quinta-feira, março 19, 2026

Autor: Redação

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Inmet emite alerta de chuva forte com ventos acima dos 100km/h



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso de tempestade, com grau de severidade classificado como de grande perigo, para boa parte da região Sul do país. O alerta começa a valer a partir das 12h desta segunda-feira (8) e segue até as 23h59 de terça-feira (9).

A previsão é chuva superior a 60 milímetros por hora (mm/h) ou maior que 100 milímetros por dia (mm/dia), além de ventos superiores a 100 quilômetros por hora (km/h) e queda de granizo.

Ainda de acordo com o aviso, há grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário.

As áreas afetadas incluem região serrana, oeste catarinense, sudoeste rio-grandense, Vale do Itajaí, noroeste rio-grandense, centro ocidental rio-grandense, centro ocidental paranaense, região metropolitana de Porto Alegre, noroeste paranaense, sudeste rio-grandense e sudoeste paranaense.

Também serão afetados o oeste paranaense, nordeste rio-grandense, sudeste paranaense, norte central paranaense, centro oriental rio-grandense, norte catarinense, centro-sul paranaense, centro oriental paranaense e a região metropolitana de Curitiba.

Dentre as instruções para a população, listadas pelo Inmet, estão:

  • desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia;
  • em caso de enxurrada ou situação similar, colocar documentos e objetos de valor em sacos plásticos;
  • em caso de situação de grande perigo confirmada, procurar abrigo e evitar permanecer ao ar livre.

Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

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Trump busca conter disparada do preço da carne bovina e estuda ampliar importações



O governo de Donald Trump intensificou as ações para frear a disparada dos preços da carne bovina nos Estados Unidos, que atingiram níveis recordes em meio à combinação de baixa oferta e demanda aquecida. A Casa Branca reuniu assessores de alto escalão, autoridades estaduais e representantes da indústria para discutir caminhos que possam aliviar o mercado. Trump também pediu investigações antitruste para apurar possíveis práticas anticoncorrenciais no setor de alimentos, segundo informações da agência Dow Jones.

Escassez de gado pressiona preços e preocupa o governo

O principal fator por trás da alta é a queda histórica no número de cabeças de gado, resultado de anos de dificuldades financeiras enfrentadas por produtores no pós-pandemia. Com rebanhos enxutos e ciclo longo de recuperação, a oferta não acompanha a demanda, sustentando preços elevados ao consumidor e pressionando a inflação de alimentos.

Saída pode incluir mais importações

Uma força-tarefa instalada no governo discute alternativas emergenciais, entre elas:

  • Reabrir a fronteira para importações de gado mexicano;
  • Ampliar a compra de carne de países como a Argentina;
  • Apoiar pequenos frigoríficos;
  • Flexibilizar regulamentações para estimular a oferta doméstica.

De acordo com a Casa Branca, a estratégia envolve várias agências federais e busca uma solução ampla para reduzir a pressão sobre o mercado. Apesar do cenário de margens maiores, pecuaristas afirmam que é impossível reduzir preços no curto prazo, já que a reconstrução dos rebanhos é lenta e exige anos de investimento.

Organizações de produtores, especialmente a influente R-Calf, pressionam o governo por menos importações, fiscalização mais rígida sobre grandes empacotadoras e mudanças nas regras de rotulagem de origem. A relação entre Trump e o setor ficou tensa depois que o presidente defendeu a necessidade de queda nos preços e sinalizou apoio a compras externas adicionais.

Mesmo em meio às divergências, a administração norte-americana segue negociando com diferentes elos da cadeia produtiva na tentativa de estabilizar o mercado.



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Maior interesse comprador mantém preços do milho em alta



Os preços do milho seguiram em alta no mercado interno na última semana, com o Indicador Esalq/BM&FBovespa se aproximando dos R$ 70/saca de 60 kg. Patamar nominal que não atingia desde maio/25.

Segundo levantamento do Cepea, o impulso veio sobretudo do maior interesse de compradores somado à retração de vendedores. Produtores estão focados na semeadura e atentos ao desenvolvimento da safra.

Em algumas regiões, conforme o centro de pesquisas, agricultores estão preocupados com o clima quente e, em outras, com os impactos das chuvas de meados de novembro. Nesse contexto, agentes limitam os lotes disponibilizados no spot, à espera de novas valorizações.

Do lado da demanda, pesquisadores do Cepea explicam que compradores buscam recompor os estoques para o final do ano e início do próximo, mas esbarram nos maiores preços pedidos por vendedores.

Alguns compradores seguem afastados do spot, à espera de queda nas cotações, fundamentados na aproximação da colheita da safra verão, que deve levar produtores a liberarem armazéns e/ou fazer caixa, no maior excedente interno e nas exportações em ritmo abaixo do esperado.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Negócios da soja iniciam dezembro em ritmo lento



As negociações envolvendo soja e derivados estão em ritmo lento neste começo de dezembro. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores, o fator limitante para as negociações foi a disparidade entre os preços ofertados por compradores e os pedidos por vendedores. Enquanto boa parte dos consumidores está abastecida e à espera de queda nas cotações, muitos produtores se mostram capitalizados e pouco dispostos a ofertar novos lotes no spot.

Esses sojicultores estão focados nas atividades de campo e preocupados com possíveis perdas de produtividade, especialmente em regiões que enfrentam déficit hídrico.

Inclusive, colaboradores consultados pelo Cepea acreditam ser pouco provável que a safra 2025/26 alcance as 177 milhões de toneladas previstas pela Conab.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

VBP do café sobe com clima favorável



VBP do café deve subir para R$ 1,4 bilhões em 2025



Foto: Pixabay

O Valor Bruto da Produção (VBP) do café deve registrar nova alta em 2025, alcançando aproximadamente R$ 1,4 bilhão, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (4) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O número supera o montante de R$ 1,1 bilhão estimado para 2024.

De acordo com o boletim, a projeção é sustentada pela produção prevista de 745 mil sacas de café beneficiado, volume 10% maior que as 679 mil sacas colhidas em 2024. Os analistas afirmam que “as condições climáticas foram mais favoráveis neste ano, especialmente quanto à disponibilidade hídrica”, o que contribuiu para o avanço da produtividade e para a qualidade do produto colhido.

O documento aponta que mais de 80% da produção já foi comercializada, com valores considerados positivos pelos técnicos. Segundo o Deral, “a maior parte do volume vendido ocorreu em um patamar superior a R$ 2.000 por saca”, ficando abaixo desse nível apenas entre julho e agosto, durante o pico da entrada da safra. A tendência é de que o preço médio permaneça próximo desse valor, mesmo diante de eventual recuo das cotações nos próximos meses.

Em 2024, o preço médio registrado foi de R$ 1.668,60 por saca, o que indica uma alta aproximada de 15% em relação à safra atual. O boletim também destaca que, diferentemente do ciclo anterior, “o produtor pode se apropriar de maneira muito mais efetiva dos bons preços”, já que, no ano passado, as valorizações ocorreram apenas nos momentos finais da comercialização.

O custo de produção recém-divulgado aponta um total de R$ 1.137,00 para produzir e beneficiar uma saca de café. De acordo com os analistas, esse valor é coberto com folga pelos preços médios observados nas duas últimas safras.





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China aumenta importações de soja em novembro, mas reduz compras de carnes



As importações da China mostraram movimentos distintos em novembro, com avanço nas compras de soja e recuo significativo no volume de carnes adquirido. Os dados foram divulgados pela Administração Geral da Alfândega.

Importações de soja sobem 13,4% impulsionadas pela América do Sul e pelos EUA

A China importou 8,11 milhões de toneladas de soja em grão em novembro de 2025, alta de 13,4% sobre o mesmo mês do ano anterior, quando foram registradas 7,15 milhões de toneladas. O aumento foi favorecido pelo ritmo dos embarques sul-americanos e pela retomada das compras originadas nos Estados Unidos, que voltaram a ganhar participação no fluxo comercial com o país asiático.

No acumulado de janeiro a novembro, as importações chinesas de soja alcançaram 103,79 milhões de toneladas, crescimento de 6,9% em relação ao mesmo período de 2024, confirmando a demanda firme por matéria-prima para ração animal e processamento interno.

Compras de carnes recuam 20,1% no mês e diminuem no ano

No segmento de proteínas, o movimento foi inverso. As importações chinesas de carnes totalizaram 393 mil toneladas em novembro, queda de 20,1% na comparação com o mês anterior. A retração ocorre em um momento de maior oferta doméstica e ajustes nos estoques internos.

De janeiro a novembro, o país adquiriu 5,67 milhões de toneladas de carnes, volume 6,4% menor que o registrado em igual intervalo de 2024, segundo dados oficiais.



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TCU retoma julgamento sobre modelo de concessão do Tecon 10, megaterminal do Porto de Santos



O TCU (Tribunal de Contas da União) retoma nesta segunda-feira (8) o julgamento que vai definir o modelo de competitividade do leilão do Tecon 10, o megaterminal de contêineres do Porto de Santos (SP). A decisão é considerada crucial para a formatação final do edital e é acompanhada de perto por empresas do setor portuário, associações empresariais, governo federal e até embaixadas europeias. O tema seria analisado em 18 de novembro, mas o ministro Augusto Nardes pediu adiamento para avaliar melhor as propostas apresentadas pelo relator Antonio Anastasia e pelo revisor Bruno Dantas.

Terminal estratégico para ampliar capacidade de Santos

Tratado como peça-chave para a expansão da capacidade de contêineres no maior porto da América Latina, o Tecon 10 terá uma área de 622 mil m², quatro berços de atracação e capacidade estimada de 3,5 milhões de TEUs por ano. O governo trabalha para levar o leilão ao mercado em 2026, mas o modelo a ser aprovado pelo TCU definirá quem poderá ou não participar da disputa.

A Antaq propõe um modelo com duas fases, em que empresas que já operam terminais de contêineres em Santos ficam impedidas de participar da primeira etapa. A agência afirma que essa regra aumenta a competitividade, evita concentração econômica e estimula a entrada de novos operadores. Pareceres jurídicos citados pelo órgão afirmam que a modelagem está alinhada aos princípios de isonomia, proporcionalidade e livre concorrência previstos na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB).

Pressões e divergências no governo

O interesse privado é elevado devido à dimensão e à relevância estratégica do projeto. As discussões, porém, revelam divergências técnicas dentro do próprio governo. A Seae (Subsecretaria de Acompanhamento Econômico e Regulação) do Ministério da Fazenda e áreas técnicas do TCU haviam defendido um leilão em fase única com cláusula de desinvestimento, alternativa que permitiria a participação plena de grupos já atuantes no porto.

Já o Ministério de Portos e Aeroportos apoia o modelo da Antaq, entendendo que ele gera maior pluralidade de operadores e reduz riscos de verticalização.

Disputa entre modelos: fase única ou duas etapas?

O debate se intensificou na última sessão extraordinária do TCU. O relator, Antonio Anastasia, defendeu uma licitação em fase única, aberta a todos os grupos , inclusive armadores que já controlam terminais em Santos, desde que assumam compromisso de desinvestir em ativos paralelos caso vençam o certame. A proposta favorece players como Maersk, MSC, CMA CGM e DP World, todos interessados no novo terminal. Para parte do mercado, esse modelo poderia inclusive abrir caminho para uma reorganização societária no BTP, terminal hoje operado por Maersk e MSC.

O ministro Bruno Dantas, responsável pelo voto revisor, apresentou posição oposta e defendeu a manutenção do modelo original da Antaq, com duas fases de concorrência. No desenho sugerido por Dantas, armadores ficariam fora da primeira etapa para evitar concentração e restringir a verticalização no porto. Ele argumenta que permitir que empresas de navegação operem o terminal pode limitar o acesso de concorrentes e criar barreiras para novas linhas marítimas.

Dantas também afirmou que não há ilegalidade na modelagem proposta pela agência reguladora, o que, segundo ele, impediria o TCU de substituir o modelo técnico elaborado pela Antaq.



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O otimismo exagerado que pode virar pólvora no sistema financeiro global


A economia real vai bem, mas não conta toda a história
A economia global parece, à primeira vista, confortável. O comércio mundial segue avançando, as cadeias logísticas funcionam, e mesmo países que desaceleram mantêm atividade suficiente para evitar alertas imediatos. Mas, por trás dessa aparência de normalidade, cresce um fenômeno conhecido dos economistas: a desconexão entre o mundo real e o mundo financeiro.

A euforia tecnológica cria um mundo paralelo nas bolsas

Enquanto a economia física anda em marcha moderada, os mercados de capitais vivem uma espécie de euforia tecnológica permanente. Gigantes de inteligência artificial acumulam avaliações bilionárias, às vezes trilionárias, impulsionadas por expectativas grandiosas do que poderão entregar no futuro. Empresas como a Nvidia se tornaram símbolos de um mercado alimentado não apenas por resultados, mas por fantasias de um amanhã perfeito, infladas por liquidez abundante e fluxos financeiros criados quase que “do nada”.

A ciclotimia humana: euforia hoje, depressão amanhã

Essa dinâmica não é nova. A humanidade vive ciclos emocionais: ora euforia, ora depressão. Somos ciclotímicos por natureza. E isso se reflete nos mercados: quando acreditamos que o futuro será brilhante, inflamos preços; quando algo dá errado, fugimos em massa, estourando bolhas e destruindo valor em questão de dias.

Tudo isso ocorre em um mundo politicamente instável

O problema é que essa ciclotimia ocorre num momento de instabilidade geopolítica profunda. O mundo está, literalmente, sentado sobre um paiol de pólvora. Os Estados Unidos, sob Donald Trump, emitem sinais contraditórios sobre política externa, comércio, segurança e relação com aliados. A China ampliou sua estratégia tecnológica, com capacidade de produzir chips e IA a custos menores, e disputa, palmo a palmo, a liderança de um setor que hoje define o humor das bolsas.

Uma faísca política pode virar um terremoto financeiro

Some-se a isso tensões militares espalhadas pelo planeta, dívidas globais recordes, governos pressionados por déficits, organismos multilaterais enfraquecidos e incertezas climáticas que afetam economias inteiras.

O risco é claro:

Uma faísca geopolítica pode ricochetear diretamente nos mercados — e a queda das bolsas seria o primeiro terremoto a sacudir o sistema financeiro global.

O descolamento entre expectativa e realidade sempre cobra seu preço

A história mostra: quando as expectativas crescem mais rápido que a economia real, a correção costuma ser dolorosa. E tudo indica que estamos novamente nesse ponto de tensão.

O mundo continua comercializando, produzindo e inovando. Mas a economia real caminha em terreno firme, enquanto o mercado financeiro corre em uma pista de gelo fino, acelerando cada vez mais, embalado por uma confiança que pode evaporar ao menor choque.

Não é pânico, é prudência

O alerta não é para pânico.
É para prudência.

Países, empresas e investidores precisam encarar que ciclos de euforia alimentados por excesso de liquidez e promessas tecnológicas quase sempre terminam da mesma forma: com ajustes bruscos, perda de riqueza e impactos profundos sobre economias reais — especialmente setores exportadores e produtivos, como o agronegócio brasileiro.

A pergunta que o mundo evita fazer: o mundo está preparado para uma correção?

A resposta, infelizmente, parece tão instável quanto o cenário global.

Mas uma coisa é certa: quando a euforia encontra obstáculos reais , o sistema financeiro sempre é o primeiro a tremer.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Ciclone provoca virada no tempo com chuva e ventos fortes



A semana começa com instabilidades intensas sobre o Brasil. A formação de um ciclone extratropical próximo à costa do Rio Grande do Sul, associada a áreas de baixa pressão e forte calor, espalha condições para chuva moderada a forte, rajadas de vento e risco de temporais em diferentes estados a partir desta segunda-feira (8).

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Sul terá chuva forte, temporais e temperaturas ainda elevadas

No Rio Grande do Sul, o avanço e o aprofundamento de um sistema de baixa pressão dão origem a um ciclone extratropical que deve provocar pancadas moderadas a fortes e tempestades ao longo do dia. As áreas mais afetadas incluem:

  • Centro, sudoeste e vales
  • Metade norte
  • Região Metropolitana de Porto Alegre
  • Campanha Gaúcha
  • Oeste e nordeste do estado

O tempo instável também avança para a metade oeste de Santa Catarina e boa parte do Paraná, onde há risco de temporais. No litoral da Região Sul, a chuva ocorre sob influência marítima. Mesmo com o aumento da nebulosidade, as temperaturas continuam elevadas em boa parte da região.

Sudeste tem pancadas de chuva e risco de temporais em SP

Um cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera reforça a instabilidade no Sudeste. Em São Paulo, as pancadas começam já pela manhã no oeste e noroeste e se espalham ao longo do dia, ganhando intensidade à tarde, com risco de chuva forte.

A umidade se mantém elevada sobre Minas Gerais e Espírito Santo, garantindo instabilidades persistentes. No litoral da Região, a influência marítima também provoca chuvas intermitentes. Na metade norte de São Paulo, no Rio de Janeiro e no Triângulo Mineiro, o calor permanece.

As chuvas diminuem no noroeste de Mato Grosso, mas seguem presentes no restante do estado e em Goiás, com pancadas moderadas a fortes. Em Mato Grosso do Sul, a baixa pressão favorece instabilidades mais amplas, com chuvas fortes e temporais principalmente na metade leste e sul.

As temperaturas recuam levemente, mas a sensação de abafamento continua em toda a região.

No litoral leste e norte do Nordeste, há chance de chuva fraca e isolada. No oeste da Bahia, as instabilidades persistem com intensidade fraca a moderada.

As pancadas também continuam em grande parte do Maranhão, sul e oeste do Piauí, com possibilidade de temporais pontuais. Nas demais áreas, o predomínio é de tempo firme, sol entre nuvens e calor mais intenso ao longo do dia.

Norte tem pancadas fortes no Amazonas, Acre, Rondônia e Tocantins

As instabilidades seguem ativas na porção oeste e central da Região Norte. Amazonas, Acre, Rondônia e Tocantins registram pancadas moderadas a fortes.

Em Roraima e em grande parte do Pará, a chuva diminui, mas ainda pode ocorrer de forma fraca a moderada, ocasionalmente mais forte. O calor predomina em toda a Região.



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Decisão sobre juros nos EUA está no radar do mercado nesta semana


No morning call desta segunda-feira (8), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a primeira semana de dezembro teve menor volatilidade global, alta moderada das bolsas e expectativa de corte de 25 pontos pelo Fed.

No Brasil, o choque político das eleições de 2026 derrubou o Ibovespa em mais de 4%, depreciou o real e elevou juros. Esta semana, destaque para reunião do FOMC, IPCA e indicadores de atividade doméstica.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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