quinta-feira, março 19, 2026

Autor: Redação

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Exportações brasileiras de soja devem superar 3,3 milhões de t em dezembro


Foto: Pixabay

As exportações brasileiras de soja em grão devem atingir 3,331 milhões de toneladas em dezembro, segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). No mesmo mês do ano passado, os embarques somaram apenas 1,468 milhão de toneladas. Em novembro, o Brasil exportou 4,233 milhões de toneladas.

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Na semana encerrada em 6 de dezembro, o país embarcou 918,723 mil toneladas de soja, e para o período entre 7 e 13 de dezembro, a previsão é de 796,840 mil toneladas.

Farelo de soja

Para o farelo de soja, a expectativa é de embarques de 1,833 milhão de toneladas em dezembro, praticamente estável em relação às 1,803 milhão de toneladas exportadas no mesmo mês de 2024.

Em novembro, as vendas externas somaram 2,258 milhões de toneladas. Na semana passada, os embarques de farelo totalizaram 479,628 mil toneladas, e para a semana de 7 a 13 de dezembro, a Anec projeta 471,441 mil toneladas.

O levantamento mostra que, apesar de alguma volatilidade semanal, o Brasil mantém forte ritmo de exportações, impulsionado pela demanda externa estável e pela boa disponibilidade do produto.

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AgroNewsPolítica & Agro

Instituição destaca mudança no cenário do feijão



O avanço resulta de um conjunto amplo de tipos de feijões


O avanço resulta de um conjunto amplo de tipos de feijões
O avanço resulta de um conjunto amplo de tipos de feijões – Foto: Canva

As exportações brasileiras de feijões alcançaram um novo patamar em 2025, refletindo a consolidação de mais de uma década de esforços do setor. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), 501 mil toneladas foram embarcadas até novembro, volume que confirma a mudança de escala e posicionamento do produto no mercado internacional.

O avanço resulta de um conjunto amplo de tipos de feijões, já que o feijão-carioca ainda tem presença restrita ao chamado mercado de saudade. A base das exportações vem de feijão-preto, mungo verde e preto, além de vermelhos, rajados, caupis e outros especiais. Esse movimento afeta toda a cadeia ao ampliar a influência das referências externas na formação de preços, antes concentrada no atacado interno.

O Instituto Agronômico de Campinas se destaca no processo ao responder por mais de 60 por cento das cultivares exportadas. O trabalho iniciado em 2005 pelos pesquisadores Sérgio Carbonell e Alysson Chioratto ajudou a tornar o feijão brasileiro competitivo, apesar de obstáculos como a pirataria de sementes. A contribuição se soma a equipes da Embrapa, dedicadas aos caupis, e do IDR-Paraná, responsáveis por materiais de Feijão-preto que atendem às demandas de campo, qualidade e consumo.

O novo patamar cria um piso mais claro para as vendas externas. Quando o preço interno recua, exportar pode voltar a ser viável e sustentar a demanda, reduzindo a intensidade das quedas e favorecendo planejamento de área, tecnologia e venda. A maior presença de compradores eleva a disputa por qualidade e impulsiona melhorias em secagem, armazenagem e rastreabilidade.

A estratégia de expansão segue ativa. O projeto com a ApexBrasil inclui agora o gergelim e mira mercados como Arábia Saudita, Argélia, China, Colômbia, Egito, Israel, Indonésia, Jordânia, México e Singapura. O recente acordo fitossanitário com a Rússia reforça a busca por uma rede diversificada de importadores para diminuir a dependência de poucos destinos.





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‘Recuperação judicial precisa ser o último recurso do produtor’, avalia diretor técnico da CNA



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avalia que o uso inadequado da recuperação judicial tem contribuído para o aumento das restrições de crédito no campo. O tema foi abordado pelo diretor técnico da entidade, Bruno Lucchi, durante coletiva de imprensa de balanço e perspectivas do setor.

Questionado sobre a necessidade de ajustes na legislação, Lucchi afirmou que a recuperação judicial é um instrumento legítimo, mas que deve ser adotado apenas como última alternativa pelo produtor rural.

Segundo ele, a inclusão do produtor pessoa física na lei é recente, o que explica parte das distorções observadas. Para Lucchi, o setor ainda passa por um processo de aprendizado quanto ao uso do mecanismo.

Legislação precisa ser cumprida integralmente

Na avaliação da CNA, o problema não está, necessariamente, no texto da lei, mas na sua aplicação. O diretor técnico apontou que etapas previstas na legislação não vêm sendo cumpridas de forma rigorosa pelo Judiciário antes da concessão dos pedidos.

Lucchi também citou práticas que, segundo ele, não são adequadas, como a disseminação da recuperação judicial como solução padrão para dificuldades financeiras. Na visão da entidade, o produtor deveria buscar primeiro renegociações e ajustes no seu planejamento financeiro.

Outro ponto destacado é o impacto sobre o sistema financeiro. De acordo com a CNA, o aumento no número de recuperações judiciais tem levado os bancos a elevar exigências de garantias, restringindo ainda mais o acesso ao crédito rural.

Regulamentação precisa de ajustes

A entidade defende ajustes de regulamentação, especialmente em relação aos prazos. Embora a legislação preveja duração de até dois anos, há processos que se estendem por mais de cinco anos. Também há críticas quanto à escolha e à remuneração dos administradores judiciais.

Segundo Lucchi, a CNA tem levado essas preocupações ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a representantes do Judiciário. Para a confederação, o cumprimento rigoroso da legislação atual já permitiria avaliar, com mais clareza, se há necessidade de mudanças na lei.

Neste momento, a entidade não vê como prioridade uma alteração legislativa, mas sim a aplicação efetiva do que já está previsto.



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Mais uma vez, a Europa cria tempestade em copo d’água sanitário


A decisão da Comissão Europeia de recolher lotes de carne bovina brasileira por “risco sanitário” reacendeu um debate que o agro conhece bem: até que ponto essa reação é técnica, e quando vira instrumento político?

O fato é que não é a primeira vez que episódios pontuais ganham proporção exagerada no noticiário europeu. E, curiosamente, eles sempre surgem nos momentos mais sensíveis das negociações entre Mercosul e União Europeia. Agora, novamente, o alerta sanitário aparece quando o acordo comercial volta ao radar, com pressões de países agrícolas como França, Irlanda, Polônia e Áustria.

A Europa sabe que o agronegócio brasileiro é competitivo, eficiente e ocupa espaço crescente no mercado internacional. E justamente por isso o setor é o ponto mais sensível para Bruxelas. Cada contaminação isolada vira manchete; cada detalhe vira argumento político; cada alerta vira munição contra a abertura comercial.

Isso não significa ignorar protocolos de segurança alimentar, que devem ser rígidos. Mas é preciso reconhecer que existe, sim, um componente estratégico. Ao amplificar um caso específico, a UE reforça a narrativa de que precisa de “salvaguardas” e “mecanismos de controle” mais duros, empurrando o acordo para revisões, travas e protelações.

O risco é transformar incidentes pontuais em barreiras sanitárias disfarçadas de proteção ao consumidor, repetindo um padrão antigo: quando o Brasil avança comercialmente, surgem ruídos sanitários.

Recado para o agro brasileiro: não basta produzir bem, é preciso se antecipar politicamente. E o governo brasileiro, junto ao Mercosul, terá de responder com firmeza técnica e diplomática para evitar que mais um episódio específico vire justificativa para congelar um acordo que já se arrasta há décadas.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Embrapa aponta que área de soja em estado brasileiro deve ultrapassar 700 mil ha



A área plantada com soja em Rondônia deve alcançar 717,6 mil hectares na safra 2025/2026, segundo a 18ª edição do Informativo Agropecuário de Rondônia, elaborado pela Embrapa e parceiros. O volume representa a continuidade da expansão da cultura no estado, que registra crescimento médio anual de 12,3% na última década.

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A produção estimada é de 2,6 milhões de toneladas, mantendo a soja como a principal cultura agrícola rondoniense. Para o total da safra de grãos, Rondônia deve colher 5,4 milhões de toneladas, número praticamente estável em relação ao ciclo 2024/2025, apesar do aumento de 1,3% na área plantada.

Desafios

Mesmo com o avanço da oleaginosa, analistas apontam que o crescimento tende a se estabilizar. Entre os fatores que limitam a expansão estão o aumento dos custos de produção e a alta no preço das terras nas regiões central e norte do estado. Ainda assim, permanece o potencial de incorporação de áreas com pastagens degradadas ao cultivo de grãos.

Os dados completos estão disponíveis na 18ª edição do Informativo Agropecuário de Rondônia, no portal da Embrapa.



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Argentina anuncia redução de impostos de exportação de soja e milho



O ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, anunciou nesta terça-feira (9), em seu perfil no X (antigo Twitter), uma nova redução dos impostos de exportação de grãos, medida que afeta produtos como soja, milho, trigo, cevada, sorgo e girassol.

Segundo o comunicado, as alíquotas serão ajustadas da seguinte forma:

  • Soja: de 26% para 24%
  • Subprodutos da soja: de 24,5% para 22,5%
  • Trigo e cevada: de 9,5% para 7,5%
  • Milho e sorgo: de 9,5% para 8,5%
  • Girassol: de 5,5% para 4,5%

Caputo afirmou que o objetivo da medida é aumentar a competitividade do agronegócio argentino, setor responsável por cerca de 60% das exportações do país.

“Essa redução nos impostos de exportação visa aprimorar a competitividade do agronegócio, um dos principais motores da economia argentina. Dessa forma, reafirmamos nossa convicção de que a agricultura argentina continuará crescendo, gerando empregos, impulsionando o desenvolvimento em todas as regiões do país e fortalecendo nossa presença nos mercados globais”, declarou o ministro na rede social.

Não é a primeira redução no ano

A decisão acontece poucos meses após outra mudança relevante. Em 30 de julho, o governo havia publicado o Decreto 526, que eliminava temporariamente os impostos retidos na fonte sobre exportações de grãos, e posteriormente também sobre carne bovina e de frango. O benefício valeria até 31 de outubro, com retomada prevista apenas para 1º de novembro.

Contudo, as chamadas retenciones foram reestabelecidas antecipadamente, já no dia 25, mais de um mês antes do previsto. Com isso, voltaram a vigorar as alíquotas anteriores: 26% para a soja e 9,5% para milho e trigo. Por ora, proteínas animais seguem isentas.

Segundo o governo argentino, a antecipação da retomada da cobrança ocorreu porque a meta de arrecadação de US$ 7 bilhões em Declarações Juradas de Vendas ao Exterior (DJVE) foi atingida em menos de 72 horas.



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Agro sustenta economia em 2025, mas CNA alerta para cenário mais difícil em 2026



O agronegócio brasileiro teve papel relevante na melhora de indicadores econômicos em 2025, como o PIB e a inflação. No entanto, o cenário para 2026 segue cercado de riscos e deve exigir maior cautela dos produtores rurais. A avaliação é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), apresentada nesta terça-feira (9), durante coletiva de imprensa.

Segundo a entidade, o agro ajudou a conter a inflação, que deve encerrar o ano em 4,4%, e impulsionou a economia. A CNA estima expansão de 9,6% do PIB do agronegócio em 2025, com valor de R$ 3,13 trilhões. Para 2026, a projeção é de crescimento mais moderado, de 1%.

A confederação destaca que, sem a contribuição do setor, haveria maior risco de descumprimento da meta de inflação, o que poderia exigir uma política monetária ainda mais restritiva. Atualmente, a taxa Selic está em 15% ao ano.

Ajuste fiscal no radar

Na avaliação da CNA, 2026 será um ano desafiador para a economia brasileira, especialmente do ponto de vista fiscal. O governo deverá buscar equilíbrio das contas públicas por meio do aumento de arrecadação, o que mantém o crescimento econômico em um ambiente de fragilidade.

Entre as medidas esperadas estão maior fiscalização da Receita Federal e a criação de novas bases arrecadatórias para cumprir a meta fiscal.

Endividamento e crédito

O endividamento do produtor rural é apontado como um dos principais pontos de atenção. Em outubro, a inadimplência do crédito rural com taxas de mercado atingiu 11,4%, o maior patamar desde o início da série histórica, em 2011. No ano passado, o índice era de 3,54%.

Segundo a CNA, o cenário reflete problemas climáticos recorrentes, queda nos preços das commodities, alta nos custos de produção, falta de seguro rural, além de bancos mais restritivos e juros elevados.

A entidade avalia que a recuperação do produtor rural depende da adoção de soluções estruturais que reduzam a vulnerabilidade financeira e climática, ampliando previsibilidade e resiliência no campo.

Seguro rural fragilizado

A falta de apoio ao seguro rural em 2025 deve impactar o próximo ciclo. O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) cobriu apenas 2,2 milhões de hectares, menos de 5% da área agricultável do país, o pior desempenho desde 2007.

De acordo com a CNA, a ausência de instrumentos de gestão de risco amplia a exposição a perdas climáticas e contribui diretamente para o aumento do endividamento no setor.

VBP e produção

Para 2026, o Valor Bruto da Produção deve alcançar R$ 1,57 trilhão, alta de 5,1% em relação a 2025. O segmento agrícola é estimado em R$ 1,04 trilhão, com crescimento de 6,6%. A pecuária deve somar R$ 528,09 bilhões, avanço de 2,2%.

Em 2025, o VBP é estimado em R$ 1,49 trilhão, expansão de 11,9% frente a 2024. A pecuária deve registrar alta de 14,2%, impulsionada pela recuperação dos preços da bovinocultura de corte. Já a agricultura cresce 10,8%, com destaque para soja e milho.

Safras e pecuária

As projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que a produção total de grãos na safra 2025/2026 pode alcançar 354,8 milhões de toneladas, alta de 0,8% em relação à safra anterior. A soja deve atingir 177,6 milhões de toneladas, crescimento de 3,6%. No milho, a produção total é estimada em 138,8 milhões de toneladas, queda de 1,6%.

Na pecuária, os abates de bovinos cresceram 5,6% em 2025 até o terceiro trimestre, enquanto a produção de carne bovina aumentou 3,8% no período. A participação elevada de fêmeas nos abates, próxima de 49,9%, deve reduzir a oferta de animais em 2026.

Diante desse cenário, a CNA projeta queda de 4,5% na produção brasileira de carne bovina em 2026, com expectativa de preços mais altos da arroba do boi gordo e dos animais de reposição.

Cenário externo: Tarifaço, China e União Europeia

No comércio exterior, a CNA vê 2026 marcado por maior tensão. A política comercial dos Estados Unidos pode reconfigurar o fluxo global de produtos agropecuários. Caso sejam mantidas tarifas adicionais de 40%, o impacto pode chegar a US$ 2,7 bilhões por ano, o equivalente a 22% das exportações agropecuárias brasileiras para o país.

A entidade também acompanha com cautela as negociações entre Mercosul e União Europeia, os efeitos da Lei Antidesmatamento Europeia (EUDR, na sigla em inglês) e possíveis salvaguardas da China sobre a carne bovina, mercado em que o Brasil responde por cerca de 50% das importações.



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AgroNewsPolítica & Agro

Análises apontam cenário mais negativo para a soja



Os fatores de baixa pesam mais


Os fatores de baixa pesam mais
Os fatores de baixa pesam mais – Foto: Expodireto Cotrijal

O mercado internacional de soja atravessa um período marcado por sinais divergentes, com indicadores técnicos e fundamentais apontando maior presença de fatores negativos no curto prazo. Nas bolsas externas, o comportamento recente dos contratos reforça a cautela. 

Em dezembro, o vencimento de maio de 2026 atingiu seu maior valor, mas ainda  permanece aberto um gap relevante no intervalo entre 1087,25 e 1095 pontos, que tende a ser preenchido em algum momento. A configuração gráfica indica retorno de formação de cabeça e ombros, sugerindo tendência de baixa, movimento que depende também da retomada ou não das compras chinesas. Segundo a TF Agroeconômica, a expectativa predominante é de correção para baixo.

Entre os vetores de alta, a consultoria destaca que a demanda interna e externa do Brasil segue consistente no médio e longo prazo, ainda que tenha perdido força recentemente. A China mantém interesse pelo produto brasileiro devido à competitividade e à estabilidade nas relações entre os países. Há também expectativa de que o USDA possa reduzir projeções de exportação e esmagamento nos Estados Unidos.

Os fatores de baixa, porém, pesam mais. A lentidão das compras chinesas nos EUA e declarações de autoridades americanas ampliaram a incerteza. Comentários sobre possível redução do fluxo comercial entre os dois países reforçaram o pessimismo. A consultoria lembra que o acordo discutido no fim de outubro não foi formalizado e que as vendas americanas seguem muito abaixo do necessário para sustentar altas recentes. Até agora, os volumes confirmados atendem a menos da metade das metas projetadas. Estimativas privadas também apontam estoques finais maiores no próximo relatório mensal do USDA, o que adiciona pressão ao mercado.

 





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Indicador do etanol sobe pela 8ª semana enquanto açúcar cai



O preço do etanol hidratado está em movimento de alta no mercado spot do estado de São Paulo desde meados de outubro. Na semana passada, o Indicador Cepea/Esalq avançou pela oitava semana consecutiva.

De acordo com pesquisadores do Cepea, a tendência de avanço nos valores de negociação do biocombustível tem suporte da menor oferta e também da demanda aquecida. O número de usinas que já encerrou a safra 2025/26 na região Centro-Sul vem crescendo, segundo levantamento da Unica. Na atual temporada, 120 unidades já finalizaram as atividades de moagem, contra apenas 70 em igual período do ano passado.

Entre 1º e 5 de dezembro, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,8853/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), aumento de 0,7% frente ao do período anterior. Para o anidro, o Indicador Cepea/Esalq fechou a R$ 3,3128/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins), elevação de 0,38% no mesmo comparativo.

Açúcar em queda

Por outro lado, após esboçarem certa reação no final de novembro, os preços do açúcar cristal branco voltaram a cair neste início de dezembro no estado de São Paulo. Na parcial do atual mês (até o dia 5), o Indicador Cepea/Esalq (cor Icumsa de 130 a 180) registra baixa de 1%, voltando a operar na casa dos R$ 107,00 por saca de 50 kg.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse movimento de queda foi observado mesmo diante de um cenário de maior liquidez. A indústria esteve mais ativa no mercado spot paulista, antecipando as compras para o período de festas de final de ano. Contudo, essa presença se deu sob uma estratégia clara de barganha por preços menores, aproveitando-se da oferta relativamente abundante do produto no mercado.

Do lado da oferta, tanto as usinas quanto os atacadistas têm demonstrado baixo apetite para a manutenção de estoques elevados durante a entressafra. Assim, pesquisadores do Cepea indicam que o custo de carregamento de estoques em um ambiente de juros altos torna economicamente desfavorável a retenção de produto, incentivando as vendas antecipadas mesmo a preços menos favoráveis.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Plantio de soja 2025/26 atinge 90,3% de área no Brasil, aponta Conab



O plantio de soja 2025/26 alcançou 90,3% da área estimada no Brasil até 5 de dezembro, de acordo com relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, a semeadura estava em 86%.

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Em relação ao mesmo período do ano passado, quando as atividades chegaram a 94,1%, há um atraso de 3,8 pontos percentuais. Já na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 89,4%, o ritmo atual está 0,9 ponto percentual acima.

Plantio pelo Brasil

No Brasil, o avanço do plantio ocorre de forma bastante desigual entre os estados, variando desde aqueles que já concluíram a semeadura até os que ainda enfrentam maior lentidão. Mato Grosso e São Paulo lideram o ritmo com 100% da área plantada, seguidos por Mato Grosso do Sul, com 99%, e Minas Gerais, com 98,2%.

O Paraná aparece com 97% e a Bahia com 94%. Tocantins registra 93% da área semeada, enquanto Goiás está com 92%. Em seguida vêm Santa Catarina, com 79%, e Piauí, com 78%. O Rio Grande do Sul apresenta 69% de avanço, e o Maranhão tem o menor índice do país, com apenas 38% até o momento.

Com informações da Safras & Mercado.



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