terça-feira, março 10, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Bioinsumos e fertilizantes são alternativas viáveis para o déficit hídrico na safra de soja de 2026


Os bioinsumos são altamente eficazes contra déficit hídrico na soja, complementando fertilizantes com mecanismos biológicos que aumentam raízes em 20-30% e regulam hormônios de estresse. Microrganismos como Azospirillum, Bacillus e micorrizas melhoram absorção de água e nutrientes sob seca, recuperando 10-20% da produtividade perdida em florescimento 

Para Douglas Vaz-Tostes, gerente técnico nacional da GIROAgro, a força da safra está diretamente ligada à qualidade dos insumos utilizados: “A escolha correta dos insumos, principalmente dos fertilizantes,  define a eficiência de todo o sistema produtivo. Quando o produtor investe em nutrientes adequados, na dose certa e no momento certo, ele reduz perdas, aumenta a rentabilidade e protege o potencial produtivo da cultura.”

Os fertilizantes foliares são uma das principais alternativas viáveis para a safra de soja 2026/27 no Brasil, especialmente sob chuvas irregulares no Centro-Oeste. A adoção já atinge 46,7% da área cultivada (soja 62% do total), com crescimento anual de 20%, comprovando eficácia prática em cenários climáticos adversos.

A previsão climática para 2026 no Rio Grande do Sul, por exemplo, indica um ano de transição: começa sob influência da La Niña, passa para neutralidade entre o fim do verão e o outono e pode evoluir para um episódio de El Niño entre o inverno e a primavera. Além disso, a meteorologista ressalta que fenômenos de curto prazo, menos previsíveis, podem ocorrer ao longo do ano e alterar temporariamente o padrão climático esperado, mesmo dentro desse cenário geral. 

Apesar de ser um momento em que há muita adversidade climática, este não é um fator que irá determinar tanto o desempenho da safra de soja para o ano de 2026, que deve ser recorde no Brasil, superando 2025/26 apesar de chuvas irregulares localizadas. Abiove projeta 177,7 milhões de toneladas, um aumento de cerca de 3,4%  (172,1 milhões de toneladas) em relação a  2025.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Paraná registra 88 casos de ferrugem-asiática da soja


De acordo com o Consórcio Antiferrugem,  a safra de soja 2025/2026 conta com 144 registros de ferrugem-asiática da soja, uma das doenças mais severas para a cultura da soja: sendo 88 casos no Paraná, 44 no Mato Grosso do Sul, 5 no Rio Grande do Sul, 4 em São Paulo, 2 em Santa Catarina e 1 registro em Minas Gerais. Ao se comparar o mesmo período do ano passado, observa-se que o Paraná havia registrado 41 no início de janeiro. Portanto, o Paraná tem o dobro das ocorrências da safra passada. “O aumento no número de relatos não indica perda de controle da doença, mas sim que a ferrugem foi identificada na região e precisa ser manejada adequadamente. É um sinal de que há esporos circulando e de que o produtor precisa utilizar Fungicidas com eficiência para o manejo da ferrugem.”, destaca a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa soja.

Na avaliação da pesquisadora, a maior ocorrência de relatos de ferrugem-asiática da soja na região Sul do Brasil está relacionada a maior sobrevivência de plantas voluntárias de soja na entressafra, à janela de semeadura, na região, e ao monitoramento da doença. A pesquisadora afirma que o clima mais úmido durante o inverno, no Sul, favorece a sobrevivência da soja voluntária — plantas que nascem espontaneamente após a colheita — e, consequentemente, do fungo causador da ferrugem. “Com a ocorrência de chuvas no inverno, há maior sobrevivência da soja voluntária, na qual o fungo acaba se mantendo”, explica. “No Cerrado, onde o inverno é mais seco, essa sobrevivência é menor”, diz a pesquisadora.

O vazio sanitário, período de 90 dias em que é proibido semear soja –  determina a eliminação das plantas de soja. “Mesmo assim, há presença significativa dessas plantas em meio a outras lavouras na região Sul, o que contribui para a manutenção da doença”, diz. Outro fator apontado pela pesquisadora é a janela de semeadura. “Estados como o Paraná iniciam o plantio já no dia 1º de setembro, assim como regiões do Paraguai. Quanto mais cedo se semeia, mais cedo a ferrugem começa a aparecer, principalmente quando há proximidade com fontes de inóculo”, afirma Godoy.

Além disso, o número elevado de relatos no Sul também está ligado à metodologia de registro. Os dados do Consórcio Antiferrugem são contabilizados por município, e o Paraná, por exemplo, possui um número maior de municípios em comparação a outros estados. “Os registros são voluntários e dependem da atuação de técnicos e agrônomos em campo. E as regiões com forte presença de cooperativas, como ocorre no Paraná, acabam apresentando maior número de notificações”, explica Cláudia.

No Centro-Oeste brasileiro, por outro lado, a colheita se aproxima e a ferrugem tende a causar menos impacto. “Os produtores estão conseguindo maior “escape” da doença. Porém, nessa região, outras enfermidades, como a mancha-alvo, têm maior relevância econômica”, ressalta Cláudia.

Orientações ao produtor

Com o avanço da resistência do fungo causador de ferrugem-asiática aos fungicidas há a necessidade do uso de produtos multissítios em associação. Esses fungicidas atacam o fungo em múltiplos pontos do seu metabolismo simultaneamente, por isso, o risco de o fungo desenvolver resistência a eles é mais baixo. “Essa estratégia é fundamental para aumentar a eficiência do controle e prolongar a vida útil dos fungicidas disponíveis”, afirma.

Os produtores podem baixar o aplicativo do Consórcio Antiferrugem na Google Play e Apple Store e acompanhar os dados do Consórcio Antiferrugem.  A eficiência dos fungicidas disponíveis no mercado pode ser consultada no aplicativo “Classificação de eficácia de fungicidas químicos e biológicos: módulo soja” no site da rede de fitossanidade tropical (RFT), com informações baseadas em ensaios cooperativos de quatro safras. As circulares técnicas com ensaios detalhados para ferrugem-asiática são disponibilizadas no site da RFT.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo fecha a semana sem mudanças em SP



Boi gordo mantém estabilidade em São Paulo



Foto: Divulgação

O mercado do boi gordo manteve estabilidade em São Paulo nesta sexta-feira (9), segundo análise do informativo “Tem Boi na Linha”, publicado pela Scot Consultoria. O levantamento aponta que, como é comum para o último dia útil da semana, o volume de negócios foi reduzido.

De acordo com a Scot Consultoria, frigoríficos com escalas de abate mais confortáveis apresentaram menor participação no mercado, atuando apenas em oportunidades pontuais. Já as unidades que permaneceram ativas negociaram nos preços vigentes. O informativo registra que “havia relatos de negócios acima da referência, mas ainda insuficientes para estabelecer um padrão de preços”.

A análise indica que a oferta de boiadas foi suficiente para atender à demanda, enquanto o escoamento da carne seguiu em ritmo considerado adequado, o que contribuiu para o equilíbrio do mercado. Conforme o relatório, “na comparação feita dia a dia, os preços permaneceram estáveis para todas as categorias”. As escalas de abate atendiam, em média, a sete dias.

Para a próxima segunda-feira, a Scot Consultoria projeta a manutenção do cenário observado. Segundo o informativo, “o bom desempenho do escoamento da carne deverá dar sustentação ao mercado”.

Em Mato Grosso, o cenário foi semelhante. A análise aponta que a oferta vigente atendeu à demanda, sem formação de sobras, com a maior parte dos frigoríficos operando com escalas confortáveis. De acordo com a Scot Consultoria, as vendas de carne mantiveram o mercado equilibrado, resultando em estabilidade de preços na comparação diária em todas as categorias nas quatro praças do estado.

Ainda conforme o informativo “Tem Boi na Linha”, as escalas de abate em Mato Grosso atendiam, em média, entre sete e dez dias.





Source link

News

Brasil espera estabilidade jurídica na Venezuela para ampliar venda de arroz


lã niña influencia arroz
Foto: Unsplash

A Venezuela está entre os principais compradores de arroz em casca brasileiro: importou 165 mil toneladas na última safra. Com a instabilidade sofrida após o ataque do presidente Donald Trump ao país, a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) aguarda os próximos passos para definir estratégias de exportaçãovenda.

O presidente da entidade, Denis Dias Nunes, destaca que a expectativa é que o contexto geopolítico não tenha mais sobressaltos e, futuramente, que se ganhe mais estabilidade jurídica, econômica e política para que as vendas brasileiras ao vizinho aumente.

“A Venezuela é uma grande consumidora per capta de arroz, consumindo em torno de um milhão de toneladas por ano. Por conta de o arroz ser um produto barato, de fácil manuseio e cocção, ele se tornou muito importante para aquele país”, conta.

Nunes pontua que pelos acordos comerciais traçados entre ambos e pela qualidade na produção, o cereal brasileiro ganhou a preferência dos venezuelanos.

“Esperamos que se ganhe certa segurança jurídica e até uma facilidade financeira [nas transações]. As tradings tinham certa dificuldade em negociar com a Venezuela. Esperamos que as coisas se normalizem, que possam ser liberados dólares e cartas de crédito através até mesmo dos bancos norte-americanos [para a importação de arroz].”

Segundo ele, caso o país vizinho não importe mais o arroz em casca brasileiro por conta das instabilidades que vive atualmente, restará ao Brasil pulverizar o volume destinado aos venezuelanos para outras nações do continente, a exemplo dos países da América Central, como o Panamá.

O post Brasil espera estabilidade jurídica na Venezuela para ampliar venda de arroz apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Pasto maternidade na pecuária: planejamento é peça-chave para o sucesso; saiba por quê


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

A estruturação do pasto maternidade é uma decisão crucial para quem atua na cria de gado, pois influencia diretamente a sobrevivência dos recém-nascidos e o bem-estar das matrizes.

Segundo o programa “Cada Bezerro Importa”, da BE.Animal, um ambiente que respeite o instinto da vaca e facilite o monitoramento pela equipe de campo é fundamental.

Um pasto maternidade bem planejado não serve apenas como um local de parição, mas como um centro de segurança que busca reduzir a mortalidade infantil no rebanho. Assim, a escolha do terreno é o primeiro ponto a ser considerado.

Confira:

A importância do terreno e da estrutura física

A área selecionada deve ser adequada, levando em conta o conforto térmico e nutricional das vacas, essenciais para a recuperação das matrizes e o desenvolvimento saudável dos bezerros.

Além disso, o tamanho do pasto deve ser equilibrado, pois áreas muito pequenas podem impedir comportamentos naturais das vacas, que preferem se afastar do rebanho durante o parto.

Oferecer espaço suficiente é vital para a saúde emocional das matrizes e o vigor dos bezerros, garantindo assim um manejo eficaz e ético.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

O post Pasto maternidade na pecuária: planejamento é peça-chave para o sucesso; saiba por quê apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Arroba do boi gordo: confira como os preços encerraram a semana


boi, China
Foto: Arquivo/Canal Rural

O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com tentativas de compra em patamares mais baixos.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, muitas indústrias estão ausentes da compra de gado, reavaliando a capacidade de abate.

“A expectativa é que os frigoríficos passem a operar com maior ociosidade em 2026, reorganizando a estrutura de produção em meio a perspectiva de menor ritmo de exportação, principalmente para a China“, indica.

Para ele, o acordo União Europeia Mercosul oferece uma perspectiva de maior volume de embarques de carne bovina para o bloco. “O aumento da exportação de produtos de maior valor agregado representa também um trunfo para a evolução das receitas. O cenário também sugere maiores bonificações a pecuaristas que negociam boi Europa”, diz.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 319,25 — ontem: R$ 319,77
  • Goiás: R$ 312,14 — R$ 313,93
  • Minas Gerais: R$ 314,12 — R$ 314,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 311,66 — R$ 312,18
  • Mato Grosso: R$ 296,95 — R$ 298,77

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes no decorrer desta sexta-feira. Segundo Iglesias, a perspectiva é de alguma acomodação dos preços, ainda sob o efeito na entrada dos salários na economia.

“Durante a segunda quinzena do mês, com a demanda menos aquecida os preços tendem a recuar, com a população priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis. Esse é o padrão comum de consumo previsto para o primeiro trimestre”, pontua.

  • Quarto traseiro: R$ 26,50 por quilo;
  • Quarto dianteiro: R$ 19,00 por quilo;
  • Ponta de agulha: R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,44%, sendo negociado a R$ 5,3658 para venda e a R$ 5,3638 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3527 e a máxima de R$ 5,3982. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,00%.

O post Arroba do boi gordo: confira como os preços encerraram a semana apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Janela de plantio de soja sequeiro termina no dia 15 de janeiro



Produtores rurais têm até cinco dias úteis para fazer o cadastro obrigatório


Foto: Majuh Souza / Governo do Tocantins

O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), orienta os produtores rurais a ficarem atentos ao fim do prazo da janela do plantio de soja sequeiro da safra 2025/2026, que encerra na próxima quinta-feira, 15 de janeiro. Na última safra foram cadastradas junto à Adapec, uma área cultivada de mais de 1,46 milhão de hectares de soja no Tocantins, com 2,7 mil propriedades cadastradas.

O responsável técnico pelo Programa Estadual de Controle da Ferrugem Asiática da Soja no Tocantins, Cleovan Barbosa destacou que a calendarização do plantio de soja é uma das medidas adotadas pelo Tocantins para fazer o controle da ferrugem asiática, principal praga que ataca a cultura da oleaginosa.

Ele também ressaltou a importância do cadastro das áreas cultivadas para as ações de defesa realizadas pela Adapec no controle de pragas. “O cadastro das áreas cultivadas de soja é obrigatório e o produtor tem até cinco dias úteis após o fechamento da janela de plantio para fazer este cadastro na Adapec. É importante que o produtor faça este cadastro, pois é por meio dele que realizamos o monitoramento de pragas como a ferrugem asiática entre outras,” alertou Cleovan Barbosa.

Cadastro

Para realizar o cadastramento, o produtor rural deve apresentar a documentação exigida disponível no endereço eletrônico www.to.gov.br/adapec efetuar o pagamento e entregar a documentação na unidade da Agência do seu município, até cinco dias úteis, após o fim da janela de plantio, ou seja, até o dia 22 de janeiro. O sojicultor que descumprir as normas poderá sofrer as sanções previstas na legislação.





Source link

News

Acordo consolida Mercosul como potência energética, alimentar e ambiental, diz Abag


bandeiras dos países do Mercosul
Foto: Isac Nóbrega/PR

A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) avalia que a aprovação do Acordo Mercosul-União Europeia tem importância estratégica para ambos os blocos, ao ampliar a oferta e reforçar a segurança alimentar e energética dos europeus em um cenário geopolítico global desafiador.

“Para o Mercosul, o Acordo deve impulsionar o crescimento econômico por meio da facilitação de investimentos e da redução ou eliminação de tarifas sobre produtos sul-americanos, além de consolidar o bloco como potência energética, alimentar e ambiental, ampliando sua capacidade de promover o desenvolvimento sustentável”, destaca a nota da entidade.

Segundo a Abag, o acordo também abre novas agendas, como os combustíveis sustentáveis para aviação e o transporte marítimo, além da cooperação em mobilidade híbrida. “Nesse contexto, cria rotas estratégicas de integração com a Europa, que já mantém acordos com o Chile, ampliando oportunidades em tecnologias, logística e na integração bioceânica”, pontua.

Segundo o presidente da Associação, Ingo Plöger, o Brasil, reconhecido como parceiro comercial confiável, tende a ampliar sua contribuição para atender à demanda europeia por cadeias produtivas descarbonizadas e sustentáveis, essenciais para o cumprimento das metas de redução de emissões.

De acordo com ele, o acordo estabelece ainda um arcabouço jurídico favorável ao avanço de novas agendas de cooperação entre blocos democráticos comprometidos com a livre iniciativa.

“Abrem-se oportunidades nas áreas de novos combustíveis e tecnologias de processos industriais, com mais cooperação do que competição, integração de inovações em serviços digitais e fortalecimento dos instrumentos da democracia. Mais mercado, melhor cooperação e maior participação do setor privado no desenvolvimento sustentável. É o momento de, junto às lideranças empresariais do Mercosul e da União Europeia, formalizarmos um Roadmap [roteiro]. Voltamos a visualizar uma agenda União Europeia–Mercosul para mais 25 anos”, afirma o executivo.

O post Acordo consolida Mercosul como potência energética, alimentar e ambiental, diz Abag apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Esquema de furtos de contentores gera prejuízo de R$ 640 mil a produtor rural


furto contentores
Foto: Divulgação/PCMG

Um esquema criminoso que causou prejuízo estimado em R$ 640 mil foi identificado após a apuração de furtos em série de contentores plásticos pela Polícia de Minas Gerais (PCMG) em uma propriedade rural de Rio Paranaíba, na região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais.

As investigações começaram após a identificação de caixas com a logomarca da fazenda sendo vendidas por terceiros sem autorização do proprietário. A apuração levou à localização e recuperação de milhares de contentores em Rio Paranaíba e também em Patrocínio, inclusive em imóveis e estabelecimentos ligados à reciclagem.

De acordo com depoimentos de funcionários, gestores e testemunhas indicaram que a retirada dos contentores ocorria de forma contínua, inclusive em finais de semana e feriados, sempre sem o conhecimento da vítima.

As declarações revelaram ainda que parte significativa do material subtraído estava em perfeito estado de conservação, em desacordo com as normas internas da propriedade, que autorizavam eventual descarte ou venda apenas de caixas danificadas.

Provas

A investigação foi reforçada por provas técnicas e digitais, como imagens de câmeras de segurança, registros fotográficos, vídeos e áudios extraídos de aparelho celular apreendido mediante autorização judicial. O material indicou negociações, carregamentos, transporte e revenda dos contentores, inclusive para fora do estado de Minas Gerais.

O prejuízo foi comprovado por boletim de ocorrência, registros internos de estoque da vítima, dados de recuperação dos bens e laudo pericial, que estimou o valor com base no preço médio de mercado dos contentores não recuperados.

Com as provas reunidas, os investigados foram indiciados por furto qualificado, receptação qualificada e associação criminosa. O caso foi encaminhado à Justiça e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

O post Esquema de furtos de contentores gera prejuízo de R$ 640 mil a produtor rural apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link