terça-feira, maio 12, 2026

Autor: Redação

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Exportações de ovos crescem 304% em julho



As exportações brasileiras de ovos (incluindo produtos in natura e processados) totalizaram 5.259 toneladas em julho de 2025, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número representa alta de 304,7% em relação ao volume registrado no mesmo período do ano passado, com 1.300 toneladas embarcadas.

A receita gerada pelos embarques em julho alcançou US$ 11,808 milhões, saldo 340,9% superior ao obtido no mesmo mês de 2024, com US$ 2,678 milhões.

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Com o desempenho do mês, o acumulado entre janeiro e julho alcançou 30.174 toneladas exportadas, volume 207,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (9.818 toneladas). Já a receita acumulada chegou a US$ 69,567 milhões, incremento de 232,2% em relação aos US$ 20,940 milhões obtidos entre janeiro e julho de 2024.

Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras de ovos, com 18.976 toneladas embarcadas nos sete primeiros meses do ano (+1.419%) e receita de US$ 40,7 milhões (+1.769%). Em seguida, aparecem o Chile, com 2.562 toneladas (-27,9%) e US$ 7.533 milhões, Japão, com 2.019 toneladas (+175,2%) e US$ 4,689 milhões (+163,3%), e o México, com 1.843 toneladas e US$ 8,135 milhões. Outros destaques no período incluem Angola (889 t), Emirados Árabes Unidos (1.677 t), Uruguai (428 t) e Serra Leoa (473 t).



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Soja registra alta em Chicago após declaração de Trump sobre demanda chinesa



Os contratos futuros da soja em grão fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) na reabertura do mercado, impulsionados por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele afirmou que a China pode quadruplicar suas compras de soja americana como parte das negociações comerciais entre os dois países.

Segundo a consultoria Safras & Mercado, apesar da reação inicial positiva, analistas apontam que esse volume de compras é pouco provável de se concretizar, o que fez as cotações se afastarem das máximas do dia.

Expectativa para o USDA

Além disso, o mercado aguarda com expectativa a divulgação do relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sobre as condições das lavouras, prevista para hoje, e o relatório mensal de oferta e demanda, que será divulgado nesta terça-feira (12).

Contratos futuros de soja

Na sessão, os contratos de soja com entrega em novembro fecharam cotados a US$ 10,05 3/4 por bushel, registrando alta de 18,25 centavos de dólar, ou 1,84%, em relação ao pregão anterior. Já os contratos para janeiro de 2026 avançaram 17,75 centavos, ou 1,76%, negociados a US$ 10,24 1/4 por bushel.



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Mandioca: queda de preços é limitada frente à menor oferta



A oferta de mandioca esteve menor na última semana, como apontam levantamentos do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, além das chuvas, a retração de produtores que dispõem apenas de lavouras de 1º ciclo (com até 12 meses), por conta do comprometimento da rentabilidade, limitou a disponibilidade de matéria-prima. 

Como resultado, os preços caíram menos. Entre 4 e 8 de agosto, a média Cepea para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 458,06 (R$ 0,7966/grama de amido), ligeira baixa de 0,5% em relação à semana anterior. 

Já sobre período equivalente do ano passado, a desvalorização é de 9,8%, em termos reais (utilizando o IGP-DI como deflator).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações seguem em baixa no Brasil



Os preços do milho seguem em queda, como apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, além da produção recorde da segunda safra brasileira, o baixo ritmo das exportações e a retração de compradores domésticos mantêm as cotações do cereal pressionadas. 

Apesar da ocorrência de geadas e pragas em partes das regiões produtoras, pesquisadores explicam que as expectativas são de produção interna elevada. Isso devido ao aumento da área e à melhora na produtividade. 

Atentos à intensificação da colheita, consumidores brasileiros aguardam novas desvalorizações. Com isso, priorizam o recebimento dos lotes negociados antecipadamente, ainda conforme o Centro de Pesquisas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Feijão: com mercado lento, cotações caem


feijão-carioca ou carioquinha
Foto: Wenderson Araujo/Trilux/CNA

Diante dos volumes da terceira safra, a oferta de feijão segue alta, sobretudo nas regiões de Goiás e de Minas Gerais. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do Cepea, mesmo com a maior disponibilidade, o ritmo de comercialização se manteve lento, com empacotadores realizando reposições graduais. 

Quanto aos preços, recuaram na maioria das regiões monitoradas pelo Cepea, pressionados pela seletividade dos compradores e pela preferência por lotes de melhor qualidade. 

Segundo dados da Secex, no acumulado dos últimos 12 meses, as exportações brasileiras de feijão totalizaram 438,69 mil toneladas. 

Somente em julho, foram 83,44 mil toneladas escoadas pelo Brasil. Já as importações de feijão somaram apenas 16,5 mil toneladas em 12 meses.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

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cotações seguem em baixa no Brasil



Os preços do milho seguem em queda, como apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, além da produção recorde da segunda safra brasileira, o baixo ritmo das exportações e a retração de compradores domésticos mantêm as cotações do cereal pressionadas. 

Apesar da ocorrência de geadas e pragas em partes das regiões produtoras, pesquisadores explicam que as expectativas são de produção interna elevada. Isso devido ao aumento da área e à melhora na produtividade. 

Atentos à intensificação da colheita, consumidores brasileiros aguardam novas desvalorizações. Com isso, priorizam o recebimento dos lotes negociados antecipadamente, ainda conforme o Centro de Pesquisas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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queda no preço do dólar limita alta nos preços



As negociações envolvendo soja e derivados estão mais aquecidas no Brasil neste começo de agosto. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores, esse cenário se deve ao interesse internacional, sobretudo por parte da China, e à maior necessidade de indústrias esmagadoras nacionais. 

Em julho, as exportações brasileiras atingiram recorde para o mês, somando 12,25 milhões de toneladas da oleaginosa, de acordo com dados da Secex analisados pelo Cepea. 

Nos primeiros seis meses deste ano, os embarques também estão nas máximas históricas, totalizando 77,2 milhões de toneladas do grão. 

Apesar da aquecida demanda, a significativa desvalorização do dólar frente ao Real impediu fortes avanços nos preços domésticos, ainda de acordo com o Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Programa de melhoramento do algodão é destaque



O evento também contou com a participação de especialistas da FAO



O evento também contou com a participação de especialistas da FAO
O evento também contou com a participação de especialistas da FAO – Foto: Pixabay

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC/MRE) realizaram, em 10 de julho, o evento virtual “Mais algodão, Mais Sementes”, com foco na estruturação de um programa nacional de melhoramento do algodão. A iniciativa faz parte do projeto +algodão, fruto da Cooperação Internacional Brasil-FAO, e reuniu pesquisadores e representantes de países latino-americanos parceiros para promover o intercâmbio de experiências e conhecimentos.

Durante o encontro, a Embrapa apresentou o Programa Nacional de Melhoramento do Algodão, destacando sua atuação histórica no desenvolvimento de cultivares adaptadas a diferentes realidades agrícolas. A instituição é parceira do projeto +Algodão há 12 anos e mantém o único programa público com capacidade de fornecer sementes geneticamente melhoradas para produtores de todos os portes no Brasil.

O evento também contou com a participação de especialistas da FAO, que ressaltaram a importância da conservação dos recursos genéticos e da estruturação de sistemas eficientes de sementes para garantir a segurança alimentar global. A Rede +Sementes, criada em 2020, tem fortalecido a cooperação técnica entre os países parceiros, promovendo o desenvolvimento da cadeia algodoeira na América Latina.

Instituições de pesquisa do Equador, Peru, Argentina, Colômbia, Paraguai e Bolívia também compartilharam avanços em seus programas nacionais, com foco na recuperação de variedades nativas, melhoramento genético e adaptação às condições locais. O fortalecimento dos bancos de germoplasma e a valorização da agricultura familiar foram apontados como estratégias-chave para revitalizar a produção de algodão na região.

 





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Após um ano de retração, venda de alimentos registra alta em julho



O segundo semestre começou com um certo alívio para o varejo alimentar. De acordo com dados do Radar da Scanntech, após meses de retração nas vendas em relação ao ano anterior, julho trouxe sinais de recuperação. O volume comercializado se manteve praticamente estável, com variação de -0,3%, enquanto o fluxo de consumidores nas lojas aumentou 1,3%.

Na comparação com junho, o desempenho foi ainda mais positivo: as vendas subiram 5,7%, acompanhadas de uma retração de -1,1% nos preços. O cenário aponta para uma possível retomada do abastecimento das dispensas dos brasileiros.

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O resultado do mês foi impulsionado principalmente pelas cestas de perecíveis, mercearia e Mercearia Básica. Esta última, inclusive, registrou crescimento em unidades pela primeira vez em mais de um ano. As três categorias também apresentaram redução de preços, com quedas de 2%, 0,4% e 1,7%, respectivamente. Entre os produtos com maior contribuição para o desempenho positivo no curto prazo estão:

  • Legumes com crescimento de 11,9% na procura e queda de -9,3% no preço médio
  • Óleo, com aumento de 11,1% nas vendas e queda de -0,8% no preço;
  • Massa instantânea, com alta de 6,7% e recuo de -0,9% no valor médio;
  • Massa alimentícia, que cresceu 6,4% em volume e teve redução de -1,2% nos preços.
  • Frango: com alta de 6,8% nas vendas e queda de -1,7% nos preços.
  • Bovino: com alta de 6,2% nas vendas e queda de -0,6% nos preços.

“Começamos o segundo semestre com sinais de retomada no varejo alimentar, após dois meses de queda no consumo. Isso sugere uma recuperação gradual da confiança do consumidor, embora o cenário macroeconômico ainda exija atenção. É preciso adaptar-se mês a mês. Quem imaginaria, há dois meses, que agosto chegaria com custos tão altos para exportar aos EUA? Ou que, depois de um junho fraco, veríamos sinais de melhora já em julho? Agosto se torna, assim, um momento estratégico para revisar o que funcionou e usar esses aprendizados no planejamento do restante do ano.”, comenta Felipe Passarelli, Head de Inteligência de Mercado da Scanntech.

A análise regional no acumulado de 12 meses revela comportamentos distintos de consumo. A região Sul se destacou com crescimento de 1,1% nas vendas por unidade, enquanto as demais registraram retração. As quedas mais expressivas foram observadas no Norte (-2,3%), Centro-Oeste (-1,5%) e Leste (-1,3%), seguidas por Nordeste (-0,4%) e São Paulo (-0,3%).



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Mercado reduz expectativas de inflação para 5,05% em 2025



Pela 11ª semana seguida, o mercado financeiro reduziu as expectativas de inflação para 2025. Atualmente, as projeções apontam que o ano fechará com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – em 5,05%, percentual inferior aos 5,07% projetados há uma semana; e aos 5,17% projetados há quatro semanas.
É o que mostra o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central.

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Para 2026, as expectativas de queda de inflação se mantêm há quatro semanas, quando chegou a 4,5%. Atualmente, o IPCA projetado para o ano que vem está está em 4,41%; e para 2027, em 4%.

Apesar de uma melhora nas expectativas relacionadas à inflação, a estimativa para 2025 continua acima do teto da meta de inflação a ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O limite inferior, portanto, é 1,5%; e o superior, 4,5%.

Mesmo com a desaceleração inflacionária dos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.

Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024. Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento; as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos; e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Uma das preocupações manifestadas pelo Copom é a política comercial dos Estados Unidos, algo que pode, inclusive, levar a autoridade monetária a não descartar a possibilidade de retomada de alta da Selic “caso seja necessário”.

Por enquanto, a estimativa dos analistas consultados se mantém estável pela sétima semana consecutiva, em 15% ao final de 2025. O mercado manteve, também, as projeções da Selic para 2026 (12,50%); e 2027 (10,50%).

PIB e dólar

O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de crescimento da economia, projetando, para o final de 2025, um Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas no país) de 2,21%. Há uma semana, a projeção era de que a economia fecharia o ano com um crescimento de 2,23% (mesmo percentual projetado há quatro semanas).

Para os anos subsequentes, as projeções de PIB estão em 1,87%, para 2026, e em 1,93% para 2027.

Já as projeções do mercado para a cotação do dólar em 2026 se mantém estável, em R$ 5,60 desde a semana passada. Há quatro semanas, as expectativas eram de que a moeda norte-americana terminaria o ano cotada a R$ 5,65. Para 2026 e 2027, as projeções são a mesma: dólar cotado a R$ 5,70.



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