sábado, março 21, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Florada favorece colheita de mel no Rio Grande do Sul



Manejos fortalecem colmeias e ampliam produção



Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (27) aponta que os apicultores do Rio Grande do Sul intensificaram os manejos voltados ao fortalecimento das colmeias e ao aumento da produção de mel, aproveitando a boa florada registrada nas últimas semanas. Segundo o boletim, entre as principais atividades realizadas estão “a vistoria dos apiários, a ampliação do espaço nos ninhos por meio do manejo de caixilhos e a colocação de melgueiras”, além de raspagem de própolis, derretimento de cera, monitoramento de predadores, instalação de caixas-iscas e roçadas nas áreas dos apiários. A colheita de mel já ocorre em diversas propriedades, com resultados considerados positivos.

Na região administrativa de Bagé, a Emater/RS-Ascar informa que, em Dom Pedrito, os apiários instalados em matas e campos nativos com maior diversidade vegetal apresentam “volumes esmagadores de mel”. Já áreas com baixa diversidade de espécies não registraram resposta produtiva. Colmeias posicionadas próximas a lavouras de canola tiveram bom desempenho, com destaque para a multiplicação de enxames e recuperação das colônias.

Nas regiões de Caxias do Sul, Frederico Westphalen, Ijuí e Santa Maria, as condições ambientais favoreceram o forrageamento das abelhas. Houve “aumento expressivo das floradas”, o que estimulou a postura das rainhas e ampliou a população dos enxames. Em Erechim, algumas colmeias são enfraquecidas e apresentam postura baixa, o que levou à substituição de rainhas. Mesmo assim, a Emater relata que “a atividade segue em condições cumpridas”, com expectativa de produção entre 30 e 40 kg por colmeia.

Na região de Soledade, o predomínio do tempo seco favoreceu a movimentação das abelhas, embora temperaturas abaixo do ideal em alguns períodos tenham limitado a intensidade da atividade.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Pressão de oferta mantém preços do arroz em queda



A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão não se confirmou


A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão interna não se confirmou
A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão interna não se confirmou – Foto: Divulgação

O mercado de arroz atravessou o segundo semestre de 2025 com preços em trajetória de queda, refletindo um balanço de oferta e demanda bastante folgado, segundo o Itaú BBA. As cotações chegaram a cerca de R$ 53 por saca em novembro, nível 50% inferior ao registrado um ano antes e que limita a margem do produtor diante da ampla disponibilidade do grão e da demanda enfraquecida. 

A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão interna não se confirmou. O câmbio desfavorável e a concorrência externa reduziram a competitividade, deixando os embarques abaixo do previsto. Com isso, a projeção é de estoques de passagem elevados no início da safra 2025/26, estimados pela Conab em mais de 2 milhões de toneladas.

O avanço do plantio até novembro confirmou a redução de área esperada, resultado direto das margens comprimidas e do uso menor de tecnologia como estratégia de controle de custos. Mesmo com perspectiva de produção inferior, o clima tende a favorecer o desenvolvimento das lavouras, já que o fenômeno La Niña não interfere no cultivo irrigado. As projeções, porém, indicam que os preços ao produtor devem seguir pressionados se não houver alternativas para escoar o excedente. A combinação de oferta confortável e demanda fraca mantém o mercado em condição crítica para a temporada 2025/26, exigindo gestão mais rigorosa do produtor para mitigar riscos e proteger a margem.

Para a indústria, o ambiente também é adverso. A liquidez segue baixa, enquanto a formação de estoques é limitada pelo alto custo de armazenagem e pelas taxas de juros elevadas, fatores que restringem a capacidade de absorver parte da produção.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ciclo da pecuária se ajusta e 2026 pode marcar retomada



A expectativa para 2026 é de leve redução no volume de gado terminado


A expectativa para 2026 é de leve redução no volume de gado terminado
A expectativa para 2026 é de leve redução no volume de gado terminado – Foto: Pixabay

A pecuária de corte brasileira tende a encerrar 2025 renovando recordes de abates e exportações. As projeções foram divulgadas pelo Itaú BBA, que destaca que o setor manteve forte ritmo mesmo após a virada nos preços do bezerro e a compressão das margens da cria desde o ano passado. A expectativa para 2026 é de leve redução no volume de gado terminado e menor participação de fêmeas no abate.

O banco aponta que a evolução tecnológica tem prolongado a fase de maior oferta de fêmeas, originalmente prevista para perder força neste ano. O custo relativamente baixo da ração frente ao boi gordo e a boa rentabilidade dos confinamentos incentivaram o produtor a terminar fêmeas em vez de retê-las. A exportação absorveu esse excedente e ajudou a sustentar os preços, evitando quedas mais acentuadas no mercado interno.

Mesmo assim, o boi gordo permaneceu defasado em relação ao bezerro em 2025, deteriorando a relação de troca para o terminador. Caso a projeção de menor oferta de gado se confirme em 2026, a redução dos abates deve fortalecer o movimento de alta no boi gordo. Já a cria tende a seguir um ciclo de valorização, influenciada pela queda nos nascimentos após anos de descarte intenso de fêmeas.

O cenário internacional também joga a favor do Brasil. A oferta limitada de gado para abate nos principais concorrentes, como Estados Unidos, Austrália e Argentina, indica manutenção de um ambiente positivo para a carne bovina brasileira. Com déficit crescente no rebanho desses países, os preços internacionais tendem a permanecer em trajetória de alta, favorecendo o fluxo exportador nacional.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Carne de frango inicia 2026 com exportações normalizadas



As condições de custos para 2026 permanecem


As condições de custos para 2026 permanecem
As condições de custos para 2026 permanecem – Foto: Divulgação

O setor de carne de frango inicia 2026 em posição sólida para consolidar mais um ano de desempenho positivo, após um 2025 marcado por oscilações, segundo informações do Itau BBA. O ano começou favorável, mas ganhou complexidade com o surto de gripe aviária registrado no Rio Grande do Sul, que resultou em quatro meses de restrições às exportações entre maio e agosto. A normalização, porém, ocorreu de forma gradual, uma vez que o episódio ficou restrito a uma única granja comercial. Nos últimos meses, China e União Europeia, que ainda mantinham limitações, retiraram os embargos e abriram caminho para a retomada plena dos embarques.

As condições de custos para 2026 permanecem, até o momento, equilibradas, especialmente no que diz respeito à ração. Mesmo assim, o atraso das chuvas no Cerrado trouxe apreensão sobre o plantio da safrinha de milho, com parte das áreas fora da janela ideal. A possibilidade de impacto sobre a produtividade ainda depende do comportamento climático nas próximas semanas. Apesar disso, o cenário base continua indicando custos controlados, favorecendo margens positivas para os produtores e frigoríficos.

No campo da oferta, a cadeia segue enfrentando restrições globais no fornecimento de material genético, um gargalo que também deve acompanhar o setor ao longo do próximo ano. Esse fator tem limitado o ritmo de expansão, porém sem impedir o crescimento da produção nacional. As projeções apontam para um aumento de 3 por cento na produção de carne de frango em 2025 e avanço adicional de 2 por cento em 2026, com exportações estáveis neste ano e retomada esperada no próximo ciclo.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Custos baixos e demanda forte impulsionam a carne suína



As projeções apontam que a produção nacional deve encerrar o ano com alta de 5%


As projeções apontam que a produção nacional deve encerrar o ano com alta de 5%
As projeções apontam que a produção nacional deve encerrar o ano com alta de 5% – Foto: Pixabay

A suinocultura brasileira caminha para encerrar 2025 como um dos melhores anos de sua história, sustentada por custos de produção favoráveis e demanda firme, segundo o Itaú BBA. Com milho e farelo de soja em níveis historicamente baixos, os produtores encontraram condições ideais para ampliar os abates e acelerar o ritmo de crescimento. 

Ao mesmo tempo, a procura internacional pela carne suína do Brasil voltou a ganhar força, especialmente na Ásia, que responde por cerca de 65 por cento dos embarques totais. Filipinas, Japão e Vietnã se destacaram ao ampliar suas compras e compensar a retração do mercado chinês. Nas Américas, países como Chile, México, Argentina e Uruguai reforçaram a diversificação dos destinos e consolidaram novas oportunidades para 2026.

As projeções apontam que a produção nacional deve encerrar o ano com alta de 5%, enquanto as exportações tendem a avançar cerca de 15%. Mesmo com mais produto destinado ao exterior, o consumo doméstico também deve atingir um novo recorde, impulsionado pela boa competitividade da proteína. As margens se mantêm fortalecidas, com preços do suíno terminado bem acima dos custos de produção, garantindo um ciclo positivo que já dura três anos.

Para 2026, os sinais iniciais da próxima safra sugerem custos de ração equilibrados, embora a definição final sobre o milho ainda possa sofrer ajustes. A continuidade desse cenário será determinante para sustentar a competitividade brasileira. Ainda assim, o setor é orientado a aproveitar o bom momento para reforçar sua resiliência diante da volatilidade típica do mercado, mantendo atenção sobre a demanda externa, avaliando investimentos com cautela e preservando níveis adequados de liquidez.

 





Source link

News

Preço da arroba do boi no Brasil depende de EUA e China; o que esperar em dezembro?


O mercado brasileiro de boi gordo foi pautado por um perfil de preços mais acomodados em novembro, contrariando as expectativas iniciais.

De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as incertezas envolvendo a China foram decisivas para frear as negociações do setor e impedir altas mais consistentes no valor da arroba.

Isso porque o gigante asiático tinha até o dia 26 deste mês para apresentar uma resposta proveniente das investigações sobre os impactos das importações de carne bovina em sua produção doméstica.

Contudo, o país prorrogou a divulgação para janeiro de 2026. Segundo Iglesias, o adiamento trouxe alívio momentâneo, mas, no mercado físico, o que se evidenciou em diversas regiões do país foram tentativas de compra em patamares mais baixos.

O analista entende que o adiamento da decisão chinesa é uma boa notícia, pois o mercado futuro do boi estava em um momento bastante agressivo de queda e de alta volatilidade.

“Agora o mercado deve voltar aos eixos e talvez experimentar preços mais altos, pensando na volta dos Estados Unidos nas aquisições de carne bovina do Brasil”, sinaliza.

O que esperar de dezembro?

O coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, acredita que a volta das exportações aos Estados Unidos pode ser um fator de sustentação aos preços, acompanhando a sazonalidade da demanda norte-americana para o período e a tarifa menor a partir de janeiro.

Sazonalidade de exportação de carne para China e EUASazonalidade de exportação de carne para China e EUA
Gráfico extraído de relatório para clientes exclusivos da Scot Consultoria e cedido ao Canal Rural

“Além disso, temos também a questão da China, que pode desacelerar as compras de modo menos intempestivo do que nos anos anteriores [conforme o gráfico], visto que, sazonalmente, diminuiu entre novembro e janeiro, mas, com a salvaguarda para concluir em janeiro, pode estimular compras em ritmo mais consistente”, destaca.

Variação de preços entre novembro e outubro

O balanço de novembro apontou para preços bastante variados para a arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil. Os valores estavam assim no dia 28 de novembro em comparação a 31 de outubro:

  • São Paulo (Capital): R$ 325 — estável;
  • Goiás (Goiânia): R$ 320 — inalterado;
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 315, avanço de 1,61% ante os R$ 310 do final de outubro;
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 320, recuo de 3,03% ante os R$ 330 do encerramento do mês passado;
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 300, valor 1,64% inferior ante os R$ 305 do fechamento de outubro;
  • Rondônia (Vilhena): R$ 280, retração de 3,45% perante os R$ 290 registrados no final do mês passado;

Mercado atacadista

Iglesias comenta que o mercado atacadista apresentou boa demanda ao longo de novembro, conforme o esperado, levando em conta o período auge previsto para o último bimestre do ano.

Ele acredita que em dezembro haverá espaço para pontual movimento de alta nas cotações da carne bovina.

  • Quarto traseiro: foi cotado a R$ 25,50, avanço de 2,00% ante o valor praticado no fim de outubro, de R$ 25,00 o quilo.
  • Quarto do dianteiro: precificado a R$ 19,00 o quilo, aumento de 4,4% em relação aos R$ 18,20 registrados no final do mês passado.

Exportações de carne bovina

carne bovina frigoríficoscarne bovina frigoríficos
Foto: Freepik

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,308 bilhão em novembro até o momento (14 dias úteis), com média diária de US$ 93,437 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 238,219 mil toneladas, com média diária de 17,015 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.491,20.

Em relação a novembro de 2024, houve alta de 59,7% no valor médio diário da exportação, ganho de 41,7% na quantidade média diária exportada e avanço de 12,7% no preço médio.

*Com informações de Safras News



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Clima desafia o café, mas safra 2026 deve crescer



Com esse cenário, o banco projeta uma safra maior em 2026


Com esse cenário, o banco projeta uma safra maior em 2026
Com esse cenário, o banco projeta uma safra maior em 2026 – Foto: Pixabay

A cafeicultura brasileira chega ao fim de 2025 ainda sob forte pressão climática, principalmente no arábica, mais sensível às variações de temperatura e precipitação. Segundo análise do Itaú BBA, o ano voltou a registrar um período seco prolongado, de cerca de sete meses, semelhante ao anterior, porém com temperaturas mais baixas do que em 2024. A escassez de chuvas em outubro atrasou as floradas e comprometeu parte delas, mas a volta das precipitações em novembro, em volumes adequados, deve garantir um pegamento satisfatório na maior parte das regiões produtoras.

Com esse cenário, o banco projeta uma safra maior em 2026 do que a colhida em 2025, estimada em 62,8 milhões de sacas, sendo 38,7 milhões de arábica e 24,1 milhões de robusta. As relações de troca favoráveis entre café e insumos ao longo do ano, aliadas à maior capitalização dos produtores, permitiram avanço nos tratos culturais. O bom regime de chuvas até abril também fortaleceu as lavouras, criando condições para um ciclo 2026/27 potencialmente mais produtivo. Para isso se confirmar, será crucial que não ocorram veranicos e que o clima siga favorável nos próximos meses.

Mesmo com a possibilidade de aumento da produção brasileira, a oferta global deve continuar relativamente apertada, o que tende a limitar quedas mais profundas nos preços internacionais. Há, porém, espaço para expansão em outras origens e para uma moderação no consumo mundial, pressionado pelos altos preços ao consumidor final. Esses fatores podem suavizar as cotações em relação aos níveis atuais. Com boas margens projetadas, o Itaú BBA recomenda que produtores aproveitem o momento para realizar fixações.





Source link

News

Evento em São Paulo debaterá rastreabilidade e novas exigências para o agronegócio



Na próxima quinta-feira (4), o evento Agro em Código reunirá lideranças e especialistas do setor agroindustrial para debater tecnologias e práticas de rastreabilidade que estão transformando o agronegócio. O encontro acontecerá em São Paulo (SP) e destacará as novas exigências da legislação europeia e caminhos para que as cadeias produtivas brasileiras atendam às normas.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

A programação também aborda temas como regulação, demandas do consumidor, ESG e sustentabilidade, trazendo uma visão prática e inovadora sobre como o setor pode se preparar para um mercado cada vez mais conectado e exigente.

O evento é voltado para startups, profissionais e empresas do agroindustrial, representantes de cooperativas e associações, especialistas em TI e logística, desenvolvedores de soluções de rastreabilidade, pesquisadores, acadêmicos e empresas do varejo interessadas em inovação e competitividade.

Ao promover a integração entre tecnologia, governança e sustentabilidade, o Agro em Código busca fortalecer a capacidade do agro brasileiro de responder a desafios globais e aproveitar novas oportunidades de mercado.

40 anos da Embrapa Agricultura Digital

A edição deste ano é especial por celebrar os 40 anos da Embrapa Agricultura Digital, referência nacional em pesquisa e inovação para o campo. A instituição apresentará como ciência e tecnologia vêm moldando o futuro do agronegócio no Brasil.

Saiba como fazer parte.



Source link

News

Agropecuária Maragogipe é modelo de pecuária intensiva em MS; confira


A Agropecuária Maragogipe, localizada em Itaquiraí (MS), é reconhecida como uma das fazendas mais produtivas do Brasil, destacando-se como um modelo de pecuária intensiva com sustentabilidade.

A propriedade adota uma estratégia de sucesso baseada em um rigoroso planejamento forrageiro e nutricional, que utiliza a integração, a adubação e uma alta taxa de lotação para garantir sua produtividade em um sistema de ciclo fechado.

Em entrevista ao Giro do Boi, Lucas Marques, diretor de operações da Agropecuária Maragogipe, informou que o planejamento forrageiro é a base do orçamento anual da fazenda. “A partir dele, é definida a quantidade de unidades animais (UA) por hectare que o pasto pode suportar”, declarou. Esse indicador norteia todas as decisões financeiras e operacionais da propriedade ao longo do ano.

Confira:

Integração lavoura-pecuária

Foto: Divulgação.

A Agropecuária Maragogipe utiliza a Integração Lavoura-Pecuária (ILP), onde, segundo Marques, “a equação 1 + 1 não é igual a 2, 1 + 1 é igual a 3”. A ILP gera o volumoso, como milho e milho safrinha consorciado com capim, para o confinamento. O resíduo, que é o esterco, é compostado e devolvido ao pasto via adubação, fechando o ciclo e garantindo a sustentabilidade.

O rebanho de cria é dividido em trinta por cento com capins cespitosos, como Mombaça e Tanzânia, que respondem bem à adubação, e setenta por cento com braquiárias, como Piatã. O sucesso da produtividade exige um time muito bem alinhado e treinado, pois o cerne central do resultado são as pessoas.

Nutrição personalizada e taxa de desmama

Foto: Divulgação

A nutrição na Agropecuária Maragogipe é “extremamente personalizada”, complementando o que o capim não consegue fornecer. O foco é nas categorias mais jovens, que têm prioridade na pastagem de melhor qualidade e na suplementação proteico-energética. A fazenda conta com uma fábrica própria para formular a dieta, o que confere agilidade e controle de custo.

A propriedade destaca que o segredo para ganhar dinheiro na pecuária de cria é a taxa de desmama. O objetivo é sempre colher o maior número de quilos de bezerros desmamados por vaca exposta à reprodução. A Agropecuária Maragogipe é um exemplo de excelência, produzindo animais Nelore abaixo de quinze meses, sempre com peso superior a vinte e duas arrobas.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



Source link

News

Cooperação entre Embrapa, Senar e Sepaq impulsiona inovação na aquicultura do Amapá



A aquicultura amapaense ganhou novo impulso com os convênios firmados entre Embrapa Amapá, Senar/AP e Secretaria Estadual de Pesca e Aquicultura (Sepaq) durante o VI Seminário de Aquicultura, realizado na última semana. As instituições anunciaram ações conjuntas para qualificar produtores, ampliar a adoção de tecnologias e fortalecer a produção de tambaqui, camarão-da-amazônia e tracajá.

O acordo com o Senar/AP prevê dois anos de atividades voltadas à capacitação, instalação de Unidades de Referência Tecnológica e apoio à produção sustentável de camarão-da-amazônia. As iniciativas se integram a projetos financiados por Sudam e Fapeap, garantindo suporte técnico de pesquisadores da Embrapa. Para o Senar/AP, o acesso às tecnologias já validadas para o cultivo de camarões deve ampliar o potencial produtivo do estado.

Outra parceria anunciada foi o convênio com a Sepaq, que estrutura uma Rede de Competências em Inovações e Negócios. A proposta é desenvolver, ao longo de quatro anos, programas de capacitação, biofábricas, metodologias de manejo e um observatório de inovações para o setor aquícola. Com cerca de 17 mil pescadores e um dos maiores consumos de pescado do país, o Amapá é considerado estratégico para a expansão da aquicultura amazônica.

O seminário reuniu pesquisadores, extensionistas e piscicultores para discutir temas como nutrição, sanidade, reprodução de espécies e gestão sustentável. As apresentações destacaram avanços tecnológicos em tambaqui e camarão-da-amazônia, o uso de frutos amazônicos na alimentação de peixes e novas abordagens para o manejo de quelônios. A programação reforçou a importância da pesquisa integrada e da inovação para ampliar a competitividade do setor.

O evento também abordou sanidade e desafios regulatórios, com especialistas discutindo doenças de crustáceos, uso de antimicrobianos e alternativas como óleos essenciais no manejo de parasitas. Para a Embrapa, os convênios e as discussões técnicas consolidam uma agenda comum de fortalecimento da cadeia aquícola, aproximando ciência, produtores e políticas públicas para acelerar o desenvolvimento da aquicultura no Amapá.



Source link