quarta-feira, maio 13, 2026

Autor: Redação

News

cargos, salários e desafios do INSS



O agronegócio brasileiro evolui rapidamente em produtividade, tecnologia e profissionalização. Mas a gestão de pessoas no agro ainda é um desafio para muitos produtores rurais. Implantar planos de cargos e salários e lidar com os entraves da Previdência Social exigem organização, estratégia e sensibilidade com os trabalhadores.

Segundo a consultora Jacqueline Lubaski, ainda é comum a ideia de que esse tipo de planejamento é restrito ao ambiente urbano. Mas a realidade das propriedades rurais já mudou.

“Hoje, criar critérios claros de promoção, bonificação e valorização faz toda a diferença na retenção e motivação dos colaboradores no campo”, afirma.

Por que implantar um plano de cargos e salários?

Criar um plano estruturado ajuda a:

  • Valorizar o tempo de casa e a experiência do funcionário
  • Evitar desmotivação ao contratar novos colaboradores com salários semelhantes
  • Estabelecer critérios de crescimento horizontal e vertical
  • Estimular o desempenho com avaliações periódicas
  • Reduzir a rotatividade e os custos com novas contratações

Uma sugestão prática: o produtor pode estabelecer níveis salariais com base em tempo de serviço (ex: 5% a mais a cada 5 anos) e também em desempenho.

“Cada fazenda pode adaptar conforme sua realidade, mas é essencial ter regras claras e registradas”, explica Lubaski.

O gargalo do INSS nas propriedades rurais

Se por um lado cresce a profissionalização na gestão, por outro os desafios com o INSS se intensificam. A dificuldade de agendamento de perícias, a falta de acesso digital e o tempo excessivo para retorno têm prejudicado funcionários e empregadores.

Lubaski relata casos de colaboradores que ficam meses sem salário após 15 dias de afastamento, pois não conseguem realizar a perícia médica. A responsabilidade de pagar os primeiros 15 dias é do empregador, mas a partir do 16º é do INSS. Quando não há atendimento, o trabalhador fica sem renda, o que gera impacto direto na fazenda.

“Estamos vendo funcionários passando necessidade. E não é só em Mato Grosso. É no Brasil inteiro”, alerta a especialista.

Como o produtor pode ajudar?

Frente a esse cenário, algumas medidas têm sido adotadas:

  • Antecipação de férias ou 13º salário
  • Apoio com cestas básicas ou auxílio interno entre colegas
  • Intermediação digital para acesso ao portal Gov.br
  • Reforço de comunicação com sindicatos ou órgãos públicos

A moradia na fazenda pode amenizar parte das dificuldades, mas a situação exige atenção do poder público. A ausência de estrutura de atendimento do INSS em cidades do interior afeta diretamente a dignidade de quem trabalha no campo.

Passos práticos para implantar um plano de cargos

Segundo Lubaski, quatro etapas são essenciais:

  1. Pesquisa salarial da região para evitar defasagens
  2. Pesquisa de clima organizacional para ouvir as demandas dos funcionários
  3. Definição de critérios de progressão (por tempo, desempenho ou formação)
  4. Comunicação clara sobre os níveis e possibilidades de crescimento

Pequenos ajustes podem ter grande impacto. Às vezes, um vale alimentação ou plano de saúde é mais valorizado do que um aumento salarial.

Acompanhe a entrevista completa com Jacqueline Lubaski no programa A Protagonista, onde ela compartilha experiências práticas e orientações sobre como estruturar uma gestão mais eficiente e humana no agronegócio.



Source link

News

cotações reagem no começo de agosto



Os preços do suíno vivo caíram de junho para julho na maior parte das praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo pesquisadores do instituto, ao longo do mês passado, a demanda por novos lotes de suíno vivo esteve enfraquecida. Este fato está atrelado ao recesso escolar e, em certa medida, à imposição de tarifas por parte dos Estados Unidos às exportações brasileiras. 

O tarifaço elevou as especulações por parte de alguns agentes do mercado independente e dificultou possíveis reações nos valores.

Já neste começo de agosto, os valores passaram a reagir. Pesquisadores do Cepea indicam que o suporte vem do aquecimento na procura. 

Ressalta-se que o movimento de reação vem sendo verificado na maior parte das praças acompanhadas pelo centro de pesquisas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Mesmo com tarifaço, exportações de carne bovina batem novo recorde



As exportações brasileiras de carne bovina atingiram recorde em julho. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A Secex, confirmou esta informação na quarta-feira (6), o mesmo dia em que entrou em vigor a nova tarifa dos Estados Unidos para a importação de carne bovina brasileira, de 50%. 

Em julho, foram exportadas 310,2 mil toneladas. O valor é 15,3% a mais que em junho e 4% acima do então recorde alcançado em outubro/24, de 298,24 mil toneladas (in natura e processada). A receita também atingiu máxima histórica, na marca de R$ 9,2 bilhões. 

Para os EUA, o volume exportado foi praticamente o mesmo de junho, 18.235 toneladas, representando um aumento mensal de 2 toneladas. Ainda assim, sua participação no total das vendas brasileiras baixou de 6,8% em junho para 5,9% em julho. Por outro lado, a China aumentou sua participação de 50% para 51,1% do total, elevando em 14,8% (ou 23.952 toneladas) o volume de um mês para outro. 

Pesquisadores do Cepea indicam que vários outros destinos também ampliaram suas compras. Segundo os pesquisadores, os resultados de julho mostram que, em resposta à imposição da tarifa norte-americana, as indústrias exportadoras nacionais se movimentaram e obtiveram êxito em seus esforços para intensificar as vendas a outros destino.

Além disso, algumas devem realocar a relação comercial com os EUA para unidades que detêm em outros países não impactados por tamanha tarifa.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Imea prevê retomada nos preços do boi em agosto



Boi gordo recuou 3,45% em julho no Mato Grosso




Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (4), a arroba do boi gordo foi cotada, em média, a R$ 298,07 em Mato Grosso durante o mês de julho de 2025. O valor representa uma retração de 3,45% em relação ao mês anterior, a maior desvalorização mensal registrada na série histórica do indicador.

O recuo foi atribuído ao alongamento nas escalas de abate, impulsionado pela maior oferta de animais oriundos do pasto, devido à extensão do período de chuvas, e pela disponibilidade de bovinos terminados no primeiro giro de confinamento. Essa combinação resultou em maior volume de oferta e pressão sobre os preços no estado.

De acordo com o levantamento, entre os anos de 2003 e 2025, o mês de julho apresentou valorização no preço da arroba em 15 oportunidades, enquanto o mês de agosto registrou alta em 13 anos. Para 2025, a tendência, segundo o Imea, é de recuperação nos preços da arroba em agosto, diante da expectativa de menor oferta de machos e fêmeas terminadas, fato já sinalizado pelo recente encurtamento das escalas de abate no estado.





Source link

News

Carreta com 20 toneladas de batatas tomba e população avança na carga



Uma carreta com 20 toneladas de batatas tombou na manhã da quarta-feira (6), em São Paulo, na Marginal Tietê, próximo ao acesso à Vila Maria. O motorista que dirigia o veículo teve ferimentos leves e foi encaminhado para um hospital.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Parte da carga caiu no rio Tietê e outra ficou espalhada pela via. Moradores da região chegaram a pegar as batatas no local, causando um congestionamento no trânsito. Equipes da Polícia Militar e da CET foram até o local para controlar a situação e investigar a causa do acidente.



Source link

News

Tarifaço de Trump afeta 77,8% das exportações brasileiras, diz CNI



Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 77,8% das exportações brasileiras aos Estados Unidos estão atualmente sujeitas a sobretaxas comerciais, resultado de três frentes tarifárias impostas pelo governo americano desde o início do ano. A análise considera a tarifa geral de 10%, uma alíquota adicional de 40% direcionada ao Brasil e medidas setoriais da Seção 232, que aplicam sobretaxas de até 50% a setores como siderurgia, veículos e autopeças.

De acordo com a CNI, mais da metade da pauta exportadora brasileira aos EUA enfrentará tarifas de 50%, sendo que 45,8% do total está diretamente sujeita a sobretaxas exclusivas ao Brasil. As tarifas afetam principalmente a indústria de transformação, que respondeu por US$ 12,3 bilhões em exportações impactadas em 2024, ou 69,9% do total sob tarifa máxima.

Os setores mais atingidos incluem vestuário, máquinas e equipamentos, têxteis, alimentos, químicos, couro e calçados. Além disso, produtos como aço, alumínio e cobre – afetados pela Seção 232 – representam 9,3% da pauta exportadora e também enfrentam alíquota de 50%.

Por outro lado, 22,2% das exportações permanecem isentas de tarifas adicionais, com destaque para a indústria extrativa, especialmente petróleo leve e pesado. Dentro da indústria de transformação, combustíveis automotivos e óleos combustíveis pesados sem biodiesel concentram parte relevante dos valores isentos.

A tarifa de 40% imposta em julho prevê isenção condicional para produtos destinados à aviação civil, o que pode beneficiar segmentos como o de aviões não militares e equipamentos de transporte. Caso essa exceção se confirme, 577 produtos podem ficar sujeitos apenas à tarifa de 10%, o que reduziria parte da pressão sobre o setor aeronáutico brasileiro.

Além das tarifas já em vigor, o governo dos EUA mantém investigações abertas sob a Seção 232 que podem afetar novos setores, incluindo aeronaves e motores, caminhões, madeira, minerais críticos, semicondutores e produtos farmacêuticos.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Para mitigar os efeitos das barreiras, a CNI apresentou ao governo brasileiro uma lista de oito medidas emergenciais, incluindo uma linha de crédito especial do BNDES com juros reduzidos; extensão de prazos para contratos de câmbio e financiamentos de exportação; diferimento de tributos federais; pagamento imediato de ressarcimentos de créditos tributários; ampliação do Reintegra e reativação do Programa Seguro-Emprego.

“O levantamento mostra a dimensão do problema e a urgência de articulação entre governo e setor produtivo. Precisamos preservar nossa capacidade exportadora e responder rapidamente a essa escalada protecionista”, afirmou Ricardo Alban, presidente da CNI, em nota.

*Este conteúdo foi elaborado com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão/Broadcast. Saiba mais em nossa Política de IA.



Source link

News

Trump comemora tarifaço global: ‘Bilhões de doláres em tarifas’


Donald Trump tarifas
Foto: Divulgação Casa Branca

As tarifas amplas do presidente dos EUA, Donald Trump, entraram em vigor à 0h01 desta quinta-feira (7). Segundo um estudo do Budget Lab de Yale, os impostos de importação chegarão a um nível não visto nos EUA em quase 100 anos, com a expectativa de que os americanos paguem, em média, 18,3% a mais por produtos importados.

Essa é a maior taxa desde 1934, segundo o instituto. A Casa Branca informou que, a partir da meia-noite, produtos de mais de 60 países e da União Europeia passariam a ter tarifas de 10% ou mais. Produtos da União Europeia, Japão e Coreia do Sul serão taxados em 15%, enquanto as importações de Taiwan, Vietnã e Bangladesh serão taxadas em 20%. Para países como a UE, Japão e Coreia do Sul, Trump também espera que invistam centenas de bilhões de dólares nos EUA.

As taxas sobre o Brasil começaram a ser cobradas na quarta-feira (6), e as tarifas sobre a China ainda estão suspensas, com negociações em andamento. Já a India recebeu uma tarifa adicional de 25% por suas compras de petróleo russo, elevando as tarifas combinadas impostas pelo presidente ao país para 50%.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Trump, na rede social Truth Social, comemorou a entrada de ‘bilhões de dólares’ a partir de
hoje por meio das tarifas. “É meia-noite!. Bilhões de dólares em tarifas estão agora fluindo para os Estados Unidos da América!’, disse um uma das postagens

“Tarifas recíprocas entram em vigor à meia-noite de hoje! Bilhões de dólares, em grande
parte provenientes de países que se aproveitam dos Estados Unidos há muitos anos, rindo o tempo todo, começarão a fluir para os EUA. A única coisa que pode impedir a grandeza americana seria um tribunal de esquerda radical que queira ver nosso país fracassar!”, complementou Trump em outra postagem.

O post Trump comemora tarifaço global: ‘Bilhões de doláres em tarifas’ apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Índice de Commodities do BC cai 0,54% em julho ante junho e acumula baixa de 9,76% em 2025



O Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br) medido em reais caiu 0,54% em julho, na comparação com junho, informou a autarquia. A queda foi observada nos preços de commodities de energia (-2,01%) e agropecuárias (-1,10%). Os metais aumentaram 2,65%.

O IC-Br representa a média mensal dos preços de um conjunto de commodities consideradas relevantes para a dinâmica da inflação no Brasil.

O setor agropecuário tem peso aproximado de 67% no índice, seguido pelos segmentos de energia (em torno de 17%) e de metais (com cerca de 16%).

Em dólares, o índice agregado caiu 0,26% em julho, também com baixas no segmento agropecuário (-0,82%) e de energia (-1,76%), e alta em metais (2,93%).

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

O IC-Br medido em reais acumulou baixa de 9,76% de janeiro a julho deste ano, mas ainda cresceu 3,95% em 12 meses.

Os preços das commodities agropecuárias caíram 11,40% no ano e subiram 5,24% em 12 meses; os de metais recuaram 1,13% no ano e avançaram 8,92% em 12 meses; e os de energia tiveram baixa de 11,54% no ano e de 6,95% em 12 meses.



Source link

News

Avanço de frente fria pode provocar ventos de até 70 km em algumas regiões do país



O avanço de uma nova frente fria sobre a costa sul do país deve promover o retorno das instabilidades nos três estados da região Sul nesta quinta-feira (7). Ainda pela manhã, núcleos de chuva já devem ganhar força em algumas áreas do Rio Grande do Sul. No decorrer da tarde e noite, as pancadas já começam a se espalhar sobre o interior catarinense e paranaense, variando entre moderada e pontual forte intensidade.

Entre o norte e a serra gaúcha, sul, serra e oeste catarinense e extremo sul paranaense, há risco para temporais acompanhados por raios e fortes ventos. Além da chuva, o destaque também deve girar em torno dos ventos que sopram sobre o Rio Grande do Sul, com rajadas que podem chegar a 70 km/h entre a Costa Doce e o Litoral Médio. Em Porto Alegre, céu encoberto com pancadas de chuva ganhando força ainda pela manhã. Por outro lado, Florianópolis e Curitiba ainda devem contar com a presença de tempo mais estável ao longo do dia – apenas com variação de nebulosidade.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

No Sudeste, a entrada de umidade marítima ainda pode estimular a ocorrência de pancadas de chuva fraca em algumas áreas do litoral sul de São Paulo. Nas demais regiões do interior paulista, o predomínio segue sendo de tempo firme, temperaturas em elevação durante o dia e atenção para baixa umidade relativa do ar entre o norte e noroeste paulista. Em Minas Gerais, tempo seco e também risco para queda acentuada da umidade no decorrer das horas mais quentes – inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No Espírito Santo, a circulação de ventos marítimos também pode resultar em episódios de chuva fraca isolada – especialmente no litoral sul capixaba.

Enquanto no Centro-Oeste, o tempo deve seguir estável em praticamente toda a região. Excepcionalmente no extremo sul de Mato Grosso do Sul, algumas instabilidades atuantes sobre o sul do país e o Paraguai podem avançar sobre a região. Já Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal seguem com influência de ar seco e o tempo segue firme ao longo do dia. À tarde, há risco para que a umidade relativa do ar fique abaixo de 20% entre Goiás e o leste de Mato Grosso.

Já no Nordeste, os ventos que sopram do oceano em direção ao continente seguem estimulando a formação de nuvens carregadas entre o litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte, com condições para pancadas de chuva de fraca a moderada intensidade. No litoral do Maranhão, a chuva também acontece, mas com potencial para cair com forte intensidade em alguns momentos. Em algumas áreas, há risco para temporais localizados. Já o interior nordestino continua mais quente e seco, com risco para umidade do ar baixa à tarde. Destaque para o sul do Maranhão, interior do Piauí e oeste da Bahia, locais onde a umidade relativa do ar permanece abaixo de 20%.

E na região Norte, a presença de uma área de baixa pressão e umidade elevada na atmosfera local vão servir de combustível para a formação de instabilidades sobre o Amazonas, Pará, Roraima e o Amapá – com previsão de chuva com moderada – a pontual forte – intensidade ao longo do dia. Em alguns intervalos do dia, há risco para temporais localizados. Já o Acre, Rondônia e Tocantins seguem com predomínio de tempo firme durante o dia.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Lei regulamenta produção de cachaça em Minas Gerais



Nova lei busca desburocratizar setor de bebidas




Foto: Divulgação

O Governo de Minas Gerais sancionou a Lei nº 25.424, que trata da inspeção e da fiscalização de produtos de origem vegetal destinados à alimentação humana. A medida é considerada estratégica para desburocratizar o processo de produção e comercialização da cachaça e da aguardente de cana-de-açúcar, bebidas com valor histórico, cultural e gastronômico no estado.

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) informou que a sanção foi publicada no Diário Oficial do Estado no sábado (2). A nova norma regulamenta a produção das bebidas, exigindo o cumprimento de padrões higiênico-sanitários desde o engarrafamento até o acondicionamento dos produtos.

Segundo a legislação, os estabelecimentos produtores deverão seguir as exigências sanitárias definidas, além de manter a documentação regularizada. O descumprimento das regras pode resultar em penalidades, como multas e até a suspensão da atividade.





Source link