terça-feira, maio 26, 2026

Autor: Redação

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Inmet emite alerta laranja de perigo para quatro regiões


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu três alertas na cor Laranja para ocorrência de chuva forte em dez estados brasileiros nesta segunda-feira (7). Segundo o instituto, o grau de severidade é de perigo com riscos potenciais.

O órgão informa que as chuvas podem ter um acumulado de 50 a 100 mm/dia. As regiões atingidas correm o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco.

Áreas afetadas pelas chuvas:

Na região Sul, o Sudoeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Noroeste Rio-grandense, Metropolitana de Porto Alegre, Sudeste Rio-grandense, Nordeste Rio-grandense, Centro Oriental Rio-grandense e Sul Catarinense são locais com possibilidade dessas ocorrências.

No Sudeste, os estados do Espírito Santo e Minas Gerais podem sofrer com as chuvas. Na região Nordeste, cidades do sul da Bahia, do norte do Ceará, do Maranhão e do Piauí também correm risco.

Na região Norte do Brasil, o Amapá e uma grande área do Pará estão no mapa com possibilidade de chuva forte.

Mapa do Inmet com alertas pelo BrasilMapa do Inmet com alertas pelo Brasil
Inmet emitiu três alertas Laranja na manhã desta segunda-feira Foto: divulgação/ Inmet

Instruções

O Inmet orienta que as pessoas evitem enfrentar o mau tempo e observem alteração nas encostas. “Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Em caso de situação de inundação, ou similar, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos”, diz o órgão.

Outras informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).



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Exportações da carne de frango atingem 476 mil t e avançam 13,8%



As exportações brasileiras de carne de frango (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 476 mil toneladas em março, volume 13,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2024, quando foram embarcadas 418,2 mil toneladas. Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A receita gerada pelas exportações também registrou desempenho positivo, alcançando US$ 889,9 milhões, valor 18,5% maior em relação aos US$ 751,3 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior.

Com este resultado, o setor acumula no primeiro trimestre de 2025 um total de 1,387 milhão de toneladas exportadas, número 13,7% acima do volume embarcado nos três primeiros meses de 2024, com 1,220 milhão de toneladas. Em receita, o crescimento é ainda mais expressivo, com US$ 2,587 bilhões obtidos no período, frente a US$ 2,142 bilhões em igual intervalo do ano passado – alta de 20,8%.

“A média das exportações de carne de frango se manteve acima das 460 mil toneladas mensais neste primeiro trimestre, o que é inédito na história do setor e aponta para uma provável superação das projeções iniciais da ABPA para este ano. Diversos dos mercados de mais alto valor agregado apresentaram altas expressivas, o que se refletiu, também, em uma receita em nível de crescimento mais elevado em relação aos volumes”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Destino da carne de frango

Entre os principais destinos de exportação em março, a China manteve a liderança, com 46,4 mil toneladas embarcadas – volume 19,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. Na sequência aparecem:

  • Arábia Saudita, com 40,5 mil toneladas (+15,7%)
  • Emirados Árabes Unidos, com 32,2 mil toneladas (-21%)
  • Japão, com 29,8 mil toneladas (-5,5%)
  • África do Sul, com 27,2 mil toneladas (-4,7%)
  • Filipinas, com 25,1 mil toneladas (+43,6%)
  • União Europeia, com 23 mil toneladas (+29,9%)
  • México, com 20,4 mil toneladas (+52,4%)
  • Coreia do Sul, com 14,9 mil toneladas (+18,4%)
  • Iraque, com 14,9 mil toneladas (-7,6%)

Produção nacional

No desempenho por estados, o Paraná segue como o maior exportador nacional, com 192,3 mil toneladas embarcadas em março (+11,6% em relação ao mesmo período do ano anterior). Em seguida estão:

  • Santa Catarina, com 106,1 mil toneladas (+12,1%)
  • Rio Grande do Sul, com 63,2 mil toneladas (+11,2%)
  • São Paulo, com 26,5 mil toneladas (+19,9%)
  • Goiás, com 22,6 mil toneladas (+18,6%)



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Produtora de Goiás aposta na moringa e transforma cultivo em negócio lucrativo e sustentável



A engenheira agrônoma Rebeca Araújo, de 31 anos, é um exemplo de como a inovação no campo pode gerar renda, sustentabilidade e transformar a vida de quem trabalha com dedicação.

Moradora de Formosa, município goiano no entorno do Distrito Federal, ela encontrou na moringa uma oportunidade de empreender e criar uma empresa que alia saúde, beleza e respeito ao meio ambiente.

Mãe, produtora rural e apaixonada pelo agronegócio, Araújo se encantou com a moringa há cerca de quatro anos e meio.

A planta, originária da Índia e rica em nutrientes, virou o carro-chefe de sua empresa, a Moringa Beauty, especializada em  suplementação alimentar, ração animal, dermocosméticos, medicina, extração de óleo e até produção de biocombustível.

Em poucos anos, ela conquistou um público fiel e um time de vendas com mais de 18 pessoas, atendendo clientes em Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

Com mais de 10 mil clientes atendidos, Araújo comemora o crescimento da empresa e já tem planos de exportar seus produtos para a Europa e os Estados Unidos. A meta é ousada: alcançar 50 mil clientes nos próximos três anos.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Moringa oferece nutrição, saúde e versatilidade no campo

A moringa é considerada uma das plantas mais completas do mundo. Com 92 tipos de nutrientes, 46 antioxidantes e 18 aminoácidos essenciais, ela pode ser usada na alimentação humana, na nutrição animal, na indústria cosmética e até na produção de biocombustíveis.

Araújo soube enxergar o potencial da planta não só como negócio, mas como uma aliada para o produtor rural.

A silagem da moringa, por exemplo, é altamente nutritiva e pode complementar a alimentação do rebanho, especialmente em períodos de estiagem.

A planta ainda contribui para a recuperação do solo, purificação da água e captura de carbono, sendo uma alternativa promissora para quem busca produção sustentável e de baixo custo.

Outro diferencial é o apoio à agricultura familiar. Toda a cadeia produtiva é pensada para fortalecer pequenos produtores e manter práticas sustentáveis do início ao fim.

“Acredito que todo empreendedor precisa buscar capacitação, pois aprender a fazer as coisas do jeito certo desde o começo faz toda a diferença no sucesso do negócio”, salienta a produtora rural.

O apoio de instituições como o Sebrae e o Senar foi fundamental para o sucesso. A Sala do Empreendedor de Formosa, por exemplo, ofereceu o suporte necessário para que ela formalizasse seu negócio. 

Com visão empreendedora e foco no desenvolvimento rural, Rebeca Araújo mostra que é possível inovar, gerar renda e cuidar do meio ambiente. Sua história inspira outros produtores a verem no campo uma fonte de oportunidades, crescimento e transformação.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você quer conhecer mais histórias como a da Rebeca Araújo acompanhe diariamente as novidades aqui no site do Canal Rural/ Empreendedorismo.

Você também pode ter a sua história contada no site, então envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo no agro pelo WhatsApp.

Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural. Acesse o nosso canal canal no YouTube e venha empreender com a gente!



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado da soja: É melhor aguardar



Vários fatores de baixa pressionam o mercado



Vários fatores de baixa pressionam o mercado
Vários fatores de baixa pressionam o mercado – Foto: Pixabay

Segundo análise da TF Agroeconômica, o momento atual do mercado de soja exige cautela por parte dos produtores brasileiros. A recomendação principal é aguardar a reação dos prêmios oferecidos pelos compradores internacionais, especialmente os da China e da Europa. A demanda chinesa será determinante para definir os rumos do mercado nos próximos meses, sendo fundamental acompanhar de perto os desdobramentos da guerra comercial entre EUA e China.

Entre os fatores que podem impulsionar os preços, destaca-se a possível vantagem competitiva do Brasil com a imposição de tarifas entre as duas maiores economias do mundo. Embora os prêmios nos portos brasileiros tenham subido, ainda não compensam completamente as quedas nas cotações da CBOT. Contudo, o período atual é sazonalmente favorável às exportações brasileiras, o que tende a reforçar o protagonismo do país como principal fornecedor mundial. Como afirma Carlos Mera, chefe de Pesquisa de Mercado Agrícola do Rabobank, “o Brasil será de longe o principal beneficiário, o maior fornecedor que pode substituir a soja dos EUA para a China”.

Por outro lado, vários fatores de baixa pressionam o mercado. A retaliação chinesa às tarifas norte-americanas incluiu a imposição de tarifas de 34% sobre produtos dos EUA, restrições à exportação de terras raras e sanções a empresas norte-americanas, além de uma queixa formal na OMC. O comércio de soja entre EUA e China já está em baixa sazonal, e uma continuidade do conflito pode consolidar a perda de mercado dos americanos, embora o Brasil também sofra com a instabilidade. Em 2024, os EUA exportaram 27 milhões de toneladas para a China, contra 74 milhões do Brasil.

Adicionalmente, a desvalorização do real aumentou a competitividade do grão brasileiro, incentivando as vendas no início da colheita. A ANEC revisou para cima as estimativas de exportação de soja em março, de 15,56 para 16,10 milhões de toneladas. Por fim, o USDA informou uma leve redução da área sob seca no Centro-Oeste dos EUA, o que pode influenciar positivamente a produtividade da safra americana e impactar os preços globais.

 





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BB projeta R$ 2 bilhões em propostas



O Banco do Brasil (BB) espera acolher R$ 2 bilhões em propostas durante a 22ª edição da Tecnoshow Comigo. O evento, um dos mais importantes do agronegócio nacional, começa hoje e segue até o dia 11 de abril, em Rio Verde (GO). Segundo a instituição, o montante reflete o otimismo do banco com o setor e o compromisso do BB em apoiar pequenos, médios e grandes produtores rurais.

“O BB é parceiro da Tecnoshow Comigo desde a primeira edição, e essa parceria se fortalece a cada ano, com o Banco reforçando o compromisso em oferecer soluções financeiras completas para todas as necessidades da agricultura familiar e empresarial. Os bons resultados da safra na região reforçam esse cenário positivo. Estamos preparados para fazer bons negócios e apoiar os produtores em todos os ciclos de produção e na realização de novos investimentos, impulsionando o desenvolvimento sustentável do setor e a segurança alimentar de todo o país”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

Nas últimas semanas, o Banco promoveu 100 encontros pré-feira onde foram apresentados e antecipados aos clientes, as condições negociais que o BB levará para o evento deste ano.

Durante os cinco dias de Tecnoshow, os visitantes poderão visitar o estande do Banco do Brasil, um espaço sustentável alinhado à campanha de sustentabilidade do BB e ao movimento ‘A gente se importa’.

A estrutura do espaço utiliza materiais recicláveis e foi projetada para proporcionar uma experiência mais confortável e funcional, com maior iluminação natural, além de oferecer mesas para atendimento bancário, salas de reunião, auditório climatizado para 50 pessoas, café, torre para recarregamento de celular, totem com protetor solar e um ambiente para ativações promocionais, como a cabine de prêmios.

O banco também informou que dezenas de funcionários estarão distribuídos pelas revendas e no estande para prestar atendimento personalizado e apoiar os produtores na contratação de novos investimentos.

Além disso, haverá rodas de conversas com agricultores familiares que tem como objetivo inspirar a nova geração a dar continuidade ao legado de suas famílias no campo, valorizando a importância da sucessão planejada para a sustentabilidade dos negócios rurais

Produtores rurais serão convidados para participar de uma conversa com especialistas do BB, como forma de capturar percepções e entender as necessidades regionais a fim de alinhar as estratégias, soluções e negócios do Banco para o setor.

Confira outras ações do BB para a 22ª edição da Tecnoshow Comigo

  • Rolê que Rende: projeto que tem a estratégia de incentivar negócios com as gerações mais jovens, promovendo debates com o público universitário sobre investimentos, carreira, inovação e educação financeira.
  • Broto: consultores da instituição vão apresentar a plataforma digital agro do Banco do Brasil, mostrando os benefícios para os produtores rurais e para as empresas participantes, visando a promoção de negócios. O Broto apresentará, também, produtos e serviços disponíveis na plataforma, como linhas de crédito, cotações, seguros, consórcios e soluções em ASG (ambiental, social e governança).

O banco também também apresentará serviços como consórcios e seguros.



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USDA reduz estimativa da safra brasileira de milho para 126 milhões de toneladas


Grãos; milho
Foto: Renata Silva/Embrapa

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Brasília estimou a produção de milho do Brasil em 126 milhões de toneladas para safra 2024/25, ante projeção anterior de 128 milhões de toneladas. O volume é 5,9% superior ao estimado para 2023/24, de 119 milhões de toneladas.

O USDA também reduziu estimativa das exportações brasileiras de milho em 44 milhões de toneladas em 2024/25 – cerca de 4 milhões de toneladas a menos que a prevista. Entretanto, o volume supera a estimativa da safra 2023/24, que era de 38,3 milhões de toneladas.

Já a projeção do consumo doméstico passou de 84,5 milhões para 87,5 milhões de toneladas. O volume estimado na safra anterior era de 84 milhões de toneladas.

Safra de milho 2025/26

O Departamento americano estima uma produção de 130 milhões de toneladas de milho, com uma área plantada de 22,5 milhões de hectares (aumento de 500 mil hectares ante 2023/24). As exportações devem somar 44 milhões de toneladas e o consumo doméstico, 89,5 milhões de toneladas.

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Bolsas asiáticas desabam e europeias seguem em queda nesta segunda-feira



Em meio a temores de que a guerra comercial deflagrada pelo tarifaço do presidente dos EUA, Donald Trump, desencadeie uma recessão global, as bolsas asiáticas fecharam a segunda-feira (7) em forte queda – a Bolsa de Hong Kong levou o maior tombo em um único pregão desde 1997, e fechou com queda de 13,22%.

No Japão, o índice Nikkei recuou 7,83%, e o Kospi, na Coreia do Sul, teve queda de 5,57%, com ambos os índices atingindo os menores níveis desde outubro de 2023.

Na Oceania, a bolsa australiana teve seu pior dia desde março de 2020, com queda de 4,23% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 7.343,00 pontos.

Agora pela manhã, o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 3,89%. Na semana passada, o índice sofreu perdas de 8,4%, a maior queda semanal em cinco anos. A Bolsa de Londres caía 3,48%, a de Paris recuava 4% e a de Frankfurt cedia 4,08%, após sofrer um tombo de mais de 10% na abertura do pregão.

Milão, Madri e Lisboa amargavam perdas de 4,37%, 4,14% e 4,39%, respectivamente.

Nos Estados Unidos, os índices futuros de ações caíram 3,5% em negociações voláteis, enquanto os futuros do Nasdaq NQc1 caíram 4,4%. Esse tipo de contrato mostra como o mercado espera que os principais índices de ações se comportem quando o pregão abrir.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja fecha semana em forte baixa na CBOT


Segundo a TF Agroeconômica, a soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o dia e a semana em forte baixa, impactada pela escalada da guerra comercial entre Estados Unidos e China. A retaliação chinesa, com a imposição de tarifas de 34% sobre produtos norte-americanos, atingiu duramente a oleaginosa, mesmo em um momento de fracas negociações entre os dois países. A perspectiva de inviabilização de novas compras e possíveis cancelamentos agravou ainda mais o cenário.

Os contratos de soja para maio, referência para a safra brasileira, fecharam a sexta-feira em queda de -3,41%, ou -34,50 cents/bushel, cotados a US$ 977,00. O vencimento de julho recuou -3,24%, ou -33,25 cents/bushel, a US$ 993,00. O farelo de soja para maio caiu -1,70%, ou -4,90 por tonelada curta, a US$ 283,10. Já o óleo de soja desvalorizou -2,59%, ou -1,22 centavos/libra-peso, fechando a US$ 45,84.

A retaliação chinesa fez com que o país asiático voltasse suas atenções para o Brasil, que está em plena colheita. Esse movimento, somado à desvalorização do real frente ao dólar, aumentou a competitividade da soja brasileira no mercado internacional e incentivou os produtores nacionais a vender. Com isso, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) elevou em 3,47% sua projeção de exportações de soja para março. Caso o número se confirme, representará um aumento de 18,82% em relação ao mesmo período de 2024.

No acumulado da semana, a soja caiu -4,50%, ou -46,00 cents/bushel. O farelo recuou -3,54%, ou -10,60 por tonelada curta. Por outro lado, o óleo de soja foi a única exceção, registrando alta semanal de 1,51%, ou +0,68 centavos/libra-peso.

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Chuvas se intensificam na Região Sudeste neste final de semana


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas significativas em várias partes do país neste final de semana, com destaque para a Região Sudeste. O volume expressivo é fruto da passagem de uma frente fria e deverá atingir áreas do leste de São Paulo e do Rio de Janeiro, estendendo-se até o sul do Espírito Santo, como indica o aviso vermelho (grande perigo), vigente até as 10h de amanhã (5).

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Alertas do Inmet para este final de semana. Fonte: Inmet

No domingo (6), as chuvas diminuem em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas a condição de severidade persiste sobre áreas do Espírito Santo e do extremo sul da Bahia, com chuvas intensas que podem ultrapassar 100 mm em 24 horas.

É necessária atenção especial para as seguintes áreas: Baixada Santista, Litoral Norte, Serra da Mantiqueira, Vale do Paraíba Paulista e Fluminense, Costa Verde, Região Metropolitana do Rio, Baixada Litorânea, Norte Fluminense e sul do Espírito Santo.

A costa norte do país entra em alerta para instabilidades que devem persistir até às 10h de amanhã (5), conforme indica o aviso laranja (perigo) do Inmet, que prevê chuvas intensas, com volumes de até 100 mm, e ventos de até 100 km/h em áreas que vão do Amapá até o Rio Grande do Norte.

O Inmet chama a atenção para volumes significativos nas capitais da faixa norte da região Nordeste, que têm registrado muita chuva nos últimos dias. A persistência das chuvas tem sido ocasionada, principalmente, pela atuação da Zona de Convergência Intertropical.

A Região Norte também segue em alerta para muitas chuvas neste período, que se estende do noroeste do Pará, passando pelo norte de Roraima até o sudoeste do Amazonas, áreas que estão sob aviso laranja (perigo) emitido pelo Inmet, vigente até as 10h de amanhã (5).





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Ouça agora a resenha do que mexe com o mercado na semana 


PODCAST Diário Econômico

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que após retaliação da China às tarifas dos EUA, mercados globais recuaram e o dólar disparou.

A aversão ao risco também atingiu o Brasil, afetando a curva de juros.

No radar da semana, inflação nos EUA, discursos do Fed e indicadores relevantes no Brasil, como IPCA e IBC-Br.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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