instabilidades seguem fortes, com pancadas generalizadas e possibilidade de temporais isolados.

Domingo

A chuva persiste, com volumes elevados em vários estados e manutenção do tempo abafado.

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AgroNewsPolítica & Agro

área de trigo deve cair na safra paranaense



Safra de cevada pode superar 500 mil toneladas



Foto: Divulgação

A primeira estimativa para a safra de cereais de inverno de 2026 no Paraná foi divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Departamento de Economia Rural, órgão da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná. O levantamento integra o Boletim Conjuntural e apresenta as projeções iniciais para culturas como trigo, cevada e aveia no estado.

De acordo com o relatório, a área cultivada com trigo deve registrar redução de 6% em relação ao ciclo anterior. A retração ocorre em um cenário em que parte das áreas tende a migrar para o cultivo de milho e também para outros cultivos de inverno.

Enquanto o trigo perde espaço, a expectativa é de crescimento no plantio de cevada. Segundo o boletim, “a cevada deve ter uma área maior de cultivo mesmo com preços menos atrativos que no ano anterior”. A estimativa indica aumento de 14% na área, passando de 104 mil hectares colhidos em 2025 para cerca de 118 mil hectares previstos para a semeadura em 2026.

O desempenho da safra passada influencia diretamente essa projeção. Conforme o Deral, “pesa favoravelmente a esta situação a grande safra obtida em 2025, que mesmo com um grande volume foi totalmente absorvida pelas indústrias de malte”. O boletim destaca que essas indústrias estimulam o cultivo ao garantir a compra futura da produção, desde que os agricultores atendam aos padrões de qualidade exigidos.

Caso as produtividades obtidas em 2025 se repitam, a produção pode superar meio milhão de toneladas. Segundo o Deral, esse volume teria potencial para reduzir a necessidade de importações brasileiras do cereal realizadas pelas próprias indústrias do setor.

Outros cereais de inverno também devem ampliar presença nas lavouras do estado. A previsão é de aumento na área cultivada com aveia-preta e aveia-branca. De acordo com o boletim, as áreas devem crescer 7% e 3%, respectivamente, completando o quadro das principais culturas previstas para o período de plantio de inverno no Paraná.





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