terça-feira, maio 26, 2026

Autor: Redação

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Mapa lança a Câmara Setorial Setorial para Agropecuária Indígena



Após um estudo realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o ministro Carlos Fávaro autorizou, nesta segunda-feira (7), a criação da Câmara Setorial de Agropecuária Indígena. O objetivo é dar mais agilidade e aprimorar a agricultura indígena.

Na semana passada, Fávaro e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, estiveram com o cacique Raoni Mepuktire e lideranças do Xingu, na Aldeia Piarauçu, em Mato Grosso. Ontem, o ministro recebeu a presidente da Federação dos Povos Indígenas de Mato Grosso (Fepoimt), Eliane Xunakalo e representantes de diversas terras indígenas para discutir medidas de auxílio à produção agrícola dos povos indígenas e o incremento de programas do Mapa.

Sobre as Câmaras

As Câmaras Setoriais e Temáticas do Mapa são fóruns de discussão entre os diversos elos das cadeias produtivas, reunindo entidades representativas de produtores, empresários, instituições bancárias e de outros parceiros no setor, além de representantes de órgãos públicos e de técnicos governamentais para discutir questões de interesse da cadeia produtiva, tais como manejo, processo produtivo, comercialização, entre outros.

Com os fóruns, agricultores indígenas devem participar de debates regulares para o desenvolvimento do setor.

A Fepoimt representa cerca de 60 mil indígenas de 46 povos que vivem em Mato Grosso. Participaram da reunião 20 representantes de diferentes regiões e segmentos.

Segurança Alimentar

O Mapa realiza o Programa de Segurança Alimentar para Etnias Indígenas que, em Mato Grosso, é desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Estado de Mato Grosso (UFMT) para os Xavantes, que representam aproximadamente metade dos indígenas que vivem no estado, com investimento de R$ 12 milhões; e com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) para os Tapirapé, no qual são aplicados R$ 2 milhões.

Além de promover a geração de renda com capacitação de agricultores indígenas, desenvolvimento de áreas produtivas, agregação de valor à cadeia produtiva e manutenção de banco de germoplasma de alimentos tradicionais, o programa prevê a aquisição de tratores e maquinário para que as ações sejam efetivadas.

O ministério informou que vai investir mais R$ 1,5 milhão para o incremento da produção e ampliação da comercialização de alimentos indígenas, a exemplo do mel produzido pelos índios do Xingu, comercializado em todo o país em uma rede de supermercados nacional, que foi o primeiro produto indígena do Brasil a receber o Selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF).

Outros alimentos reconhecidos que são produzidos pelos indígenas de Mato Grosso são o óleo de pequi e a pimenta em pó.

O Mapa também comunicou que está trabalhando em ações para a ampliação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), atuando com os povos indígenas para agregação de valor também por meio do Selo Arte.



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escalada da tensão entre EUA e China pressiona mercados


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a escalada da guerra comercial entre EUA e China segue pressionando os mercados globais.

O dólar subiu pelo segundo dia seguido, fechando a R$5,91, enquanto o Ibovespa caiu 1,31%. No Brasil, juros avançaram com a alta dos Treasuries.

Destaque também para o investimento da Novo Nordisk e os alertas do BC sobre inflação e volatilidade.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Área plantada com trigo pode cair 20% no Paraná



Trigo registra alta no preço, mas recua na área




Foto: Pixabay

O plantio de trigo foi oficialmente liberado no Paraná a partir de 1º de abril, conforme as indicações do Zoneamento Agrícola. No entanto, a expectativa para a safra de 2025 aponta uma retração significativa na área destinada à cultura. A estimativa inicial prevê redução de 20% na área plantada, caindo de 1,14 milhão para 910 mil hectares.

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária produzido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a diminuição está associada, entre outros fatores, ao crescimento da área ocupada pelo milho na segunda safra, que é frequentemente semeado após a colheita da soja. “A expansão do milho e da soja reduziu o espaço para o trigo”, afirmaram os técnicos do Deral no relatório.

Apesar de o plantio seguir permitido até junho, o cenário atual não favorece um aumento significativo na área de cultivo. Os analistas apontam como entraves a recorrência de frustrações nas últimas safras e mudanças nas regras de seguro agrícola, que visam restringir o uso recorrente do benefício.

Mesmo com os preços do trigo em alta — a média de março subiu 5% em relação a fevereiro e 24% na comparação com março de 2024 —, o interesse pelo cultivo permanece limitado. “Os preços atuais indicam rentabilidade positiva sobre os custos variáveis, o que não ocorria no mesmo período do ano passado”, aponta o boletim. Ainda assim, os números não têm sido suficientes para reverter a tendência de queda.

Caso a estimativa de plantio se confirme, esta será a menor área de trigo no Paraná desde 2012. Com condições climáticas favoráveis, a produção pode alcançar 2,93 milhões de toneladas, volume inferior à capacidade de moagem das indústrias do estado, que deverão recorrer a fornecedores da Argentina, do Paraguai e do Rio Grande do Sul, como tem ocorrido em anos de safras comprometidas.





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AgroNewsPolítica & Agro

Fruticultura avança com chuvas e manejo


O Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (3) pela Emater/RS-Ascar traz um panorama das condições da fruticultura em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Na área administrativa de Ijuí, os pomares de laranja e bergamota de cultivares precoces iniciaram a fase de maturação. Produtores realizaram o controle da mosca-das-frutas, do ácaro e da pinta-preta. No entanto, a estiagem registrada anteriormente resultou na queda de frutos ainda verdes.

Na cultura do morango de dias neutros, a produção se mantém em níveis reduzidos. A poda de folhas está sendo conduzida regularmente, e mudas importadas da Espanha já foram transplantadas, embora a área ocupada ainda seja pequena. Segundo levantamento da Emater, os preços médios na região estão em R$ 2,50 por quilo para a bergamota, R$ 3,00 para a laranja e R$ 30,00 para o morango.

Em Santa Rosa, as chuvas recentes favoreceram o desenvolvimento das frutíferas, possibilitando a realização dos tratos culturais específicos de cada espécie. A maioria das culturas, como pessegueiro, ameixeira, macieira e videira, encontra-se em fase de senescência das folhas. Produtores estão aplicando adubação de reposição para compensar os nutrientes extraídos durante a produção, além de realizarem o raleio em citros, podas de limpeza em amoreiras e morangueiros, e tratamentos contra ácaros, que se intensificam com a baixa umidade do ar.

Algumas frutíferas estão em fase de colheita, como o figo — em etapa final —, a bergamota da variedade precoce Satsuma Okitsu e o caqui das cultivares Fuyu, Kioto, Taubaté e Rama Forte. A produção da região se destina, majoritariamente, ao consumo familiar e à venda por meio de programas institucionais, como o PAA e o PNAE. Nas videiras, os produtores realizam aplicação de cobre foliar para favorecer o acúmulo de reservas na fase vegetativa pós-colheita.

Na região de Pelotas, a colheita do figo segue em áreas irrigadas, enquanto nas não irrigadas já foi concluída, com rendimento médio de 10 toneladas por hectare. A safra de melancia foi finalizada, com boa produtividade. Já a colheita da uva chegou ao fim, apresentando rendimento entre 10 e 35 toneladas por hectare, conforme dados do município. Os produtores agora se dedicam à limpeza dos pomares e à aplicação de Fungicidas, com o objetivo de preservar as folhas por mais tempo, favorecendo a produção de reservas. Pequenos volumes de frutas ainda permanecem armazenados em câmaras frias para comercialização futura. Também continuam os cadastros vitícolas na região.





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Frente fria em alto mar leva temporais para região brasileira hoje



A terça-feira (8) será marcada por pancadas de chuva de moderada a forte intensidade em grande parte do país. No Nordeste, o avanço de uma frente fria em alto mar deve causar fortes temporais em parte da região. Confira:

Sul

A terça-feira começa com chuva de moderada a forte intensidade em várias áreas do Rio Grande do Sul por conta da presença de um cavado meteorológico. Essas áreas de instabilidade predominam principalmente entre a madrugada até o fim da manhã, com previsão de acumulados bem altos na região de Chuí, na Serra Gaúcha, região de Passo Fundo e metropolitana de Porto Alegre. No início da tarde, essa chuva avança até Santa Catarina e Paraná. Tem previsão de pancadas com raios e trovoadas e temporais. Florianópolis e Curitiba terão dia de sol entre nuvens, com chuva que acontece à tarde.

Sudeste

Terça-feira com sol e pouca chuva na região Sudeste do Brasil. À tarde, a chance de temporais aumenta na região de Presidente Prudente, Vale do Ribeira e Litoral Sul de São Paulo por conta de instabilidades que avançam pelo interior do continente. A capital paulista, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Vitória, terão um dia de sol entre nuvens. Não chove no Espírito Santo, em Minas Gerais e em grande parte do interior fluminense.

Centro-Oeste

Na região Centro-Oeste, a combinação do calor e da umidade formam as nuvens carregadas em praticamente todos os estados da Região. O dia já começa com pancadas com raios na região de Sinop, em Mato Grosso, e espalham ao longo do dia pelo território mato-grossense. Em Mato Grosso do Sul, a chance de chuva aumenta entre a manhã e a tarde e há previsão de pancadas fortes em Campo Grande. Em Goiânia, chove rápido à tarde, sem previsão de temporais. Em Brasília, tempo firme.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continua formando nuvens bem carregadas entre São Luís (MA), Teresina (PI), Fortaleza (CE) até o litoral do Rio Grande do Norte. A chuva acontece em vários momentos do dia e tem previsão de acumulados altos. Na região entre Porto Seguro e Salvador, ambos na Bahia, a chuva aumenta por conta do avanço de uma frente fria em alto mar. Tem previsão de temporais. No interior nordestino, o tempo segue bem estável sem previsão de chuva.

Norte

Chove desde o amanhecer em Roraima, interior do Amazonas e no litoral do Amapá por conta da circulação de ventos, calor e umidade. Ao longo do dia, a chance de chuva aumenta nos demais estados e chove forte em Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC). Em Palmas (TO), dia de sol, nebulosidade variável e chuvas rápidas.



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Colheita do feijão da primeira safra chega a 88%



Estado estima 27 mil hectares para próxima safra




Foto: Pixabay

A colheita do feijão da primeira safra atingiu 88% da área cultivada no Rio Grande do Sul, conforme dados divulgados pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (3), por meio do Informativo Conjuntural. O avanço se deve principalmente ao desempenho da região dos Campos de Cima da Serra, onde o cultivo é mais tardio e as atividades seguem em ritmo acelerado.

De acordo com o levantamento, a colheita deve ser concluída até a primeira quinzena de abril. Os produtores aguardam a redução da umidade dos grãos nas lavouras em maturação, visando atingir teores entre 13% e 16%, considerados ideais para evitar danos ao tegumento e preservar a qualidade do produto durante o armazenamento.

“O potencial produtivo segue elevado, com estimativas próximas a 2.400 quilos por hectare. Em algumas lavouras, esse volume pode ultrapassar os 3 mil quilos por hectare, a depender das condições climáticas e do manejo realizado”, informa a Emater/RS-Ascar.

Para a safra 2024/2025, a projeção é de que sejam cultivados 27.149 hectares com feijão no Estado, com produtividade média estimada em 1.838 quilos por hectare.





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Exportações de soja podem bater recorde no trimestre


A soja brasileira segue com preços internos próximos da estabilidade, apesar de uma leve baixa observada nos últimos dias, segundo análise divulgada pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 28 de março a 3 de abril. De acordo com o relatório, o comportamento do mercado foi influenciado por prêmios mais baixos e pela cotação do dólar, que se manteve ao redor de R$ 5,70.

“A média de preços no Rio Grande do Sul fechou em R$ 127,38 por saca, com valores em balcão girando em torno de R$ 125,00”, informou a Ceema. Em outras regiões do país, os preços variaram entre R$ 105,00 e R$ 119,50 por saca nas principais praças de comercialização.

A demanda externa, sobretudo da China, impulsionou os embarques do grão. Dados da Agrinvest apontam que, até 25 de março, o Brasil já havia carregado 22,8 milhões de toneladas de soja para exportação, sendo 17,7 milhões destinadas ao mercado chinês. “Esses volumes refletem, em parte, compras antecipadas de 33 milhões de toneladas realizadas pela China até dezembro de 2023”, destaca o relatório.

Segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), a participação da China nas exportações brasileiras aumentou em 2024. “Nos dois primeiros meses do ano, o país asiático respondeu por 79% dos embarques, ante 75% no mesmo período de 2023.”

A colheita da atual safra também avançou. Conforme levantamento da Pátria AgroNegócios e da AgRural, 82% da área plantada já foi colhida, superando a média histórica de 79,3%. No Paraná, a colheita alcançou 95% da área, enquanto no Centro-Oeste está praticamente finalizada. No Rio Grande do Sul, os trabalhos atingiam 24% da área até 27 de março, ligeiramente acima da média dos últimos cinco anos, de 22%, conforme dados da Emater.





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Brasil tem reservas para enfrentar decisões de Trump, diz Lula



O Brasil tem reservas internacionais suficientes para enfrentar as decisões do governo Donald Trump, disse nesta segunda-feira (7) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Durante anúncio de investimentos do setor de logística em Cajamar, São Paulo, o presidente reiterou que a economia voltará a crescer mais que o previsto em 2025.

“Nós pagamos a dívida externa brasileira. Nós, pela primeira vez, fizemos uma reserva [internacional] de US$ 370 bilhões, o que segura este país contra qualquer crise. Mesmo o presidente Trump falando o que ele quer falar, o Brasil está seguro porque temos um colchão de US$ 350 bilhões, que dá ao Brasil e ao ministro da [Fazenda] Fernando Haddad uma certa tranquilidade”, disse Lula, em evento promovido pela empresa de comércio eletrônico Mercado Livre.

Segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC), as reservas internacionais estavam em US$ 338,6 bilhões na última sexta-feira (7). No entanto, se contar os cerca de US$ 17 bilhões leiloados pelo BC desde o ano passado com compromisso de serem recomprados ao longo deste ano, o total sobe para US$ 355,6 bilhões.

Crescimento da economia

Durante o evento, o Mercado Livre anunciou investimentos de R$ 34 bilhões no Brasil apenas neste ano. Para o presidente, as apostas da empresa no país são justificadas porque a economia brasileira continuará a crescer acima do previsto neste ano, por causa de medidas recentes do governo para estimular o crédito e o consumo.

“Agora, as pessoas dizem: ‘A economia vai desacelerar, ela vai crescer menos’. E eu quero dizer para vocês, na frente dos trabalhadores do Mercado Livre, que a economia brasileira vai surpreender. Porque essa gente que fica discutindo o chamado mercado, essa gente que fica discutindo a economia não conhece o microcrédito funcionando, e o dinheiro chegando na mão de milhares e milhões de pessoas”, declarou Lula.

Segundo o presidente, a melhoria na economia já vem sendo percebida nos últimos anos, ao citar, como exemplo, que categorias profissionais tiveram reajuste salarial acima da inflação. “O salário mínimo já aumentou acima da inflação por dois anos consecutivos. O emprego voltou a crescer todo o ano. E o crédito está acontecendo com muita força nesse país, muita força”, destacou.

Sem dependência dos EUA

Desde que Donald Trump anunciou a aplicação de tarifas a produtos de outros países, chamado tarifaço, bolsas de valores de diversos país tiveram quedas. Para o presidente, o crescimento no Brasil não vai depender de outros países.

“Não depende de ninguém, não depende dos Estados Unidos, não depende da China, não depende da África, só depende de nós brasileiros”, disse.

“É isso que nós queremos: não queremos nada demais. Nós só queremos ser tratados com respeito, com dignidade, porque nós temos esse direito porque quem produz a riqueza desse país são vocês”, afirmou



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Segunda-feira de altos movimentos no mercado da soja; confira as cotações no Brasil



A segunda-feira (7) foi marcada por movimentação no mercado brasileiro de soja. A combinação de valorizações nos preços futuros em Chicago, na taxa de câmbio e nos prêmios de exportação sustentou os preços internos e incentivou a comercialização. Segundo a Safras & Mercado, grandes volumes foram negociados tanto pela indústria quanto para exportação.

Preços da soja no país

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131,00 pra R$ 132,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 132,00 pra R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 135,00 pra R$ 136,50
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 128,00 pra R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 135,00 pra R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 117,00 pra R$ 118,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 120,00 pra R$ 121,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 pra R$ 118,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram o dia sem direção definida. As posições mais próximas tiveram leve alta, enquanto os vencimentos mais distantes recuaram. A sessão foi bastante volátil, influenciada pelas tensões da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

O presidente Donald Trump ameaçou novas tarifas contra a China, caso não haja recuo na sobretaxa de 34% imposta recentemente. Esse cenário elevou a aversão ao risco, embora algumas operações de barganha tenham sustentado os contratos mais curtos.

O mercado segue atento à colheita sul-americana e ao relatório do USDA, previsto para quinta-feira, com projeções de pouca mudança no quadro americano. Espera-se corte leve nas estimativas de safra do Brasil (de 169 milhões para 168,9 milhões de toneladas) e da Argentina (de 49 milhões para 48,7 milhões).

Colheita no Brasil

No Brasil, a colheita da safra 2024/25 chegou a 86,6% da área até 4 de abril, segundo levantamento da Safras & Mercado. O ritmo é mais acelerado que o do ano passado (78,2%) e acima da média dos últimos cinco anos (83,1%).

As inspeções de exportação de soja dos EUA somaram 804.270 toneladas na semana encerrada em 3 de abril, ligeiramente abaixo das 813.069 toneladas da semana anterior.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão para maio fecharam com alta de 6,00 centavos de dólar (0,61%), a US$ 9,83 por bushel. A posição julho subiu 4,00 centavos (0,40%), a US$ 9,97 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para maio teve alta de US$ 5,30 (1,87%), a US$ 288,40 por tonelada. Já o óleo de soja recuou 0,69 centavo (1,5%), para 45,15 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial teve forte valorização nesta segunda, encerrando com alta de 1,29%. A moeda norte-americana foi cotada a R$ 5,9108 para venda e R$ 5,9088 para compra. Ao longo do dia, oscilou entre R$ 5,8163 e R$ 5,9323.



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veja como fechou o mercado hoje



O mercado brasileiro de milho esteve travado nesta segunda-feira (7). A postura dos consumidores segue inalterada, retraídos nas negociações, esperando por novas quedas no curto prazo.

Por outro lado, os produtores estão fixando ofertas, mas com preços semelhantes ao registrado no fechamento da última semana.

As indicações em Santos e Paranaguá progrediram, com avanço do dólar e prêmio. Mercado atento na tensão global, nos movimentos do câmbio e dos futuros do milho e na evolução climática.

Veja os preços da saca de milho hoje

  • Porto de Santos (SP): de R$ 74,50 a R$ 80 (CIF)
  • Porto de Paranaguá (PR):de R$ 74 a R$ 80
  • Cascavel (PR): de R$ 74 de R$ 76
  • Mogiana (SP): de R$ 85 a R$ 86,
  • Campinas (SP): de R$ 89 a R$ 90
  • Erechim (RS): de R$ 75 a R$ 77
  • Uberlândia (MG): de R$ 78 a R$ 79
  • Rio Verde (GO): de R$ 76 a R$ 78 (CIF
  • Rondonópolis (MT): de R$ 78 a R$ 82

Milho em Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com baixa predominante nos preços.

A maior parte das posições foi pressionada desde o início do dia pelo forte recuo do petróleo em Nova York e pelas tarifas sobre todos os produtos americanos por parte da China.

Além disso, a expectativa de que haja um aumento no plantio dos Estados Unidos complementou o cenário negativo. A queda foi contida pela fraqueza do dólar frente a outras moedas e pelos sinais de que ainda há uma demanda positiva pelo cereal americano.

Seguindo a volatilidade do dia, as posições maio/25 e julho/25 fecharam com valorização, enquanto as demais caíram.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.582.773 toneladas na semana encerrada no dia 3 de abril, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, haviam atingido 1.646.852 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.464.970 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1° de setembro, as inspeções somam 35.582.389 toneladas, contra 27.382.416 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Contratos futuros

  • Na sessão, os contratos com entrega em maio de 2025 fecharam com baixa de 0,25 centavo, ou 0,05%, cotados a US$ 4,57 1/2 por bushel.
  • Os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com avanço de 0,25 centavo, ou 0,05%, cotados a US$ 4,65 1/2 por bushel.



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