terça-feira, maio 26, 2026

Autor: Redação

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Projeto de algodão fortalece comunidades quilombolas



O projeto-piloto beneficiará diretamente 27 famílias



O projeto-piloto beneficiará diretamente 27 famílias
O projeto-piloto beneficiará diretamente 27 famílias – Foto: Canva

A comunidade quilombola São Maurício, em Alcântara (MA), foi palco, na última terça-feira (25), do lançamento do projeto algodão Agroecológico Consorciado com Produtos Alimentares – algodão da Liberdade. A iniciativa visa impulsionar a economia local por meio do cultivo de algodão agroecológico integrado a alimentos tradicionais como milho, feijão, mandioca e hortaliças, promovendo segurança alimentar e sustentabilidade para as famílias da região.

O evento contou com a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre o Governo do Maranhão, a Embrapa Algodão e a Prefeitura de Alcântara. A parceria permitirá a capacitação técnica dos agricultores, a certificação agroecológica e a doação de sementes. Para Bira do Pindaré, secretário da SAF, o projeto resgata a história do município de forma transformadora: “Antes, o algodão era símbolo da dor da escravidão. Agora, ele é símbolo de liberdade e desenvolvimento.”

A agricultora Eliane Rodrigues celebrou a chegada do projeto como uma nova esperança para São Maurício. “Estamos muito gratos por esse olhar para nossas comunidades. Vai incentivar toda a região”, disse emocionada. Segundo o pesquisador da Embrapa, Frederico Lisita, os produtores serão capacitados com técnicas de cultivo orgânico e participativo, com unidades de aprendizagem e pesquisa (UAPs), valorizando práticas sustentáveis e preços diferenciados.

O projeto-piloto beneficiará diretamente 27 famílias e, indiretamente, cerca de 60 em Alcântara, com previsão de expansão para outras comunidades. Coordenado pela Embrapa Algodão e financiado pelo MDA, o Algodão da Liberdade faz parte de uma estratégia maior para fortalecer consórcios agroecológicos em todo o Nordeste e Semiárido mineiro.

 





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BR-101 é liberada após caminhão tombar e incendiar 21 carros



O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina (CBMSC) conseguiu controlar controlar as chamas que tomaram conta da BR-101, no domingo (6), na região do Morro dos Cavalos na Grande Florianópolis, após um caminhão-tanque que transportava álcool etílico tombar na pista, provocando um incêndio de grandes proporções. Após o acidente, o combustível vazou e se espalhou pela via.

Ao entrar em ignição, o etanol provocou a queima de 21 automóveis e três carretas. A ocorrência mobilizou 36 bombeiros de diversas cidades da região e demandou mais de 12 horas de trabalho ininterrupto. A operação foi concluída por volta das 3h da manhã desta segunda-feira (7) e a pista foi totalmente liberada às 5h07.

“Esta operação foi uma das mais complexas enfrentadas pelas equipes do nosso Corpo de Bombeiros. Nosso trabalho inicial foi voltado ao controle do risco e ao combate às chamas. A situação era extremamente perigosa, pois o líquido inflamável escoou por baixo dos veículos parados e, ao pegar fogo, ameaçava causar uma tragédia ainda maior”, explicou o comandante-geral do CBMSC, coronel Fabiano de Sousa.

O combate direto ao incêndio levou cerca de quatro horas e meia, sendo seguido pela etapa de transbordo da carga restante — cerca de 22 mil litros de etanol que permaneceram no tanque do caminhão —, o destombamento do veículo e a liberação da pista.

Apesar da gravidade da ocorrência, apenas cinco pessoas ficaram feridas, todas com queimaduras e lesões consideradas leves. “A estratégia adotada pelas equipes foi fundamental para evitar uma tragédia com o fogo se propagando para mais veículos e possíveis outras vítimas”, complementa o coronel.

A operação contou com o apoio de diversas instituições: Instituto do Meio Ambiente (IMA), Prefeitura de Palhoça, Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil, Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) e Polícia Rodoviária Federal (PRF).



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Guerra comercial, câmbio e clima: os fatores que movimentaram a soja e o milho



A semana foi marcada por diferentes acontecimentos econômicos que impactaram os mercados de soja e milho, no Brasil e no exterior. Segundo a plataforma Grão Direto, a intensificação da guerra comercial entre Estados Unidos e China, aliada a dados econômicos robustos nos EUA e movimentações na área de plantio americana, trouxe volatilidade aos preços e influenciou decisões estratégicas de produtores e tradings.

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O principal destaque da última semana foi o agravamento da disputa comercial entre Estados Unidos e China. Na quarta-feira (2), o presidente norte-americano Donald Trump anunciou novas tarifas sobre diversos países. Em resposta, a China divulgou na sexta-feira (4) um aumento de 34% nas tarifas sobre produtos agrícolas americanos, incluindo a soja, o que torna inviáveis as exportações dos EUA para o país asiático.

A medida favorece diretamente a soja brasileira, que já vinha sendo beneficiada desde o início do conflito comercial em 2018. Com isso, os prêmios de exportação subiram nos portos brasileiros, enquanto os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) para maio encerraram a semana em queda, cotados a US$ 9,77 por bushel, recuo de 3,41%.

Mercado no Brasil segue firme

No mercado interno, os preços da soja seguiram sustentados pela demanda internacional aquecida e pela competitividade frente ao produto americano. O índice de soja exportação da Grão Direto iniciou a semana a R$ 133,66 por saca e fechou a R$ 134,10 na sexta-feira. Apesar da estabilidade nos preços, gargalos logísticos e a alta nos fretes continuam a dificultar o escoamento da safra recorde nacional.

Óleo de soja sofre impacto

As cotações do óleo de soja recuaram mais de 4% ao longo da semana, pressionadas pela queda do petróleo, que acumulou baixa de 7,5%. O óleo de soja, amplamente utilizado na produção de biocombustíveis, acompanha diretamente os movimentos do setor energético.

Além disso, a desvalorização do óleo de palma no mercado internacional também reforçou o cenário de baixa, pressionando as cotações da soja em grão.

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, na última segunda-feira, aumento de 5% na área plantada de milho (95,3 milhões de acres) e redução de 4% na área de soja (83,5 milhões de acres) para a próxima safra. A mudança reflete a tentativa de produtores americanos de reduzir os impactos das tarifas chinesas sobre a soja, uma vez que o milho é menos dependente da exportação.

A reconfiguração das áreas de plantio pressionou os preços futuros das commodities em Chicago e reforçou o cenário de competição internacional mais acirrada.

O avanço do dólar

O dólar comercial encerrou a semana cotado a R$ 5,83, com alta acumulada de 3,85%. O avanço da moeda americana foi impulsionado pelos dados do payroll norte-americano, que registrou a criação de 228 mil empregos em março, acima das expectativas. A divulgação reforçou o otimismo com a economia dos Estados Unidos e fortaleceu o dólar globalmente.

Além disso, o aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais, provocado pela escalada da guerra comercial, também beneficiou moedas fortes. No Brasil, a valorização cambial melhora a competitividade das exportações agrícolas, mas impõe pressão sobre os custos de produção, já que diversos insumos são cotados em dólar.



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Hoje é o último dia para votar no Prêmio Personagem Soja Brasil!


Ainda dá tempo de escolher seu pesquisador ou produtor favorito e ajudar a reconhecer os profissionais que impulsionam o avanço e a sustentabilidade da soja no Brasil. A votação se encerra nesta segunda-feira, 7 de abril, às 16h (horário de Brasília).

Para participar, basta acessar o link, preencher seus dados e confirmar seu voto. É rápido, simples e faz a diferença.

Foto: Prêmio Personagem Soja Brasil
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Conheça os indicados ao Prêmio Soja Brasil:

Alberto Schlatter, produtor rural em Chapadão do Sul (MS), alia tradição e inovação no cultivo da soja. Sua família suíça se estabeleceu no Brasil em 1921, e ele segue investindo no crescimento sustentável da produção.

Outro indicado é Anderson Cavenaghi, professor e doutor em proteção de plantas no Mato Grosso, se especializou no controle de plantas daninhas e no uso de herbicidas, promovendo maior produtividade e sustentabilidade nas lavouras do Cerrado.

Já Cecilia Czepak, professora na Escola de Agronomia da UFG, em Goiás, é referência no manejo integrado de pragas, desenvolvendo estratégias eficazes para o controle de pragas na soja.

Claudia D’Agostini, produtora em Sabáudia (PR), assumiu a fazenda da família ao lado da irmã e busca inovações para aumentar a produtividade e fortalecer a sucessão familiar na agricultura.

Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja no Paraná, é especialista em manejo de solos. Seus estudos impactam diretamente a produtividade e a sustentabilidade das lavouras.

Para finalizar o time dos indicados, Oliverio Alves de Melo, produtor rural em Balsas (MA), atua no desenvolvimento agrícola desde 1995 e participa do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado.



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Guerra tarifária redesenha tabuleiro do agronegócio



“É hora do Brasil consolidar sua imagem como fornecedor confiável e sustentável”



Brasil desponta como uma alternativa estratégica, principalmente para a China
Brasil desponta como uma alternativa estratégica, principalmente para a China – Foto: Pixabay

As recentes tensões comerciais entre Estados Unidos, China e União Europeia acendem um alerta para o agronegócio brasileiro. De acordo com Carlos Cogo, Sócio-Diretor de Consultoria da Cogo Inteligência em Agronegócio, a escalada de tarifas, sobretaxas e barreiras não tarifárias não é apenas uma disputa econômica, mas envolve também interesses em tecnologia, segurança nacional e liderança geopolítica. A imposição de tarifas de 34% por parte da China sobre produtos norte-americanos, por exemplo, desencadeia uma reorganização no comércio global de alimentos, com impactos diretos no setor agrícola mundial.

Nesse cenário, o Brasil desponta como uma alternativa estratégica, principalmente para a China, que busca novos fornecedores diante do embate com os EUA. Produtos como soja, milho, carne bovina e suína ganham espaço no curto prazo, substituindo exportações norte-americanas e europeias. No entanto, Cogo alerta para os riscos: a excessiva dependência de um único mercado – como a China, que responde por até 70% das vendas em algumas cadeias – torna o Brasil vulnerável a reviravoltas políticas e comerciais.

Além disso, a tendência global de desglobalização e neoprotecionismo, impulsionada por essa guerra tarifária, ameaça o crescimento das exportações agrícolas no longo prazo. Muitos países estão priorizando segurança alimentar e autossuficiência, o que fragmenta cadeias globais de suprimento e impõe novos desafios aos exportadores. 

“É hora do Brasil consolidar sua imagem como fornecedor confiável e sustentável. Diversificar mercados e agregar valor aos produtos são caminhos essenciais para reduzir riscos e ampliar margens. O momento é de oportunidade, mas também de cautela. A atuação do setor privado e da diplomacia comercial será determinante nos próximos anos”, conclui.

 





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Tempestade provoca enxurrada e vacas são arrastadas pela correnteza no RJ



Um vídeo publicado no X, por uma moradora do município de Angra dos Reis, registrou o momento em que vacas são arrastadas pela correnteza nas ruas da cidade. Fortes chuvas atingiram o Rio de Janeiro neste final de semana e 300 pessoas estão desalojadas após a tempestade.

A região foi uma das mais afetadas pelo temporal. No vídeo é possível observar dois animais tentando resistir à correnteza com o corpo quase coberto pela água. De acordo com a Defesa Civil do município, nem os bombeiros e nem o próprio órgão foram acionados para ocorrência.

Em alguns pontos da cidade, o nível das chuvas atingiu 300 milímetros em um intervalo de 24 horas entre sexta e sábado. A expectativa era de 170 milímetros para o mês inteiro. No sábado (5), a prefeitura decretou situação de emergência em Angra dos Reis devido aos alagamentos e deslizamentos causados na cidade.

Além de Angra dos Reis, a cidade de Petrópolis, na região da serra fluminense também registrou fortes chuvas que alagaram o município e deixando pessoas desalojadas.

*Com supervisão de Thiago Dantas





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Inmet emite alerta laranja de perigo para quatro regiões


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu três alertas na cor Laranja para ocorrência de chuva forte em dez estados brasileiros nesta segunda-feira (7). Segundo o instituto, o grau de severidade é de perigo com riscos potenciais.

O órgão informa que as chuvas podem ter um acumulado de 50 a 100 mm/dia. As regiões atingidas correm o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco.

Áreas afetadas pelas chuvas:

Na região Sul, o Sudoeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Noroeste Rio-grandense, Metropolitana de Porto Alegre, Sudeste Rio-grandense, Nordeste Rio-grandense, Centro Oriental Rio-grandense e Sul Catarinense são locais com possibilidade dessas ocorrências.

No Sudeste, os estados do Espírito Santo e Minas Gerais podem sofrer com as chuvas. Na região Nordeste, cidades do sul da Bahia, do norte do Ceará, do Maranhão e do Piauí também correm risco.

Na região Norte do Brasil, o Amapá e uma grande área do Pará estão no mapa com possibilidade de chuva forte.

Mapa do Inmet com alertas pelo BrasilMapa do Inmet com alertas pelo Brasil
Inmet emitiu três alertas Laranja na manhã desta segunda-feira Foto: divulgação/ Inmet

Instruções

O Inmet orienta que as pessoas evitem enfrentar o mau tempo e observem alteração nas encostas. “Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Em caso de situação de inundação, ou similar, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos”, diz o órgão.

Outras informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).



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Exportações da carne de frango atingem 476 mil t e avançam 13,8%



As exportações brasileiras de carne de frango (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 476 mil toneladas em março, volume 13,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2024, quando foram embarcadas 418,2 mil toneladas. Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A receita gerada pelas exportações também registrou desempenho positivo, alcançando US$ 889,9 milhões, valor 18,5% maior em relação aos US$ 751,3 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior.

Com este resultado, o setor acumula no primeiro trimestre de 2025 um total de 1,387 milhão de toneladas exportadas, número 13,7% acima do volume embarcado nos três primeiros meses de 2024, com 1,220 milhão de toneladas. Em receita, o crescimento é ainda mais expressivo, com US$ 2,587 bilhões obtidos no período, frente a US$ 2,142 bilhões em igual intervalo do ano passado – alta de 20,8%.

“A média das exportações de carne de frango se manteve acima das 460 mil toneladas mensais neste primeiro trimestre, o que é inédito na história do setor e aponta para uma provável superação das projeções iniciais da ABPA para este ano. Diversos dos mercados de mais alto valor agregado apresentaram altas expressivas, o que se refletiu, também, em uma receita em nível de crescimento mais elevado em relação aos volumes”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Destino da carne de frango

Entre os principais destinos de exportação em março, a China manteve a liderança, com 46,4 mil toneladas embarcadas – volume 19,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. Na sequência aparecem:

  • Arábia Saudita, com 40,5 mil toneladas (+15,7%)
  • Emirados Árabes Unidos, com 32,2 mil toneladas (-21%)
  • Japão, com 29,8 mil toneladas (-5,5%)
  • África do Sul, com 27,2 mil toneladas (-4,7%)
  • Filipinas, com 25,1 mil toneladas (+43,6%)
  • União Europeia, com 23 mil toneladas (+29,9%)
  • México, com 20,4 mil toneladas (+52,4%)
  • Coreia do Sul, com 14,9 mil toneladas (+18,4%)
  • Iraque, com 14,9 mil toneladas (-7,6%)

Produção nacional

No desempenho por estados, o Paraná segue como o maior exportador nacional, com 192,3 mil toneladas embarcadas em março (+11,6% em relação ao mesmo período do ano anterior). Em seguida estão:

  • Santa Catarina, com 106,1 mil toneladas (+12,1%)
  • Rio Grande do Sul, com 63,2 mil toneladas (+11,2%)
  • São Paulo, com 26,5 mil toneladas (+19,9%)
  • Goiás, com 22,6 mil toneladas (+18,6%)



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Produtora de Goiás aposta na moringa e transforma cultivo em negócio lucrativo e sustentável



A engenheira agrônoma Rebeca Araújo, de 31 anos, é um exemplo de como a inovação no campo pode gerar renda, sustentabilidade e transformar a vida de quem trabalha com dedicação.

Moradora de Formosa, município goiano no entorno do Distrito Federal, ela encontrou na moringa uma oportunidade de empreender e criar uma empresa que alia saúde, beleza e respeito ao meio ambiente.

Mãe, produtora rural e apaixonada pelo agronegócio, Araújo se encantou com a moringa há cerca de quatro anos e meio.

A planta, originária da Índia e rica em nutrientes, virou o carro-chefe de sua empresa, a Moringa Beauty, especializada em  suplementação alimentar, ração animal, dermocosméticos, medicina, extração de óleo e até produção de biocombustível.

Em poucos anos, ela conquistou um público fiel e um time de vendas com mais de 18 pessoas, atendendo clientes em Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

Com mais de 10 mil clientes atendidos, Araújo comemora o crescimento da empresa e já tem planos de exportar seus produtos para a Europa e os Estados Unidos. A meta é ousada: alcançar 50 mil clientes nos próximos três anos.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Moringa oferece nutrição, saúde e versatilidade no campo

A moringa é considerada uma das plantas mais completas do mundo. Com 92 tipos de nutrientes, 46 antioxidantes e 18 aminoácidos essenciais, ela pode ser usada na alimentação humana, na nutrição animal, na indústria cosmética e até na produção de biocombustíveis.

Araújo soube enxergar o potencial da planta não só como negócio, mas como uma aliada para o produtor rural.

A silagem da moringa, por exemplo, é altamente nutritiva e pode complementar a alimentação do rebanho, especialmente em períodos de estiagem.

A planta ainda contribui para a recuperação do solo, purificação da água e captura de carbono, sendo uma alternativa promissora para quem busca produção sustentável e de baixo custo.

Outro diferencial é o apoio à agricultura familiar. Toda a cadeia produtiva é pensada para fortalecer pequenos produtores e manter práticas sustentáveis do início ao fim.

“Acredito que todo empreendedor precisa buscar capacitação, pois aprender a fazer as coisas do jeito certo desde o começo faz toda a diferença no sucesso do negócio”, salienta a produtora rural.

O apoio de instituições como o Sebrae e o Senar foi fundamental para o sucesso. A Sala do Empreendedor de Formosa, por exemplo, ofereceu o suporte necessário para que ela formalizasse seu negócio. 

Com visão empreendedora e foco no desenvolvimento rural, Rebeca Araújo mostra que é possível inovar, gerar renda e cuidar do meio ambiente. Sua história inspira outros produtores a verem no campo uma fonte de oportunidades, crescimento e transformação.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você quer conhecer mais histórias como a da Rebeca Araújo acompanhe diariamente as novidades aqui no site do Canal Rural/ Empreendedorismo.

Você também pode ter a sua história contada no site, então envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo no agro pelo WhatsApp.

Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural. Acesse o nosso canal canal no YouTube e venha empreender com a gente!



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