segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

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Preços do trigo seguem em alta e indicam boas oportunidades



Entre os fatores de alta, destacam-se a produção abaixo da média no Mar Negro



Entre os fatores de alta, destacam-se a produção abaixo da média no Mar Negro
Entre os fatores de alta, destacam-se a produção abaixo da média no Mar Negro – Foto: Divulgação

Segundo análise da TF Agroeconômica, os preços domésticos do trigo continuam em forte valorização, favorecidos pela alta nas cotações das farinhas. A recomendação para quem ainda possui grão armazenado é de manter a espera por melhores condições de venda. Já compradores devem aproveitar dentro de suas possibilidades. 

Para a safra futura, os contratos em Chicago oferecem margens atrativas: para dezembro de 2025, os preços estão US$ 49,25/bushel acima de maio deste ano; para maio de 2026, a diferença chega a US$ 78,5/bushel, o que representa um lucro estimado de 12,73%. A orientação é garantir a cobertura dos custos e reservar até 10% da produção para possíveis ganhos com especulação.

Entre os fatores de alta, destacam-se a produção abaixo da média no Mar Negro, com previsão de 79,7 milhões de toneladas para a Rússia em 2025/26 (menor volume desde 2021), e a continuidade da seca nos EUA, especialmente no Kansas. A paridade cambial favorável ao dólar, as boas exportações americanas e os estoques globais em queda — estimados em 265,1 milhões de toneladas pelo IGC — reforçam o viés altista.

No Brasil, o destaque é o aumento nos preços do trigo argentino, que subiram de US$ 243 para US$ 250/t nos últimos 30 dias, aproximando-se do preço americano. A demanda nos portos de Paranaguá e Rio Grande deve crescer diante da escassez de produto nacional, o que favorece as importações.

Por outro lado, entre os fatores de baixa, há previsão de aumento de 0,4% na produção global com os avanços na Rússia e Austrália, além do excesso de oferta de farinhas no mercado brasileiro, que pressiona os preços e limita novas compras de trigo por parte dos moinhos.

 





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Mercados agrícolas iniciam semana sob influência do clima


Segundo a TF Agroeconômica, os mercados de grãos abriram esta segunda-feira (21) com variações moderadas, marcadas por feriado no Brasil e forte influência das condições climáticas nos Estados Unidos. A soja subiu levemente na Bolsa de Chicago, com o contrato maio/25 cotado a US$ 1042,25 (+5,75), sustentada pelas chuvas intensas nas regiões produtoras americanas. O excesso de umidade pode prejudicar o milho e abrir espaço para a soja, que possui janela de plantio mais longa. No Brasil, o indicador CEPEA fechou em R$ 135,61, queda de 0,80% no dia, mas alta de 2,59% no mês.

“O risco para a cultura de oleaginosas é que essas chuvas excessivas podem reduzir a produção de milho a tal ponto que ela acabará cedendo terras para a soja, que tem uma janela de plantio mais longa do que as forrageiras. Paralelamente, e refletindo os aumentos, a segunda guerra comercial entre os EUA e a China continua, lançando mais sombras do que luzes sobre o futuro do comércio de soja. Feriado no Brasil”, comenta.

O milho também teve leve valorização em Chicago, com o contrato maio/25 negociado a US$ 486,75, refletindo os atrasos no plantio causados pelas enchentes e tempestades em estados-chave dos EUA, como Oklahoma, Texas e Illinois. No mercado interno, o milho registrou queda de 0,35% no CEPEA, cotado a R$ 83,49, acumulando perda de 4,81% no mês. “Isso pode acentuar o atraso incipiente já evidente na temporada de plantio 25/26 e até mesmo afetar as condições das culturas plantadas antecipadamente. Feriado no Brasil”, completa.

O trigo avançou 2,50 pontos, alcançando US$ 551,25 no contrato maio/25 da CBOT. A valorização foi impulsionada pela fraqueza do dólar frente ao euro, que melhora a competitividade das exportações americanas. No Brasil, os preços se mantiveram praticamente estáveis: no Paraná, o CEPEA apontou R$ 1.579,50, e no Rio Grande do Sul, R$ 1.479,70, ambos com ligeiras altas no acumulado mensal.

“Este é um nível raramente visto que melhora a competitividade das exportações dos EUA, mas que, por outro lado, destaca o potencial de recessão causado pela escalada tarifária imposta pela Casa Branca. Assim como acontece com a soja e o milho, o excesso de chuvas em áreas do sul dos EUA pode prejudicar áreas com plantações de inverno. Feriado no Brasil”, conclui.

 





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O que as empresas fazem de errado numa feira Agro?


Segundo André Franco, conselheiro independente na Revella Tech e na Agrológica Agrocomercial, muitos expositores do setor agro cometem falhas recorrentes na comunicação com o produtor rural durante feiras e eventos. Em publicação recente, Franco compartilhou uma análise baseada em suas visitas como produtor a algumas das principais feiras do setor.  

Entre os principais erros, ele destaca o uso excessivo de linguagem técnica, dificultando o entendimento por parte dos produtores, e a falta de clareza ao apresentar como as soluções podem resolver problemas práticos do campo. Outro ponto crítico, segundo ele, são os estandes fechados e pouco convidativos, que acabam afastando visitantes ao invés de promover a interação.  

Franco também critica o despreparo de algumas equipes de atendimento, que muitas vezes não sabem responder dúvidas ou demonstram desinteresse. Além disso, aponta como equivocado o uso de materiais em inglês em eventos nacionais, o que pode passar a impressão de que o público-alvo não é o produtor brasileiro.  

“Percebi nas feiras que estive presente, e ouvi de muitos outros, que a presença de produtores estava menor que em anos anteriores… será que estes pontos, provavelmente entre outros, não são justamente o que NÃO TÊM estimulado produtores a participarem das feiras?”, comenta.

Por fim, ele observa a dificuldade de algumas empresas em diferenciar suas marcas, o que leva à sensação de que “é tudo a mesma coisa”. Para ele, é essencial destacar os pontos fortes de cada produto e mostrar claramente os benefícios que oferecem ao agricultor.

“As feiras são uma oportunidade única para as empresas se conectarem com os produtores e fortalecerem sua marca. A meu ver, não deveriam ser um local majoritariamente de networking ou de promoções para negócios com preços mais baixos, que é, o que de uma forma ou de outra, estão se transformando”, conclui.

 





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Agrishow destaca diversidade de expositores que impulsionam o agronegócio



A 30ª edição da Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação será palco de uma ampla vitrine de soluções voltadas ao agronegócio brasileiro. Entre os dias 28 de abril e 2 de maio de 2025, em Ribeirão Preto (SP), o evento reunirá mais de 800 marcas expositoras, em uma área de 520 mil m², conectando produtores, pesquisadores, investidores e empresas de todos os portes.

Com a participação de líderes de segmentos essenciais para a produção de alimentos, fibras e bioenergia, a feira reforça o papel estratégico do setor no desenvolvimento econômico do país. O agronegócio é responsável por cerca de um terço do PIB brasileiro, e eventos como a Agrishow são fundamentais para fortalecer essa contribuição por meio da inovação e da tecnologia aplicada ao campo.

“A Agrishow reflete a evolução intensa vivida pelo setor nas últimas três décadas. A indústria nacional de máquinas e equipamentos agrícolas se adaptou às necessidades do produtor rural brasileiro e hoje é referência global, especialmente em sustentabilidade e eficiência produtiva”, afirma João Marchesan, presidente da Agrishow e um dos fundadores do evento.

A expectativa é repetir o sucesso da edição de 2024, que atraiu mais de 195 mil visitantes. A programação deste ano inclui lançamentos de produtos, demonstrações técnicas, debates, treinamentos e ações promocionais, consolidando a feira como ambiente de negócios, atualização e networking para todos os elos da cadeia agroindustrial.

Confira os destaques de 17 expositores confirmados:

  • BB Seguros: apresenta sua linha completa de seguros para lavouras, equipamentos, rebanhos e patrimônio, além do inédito Seguro Floresta de Preservação, com foco em sustentabilidade.
  • Yara: lança o YaraBasa TURBO, fertilizante balanceado com oito nutrientes no mesmo grânulo. Também apresenta soluções de alta tecnologia como o YaraAmplix BIOTRAC e o YaraMila COMPLEX.
  • Corteva: destaca o herbicida Linear e o inseticida Revolux, além de soluções para o controle do greening nos citros e para a broca da cana.
  • Gerdau: maior siderúrgica brasileira, apresenta arames, perfis e chapas voltadas ao agronegócio e anuncia os vencedores do Prêmio Gerdau Melhores da Terra.
  • DJI Agriculture: compartilha sua experiência global com drones agrícolas e reforça sua atuação na América Latina, aliando tecnologia, produtividade e sustentabilidade.
  • TT do Brasil: apresenta a Plantadora Maia, que reduz o uso de mudas na cana-de-açúcar, e o sistema TTWaveLink, com telemetria avançada.
  • CEMAG: exibe 18 equipamentos agrícolas, incluindo lançamentos como o subsolador VIBRASOLO e a selecionadora eletrônica SEF250.
  • Hughes do Brasil: leva o IoT Sat, solução de conectividade rural que viabiliza rastreamento de veículos, irrigação inteligente e logística em tempo real.
  • Solinftec: apresenta a Refill Station, estrutura que permite operação autônoma de robôs agrícolas movidos a energia solar, e a Way, para logística de cana.
  • Louis Dreyfus Company (LDC): em parceria com a Coopercitrus, oferece condições especiais de barter para fertilizantes.
  • CASP: apresenta soluções em armazenagem e equipamentos para avicultura e suinocultura, com tecnologia 100% nacional.
  • Danfoss Power Solutions: lança a linha de bombas X1P e displays DM, que aceleram o desenvolvimento de interfaces com alta performance.
  • ICL: mostra tecnologias em nutrição vegetal, com destaque para Longevus Planta e Soca, Forcy Cana, Forcy Concorde e o biofertilizante Keep Green, exclusivo para café.
  • GSI: apresenta o Painel do Secador com monitoramento remoto e o Grain Cleaner EC, solução robusta para limpeza de grãos.
  • Armac: atua com locação de máquinas e soluções para agricultura, floresta e logística. Exibe equipamentos voltados à mecanização e gestão de operações.
  • Nock Agro: a startup destaca tecnologia UV-C para controle de doenças em lavouras, reduzindo o uso de defensivos químicos e promovendo sustentabilidade.

Quando e onde será a Agrishow 2025

A Agrishow 2025 – 30ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação – acontece entre os dias 28 de abril e 2 de maio, na rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 – Ribeirão Preto (SP).



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Papa deixa legado de compromisso ambiental e promoção do respeito entre as pessoas



O falecimento do papa Francisco marca o fim de um ciclo de mais de uma década à frente da Igreja Católica, pautado por uma forte defesa de temas ambientais e sociais que dialogam diretamente com o futuro do agronegócio global.

Nascido Jorge Mario Bergoglio, o pontífice escolheu o nome Francisco em homenagem a São Francisco de Assis — símbolo da humildade, simplicidade e do cuidado com os pobres e com a natureza.

Ao longo de seu pontificado, Francisco destacou-se por trazer para o centro do debate religioso e político questões como a preservação ambiental, os efeitos das mudanças climáticas, a fome no mundo e a busca por um modelo de desenvolvimento sustentável.

Em 2015, publicou a encíclica Laudato Si’, considerada um dos documentos mais relevantes do século XXI sobre a crise ecológica. O texto convocou governos, empresas e cidadãos a assumirem responsabilidades na proteção dos recursos naturais e no combate às desigualdades provocadas pelas mudanças climáticas.

Essas diretrizes ganharam atenção especial em setores estratégicos como o agronegócio, diretamente impactado pela necessidade de produção sustentável e pelas exigências de segurança alimentar global. O papa destacou em diversas ocasiões a importância de se garantir acesso justo à terra, à água e aos alimentos, sem comprometer o meio ambiente ou as futuras gerações.

Para analisar os desdobramentos desse legado e seu impacto sobre o setor produtivo, o comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, participou da edição do Mercado & Companhia desta segunda-feira e destacou a conexão entre os princípios defendidos pelo papa e os desafios enfrentados pelo mundo.

” Eu espero que o sucessor do papa Francisco siga o mesmo trabalho com foco no amor, na religião e no respeito. Uma condução dentro da dignidade dos valores da sociedade”, disse o comentarista.

Assista ao vídeo com a análise completa de Miguel Daoud no topo desta página.





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tecnologia global e força brasileira a serviço do agronegócio


Desde 1944, a HIAB se consolidou como referência mundial em soluções para movimentação de cargas. Inventora do primeiro guindaste hidráulico articulado do mundo, a empresa estabeleceu um novo padrão de eficiência, segurança e inovação para o setor. Hoje, a HIAB é reconhecida como líder global em sua categoria, com presença em mais de 100 países, 15 plantas fabris e centros de pesquisa e desenvolvimento, 62 centros de serviço, mais de 4.200 colaboradores e um portfólio que abrange 12 marcas altamente especializadas.

No país, essa presença foi consumada com a aquisição da ARGOS em 2017, então líder nacional em guindastes articulados. Desde então, a ARGOS passou a integrar a HIAB, unindo a robustez reconhecida dos seus produtos com a excelência tecnológica e a escala de uma companhia global, e devido ao reconhecimento nacional, a marca ARGOS segue estampando os produtos tupiniquins.

Os produtos ARGOS são desenvolvidos com o exclusivo software de elementos finitos HIAB, chamado de X-Jumbo? e fruto de 80 anos de conhecimento acumulado, garantindo estruturas otimizadas e resistentes para as condições mais exigentes. Cada modelo é testado por até 100.000 ciclos em bancada externa, enfrentando exposição direta à intempérie para assegurar máxima durabilidade. Fabricados com aço Strenx? de no mínimo 700 MPa importado da Suécia, os guindastes ARGOS oferecem uma combinação incomparável de baixo peso, alta performance e longevidade. Uma linha exclusiva de equipamentos foi desenvolvida para atender às particularidades do agronegócio, com modelos como o aG.9, aG.12 e  AGI 13.5s, concebidos especialmente para o trabalho no campo, aproveitando ao máximo a capacidade de carga do caminhão e levando agilidade ao agricultor.

Hoje, a marca ARGOS está presente em milhares de propriedades rurais em todo o país, apoiando o agricultor brasileiro no transporte de bags de sementes, implementos agrícolas, silos desmontáveis, tratores e máquinas das mais diversas. Essa proximidade com o campo transformou a empresa em uma das principais parceiras do agronegócio nacional, levando produtividade e segurança a cada nova colheita. Além do setor agrícola, os guindastes ARGOS também estão presentes nos setores de construção civil, eletrificação, manutenção industrial, mineração e diversas outras aplicações, sempre entregando confiabilidade, agilidade e robustez incomparáveis.

Com uma visão estratégica clara e sólida, a HIAB enxerga o Brasil como um de seus principais mercados de crescimento nos próximos anos. Os investimentos planejados incluem ampliação da capacidade produtiva local, desenvolvimento de novas soluções voltadas a todos os segmentos que atua, e expansão da rede de serviços e atendimento. A empresa acredita no potencial do agronegócio brasileiro e está comprometida em estar cada vez mais próxima do produtor, oferecendo tecnologia de ponta, suporte técnico e inovação contínua.

Com uma história sólida, inovação constante e soluções desenvolvidas para atender com precisão às necessidades do Brasil, a HIAB reafirma seu compromisso com o progresso de todos os segmentos que dependem da movimentação de cargas. A robustez dos produtos ARGOS é resultado direto dessa visão. Seja no campo ou na cidade, na lavoura ou no canteiro de obras, os guindastes ARGOS são a escolha de quem precisa de força, confiança e desempenho. Parceiros fiéis do produtor e do investidor brasileiro, prontos para carregar o futuro, seja ele qual for.

 





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RS reforça barreiras sanitárias para impedir avanço do greening na citricultura



Após a confirmação de um novo surto de greening (ou huanglongbing – HLB) em pomares de citros no oeste de Santa Catarina, em fevereiro deste ano, o Rio Grande do Sul intensificou as ações de prevenção para evitar a entrada da doença no estado. O objetivo é preservar a sanidade dos pomares gaúchos e proteger a cadeia produtiva de citros local.

“Em 2022, com o primeiro foco confirmado em Xanxerê (SC), desenvolvemos um Plano de Contingência que inclui fiscalização rigorosa e monitoramento contínuo do inseto vetor, o psilídeo Diaphorina citri. Desde então, seguimos aplicando as medidas preventivas em áreas produtoras de citros no RS”, explica a engenheira agrônoma Maria Luíza Conti, chefe substituta da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal (DDSV), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

Fiscalização para conter o greening

Entre as ações em curso, destacam-se as barreiras fitossanitárias em pontos estratégicos nas divisas com Santa Catarina e Paraná, como nos municípios de Torres, Vacaria, Barracão e Marcelino Ramos. Fiscalizações em cargas e mudas vindas de outras regiões também foram reforçadas, além do monitoramento sistemático do psilídeo nas áreas de maior risco.

Somente entre setembro de 2024 e março de 2025, foram instaladas 384 armadilhas em 77 municípios gaúchos, com coletas quinzenais. “Até o momento, todos os resultados foram negativos para o greening, o que garante o status do RS como área livre da praga”, comemora Conti. A previsão é ampliar o número de armadilhas e municípios participantes nas próximas safras.

Outra medida de proteção importante é a Instrução Normativa nº 14/2024, que regulamenta o ingresso de mudas e materiais propagativos dos gêneros Citrus, Fortunella e Poncirus no território gaúcho. Conforme a normativa, a entrada desses materiais está condicionada à Autorização Prévia emitida pelo Departamento de Defesa Vegetal (DDV/Seapi), além da apresentação de documentos obrigatórios, como Nota Fiscal, Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV) ou Certificado Fitossanitário (CF) e o Termo de Conformidade (TC).

“A nova normativa oferece mais segurança ao produtor e fortalece o controle do trânsito de materiais vegetais, ponto crucial para manter o greening longe do nosso estado”, ressalta Conti.



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Papa Francisco morreu após sofrer um AVC



O Vaticano informou no começo da tarde desta segunda-feira (21) que um acidente vascular cerebral (AVC), seguido de um quadro de insuficiência cardíaca irreversível, foram as causas da morte do papa Francisco.

O papa sofreu um AVC cerebral, entrou em coma e teve um colapso cardiocirculatório irreversível, diz o certidão médica que atestou a morte de Francisco.

O papa ficou internado entre os meses de fevereiro e março para tratar uma pneumonia. Ontem, durante o domingo de Páscoa, ele apareceu em público no Vaticano, quando fez a última saudação aos fiéis.

Ele tinha 88 anos e liderou a Igreja Católica por 12 anos.



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Explosão em plataforma da Petrobras deixa 11 feridos



O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) informou nesta segunda-feira (21) que 11 trabalhadores ficaram feridos num incêndio com explosão em uma plataforma da Petrobras na manhã de hoje na Bacia de Campo, no norte do estado do Rio de Janeiro. O acidente ocorreu na plataforma Cherne 1 (PCH-1), operada pela empresa.

Uma das vítimas precisou ser resgatada pelo mar. De acordo com informações do sindicato, o trabalhador foi resgatado com vida por uma embarcação local, apresentando queimaduras, mas consciente.

Os feridos foram encaminhados para uma unidade de emergência em saúde em Macaé (RJ). De acordo com o sindicato, a própria petroleira teria comunicado sobre a explosão e o incêndio que ocorreram às 7h25 e que foram controlados por volta das 11h25.

“O escoamento de gás foi interrompido, as comunicações da plataforma caíram e embarcações de emergência foram acionadas”, publicou o Sindipetro-NF, após a explosão em uma rede social.



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IGC projeta safra recorde de milho



IGC afirma que o consumo acompanhará esse crescimento



IGC afirma que o consumo acompanhará esse crescimento
IGC afirma que o consumo acompanhará esse crescimento – Foto: Nadia Borges

Segundo o Relatório do Mercado de Grãos de abril do Conselho Internacional de Grãos (IGC), a produção global de grãos no ciclo 2025-26 deve atingir um recorde de 2,373 bilhões de toneladas. O destaque é o milho, cuja produção está estimada em 1,274 bilhão de toneladas, um aumento de 5% em relação ao ciclo anterior. Já as projeções para trigo e arroz seguem praticamente estáveis em relação ao relatório anterior.

Mesmo com a produção em alta, o IGC afirma que o consumo acompanhará esse crescimento, mantendo os estoques totais de grãos em níveis semelhantes aos do ano anterior. O estoque de grãos grossos pode registrar leve aumento, mas o de trigo tende a cair pelo terceiro ano consecutivo. O comércio global de grãos está previsto para alcançar 424 milhões de toneladas, com destaque para a moderação da demanda chinesa, que deve reduzir sua participação nas importações.

A soja também deve alcançar números históricos em 2025-26, com produção global estimada em 428 milhões de toneladas — puxada, principalmente, pelo bom desempenho esperado nas lavouras da América do Sul. O consumo mundial deverá crescer em função da demanda por ração, alimentos e produtos industriais, mantendo os estoques elevados. Apesar da queda nas exportações para a China, o comércio global deve se estabilizar com o aumento das entregas para outros mercados.

Para o arroz, a expectativa é de pouca variação, com um leve crescimento na produção de 3 milhões de toneladas, totalizando 540 milhões de toneladas. O comércio, o consumo e os estoques também devem subir discretamente. Já o Índice de Preços de Grãos e Oleaginosas do IGC subiu 1% em relação a março, impulsionado por altas nos preços de culturas como milho e soja. Na comparação anual, no entanto, o índice acumula queda de 2%, influenciada principalmente pela retração de 29% nos preços do arroz.

 





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