quarta-feira, março 18, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Planejamento indica rota mais prudente para 2026



A digitalização também ganhou espaço


A digitalização também ganhou espaço
A digitalização também ganhou espaço – Foto: Pixabay

O agronegócio encerra 2025 diante de um cenário que mistura expectativas positivas e cautela, marcado por volatilidade nos custos, juros elevados e mudanças regulatórias. Esse ambiente reforça a necessidade de planejamento mais profundo, baseado em dados e alinhado às condições externas. A partir dessa leitura, a Horsch ajustou sua preparação para 2026 com foco em eficiência, testes de cenários e decisões sustentadas por indicadores concretos.

Segundo Stefan Vorwerk, a empresa incorporou aprendizados recentes para aprimorar gestão de estoques, capital de giro, previsão de demanda e qualidade. A ampliação do portfólio e o avanço em pesquisa e desenvolvimento reforçam a aposta em máquinas mais modernas, conectadas e voltadas à agricultura de alta performance, incluindo equipamentos autônomos já operando no país. A digitalização também ganhou espaço para elevar a eficiência industrial.

O acompanhamento das mudanças tributárias, ambientais e trabalhistas tem sido contínuo, em alinhamento com a matriz alemã. A proteção de recursos naturais integra a estratégia, com máquinas voltadas à economia de insumos, conservação do solo e redução de emissões. O plano de 2026 incorpora práticas de ESG, com atenção ao impacto ambiental, à valorização de colaboradores e ao fortalecimento de controles internos.

“O Brasil é estratégico para o Grupo Horsch, e o Paraná tem protagonismo nesses planos. A região oferece uma base industrial sólida, mão de obra qualificada e condições logísticas e fiscais favoráveis, o que nos levou a investir em um terreno de 400.000 m² em Curitiba, onde está localizada a nossa primeira fábrica no país. Esse investimento reflete nossa confiança de que o maior crescimento do Grupo Horsch nos próximos anos virá do Brasil. E temos certeza de que o Paraná é o lugar certo para isso”, conclui.

 





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Inflação da comida em casa cai 0,2% em novembro, sexto recuo seguido


Arroz e feijão - prato feito
Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

O preço dos alimentos consumidos em casa recuou 0,2% em novembro. Esse resultado é a sexta queda mensal seguida apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país.

O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação como um todo fechou novembro em 0,18%, fazendo o IPCA voltar para o limite da meta do governo.

Com os dados de novembro, a inflação da alimentação no domicílio chega a 1,29% no ano e a 2,48% no acumulado de 12 meses – menor patamar desde fevereiro de 2024, quando marcava 1,76%. Em novembro de 2024, a inflação anual da comida em casa chegou a 8,41%.

Confira os itens que mais recuaram em dezembro:

  • Tubérculos, raízes e legumes: -2,77%
  • Leites e derivados: -2,27%
  • Cereais, leguminosas e oleaginosas: -2,22%
  • Bebidas e infusões: -0,45%
  • Aves e ovos: -0,39%

Outros destaques de baixa no mês são os subitens:

  • Tomate: -10,38%
  • Leite longa vida: -4,98%
  • Arroz: -2,86%
  • Café moído: -1,36%
  • Alimentos e bebidas

Os dados de novembro mostram também que a alimentação fora do domicílio subiu 0,46% no mês e soma 7,60% em 12 meses.

Juntos, a alimentação no domicílio e a fora do domicílio formam o grupo alimentos e bebidas, que caiu 0,01% em novembro, sendo a quinta queda nos últimos seis meses – de junho a novembro, só não caiu em outubro.

Em 12 meses, o grupo atinge 3,88%. Ao longo do ano, os alimentos foram um dos grandes vilões da inflação, com os preços empurrados para cima por questões ligadas a questões climáticas e quebra de safra.

Em abril de 2025, a inflação chegou a 7,81% no acumulado de 12 meses.

O IPCA apura o custo de vida das famílias com renda de um a 40 salários mínimos. O IBGE pesquisa o preço de 377 produtos e serviços. O grupo alimentos e bebidas responde por 21,5% da cesta de consumo das famílias, segundo o Instituto.

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Ajuste financeiro marca início de 2025 no agro



Até junho, foram registrados 415 pedidos de recuperação judicial


Até junho, foram registrados 415 pedidos de recuperação judicial
Até junho, foram registrados 415 pedidos de recuperação judicial – Foto: Divulgação

O agronegócio inicia 2025 em um ambiente de margens mais apertadas, custos elevados e crédito seletivo, movimento que vem alterando a dinâmica entre produtores e financiadores. Esse quadro se reflete no avanço da recuperação judicial e na alta concentrada da inadimplência rural, segundo análise de Carlos Cogo, da Cogo Inteligência em Agronegócio, com base no boletim agro da Serasa Experian.

Até junho, foram registrados 415 pedidos de recuperação judicial, o equivalente a 73% de todo o volume de 2024, ritmo considerado histórico. A maior parte vem de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, estados com produção de larga escala e alta exposição a capital e risco climático. O movimento é liderado por arrendatários pressionados por custos fixos e por grandes produtores com elevado nível de alavancagem e investimentos de longo prazo. A recuperação judicial tem sido usada como instrumento de reorganização de passivos diante do cenário de maior pressão financeira.

A inadimplência também cresce, mas de forma seletiva. A taxa atingiu 8,1% da população rural no segundo trimestre, alta de 1,1 ponto percentual em relação ao ano anterior. Os maiores índices aparecem entre arrendatários, com 10,5%, e grandes produtores, com 9,2%, enquanto pequenos e médios permanecem abaixo da média. Para Cogo, os dados indicam um ajuste de ciclo marcado por juros mais altos, rentabilidade menor, maior rigor na concessão de crédito e uso crescente de mecanismos jurídicos formais, caracterizando um reposicionamento natural do mercado. “Os dados indicam que o agronegócio está passando por um ajuste de ciclo. Não é um colapso — é um reposicionamento natural do mercado”, conclui.

 





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MapBiomas lança primeira versão do mapa de agricultura de segunda safra


milho
Foto: Paulo Ribeiro/Embrapa Milho e Sorgo

O MapBiomas lança nesta quarta-feira (10) sua primeira versão do mapa de agricultura de segunda safra.

Ele agrega informações ao mapa de quantidade de ciclos que foi lançado ano passado e pretende identificar a cultura plantada após a colheita dos cultivos de primeira safra já mapeados no MapBiomas, que é uma rede multi-institucional, que reúne universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil, para buscar a conservação e o manejo sustentável dos recursos naturais, como forma de combate às mudanças climáticas.

O mapeamento aponta que o milho é a principal cultura de segunda safra no Brasil. Em 2024 foram identificados na segunda safra 14,7 milhões de hectares de milho, 2,5 milhões de hectares de algodão e 6,5 milhões de hectares de outros cultivos temporários ou de espécies para cobertura do solo.

Cerca de 95% das lavouras de milho de segunda safra mapeadas pelo MapBiomas foram plantadas após a colheita da soja. Estes são alguns dos dados que já estão disponíveis gratuitamente na plataforma.

“A segunda safra é um trunfo da agricultura tropical na produção de grãos. Ela incrementa o retorno econômico ao produtor e colabora na conservação da vegetação nativa, pois permite aumentar a produção sem abrir novas áreas. Além disso, aproveita nutrientes da cultura anterior e eleva o potencial de sequestro de carbono. O milho, em especial, deixa uma palhada abundante após a colheita, fundamental para a conservação do solo e da água e para a fixação de carbono no solo via plantio direto”, disse em comunicado o professor Eliseu Weber, um dos coordenadores do tema de agricultura do MapBiomas.

Contudo, ele salienta que a expansão da segunda safra também enfrenta desafios. “Um deles é a degradação do solo pelo uso mais intensivo, requerendo atenção especial com as práticas de manejo. Há também o clima, com tendência de redução da chuva e de alongamento da estação seca, que pode tornar inviável a segunda safra no futuro, especialmente do milho.”

Estados produtores

Em relação aos estados, o mapeamento identificou que em 2024 foram cultivados 7,1 milhões de hectares com milho (48% do total mapeado) e 1,6 milhão de hectares com algodão na segunda safra em Mato Grosso.

O Paraná apresentou um total de 5 milhões de hectares plantados com segunda safra, sendo 2,2 milhões de hectares com milho e 2,8 milhões de hectares com outra cultura de segunda safra ou plantio de cobertura. Em Mato Grosso do Sul, a segunda safra ocupou 2 milhões de hectares, sendo 1,9 milhão de hectares cultivados com milho e 100 mil hectares com algodão. Goiás apresentou números semelhantes: 2 milhões de hectares cultivados na segunda safra, sendo 1,7 milhão de hectares com milho e 300 mil hectares com algodão.

Cultivo de soja

lavoura soja boicote plano safra
Foto: Pixabay

No caso da safra de verão, o cultivo de soja passou de 4,5 milhões de hectares mapeados em 1985 para 40,7 milhões de hectares mapeados em 2024. Quase dois terços (65%) da agricultura mapeada em 2024 no Brasil correspondem a lavouras de soja de primeira safra. Mais de dois terços (65%) da área mapeada como soja na primeira safra de 2024 apresentou dois ciclos de cultivo (26,3 milhões de hectares) e 6,1%, três ciclos (2,5 milhões de hectares). Quase um quarto do total (21%) apresentou apenas um ciclo (8,6 milhões de hectares).

Em 2024, após a colheita da soja, foram cultivados 14 milhões de hectares de milho, 2,4 milhões de hectares de algodão e 6 milhões de hectares de outras culturas temporárias. A maior área com essa dinâmica fica no Mato Grosso, onde 6,7 milhões de hectares de milho são cultivados após a colheita da soja. Isso significa que 94% do total de milho no estado é cultivado em sucessão à cultura da soja na safra de verão. Em segundo lugar vem o Paraná (2,2 milhões de hectares), seguido pelo Mato Grosso do Sul (1,8 milhão de hectares).

Foram mapeadas também áreas de cana-de-açúcar, que passaram de 2,2 milhões de hectares em 1985 para 10,1 milhões de hectares mapeados em 2024. As áreas mapeadas com arroz passaram de 390 mil hectares em 1985 para 1,1 milhão de hectares mapeados em 2024.

No caso de citros, o aumento foi de 100 mil hectares, em 1985, para 400 mil em 2024. Dendê também teve um aumento expressivo, passando de 10 mil hectares mapeados em 1985 para 240 mil hectares em 2024, sendo este crescimento concentrado no estado do Pará. As áreas ocupadas com silvicultura passaram de 1,56 milhão de hectares em 1985 para 9 milhões de hectares em 2024.

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Preço do boi gordo hoje: confira as cotações da arroba pelo país


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Foto: Giro do Boi/reprodução

O mercado físico do boi gordo segue se deparando com algumas tentativas de compra em patamares de preço mais baixos no Centro-Norte do país, com destaque para Tocantins e Rondônia, onde as escalas de abate estão mais confortáveis, como já vem ocorrendo desde segunda-feira (8).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás o mercado segue mais acomodado, com poucos negócios.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 324,50
  • Goiás: R$ 315,54
  • Minas Gerais: R$ 320,59
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,09
  • Mato Grosso: R$ 302,04

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes. O ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes dos preços, em especial dos cortes do traseiro bovino, muito demandados nessa época do ano.

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  • Quarto traseiro: segue a R$ 26,25 por quilo;
  • Quarto dianteiro: ainda é precificado a R$ 18,50 por quilo;
  • Ponta de agulha: se mantém a R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,51%, sendo negociado a R$ 5,4656 para venda e a R$ 5,4636 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4189 e a máxima de R$ 5,4904.

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Chuvas no Paraná forçam ajuste no calendário de soja no estado


lavouras deral
Lavouras de soja em Palotina e Terra Roxa. Foto: Marco Bomm/ TresBomm Agri

A regularidade das chuvas no oeste e sudoeste do Paraná tem contribuído para o bom desenvolvimento das lavouras de soja na região. Ontem, foram registrados 50 milímetros de precipitação, e a expectativa é de mais 100 milímetros até o fim de semana. “Está chovendo direto”, afirma uma fonte local, que acrescenta: “Só que a temperatura amena vai alongar o ciclo da cultura”.

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O calendário de colheita precisou ser ajustado. Inicialmente previsto para 5 de janeiro, o início agora deve ocorrer por volta do dia 20 do mesmo mês. “Se não faltar chuva no final de dezembro e começo de janeiro, o rendimento será bom”, destaca a fonte. A produtividade média está estimada em 4.100 quilos por hectare.

Atualmente, 27% das lavouras estão em fase de enchimento de grão, 44% em florescimento e 29% em desenvolvimento vegetativo. A área cultivada na safra 2025/26 chega a 435 mil hectares.

As informações são da Safras & Mercado.

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Em última reunião do ano, Copom mantém taxa Selic em 15% ao ano


selic - governo - teto de gastos
Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O Comitê de Política Monetária (Copom) realizou nesta quarta-feira (10) a última reunião do ano e optou por manter a taxa Selic em 15% ao ano.

O órgão destacou que o conjunto dos indicadores domésticos segue apresentando, conforme o esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho mostra resiliência.

“Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação”, destaca.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,4% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,2%, conforme ilustrado na tabela abaixo.

inflação brasileira
Foto: Reprodução

O Comitê avalia que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta.

O Copom destaca, ainda, que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Assim, o órgão enxerga que entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se:

  • Uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado;
  • Maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e
  • Uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada.

Já entre os riscos de baixa, ressaltam-se:

  • Uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação;
  • Uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e
  • Redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê reforça que segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos Estados Unidos ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza.

“O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho”.

De acordo com o órgão, para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

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Novo projeto mira expansão de mercados e qualificação da produção sustentável na Amazônia


Amazônia Viva
Foto: reprodução/Planeta Campo

O governo federal lançou nesta terça-feira (9), em Brasília, a iniciativa Florestas e Comunidades Amazônia Viva, programa voltado ao fortalecimento da sociobioeconomia e da agricultura familiar sustentável no bioma amazônico.

A proposta busca ampliar mercados e qualificar os sistemas produtivos que dão origem a alimentos e matérias-primas essenciais da região, como açaí, castanha, mel, borracha extrativa, farinha de mandioca e pescados artesanais.

Financiada pelo Fundo Amazônia, a iniciativa contará com investimento de R$ 6 milhões, destinados ao apoio direto a agricultores familiares, povos indígenas e comunidades tradicionais.

Os recursos serão executados em parceria pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, além da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, parte significativa do investimento será destinada à estruturação de associações e cooperativas que já comercializam produtos para programas públicos, como PAA e PNAE, mas que buscam avançar também para mercados formais e privados. “É um legado que o governo precisa deixar para esse público da floresta”, destacou a pasta.

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, avalia que o projeto Florestas e Comunidades Amazônia Viva demonstrará que a biodiversidade amazônica é o elemento central para o desenvolvimento econômico sustentável das populações locais.

Ele lembrou que os produtos da floresta têm alto valor não apenas no mercado de alimentos, mas também nos setores de cosméticos, farmacêutico e químico. “Uma exploração sustentável dá condição de desenvolvimento das populações amazônicas”, disse.

A iniciativa prevê ações integradas para qualificar cadeias produtivas, ampliar a inserção de produtos amazônicos em diferentes mercados e fortalecer a autonomia econômica das comunidades que vivem na floresta.

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Cesta básica ficou mais barata em 24 capitais


Segundo informações divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em parceria com o Dieese, o valor da cesta básica apresentou queda em 24 das 27 capitais brasileiras em novembro, quando comparado a outubro. As maiores reduções ocorreram em Macapá (-5,28%), Porto Alegre (-4,10%) e Maceió (-3,51%).

Os menores valores médios foram observados em capitais do Nordeste, como Aracaju (R$ 538,10) e Maceió (R$ 571,47), enquanto os maiores custos foram registrados em São Paulo (R$ 842,26) e Florianópolis (R$ 800,68). A composição da cesta varia entre as regiões, especialmente no Norte e Nordeste.

Além do custo absoluto, a pesquisa destaca o peso da cesta básica sobre o salário mínimo. Em São Paulo, são necessárias quase 122 horas de trabalho para adquirir os produtos, o que equivale a 59,91% do salário mínimo líquido. Em contraste, em Aracaju, esse percentual é de 38,32%, o menor entre as capitais analisadas.

A redução generalizada dos preços no varejo foi influenciada pela maior oferta de alimentos, impulsionada por fatores como safra recorde e boas condições de produção. O arroz agulhinha registrou queda em todas as capitais, variando de -10,27% em Brasília a -0,34% em Palmas.

O tomate também teve forte retração, com destaque para Porto Alegre (-27,39%). O leite integral e o açúcar apresentaram quedas em 24 capitais, reflexo da elevada oferta e da retração no mercado internacional, especialmente no caso do açúcar.

Outro destaque foi o café em pó, com queda em 20 capitais. Em São Luís, o preço recuou 5,09%. A boa produtividade e os preços anteriormente elevados contribuíram para o movimento de baixa no varejo.

Para a Conab, a queda nos preços reflete diretamente a colheita da maior safra agrícola da história do Brasil. “É mais economia no bolso do povo brasileiro”, afirmou o presidente da Conab, destacando que o consumidor já percebe o impacto de políticas públicas e da produção em larga escala nas gôndolas dos supermercados.





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Em dia lento, cotações de soja ficam mistas e regiões registram alta nos preços; saiba quais


O mercado brasileiro de soja operou de forma bastante lenta nesta quarta-feira (10). De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o mercado hoje seguiu o ritmo de poucas ofertas observado ao longo da semana, sem registro de negócios relevantes na sessão.

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Segundo ele, as cotações ficaram mistas ao longo do dia, com a CBOT em alta, o dólar também subindo e os prêmios praticamente sem queda. Em algumas praças, especialmente onde os preços estavam muito acima da paridade (caso de Minas Gerais), houve ajustes negativos. “No geral, foi um dia de poucas ofertas”, acrescentou Silveira.

No mercado de soja:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 136,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 137,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 121,00 para R$ 122,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 126,00 para R$ 128,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 126,00 para R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 142,00 para R$ 143,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 143,00 para R$ 144,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam mais altos nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após operar a maior parte do dia no território negativo, o mercado esboçou uma recuperação técnica nas primeiras posições.

Por outro lado, o movimento foi limitado pela fraca demanda chinesa pela soja americana e por um relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado ontem, sem surpresas.

Relatório USDA

O relatório do USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá ficar em 4,253 bilhões de bushels em 2025/26, o equivalente a 115,74 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 53 bushels por acre. Não houve alterações sobre as estimativas de novembro.

Os estoques finais estão projetados em 290 milhões de bushels ou 7,89 milhões de toneladas, também repetindo a estimativa de novembro. O mercado apostava em carryover de 309 milhões de bushels ou 8,41 milhões de toneladas. O USDA está trabalhando com esmagamento de 2,555 bilhões de bushels e exportações de 1,635 bilhão. Também não houve alterações na comparação com o relatório anterior.

Para a temporada 2024/25, o USDA indicou estoques de passagem de 316 milhões de bushels. As exportações estão projetadas em 1,882 bilhão e o esmagamento em 2,445 bilhões de bushels.

O USDA projetou safra mundial de soja em 2025/26 em 422,54 milhões de toneladas. Para 2024/25, a previsão é de 427,15 milhões de toneladas.

Os estoques finais para 2025/26 estão estimados em 122,37 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 122,8 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2024/25 estão estimados em 123,24 milhões de toneladas, contra expectativa de 123,4 milhões de toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,01 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,10 1/2 por bushel, com avanço de 1,75 centavo de dólar ou 0,15%

Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com baixa de US$ 0,10 ou 0,03% a US$ 301,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 51,09 centavos de dólar, com ganho de 0,07 centavo ou 0,13%

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,51%, sendo negociado a R$ 5,4656 para venda e a R$ 5,4636 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4189 e a máxima de R$ 5,4904

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