terça-feira, março 10, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo fecha a semana sem mudanças em SP



Boi gordo mantém estabilidade em São Paulo



Foto: Divulgação

O mercado do boi gordo manteve estabilidade em São Paulo nesta sexta-feira (9), segundo análise do informativo “Tem Boi na Linha”, publicado pela Scot Consultoria. O levantamento aponta que, como é comum para o último dia útil da semana, o volume de negócios foi reduzido.

De acordo com a Scot Consultoria, frigoríficos com escalas de abate mais confortáveis apresentaram menor participação no mercado, atuando apenas em oportunidades pontuais. Já as unidades que permaneceram ativas negociaram nos preços vigentes. O informativo registra que “havia relatos de negócios acima da referência, mas ainda insuficientes para estabelecer um padrão de preços”.

A análise indica que a oferta de boiadas foi suficiente para atender à demanda, enquanto o escoamento da carne seguiu em ritmo considerado adequado, o que contribuiu para o equilíbrio do mercado. Conforme o relatório, “na comparação feita dia a dia, os preços permaneceram estáveis para todas as categorias”. As escalas de abate atendiam, em média, a sete dias.

Para a próxima segunda-feira, a Scot Consultoria projeta a manutenção do cenário observado. Segundo o informativo, “o bom desempenho do escoamento da carne deverá dar sustentação ao mercado”.

Em Mato Grosso, o cenário foi semelhante. A análise aponta que a oferta vigente atendeu à demanda, sem formação de sobras, com a maior parte dos frigoríficos operando com escalas confortáveis. De acordo com a Scot Consultoria, as vendas de carne mantiveram o mercado equilibrado, resultando em estabilidade de preços na comparação diária em todas as categorias nas quatro praças do estado.

Ainda conforme o informativo “Tem Boi na Linha”, as escalas de abate em Mato Grosso atendiam, em média, entre sete e dez dias.





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Brasil espera estabilidade jurídica na Venezuela para ampliar venda de arroz


lã niña influencia arroz
Foto: Unsplash

A Venezuela está entre os principais compradores de arroz em casca brasileiro: importou 165 mil toneladas na última safra. Com a instabilidade sofrida após o ataque do presidente Donald Trump ao país, a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) aguarda os próximos passos para definir estratégias de exportaçãovenda.

O presidente da entidade, Denis Dias Nunes, destaca que a expectativa é que o contexto geopolítico não tenha mais sobressaltos e, futuramente, que se ganhe mais estabilidade jurídica, econômica e política para que as vendas brasileiras ao vizinho aumente.

“A Venezuela é uma grande consumidora per capta de arroz, consumindo em torno de um milhão de toneladas por ano. Por conta de o arroz ser um produto barato, de fácil manuseio e cocção, ele se tornou muito importante para aquele país”, conta.

Nunes pontua que pelos acordos comerciais traçados entre ambos e pela qualidade na produção, o cereal brasileiro ganhou a preferência dos venezuelanos.

“Esperamos que se ganhe certa segurança jurídica e até uma facilidade financeira [nas transações]. As tradings tinham certa dificuldade em negociar com a Venezuela. Esperamos que as coisas se normalizem, que possam ser liberados dólares e cartas de crédito através até mesmo dos bancos norte-americanos [para a importação de arroz].”

Segundo ele, caso o país vizinho não importe mais o arroz em casca brasileiro por conta das instabilidades que vive atualmente, restará ao Brasil pulverizar o volume destinado aos venezuelanos para outras nações do continente, a exemplo dos países da América Central, como o Panamá.

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Pasto maternidade na pecuária: planejamento é peça-chave para o sucesso; saiba por quê


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

A estruturação do pasto maternidade é uma decisão crucial para quem atua na cria de gado, pois influencia diretamente a sobrevivência dos recém-nascidos e o bem-estar das matrizes.

Segundo o programa “Cada Bezerro Importa”, da BE.Animal, um ambiente que respeite o instinto da vaca e facilite o monitoramento pela equipe de campo é fundamental.

Um pasto maternidade bem planejado não serve apenas como um local de parição, mas como um centro de segurança que busca reduzir a mortalidade infantil no rebanho. Assim, a escolha do terreno é o primeiro ponto a ser considerado.

Confira:

A importância do terreno e da estrutura física

A área selecionada deve ser adequada, levando em conta o conforto térmico e nutricional das vacas, essenciais para a recuperação das matrizes e o desenvolvimento saudável dos bezerros.

Além disso, o tamanho do pasto deve ser equilibrado, pois áreas muito pequenas podem impedir comportamentos naturais das vacas, que preferem se afastar do rebanho durante o parto.

Oferecer espaço suficiente é vital para a saúde emocional das matrizes e o vigor dos bezerros, garantindo assim um manejo eficaz e ético.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Arroba do boi gordo: confira como os preços encerraram a semana


boi, China
Foto: Arquivo/Canal Rural

O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com tentativas de compra em patamares mais baixos.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, muitas indústrias estão ausentes da compra de gado, reavaliando a capacidade de abate.

“A expectativa é que os frigoríficos passem a operar com maior ociosidade em 2026, reorganizando a estrutura de produção em meio a perspectiva de menor ritmo de exportação, principalmente para a China“, indica.

Para ele, o acordo União Europeia Mercosul oferece uma perspectiva de maior volume de embarques de carne bovina para o bloco. “O aumento da exportação de produtos de maior valor agregado representa também um trunfo para a evolução das receitas. O cenário também sugere maiores bonificações a pecuaristas que negociam boi Europa”, diz.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 319,25 — ontem: R$ 319,77
  • Goiás: R$ 312,14 — R$ 313,93
  • Minas Gerais: R$ 314,12 — R$ 314,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 311,66 — R$ 312,18
  • Mato Grosso: R$ 296,95 — R$ 298,77

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes no decorrer desta sexta-feira. Segundo Iglesias, a perspectiva é de alguma acomodação dos preços, ainda sob o efeito na entrada dos salários na economia.

“Durante a segunda quinzena do mês, com a demanda menos aquecida os preços tendem a recuar, com a população priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis. Esse é o padrão comum de consumo previsto para o primeiro trimestre”, pontua.

  • Quarto traseiro: R$ 26,50 por quilo;
  • Quarto dianteiro: R$ 19,00 por quilo;
  • Ponta de agulha: R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,44%, sendo negociado a R$ 5,3658 para venda e a R$ 5,3638 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3527 e a máxima de R$ 5,3982. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,00%.

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AgroNewsPolítica & Agro

Janela de plantio de soja sequeiro termina no dia 15 de janeiro



Produtores rurais têm até cinco dias úteis para fazer o cadastro obrigatório


Foto: Majuh Souza / Governo do Tocantins

O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), orienta os produtores rurais a ficarem atentos ao fim do prazo da janela do plantio de soja sequeiro da safra 2025/2026, que encerra na próxima quinta-feira, 15 de janeiro. Na última safra foram cadastradas junto à Adapec, uma área cultivada de mais de 1,46 milhão de hectares de soja no Tocantins, com 2,7 mil propriedades cadastradas.

O responsável técnico pelo Programa Estadual de Controle da Ferrugem Asiática da Soja no Tocantins, Cleovan Barbosa destacou que a calendarização do plantio de soja é uma das medidas adotadas pelo Tocantins para fazer o controle da ferrugem asiática, principal praga que ataca a cultura da oleaginosa.

Ele também ressaltou a importância do cadastro das áreas cultivadas para as ações de defesa realizadas pela Adapec no controle de pragas. “O cadastro das áreas cultivadas de soja é obrigatório e o produtor tem até cinco dias úteis após o fechamento da janela de plantio para fazer este cadastro na Adapec. É importante que o produtor faça este cadastro, pois é por meio dele que realizamos o monitoramento de pragas como a ferrugem asiática entre outras,” alertou Cleovan Barbosa.

Cadastro

Para realizar o cadastramento, o produtor rural deve apresentar a documentação exigida disponível no endereço eletrônico www.to.gov.br/adapec efetuar o pagamento e entregar a documentação na unidade da Agência do seu município, até cinco dias úteis, após o fim da janela de plantio, ou seja, até o dia 22 de janeiro. O sojicultor que descumprir as normas poderá sofrer as sanções previstas na legislação.





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Acordo consolida Mercosul como potência energética, alimentar e ambiental, diz Abag


bandeiras dos países do Mercosul
Foto: Isac Nóbrega/PR

A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) avalia que a aprovação do Acordo Mercosul-União Europeia tem importância estratégica para ambos os blocos, ao ampliar a oferta e reforçar a segurança alimentar e energética dos europeus em um cenário geopolítico global desafiador.

“Para o Mercosul, o Acordo deve impulsionar o crescimento econômico por meio da facilitação de investimentos e da redução ou eliminação de tarifas sobre produtos sul-americanos, além de consolidar o bloco como potência energética, alimentar e ambiental, ampliando sua capacidade de promover o desenvolvimento sustentável”, destaca a nota da entidade.

Segundo a Abag, o acordo também abre novas agendas, como os combustíveis sustentáveis para aviação e o transporte marítimo, além da cooperação em mobilidade híbrida. “Nesse contexto, cria rotas estratégicas de integração com a Europa, que já mantém acordos com o Chile, ampliando oportunidades em tecnologias, logística e na integração bioceânica”, pontua.

Segundo o presidente da Associação, Ingo Plöger, o Brasil, reconhecido como parceiro comercial confiável, tende a ampliar sua contribuição para atender à demanda europeia por cadeias produtivas descarbonizadas e sustentáveis, essenciais para o cumprimento das metas de redução de emissões.

De acordo com ele, o acordo estabelece ainda um arcabouço jurídico favorável ao avanço de novas agendas de cooperação entre blocos democráticos comprometidos com a livre iniciativa.

“Abrem-se oportunidades nas áreas de novos combustíveis e tecnologias de processos industriais, com mais cooperação do que competição, integração de inovações em serviços digitais e fortalecimento dos instrumentos da democracia. Mais mercado, melhor cooperação e maior participação do setor privado no desenvolvimento sustentável. É o momento de, junto às lideranças empresariais do Mercosul e da União Europeia, formalizarmos um Roadmap [roteiro]. Voltamos a visualizar uma agenda União Europeia–Mercosul para mais 25 anos”, afirma o executivo.

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Esquema de furtos de contentores gera prejuízo de R$ 640 mil a produtor rural


furto contentores
Foto: Divulgação/PCMG

Um esquema criminoso que causou prejuízo estimado em R$ 640 mil foi identificado após a apuração de furtos em série de contentores plásticos pela Polícia de Minas Gerais (PCMG) em uma propriedade rural de Rio Paranaíba, na região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais.

As investigações começaram após a identificação de caixas com a logomarca da fazenda sendo vendidas por terceiros sem autorização do proprietário. A apuração levou à localização e recuperação de milhares de contentores em Rio Paranaíba e também em Patrocínio, inclusive em imóveis e estabelecimentos ligados à reciclagem.

De acordo com depoimentos de funcionários, gestores e testemunhas indicaram que a retirada dos contentores ocorria de forma contínua, inclusive em finais de semana e feriados, sempre sem o conhecimento da vítima.

As declarações revelaram ainda que parte significativa do material subtraído estava em perfeito estado de conservação, em desacordo com as normas internas da propriedade, que autorizavam eventual descarte ou venda apenas de caixas danificadas.

Provas

A investigação foi reforçada por provas técnicas e digitais, como imagens de câmeras de segurança, registros fotográficos, vídeos e áudios extraídos de aparelho celular apreendido mediante autorização judicial. O material indicou negociações, carregamentos, transporte e revenda dos contentores, inclusive para fora do estado de Minas Gerais.

O prejuízo foi comprovado por boletim de ocorrência, registros internos de estoque da vítima, dados de recuperação dos bens e laudo pericial, que estimou o valor com base no preço médio de mercado dos contentores não recuperados.

Com as provas reunidas, os investigados foram indiciados por furto qualificado, receptação qualificada e associação criminosa. O caso foi encaminhado à Justiça e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

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Como a semana de soja terminou? Confira os negócios do dia


vagens de soja no campo
Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com registro de negócios pontuais e baixa movimentação. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, janeiro segue com poucas ofertas, enquanto os compradores permanecem à espera do avanço da colheita e da entrada de produto a preços mais baixos a partir de fevereiro.

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De acordo com Silveira, o ambiente externo apresentou leve volatilidade, com dólar em queda e prêmios positivos. Ainda assim, os preços internos passaram por ajustes limitados, com predominância de ofertas nominais e cotações variando entre estabilidade e leves recuos. “Foi um cenário de poucos ajustes, sem força para sustentar preços mais firmes”, observa.

O analista destaca que a movimentação foi reduzida tanto nos portos quanto no segmento industrial. Nesse contexto, o produtor começa a concentrar sua atenção no andamento da colheita e nas condições climáticas nas próximas semanas.

Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 116,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 116,50 para R$ 116,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 136,00 para R$ 137,00

Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira com comportamento misto na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), próximos da estabilidade. As primeiras posições registraram altas, enquanto os vencimentos mais longos recuaram levemente. No balanço semanal, o desempenho foi positivo.

A alta do petróleo e sinais de demanda aquecida pela soja norte-americana, especialmente por parte da China, sustentaram os preços durante boa parte do pregão. No entanto, o cenário de ampla oferta global, com expectativa de boa safra sul-americana, além dos ajustes que antecedem o relatório de janeiro do USDA, limitaram os ganhos no fechamento.

Exportadores privados dos Estados Unidos reportaram ao USDA a venda de 198.000 toneladas de soja para destinos não revelados, com entrega prevista para a temporada 2025/26.

O mercado aguarda que o relatório de janeiro do USDA indique redução na projeção da safra norte-americana 2025/26, enquanto os estoques de passagem devem ser revisados para cima. Analistas internacionais estimam corte na produção dos Estados Unidos de 4,253 bilhões para 4,232 bilhões de bushels, com estoques finais projetados em 301 milhões de bushels.

No cenário global, a expectativa é de estoques finais mundiais de soja em 2025/26 em torno de 123,1 milhões de toneladas, acima das 122,4 milhões indicadas em dezembro. Já os estoques trimestrais norte-americanos em 1º de dezembro devem ficar acima do volume registrado em igual período de 2024, segundo projeções do mercado.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,44%, cotado a R$ 5,3658 para venda e R$ 5,3638 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3527 e a máxima de R$ 5,3982. No acumulado da semana, o dólar registrou desvalorização de 1,00%.

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Feijão tropeiro entra no top 5 dos melhores pratos vegetais do mundo


feijão tropeiro
Imagem gerada por IA

O feijão tropeiro acaba de ganhar destaque internacional ao integrar o ranking da plataforma TasteAtlas, figurando na 5ª colocação entre os melhores pratos da categoria “pratos vegetais” do mundo.

O reconhecimento coloca a cozinha mineira ao lado de tradições gastronômicas consagradas da Itália, Portugal e Índia, e reforça a projeção global dos sabores de Minas Gerais.

Com avaliação de 4,29, o prato é apresentado pela plataforma como uma receita tradicional de Minas Gerais, associada à história dos tropeiros que cruzavam o interior do Brasil transportando mercadorias e saberes.

Preparado com feijão cozido, farinha de mandioca e temperos como alho, cebola, couve e cheiro-verde, o feijão tropeiro reúne simplicidade, sustância e identidade, marcas registradas da cozinha mineira. A TasteAtlas também destaca as diferentes variações regionais da receita, reflexo da diversidade cultural e territorial do estado.

“Nossa cozinha é feita de história, afeto e saberes transmitidos de geração em geração. Esse reconhecimento valoriza não apenas um prato, mas toda uma cultura alimentar que expressa a identidade do nosso povo e fortalece Minas como destino gastronômico no cenário internacional”, destaca a secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), Bárbara Botega

Herdeira de influências indígenas, africanas e portuguesas, a cozinha de mineira é conhecida pelo aproveitamento integral dos alimentos, do saber transmitido entre gerações e da criatividade diante das condições do interior do país.

Outro reconhecimento

Recentemente, Minas Gerais também foi citada pela revista Condé Nast Traveler como um dos destinos gastronômicos de 2026, reforçando o interesse internacional pela culinária do estado e pelos seus modos de fazer.

A presença em rankings e publicações especializadas amplia a visibilidade dos pratos, dos produtores locais, dos chefs, das cozinheiras tradicionais e dos territórios que dão origem a esses sabores.

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