terça-feira, maio 26, 2026

Autor: Redação

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Cenário favorável para a soja; saiba o preço em cada região do Brasil



O mercado brasileiro de soja apresentou firmeza nesta terça-feira (8). Foram registrados negócios em altos volumes, impulsionados pelos preços valorizados. Apesar do frete seguir caro, os valores de compra permanecem firmes, refletindo a alta em Chicago, o câmbio e os prêmios.

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Segundo a consultoria Safras & Mercado, o cenário é favorável para as negociações: as tradings continuam oferecendo preços atrativos, enquanto a indústria acompanha e também paga bem pela commodity.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 132,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 136,50 para R$ 138,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 121,00 para R$ 123,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com desempenho misto. As posições mais próximas sustentaram-se em território positivo por fatores técnicos, recuperando-se dos menores níveis em quatro meses. Já os contratos mais longos recuaram após o governo Trump confirmar aumento nas tarifas sobre a China.

Os investidores também estão atentos ao relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira. Outro fator de observação é o excesso de chuvas que atinge o centro do cinturão produtor americano.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou à Fox News que os EUA começarão a aplicar tarifas de 104% sobre produtos chineses a partir de quarta-feira (9), após a China não cumprir o prazo estabelecido por Donald Trump para a retirada das medidas retaliatórias. As informações são da agência “Sputnik”.

O relatório do USDA deverá trazer poucas alterações no quadro de oferta e demanda dos EUA. O mercado espera um leve corte nas estimativas de safra do Brasil e da Argentina. Analistas apostam em estoques americanos de 381 milhões de bushels para 2024/25 – contra 380 milhões projetados em março.

Para o cenário global, a previsão é de estoques finais de 122 milhões de toneladas para 2024/25, frente aos 121,4 milhões previstos anteriormente.

O USDA deve reduzir a estimativa da safra brasileira de 169 milhões para 168,9 milhões de toneladas e, para a Argentina, de 49 milhões para 48,7 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 9,75 centavos de dólar (0,99%), a US$ 9,92 3/4 por bushel. A posição julho foi cotada a US$ 10,04 por bushel, com ganho de 7,00 centavos (0,70%).

Nos subprodutos, o farelo para maio subiu US$ 2,60 (0,90%), encerrando a US$ 291,00 por tonelada. Já o óleo de soja caiu 0,21 centavo (0,46%) e fechou a 44,94 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,43%, cotado a R$ 5,9959 para venda e R$ 5,9939 para



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Acordo de cooperação pretende fortalecer ações na agropecuária baiana


Um Acordo de Cooperação Técnica entre a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Secretaria de Agricultura (Seagri), por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), foi firmado para fortalecer as ações de defesa sanitária agropecuária, assistência técnica e extensão rural no estado.

O acordo foi assinado nesta terça-feira (8), no primeiro dia do Fórum Estadual dos Gestores Municipais da Agropecuária da Bahia (Feagri), que acontece até a próxima quinta (10), no Centro de Convenções de Salvador.

O evento realizado pela Seagri promete ser um marco para o setor agropecuário baiano e surge como uma das maiores oportunidades de discussão e aprendizado sobre o futuro da agropecuária na Bahia e tem a expectativa de reunir mais de 500 inscritos de 210 municípios de todos os 27 territórios de identidade do estado.

Além da Seagri, o evento conta com a parceria da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), da Secretaria de Turismo (Setur), Bahia Pesca e Centro Tecnológico Agropecuária do Estado da Bahia (Cetab).

V Feagri, em Salvador, Adab, acordo de cooperação técnica, Agropecuária, pecuáriaV Feagri, em Salvador, Adab, acordo de cooperação técnica, Agropecuária, pecuária
Foto: Thuane Maria/GOVBA

“Essa assinatura é uma tentativa da gente avançar cada vez mais com a cadeia, principalmente no processo das agroindústrias. A Bahia já é a melhor dentro da agroindústria do Brasil”, pontuou o secretário de desenvolvimento rural, Osni Cardoso.

A programação do V Feagri oferece com atividades que envolvem palestras, minicursos e plenárias, abordando temas essenciais para o fortalecimento da agropecuária baiana.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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bolsas dos EUA acumulam perdas de US$ 10 trilhões



Os Estados Unidos vivem uma onda de insatisfação crescente. Com as bolsas de valores acumulando uma perda superior a US$ 10 trilhões nos últimos meses, milhões de americanos começam a sentir no bolso os efeitos de uma economia instável.

A percepção de empobrecimento coletivo já se traduz em protestos nas ruas, com críticas cada vez mais diretas ao presidente Donald Trump.

Embora o mandatário da Casa Branca tenha capitalizado sua popularidade em cima de um discurso pró-mercado e de recuperação econômica, o atual momento desafia essa narrativa. Isso porque o recuo nos mercados atinge não apenas grandes investidores, mas também famílias comuns que aplicam em fundos de pensão ou contam com a valorização de seus ativos para manter o padrão de vida.

A origem dessa crise é multifatorial: juros elevados por mais tempo do que o esperado, inflação persistente, tensões geopolíticas e frustrações com a condução da política econômica. Analistas também apontam que a retórica agressiva do presidente em temas como comércio internacional e segurança pode estar contribuindo para a instabilidade.

Efeitos no Brasil

E o Brasil, como fica? Para o agronegócio brasileiro, essa crise tem efeitos diretos. Um mercado americano em retração significa menor demanda global por commodities, impacto sobre o câmbio e maior aversão ao risco por parte de investidores. O cenário exige atenção redobrada do produtor e do exportador rural.

A crise nas bolsas dos Estados Unidos é mais do que um dado técnico, é um termômetro do humor da maior economia do mundo — e seus reflexos chegam, inevitavelmente, até o campo brasileiro.

Miguel Daoud: analista político e econômico do Canal Rural. Formado pela Escola Superior de Administração de Negócios da Universidade Católica de São Paulo (PUC), possui mais de 10 anos de experiência em eventos pelo Brasil. É presença constante em programas de rádio e televisão, além de palestrante de economia e política com foco em agronegócio para associações, cooperativas e sindicatos rurais, bem como empresas de insumos e defensivos agrícolas e instituições financeiras. Também atua como moderador e apresentador de eventos diversos para empresas de todos os setores.

*O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Balança comercial inicia abril com superávit de US$ 1,8 bi


A balança comercial brasileira iniciou o mês de abril de 2025 com superávit de US$ 1,8 bilhão, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (7) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). A corrente de comércio no período alcançou US$ 10,5 bilhões, com exportações de US$ 6,1 bilhões e importações de US$ 4,4 bilhões.

No acumulado do ano, as exportações somam US$ 83,5 bilhões, enquanto as importações totalizam US$ 71,7 bilhões, resultando em saldo positivo de US$ 11,8 bilhões. A corrente de comércio acumulada até o momento é de US$ 155,2 bilhões.

Segundo a Secex, houve aumento de 11,4% na média diária das exportações na primeira semana de abril em relação ao mesmo período de 2024. O desempenho setorial indica crescimento de 3,7% nas exportações da agropecuária, com destaque para produtos como café não torrado (8%), especiarias (134,8%) e soja (2,7%). Na indústria extrativa, o avanço foi de 5,9%, impulsionado pelas vendas de fertilizantes brutos (325,8%), minérios de Cobre (129,4%) e petróleo bruto (13%).

A indústria de transformação registrou aumento de 19% nas exportações, com elevação nas vendas de farelos de soja e outros alimentos para animais (55%), produtos residuais de petróleo (1.385,6%) e aço semi-acabado (221,8%).

Por outro lado, a Secex identificou quedas nas exportações de trigo e centeio não moídos (-11,7%), milho (-46,8%) e algodão em bruto (-14%) na agropecuária. Na indústria extrativa, as retrações envolveram minério de Ferro (-24,2%) e minérios de níquel (-99,9%). Já na indústria de transformação, os recuos mais relevantes foram registrados em açúcares e melaços (-33,7%), celulose (-34,3%) e óleos combustíveis (-24,5%).

As importações também apresentaram crescimento, com destaque para a agropecuária (51,2%), a indústria extrativa (5,7%) e a indústria de transformação (9,5%). Na agropecuária, foram impulsionadas pelas compras de milho (349,8%), cacau (916,4%) e cevada (65,5%). Na indústria extrativa, aumentaram as aquisições de fertilizantes brutos (61,8%) e petróleo bruto (14,1%). Na indústria de transformação, sobressaíram medicamentos (30,9%), compostos químicos (36,3%) e veículos de passageiros (48,9%).

Apesar do crescimento geral nas importações, foram registradas quedas em produtos como trigo (-37,5%), soja (-96,9%) e pescado (-32,4%) na agropecuária; gás natural (-29,7%) e outros minerais em bruto (-38,2%) na indústria extrativa; e Cobre (-42,5%) e válvulas eletrônicas (-28,1%) na indústria de transformação.





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Indústria de suco de laranja deve sofrer impacto de R$ 1,1 bilhão com tarifaço de Trump



A cadeia brasileira de suco de laranja deve sofrer um impacto significativo com a tarifa adicional de 10% sobre os produtos importados aos Estados Unidos, conforme ordem executiva anunciada por Donald Trump na semana passada.

A Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR) indica que os norte-americanos respondem por cerca de 37% dos embarques brasileiros do produto.

Conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela entidade, entre julho de 2024 e fevereiro de 2025, foram enviados 207.205 toneladas de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ 66 Brix) ao país da América do Norte, totalizando US$ 879,8 milhões em faturamento.

Impacto de US$ 100 milhões/ano

A CitrusBR informa em nota que, com base no desempenho atual da safra 2024/25 e projetando-se uma exportação anualizada de aproximadamente 235,5 mil toneladas ao mercado norte-americano, o impacto da nova tarifa pode atingir cerca de US$ 100 milhões por ano, ou R$ 585 milhões considerando o câmbio de R$ 5,85 por dólar.

“Esse valor se soma aos tributos já incidentes, como a tarifa de US$ 415 por tonelada de FCOJ equivalente a 66 Brix. Apenas em 2024, esse tributo representou cerca de US$ 85,9 milhões em pagamentos. Assim, somando-se as tarifas atuais e a nova medida, o total de impostos pode atingir cerca de US$ 200 milhões anuais, ou aproximadamente R$ 1,1 bilhão”, destaca a CitrusBR.

A entidade ressalta que as empresas brasileiras seguem, de forma individual e com base em suas estratégias comerciais, abastecendo o mercado dos Estados Unidos com suco de laranja de alta qualidade.

No entanto, o setor lamenta que a medida tenha sido adotada sem considerar o histórico de complementaridade entre a produção brasileira e a indústria da Flórida, além da relação de longo prazo com empresas engarrafadoras que atuam nos Estados Unidos.



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Starlink, de Elon Musk, vai colocar mais 7,5 mil satélites na órbita do Brasil



A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta terça-feira (8) o pedido da Starlink para lançar mais 7,5 mil satélites na órbita do país. A empresa de Elon Musk já tinha 4,4 mil satélites em operação e agora chegará a 11,9 mil unidades, o que deve reforçar a sua liderança no segmento de internet rápida por satélites

A decisão do conselho diretor da Anatel aconteceu por meio de votação em circuito deliberativo, longe dos holofotes. O tema havia sido colocado em pauta na reunião ordinária do conselho na semana passada, mas teve o pedido de análise adiado por até 120 dias a pedido do relator do processo, o conselheiro Alexandre Freire. Entretanto, Freire decidiu expor seu voto em uma deliberação no sistema virtual da agência.

A aprovação da Anatel ocorreu de forma unânime. Com isso, o órgão regulador atendeu integralmente o pleito da Starlink para a alteração do direito de exploração que já estava em voga, ampliando o número de unidades na órbita e as faixas de frequências utilizadas para transmissão do sinal de internet. A alteração da licença custará R$ 102 mil à empresa de Musk e será válida até 2027.

A aprovação aconteceu à revelia das outras empresas de internet por satélite no Brasil, que haviam pedido à Anatel que indeferisse o pedido da Starlink devido aos riscos de congestionamento na órbita e interferências, dado o aumento expressivo no número de satélites, bem como o uso de novas frequências.

Como resposta a essa intensificação na corrida comercial na órbita, a Anatel emitiu um “alerta regulatório”, mecanismo por meio do qual informa a sociedade que fará uma atualização do marco normativo vigente devido aos riscos identificados.

Entre outras medidas, foi determinado que o Comitê de Infraestrutura de Telecomunicações e o Comitê de Espectro e Órbita da Anatel deverão promover, de forma urgente, discussões técnicas e estudos aprofundados para subsidiar a análise de impacto regulatório considerando as diretrizes internacionais, eficiência no uso do espectro, segurança das redes, soberania nacional e promoção da concorrência.

“Embora tenhamos deferido, por unanimidade, o pedido de alteração do direito de exploração satelital da starlink para ampliação do número de satélites e faixas de frequências autorização, bem como atualização das redes associadas, este caso deixou claro para mim as limitações da regulamentação atual para oferecer respostas adequadas às complexas questões que emergem nesse cenário”, afirmou o relator, Alexandre Freire, em nota.



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Mapa prorroga estado de emergência zoosanitária em 180 dias



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prorrogou por mais 180 dias o estado de emergência zoossanitária em todo o território nacional por conta do vírus da influenza aviária H5N1 de alta patogenicidade (IAAP) – também conhecida como gripe aviária – em aves silvestres no Brasil.

A Portaria nº 784 foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (7).

De acordo com nota da pasta, a prorrogação acontece de forma preventiva com objetivo de manter as condições do Mapa em adotar medidas de erradicação do foco de forma rápida e a mobilização de verbas da União e a articulação com outros ministérios, organizações governamentais – nas três instâncias: federal, estadual e municipal – e não governamentais.

No final de março, o Ministério publicou a Portaria nº 782, que suspende a realização de exposições, torneios, feiras e outros eventos com aglomeração de aves.

A medida tem como objetivo prevenir a propagação da doença e poderá ser flexibilizada apenas com a autorização do Serviço Veterinário Estadual, mediante avaliação epidemiológica e plano de biosseguridade aprovado.

Casos de gripe aviária no Brasil

O primeiro caso de gripe aviária no Brasil foi registrado no dia 15 de maio de 2023, em aves silvestres. Até esta data, foram registrados 166 focos da doença, sendo 163 em aves silvestres e três em espécies de subsistência.

Segundo o Ministério, até este momento, não há registro de circulação do vírus na criação comercial, o que mantem o Brasil com status de país livre de influenza aviária perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), exportando seus produtos para consumo de forma segura.



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Exagero de chuva pode somar até 300 mm nos próximos dias no Sul; veja áreas


A chuva deve seguir frequente e volumosa no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina até a próxima quinta-feira (10). Algumas áreas, como a faixa litorânea dos dois estados, podem ter acumulados de até 300 mm no período, de acordo com a Climatempo.

Segundo a previsão dos meteorologistas, além do litoral, o volume de chuva devem ser mais empressivo no extremo sul e parte da Costa Doce no Rio Grande do Sul. Já em Santa Catarina, o destaque fica para o sul do estado e para a faixa sul da Grande Florianópolis.

No mapa acima, as áreas em amarelo indicam volumes de chuva entre 50 mm e 100 mm, enquanto as áreas em roxo sinalizam acumulados que podem variar de 150 mm a 300 mm.

A combinação de chuva intensa e solo já encharcado aumenta o risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra, especialmente nas áreas costeiras.

Além disso, a Climatempo chama atenção para as rajadas de vento, que podem agravar a situação em alguns pontos, trazendo risco para queda de árvores e postes.

A população deve ficar atenta às atualizações meteorológicas e aos alertas emitidos pelas autoridades locais.

É importante evitar áreas de risco, manter-se em locais seguros e seguir as orientações da Defesa Civil. O cenário climático exige atenção especial para quem vive nas regiões destacadas no mapa, especialmente no litoral da região.



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conheça os profissionais que testam até 15 alimentos por dia



Garantir que cada alimento chegue à mesa do consumidor com sabor, textura e aparência impecáveis é o foco dos Mestres Sensoriais da Seara. Esses profissionais atuam diariamente em laboratórios especializados da marca avaliando até 15 itens por dia, utilizando todos os sentidos para assegurar a qualidade dos mais de 700 produtos comercializados pela empresa no Brasil.

Com atuação em áreas como controle de qualidade, pesquisa e desenvolvimento (P&D), os Mestres Sensoriais analisam desde o desempenho da embalagem até a suculência e a crocância dos alimentos.

Rosane Souza, profissional mais experiente da equipe, participa do programa desde sua criação, há cinco anos. “Nosso trabalho é muito semelhante à percepção do consumidor. Utilizamos todos os nossos sentidos para garantir que o produto esteja perfeito. A missão é proporcionar uma experiência completa e satisfatória”, afirma.

Na unidade da Seara em Duque de Caxias (RJ), Rosane atualmente conduz testes com linguiças para churrasco. Sua rotina começa com a preparação do ambiente, seguindo com avaliações técnicas que incluem corte, temperatura e degustação. Junto à equipe de P&D, ela também participa de reuniões para ajustar formulações, mantendo os padrões definidos pela empresa.

A atuação desses profissionais vai além da análise sensorial convencional. Eles são formados pela Academia de Mestres Sensoriais, programa pioneiro da Seara no Brasil que já capacitou cerca de 370 pessoas desde 2019. Atualmente, 90 Mestres Sensoriais estão distribuídos pelas unidades da marca em todo o país.

Durante a formação, que ocorre em módulos semanais, os participantes realizam testes básicos de percepção sensorial. Aqueles aprovados passam por treinamentos regulares e reciclagens anuais. A equipe responsável pelo conteúdo é formada por quase dez cientistas sensoriais, incluindo um chef de cozinha.

“Na Seara, investimos em iniciativas pioneiras, como o programa de Mestres Sensoriais, para garantir que cada produto ofereça uma experiência completa e memorável. Nosso trabalho combina ciência, inovação e paixão para superar as expectativas dos consumidores”, explica Luciara Rech Peil, diretora-executiva de Inovação e P&D da Seara.

Além da prática, o trabalho envolve conhecimentos em estatística, bioquímica e biologia. O objetivo é antecipar tendências e alinhar os produtos ao que o mercado busca. A análise sensorial é essencial para o sucesso de uma receita — indo além da boa procedência da matéria-prima — e se consolida como peça-chave na diferenciação da marca no mercado de alimentos.



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R$ 2 bilhões não resolvem problemas do seguro rural, diz Fávaro



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse hoje (8) durante o 18º Congresso Internacional da Associação Latino-Americana para o Desenvolvimento do Seguro Agropecuário (Alasa) que, mais importante do que aumento de recursos financeiros para o prêmio de subvenção do seguro rural está a estruturação das políticas públicas para o setor.

“O Brasil é um dos poucos países no mundo a disponibilizar quase R$ 18,5 bi para subvenção às taxas de juros. Não se trata de R$ 1 bi ou R$ 2 bi para o seguro rural, o desafio é muito maior do que achar que vamos fazer a parametrização ou o incremento de R$ 2 bilhões e simplesmente está resolvido o seguro”, disse.

A afirmação foi feita a jornalistas durante a abertura do evento que ocorre em Brasília. Ainda durante a entrevista, Fávaro declarou que o seguro tem que ser obrigatório ao produtor que capta recursos subsidiados, mas desde que o seguro seja atraente ao agricultor.

“A obrigatoriedade de ser um seguro que seja atrativo, não um ônus, um peso nos ombros”, afirma.

No site do Ministério da Agricultura, o governo informa que ao contratar uma apólice de seguro rural o produtor (pessoa física ou jurídica) pode minimizar suas perdas ao recuperar o capital investido na sua lavoura.

“O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) oferece ao agricultor a oportunidade de segurar sua produção com custo reduzido, por meio de auxílio financeiro do governo federal”, diz o comunicado.

Resolução para o seguro rural

Por fim, Fávaro também disse que resolver a questão é um desafio e o congresso é uma oportunidade para aprofundar discussões e construir soluções em torno do tema.

“Tenho certeza que daqui sairão ideias e propostas por parte do parlamento, das entidades representativas dos produtores, das seguradoras e do governo um modelo sustentável e eficiente”, disse.

Sobre o Congresso Alasa

Com o tema “Protegendo o futuro do agro: assegurando o amanhã”, o 18º Congresso Internacional Alasa reúne profissionais e instituições ligadas ao seguro rural, como seguradoras, cooperativas agropecuárias, bancos, produtores, especialistas e autoridades públicas de toda América Latina.

O evento segue até a quinta-feira (10).



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