terça-feira, maio 26, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia impulsiona produtividade na pecuária



A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas



A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas
A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas – Foto: Bing

A implementação de tecnologia em todas as etapas da pecuária é crucial para enfrentar a escassez de mão de obra e buscar maior eficiência e rentabilidade. Essa é uma das conclusões de Tamires Miranda Neto, gerente de pecuária da Agro-Pecuária CFM, após um tour técnico pelos Estados Unidos, onde visitou propriedades de melhoramento genético, empresas de genética e outras instituições do setor.

“Este intercâmbio de informações e experiências é extremamente enriquecedor – tanto para os profissionais quanto para os negócios. Afinal, foi durante o primeiro tour técnico da CFM aos EUA, em 1999, que criamos o inovador Megaleilão CFM, revolucionando o modelo brasileiro de comercialização de reprodutores. Vinte e seis anos depois, retornamos aos EUA para uma nova jornada de aprendizado”, comenta Neto.

Durante a visita, que percorreu 7.355 quilômetros e passou por nove estados, Neto observou que a valorização do touro como melhorador genético é um ponto crucial nos EUA, destacando o alto valor da demanda por reprodutores e a baixa taxa de inseminação artificial devido à falta de mão de obra. Um dos eventos mais impactantes foi o leilão do Schaff Angus Valley, onde foram vendidos 400 touros, com preços médios de US$ 17 mil por animal.

Além disso, a viagem incluiu visitas ao CUP Lab (Iowa), especializado na avaliação de carcaças por ultrassonografia, e à Integrated Breeders (Texas), que produz até 500 mil doses de sêmen por ano. Para Neto, a experiência foi enriquecedora e trouxe novos insights sobre como melhorar a produção e fortalecer os laços com outros profissionais do setor.

A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas de acordo com as particularidades locais, e motivou a CFM a retornar ao Brasil com novas ideias e energias renovadas para aprimorar suas operações. “O exemplo dessas empresas e profissionais nos motivou a voltar ao Brasil cheios de novas ideias e com a energia renovada para aprimorar nossas práticas por aqui”, finaliza.

 





Source link

News

Produtores de soja utilizam cama de frango para fortalecer o solo e enfrentar estiagem



A Expedição Soja Brasil chegou ao estado de Mato Grosso do Sul e fez uma parada em Sidrolândia. No município, chamou atenção o trabalho desenvolvido na Fazenda do Grupo Stefanello, que tem conseguido manter altos índices de produtividade com a soja mesmo enfrentando veranicos intensos, que são períodos curtos de estiagem que prejudicam o desenvolvimento das lavouras. O motivo disso? A técnica do uso da cama de frango.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Apesar das dificuldades climáticas, a fazenda alcançou uma colheita de 68 sacas de soja e 110 sacas de milho por hectare. Para manter esse resultado positivo, mesmo em um cenário desafiador, os produtores investiram em estratégias que priorizam a saúde do solo. Um dos principais diferenciais foi o uso da cama de frango.

Cama de frango e os benefícios para a soja

A cama de frango é um subproduto da avicultura. Trata-se de uma cobertura feita com serragem, palha ou casca de grãos, como arroz, que forra o chão dos aviários. Com o tempo, esse material acumula fezes, penas, restos de ração e outros resíduos, tornando-se um adubo altamente nutritivo e rico em matéria orgânica.

Segundo os responsáveis pela fazenda, a introdução da cama de frango no manejo da soja trouxe melhorias para o solo. Com o aumento da matéria orgânica e da atividade biológica, o solo se tornou mais equilibrado e produtivo. O uso médio é de 4 a 5 toneladas por hectare, com reaplicações a cada três ou quatro anos.

Adubação

Com raízes mais profundas e robustas, as lavouras conseguem acessar a água que está nas camadas mais profundas do solo. Isso torna as plantas mais resistentes aos períodos de estiagem.

Esse tipo de manejo inteligente sustenta a produtividade em anos desafiadores e fortalece a sustentabilidade do sistema produtivo ao longo do tempo. É um exemplo de como práticas simples, quando bem aplicadas, podem gerar grandes resultados no campo.



Source link

News

Guerra tarifária pode beneficiar agro brasileiro, mas futuro ainda é incerto, diz analista



A política de retaliações comerciais entre China e Estados Unidos tem provocado fortes turbulências nos mercados internacionais — e o Brasil não deve escapar dos impactos. Em participação no telejornal Mercado & Companhia, o comentarista Miguel Daoud avaliou as consequências da resposta chinesa ao aumento de tarifas imposto pelo então presidente norte-americano Donald Trump.

Segundo Daoud, o embate comercial adota uma lógica de “olho por olho, dente por dente”, que tende a prejudicar não apenas as duas maiores economias do mundo, mas também o equilíbrio econômico global.

Entre os efeitos mais imediatos, está a queda acentuada no preço das principais commodities, como petróleo, soja, milho e algodão — produtos que têm grande peso nas exportações brasileiras. A desvalorização desses itens no mercado internacional pode influenciar diretamente a inflação, o câmbio e o desempenho de setores-chave da economia nacional.

Guerra tarifária: consequências para o Brasil

Daoud ressalta que o fato dos Estados Unidos serem um grande exportador de commodities agrícolas aos chineses, com o embate entre os dois gigantes, o Brasil poderá ser beneficiado.

“Evidente que o Brasil pode, sem dúvida nenhuma, diretamente ser favorecido. Mas, indiretamente, o cenário ficará difícil. A gente não sabe as consequências indiretas na economia, com a bolsa desabando, com dólar subindo. Tudo isso não é bom para o mercado financeiro”, afirmou.

Nesta sexta-feira (4), após a China anunciar que vai retaliar os americanos com tarifas de 34%, no Brasil, até o fechamento deste texto, o dólar subia 3% em comparação ao dia anterior e estava sendo cotado a R$5,80. Pelo mundo, as bolsas de valores estavam em queda e os preços da soja, milho e algodão também apresentaram baixas.

Você pode assistir à análise completa de Miguel Daoud no Mercado & Companhia em nosso canal do Youtube.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Épocas de aplicação dos principais herbicidas na soja



O manejo integrado dessas práticas contribui para o sucesso da safra



Na fase pré-emergente, logo após o plantio, o objetivo é evitar a germinação de novas invasoras
Na fase pré-emergente, logo após o plantio, o objetivo é evitar a germinação de novas invasoras – Foto: Pixabay

O controle eficaz de plantas daninhas na cultura da soja exige a escolha adequada dos herbicidas e a definição do momento ideal para aplicação. De acordo com a engenheira agrônoma Giovanna Martins, um manejo bem estruturado contribui para maior produtividade ao reduzir a competição das invasoras com a lavoura. A dessecação pré-plantio, realizada antes da semeadura para eliminar plantas daninhas já estabelecidas, pode ser feita com herbicidas como Diquat, 2,4-D, Glufosinato, Fluroxipir, Saflufenacil, Carfentrazone, Flumioxazina e Clethodim.  

Na fase pré-emergente, logo após o plantio, o objetivo é evitar a germinação de novas invasoras. Para isso, são utilizados produtos como S-Metolachlor, Trifluralina, Clomazone, Diclosulam, Flumioxazina e Sulfentrazone, que formam uma barreira química no solo. Já na fase pós-emergente, quando as plantas daninhas estão sendo desenvolvidas, o controle ocorre com Glifosato e Clethodim, especialmente em lavouras que possuem tecnologia tolerante a esses herbicidas, garantindo maior eficiência no combate às invasoras.  

Nesse contexto, a especialista afirma que a dessecação pré-colheita, realizada para reduzir a umidade dos grãos e facilitar a colheita, pode ser feita com Diquat, Glufosinato e Saflufenacil. Essa técnica melhora a eficiência operacional e favorece a uniformidade da lavoura, proporcionando um processo de colheita mais ágil e produtivo. O manejo integrado dessas práticas contribui para o sucesso da safra, evitando perdas e garantindo uma produção mais sustentável e rentável. As informações foram publicadas no LinkedIn.





Source link

News

Episódio novo do Soja Brasil no ar: acompanhe o programa 33



O 33º episódio do programa Soja Brasil trouxe à tona uma pauta importante para o agro: o fortalecimento do seguro rural. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) solicitou ao governo federal um reforço de R$ 1 bilhão no orçamento para subvenção ao prêmio do seguro.

Apesar do aumento dos eventos climáticos extremos, a cobertura do seguro rural tem diminuído, deixando produtores mais expostos a riscos financeiros. Foram apontadas a necessidade de políticas públicas estáveis e de um fundo de estabilidade para garantir a continuidade do programa no país.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Também foi abordado o uso da cama de frango como adubo na cultura da soja, prática sustentável adotada por produtores em Cidrolândia (MS). Rico em matéria orgânica, o insumo melhora a estrutura do solo, estimula o desenvolvimento radicular das plantas e aumenta a resistência às estiagens, sendo uma alternativa eficiente para enfrentar veranicos e manter a produtividade no campo.

A previsão do tempo indicou o retorno das chuvas em importantes regiões produtoras, o que tem favorecido a colheita da soja e o avanço do plantio do milho safrinha. No entanto, há alertas para volumes excessivos de precipitação em áreas do Mato Grosso e do Pará, o que pode impactar as operações no campo.

O episódio ainda celebrou os 50 anos da Embrapa Soja, referência em inovação e pesquisa, com mais de 440 cultivares desenvolvidas. Também foram apresentadas atualizações sobre a ferrugem asiática, além da votação aberta para o Prêmio Personagem Soja Brasil.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Senado aprova mudanças no ITR e na Política Ambiental


A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (2), o Projeto de Lei 1648/2024, que altera normas do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) e da Política Nacional do Meio Ambiente. A proposta, de autoria dos senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), busca tornar a tributação mais justa e segue agora para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).  

O relator, senador Fernando Farias (MDB-AL), defendeu a necessidade de ajustes no cálculo do ITR, alegando que o modelo atual é incoerente e prejudica a isonomia tributária. O projeto propõe a isenção de áreas ambientais da cobrança do imposto, além de incluir investimentos na propriedade, conhecidos como benfeitorias, como parte das deduções permitidas.  

“É fundamental a retirada da tributação das áreas ambientais, para que assim se promova a justiça no recolhimento dos impostos. Além disso, o projeto objetiva esclarecer a abrangência da dedução do valor do imóvel rural, pontuando que investimentos essenciais para a transformação e melhoramento da propriedade rural, denominados genericamente de benfeitorias, integram o rol de dedução”, comenta.

O senador Jayme Campos (União-MT), autor do projeto, destacou que a proposta protege os produtores rurais ao permitir a exclusão de áreas invadidas da base de cálculo do ITR, transferindo a cobrança para os ocupantes irregulares. Ele argumenta que, atualmente, a lei não considera essa situação, o que impacta os proprietários que não possuem controle sobre o imóvel invadido.  

“O tratamento desse ponto é necessário porque a lei tributária não trata do cenário de invasão do imóvel rural, que apesar da existência da propriedade, do domínio útil ou da posse de imóvel, o contribuinte não detém a disponibilidade econômica do imóvel”, explicou.

 





Source link

News

Trump diz que China ‘jogou errado’ ao retaliar tarifaço e afirma que país ‘entrou em pânico’



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (4) que a “China jogou errado, eles entraram em pânico”.

Mais cedo, a China anunciou que vai impor tarifas de 34% a todos os bens importados dos Estados Unidos, em resposta ao tarifaço anunciado pelo republicano na quarta-feira (2).

Entrar em pânico e retaliar os EUA era “a única coisa que eles não podem se dar ao luxo de fazer”, completou Trump, em publicação em seu perfil na rede social Truth Social.



Source link

News

Após frente fria, massa de ar polar fará termômetros de capitais chegarem a 10 °C



A frente fria que passa por parte do país vai derrubar as temperaturas em algumas regiões. O ar frio de origem polar que vem junto com este fenômeno deixará os termômetros, especialmente no Sul e Sudeste, com máximas alcançando a casa dos 20°C.

Temperaturas

No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 11°C neste final de semana e Curitiba (PR) 10°C. Na cidade de São Paulo, a mínima será de 15°C no domingo. Outras áreas do estado de São Paulo também vão sentir uma redução da temperatura.

Chuva forte e volumosa

A passagem desta forte frente fria deve causar chuva forte e volumosa no litoral norte de São Paulo nas regiões próximas da divisa com Minas Gerais e Rio de Janeiro.

No Rio, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuva superior a 100 mm/dia. O órgão informa que há grande risco de alagamentos e transbordamentos de rios, deslizamentos de encostas, em cidades com tais áreas de risco.

Hoje, a capital fluminense terá céu nublado, com os termômetros chegando aos 28°C. Algumas regiões do Centro-Oeste, Nordeste e Norte do Brasil terão pancadas de chuva à tarde, com temperaturas médias acima dos 23°C.



Source link

News

Safra 2024/25 de algodão na Bahia poderá ser 14% maior


A safra 2024/25 de algodão na Bahia poderá ser em torno de 14% maior do que a registrada no ciclo 2023/2024, que somou 691,3 mil toneladas. Se confirmada, o estado deve produzir cerca de 787,6 mil toneladas de algodão em pluma, em uma área total de 413 mil hectares.

De acordo com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a produtividade final da cultura na região Oeste da Bahia – responsável por quase 99% da produção – vai depender das condições climáticas nos próximos meses.

Na safra em curso, em algumas áreas do cerrado baiano, o estresse hídrico marcou o mês de março. A chuva voltou a cair apenas no final do mês, após episódios de veranico.

No cerrado baiano, cerca de um terço das lavouras foram implantadas sob sistema de irrigação, o que, segundo a associação, ajuda a diminuir o risco climático.

Vem, chuva!

Diante do atual cenário, os produtores aguardam a continuidade das chuvas em abril para confirmar os primeiros números divulgados no ano, pela Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

Safra 2024/25 de algodão na Bahia poderá ser 14% maiorSafra 2024/25 de algodão na Bahia poderá ser 14% maior
Foto: Divulgação/ Abapa

“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações sobre o quanto os veranicos que tivemos poderão impactar a produção. Mas o algodão é uma cultura de ciclo mais longo, e é muito resiliente à estiagem. Mesmo assim é importante ressaltar que o Oeste é uma região muito vasta, com áreas de características muito distintas entre si, então é difícil generalizar”, pondera a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa.

Ainda de acordo com a presidente, do total de algodão a ser produzido na Bahia, cerca de 60% já foram comercializados.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





Source link

News

Brasil poderá aumentar em 30% a mistura de etanol à gasolina



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, disse, ontem (3) em Cuiabá (MT), que o Brasil poderá aumentar a mistura do etanol na gasolina no primeiro semestre de 2025. O assunto também foi tema de discussão no Cana Summit, evento que ocorreu em Brasília essa semana.

O CEO da Organização de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), José Guilherme Nogueira, afirmou que o aumento na mistura de etanol anidro à gasolina no Brasil para uma faixa de 30%, ante o atual patamar de 27,5%, ajudaria a enxugar a oferta e melhorar os preços do açúcar no país

Atualmente, o mandato de adição é de 27,5% e passará para 30%. “No caso do etanol, já estamos com 27,5% e, ainda neste primeiro semestre, 30% de mistura de etanol na gasolina”, disse o ministro a jornalistas antes de participar da 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho.

O Ministério de Minas e Energia (MME) havia encomendado um estudo ao Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) para verificar o impacto da ampliação da mistura. Segundo as análises e a pasta, “o estudo confirma que a nova mistura é viável do ponto de vista técnico e ambiental”.

O ministro também projetou o aumento do biodiesel no diesel. “Vamos a B15 e vamos chegar a B20”. Para ser aprovado o aumento da mistura, ainda é necessário o aval do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).



Source link