segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Preço do arroz atinge menor média desde 2022 e preocupa produtores no RS



Preço do arroz segue em queda: entenda os fatores que influenciam o mercado




Foto: USDA

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul registra a 11ª semana consecutiva de queda nos preços, de acordo com levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Embora a desvalorização tenha sido mais leve nos últimos dias, o movimento de baixa se mantém constante desde o início de fevereiro.

Entre os dias 11 e 17 de abril, o Indicador CEPEA/IRGA-RS – que considera grãos com 58% inteiros e pagamento à vista – teve leve recuo de 0,26%, fechando a R$ 76,04 por saca de 50 kg na última quinta-feira (17). A média parcial de abril já é a mais baixa registrada desde outubro de 2022, sinalizando preocupação no setor produtivo.

A queda nas cotações reflete, entre outros fatores, a redução na liquidez observada durante a Semana Santa, devido ao feriado prolongado. Segundo os pesquisadores do Cepea, durante esse período, os produtores priorizaram os trabalhos de campo, que estão em fase final, apesar de algumas interrupções causadas por chuvas nas regiões produtoras do Sul do país.

Outro ponto relevante é a postura cautelosa dos compradores. Atacadistas e varejistas não demonstraram grande apetite de compra, o que freou a demanda por parte dos engenhos. Ainda que algumas unidades de beneficiamento indiquem necessidade de reposição de estoque, esse movimento não foi suficiente para alterar o ritmo de queda dos preços.

Com o avanço da colheita e a persistência da baixa demanda, o setor acompanha com atenção os próximos desdobramentos do mercado. A expectativa é de que, com a conclusão da safra, novos ajustes possam ocorrer tanto na oferta quanto nos preços praticados.





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mercado segue estável no Sul


Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Sul do Brasil permanece com ritmo lento, com os moinhos demonstrando pouco interesse em novos negócios tanto para a safra atual quanto para a próxima. No Rio Grande do Sul, os preços locais permanecem em R$ 1.500 FOB, com o trigo branqueador cotado a R$ 1.600 FOB, mas sem demanda. 

Os moinhos estão “alongados” — ou seja, com estoques garantidos para esta safra — e ausentes das negociações futuras. O trigo importado tem sido negociado entre US$ 285 e US$ 290 FOB Rio Grande, acima do preço de compra anterior de US$ 259. Para a próxima safra, os preços futuros para entrega e pagamento em dezembro estão estáveis em R$ 1.360 sobre rodas no porto. Em Panambi, os preços pagos na pedra seguem em R$ 74,00 por saca.

Em Santa Catarina, o cenário também é de pouca movimentação, com negócios pontuais na safra atual entre R$ 1.400 e R$ 1.450 FOB, dependendo da qualidade. Não há ofertas nem demanda para a safra nova. Os preços pagos aos produtores subiram R$ 2/saca em Canoinhas, chegando a R$ 78,00. Em outras regiões, os preços permanecem estáveis: R$ 75,00 em Chapecó, R$ 79,00 em Joaçaba, R$ 80,00 em Rio do Sul e Xanxerê, e R$ 78,00 em São Miguel do Oeste.

No Paraná, o mercado mostra uma divisão entre moinhos já comprados e outros ainda compradores. Os preços variam entre R$ 1.600 CIF para pagamento curto e R$ 1.650 CIF com entrega em maio/junho e pagamento no fim de junho. Também ocorreram negócios FOB a R$ 1.600 com entrega imediata. A maioria dos vendedores pede R$ 1.700 CIF. Um negócio pontual foi fechado a R$ 1.480 FOB Gaúcho para o mercado paranaense. O trigo importado foi indicado a US$ 295,00 CIF Paranaguá.

O levantamento do Deral aponta que o preço médio da saca no estado subiu 0,45% na semana, para R$ 80,04. Apesar disso, a margem de lucro do triticultor caiu de 13,39% para 8,85%, refletindo o aumento no custo de produção, atualmente estimado em R$ 73,53. Ainda assim, o resultado continua positivo para os produtores.

 





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Mercado do feijão segue com vendas pontuais e preços pressionados pela oferta elevada



Projeções mais recentes da Conab indicam leve estabilidade na oferta nacional




Foto: Canva

O mercado brasileiro de feijão continua apresentando baixa liquidez e cotações pressionadas, mesmo para os grãos de alta qualidade. Segundo análise do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), as negociações envolvendo feijão nota 9 ou superior seguiram pontuais ao longo da última semana. Produtores mantêm postura firme nos pedidos, sobretudo para os lotes de melhor padrão, mas a maior oferta e o ritmo lento de demanda continuam influenciando negativamente os preços.

De acordo com dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), até o dia 13 de abril, aproximadamente 79,2% da área plantada com feijão da primeira safra nacional já havia sido colhida. Esse avanço expressivo na colheita contribui para o aumento da disponibilidade interna do produto.

As projeções mais recentes da Conab indicam leve estabilidade na oferta nacional de feijão para 2025, com variação estimada em -0,9%. No entanto, é a primeira safra — atualmente em fase final de colheita — que deve sustentar o abastecimento nacional, já que as previsões para a segunda e terceira safras apontam produção inferior à do ciclo anterior.

O destaque entre as variedades fica por conta do feijão preto. A estimativa de crescimento anual de 20% na oferta desse tipo tem sido um fator determinante na pressão sobre os preços, mesmo diante da boa qualidade de parte dos lotes ofertados.

Com um cenário de ampla oferta e consumo retraído, os próximos movimentos do mercado devem seguir cautelosos, à espera de sinais mais claros da demanda nos canais atacadistas e varejistas.





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Custo da soja supera R$ 4 mil por hectare no Mato Grosso



Insumos mais caros elevam custo da soja no estado




Foto: Canva

O custo de produção da soja em Mato Grosso para a safra 2025/2026 foi projetado em R$ 4.118,61 por hectare. Segundo levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (21), o valor representa um aumento de 3,75% em relação ao ciclo anterior.

De acordo com o projeto Centro de Pesquisas Agropecuárias de Mato Grosso (CPA-MT), a alta é consequência da valorização dos insumos. O impacto é percebido diretamente na relação de troca, especialmente para produtores que utilizam o modelo de barter — sistema em que parte da produção é trocada antecipadamente por insumos.

“A elevação dos custos e a necessidade de aquisição de produtos tornaram o cenário menos favorável para os sojicultores que optaram pelo barter”, informa o boletim do Imea. Os dados de março de 2025 mostram que, para adquirir uma tonelada de fertilizante Super Simples (SSP), o produtor precisaria entregar 24,98 sacas de soja. No caso do MAP (fosfato monoamônico), a exigência subia para 45,26 sacas por tonelada.

Em comparação com março de 2024, essas proporções aumentaram 29,97% para o SSP e 18,23% para o MAP. “Essa variação reduz o poder de compra dos agricultores frente aos insumos e compromete o planejamento financeiro de parte das propriedades”, afirma o relatório.

O documento ainda ressalta que uma parcela significativa dos produtores deve custear integralmente ou em parte a próxima safra por meio de operações de barter. A prática, embora comum, pode representar um desafio adicional no controle dos custos da atividade, diante das oscilações do mercado e da pressão sobre as margens de lucro.





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Comunicado ABAG: Imposição de tarifas comerciais dos EUA ao Brasil e outros…


A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), vê com preocupação as tarifas adicionais impostas ao Brasil e a outros países, conforme anúncio feito pelo presidente Donald Trump. Restrições forçosas aos fluxos de comércio, incompatíveis com as regras multilaterais da Organização Mundial do Comércio (OMC), tendem a desacelerar a economia global e elevar o custo de vida dos cidadãos. O impacto negativo á ainda mais grave quando atinge o setor agrícola, responsável pela segurança alimentar de bilhões de pessoas em todos os continentes.

O adequado suprimento de alimentos a preços justos apenas é garantido com cadeias globais facilitadas, canais de comércio desimpedidos e com a flexibilidade necessária para atender às cambiantes demandas nas várias geografias.

Tarifas adicionais de 10%, o patamar mínimo estabelecido na Ordem Executiva da Casa Branca, incidirão sobre os produtos brasileiros destinados ao mercado americano. Alíquotas ainda mais elevadas recairão sobre os bens oriundos de muitos outros países. Isso alimentará pressões inflacionárias e de desaceleração econômica, não apenas nos EUA, mas em todo o globo.

O agronegócio brasileiro, em todas suas vertentes, é responsável pelo suprimento de commodities que abastecem o Brasil e nações mundo afora, com elevados padrões de qualidade e segurança, resultado de técnicas de produção em incessável busca de inovações, produtividade e sustentabilidade. É papel e desempenho que não podem ser subestimados.

Diante dos desafios advindos da imediata implementação das tarifas adicionais, o setor agrícola nacional estará preparado para superar obstáculos e aproveitar oportunidades que se apresentem neste novo cenário. Veremos um profundo reordenamento das cadeias de produção e rotas de abastecimento. Diversificação e abertura de mercados, novos ou tradicionais, devem ser prioridades do Governo brasileiro, que pode contar com o empenho e apoio do Agro nesses esforços.

A ABAG espera que o Governo adote firme estratégia diplomática de resposta às tarifas adicionais, evitando imediatismos e preservando os interesses de longo prazo do país. Nesse contexto, o Projeto de Lei 2.088/2023, em curso no Congresso Nacional, é bem-vindo por oferecer o embasamento legal necessário a eventuais medidas de resposta a políticas arbitrárias e abusivas adotadas por governos estrangeiros em detrimento do nosso sistema produtivo.

O Brasil pode contar com o agronegócio, alicerce central de nossa sociedade a oferecer, não apenas estabilidade e solidez econômica, mas também segurança alimentar, qualidade de vida, empregos qualificados, tecnologia de ponta e biocompetitividade para o desenvolvimento em todos os segmentos do setor.





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Mercado internacional reage a trégua entre EUA e China


Segundo informações da TF Agroeconômica, divulgadas em 23 de abril de 2025, o mercado da soja iniciou o dia em alta em Chicago, influenciado por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a possibilidade de redução substancial das tarifas de 145% sobre importações chinesas. O otimismo foi reforçado pelas falas do Secretário do Tesouro, Scott Bessent, que sinalizou uma provável “desescalada” na guerra comercial entre as duas potências. 

A soja para maio de 2025 registrava US$ 1042,00/bushel (+7,0) em Chicago, com pico em US$ 1046,00 e mínima em US$ 1037,50. A safra de maio de 2026 subia para US$ 1054,75 (+5,0), o que equivale a R$ 139,50 no porto brasileiro. No mercado doméstico, o indicador CEPEA apontava queda de 0,96% no dia (R$ 134,31), mas com alta acumulada de 1,60% no mês. Já no Paraguai, a cotação em Assunção para julho estava em US$ 356,36, com elevação de 1,65%.

O milho, por sua vez, operava em leve queda em Chicago, cotado a US$ 475,25 para maio (-0,50), ainda sob o efeito do ritmo acelerado da semeadura nos EUA reportado pelo USDA. Entretanto, as previsões de chuva para áreas importantes como Iowa devem influenciar positivamente a umidade do solo. No Brasil, o milho B3 para maio estava em R$ 77,18 (+0,27%), enquanto o CEPEA indicava queda diária de 1,10% (R$ 82,57) e recuo de 5,86% no mês. No Paraguai, o cereal era negociado a US$ 220 (maio) e US$ 200 (julho).

Já o trigo apresentava leve alta em Chicago, cotado a US$ 536,75 para maio (+1,25), impulsionado pelas chuvas nas Grandes Planícies americanas, que beneficiam a safra de inverno. Porém, a expectativa de uma colheita robusta na União Europeia em 2025/26, após a fraca safra de 2024/25, contribui para um viés de baixa. No Brasil, os preços do trigo recuaram: R$ 1.574,81 no Paraná (-0,30%) e R$ 1.469,50 no Rio Grande do Sul (-0,69%), conforme dados do CEPEA. No Paraguai, os preços variavam entre US$ 255 e US$ 300 conforme a região.

 





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RS tem aumento no preço da soja; saiba como ficaram as cotações hoje



O mercado da soja teve um dia travado nesta quarta-feira (23), com poucos negócios sendo realizados em função da volatilidade do câmbio.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os prêmios permaneceram praticamente estáveis, e o produtor segue retraído após as recentes baixas nas cotações.

Preços da saca de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131 para R$ 135
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 132 para R$ 131
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 136,50 para R$ 135
  • Cascavel (PR): mantido em R$ 130
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 134 para R$ 133
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116 para R$ 115
  • Dourados (MS): manteve em R$ 120
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 116 para R$ 115

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram o dia em leve alta, impulsionados por compras especulativas e um ambiente global de menor aversão ao risco. A sinalização do presidente dos EUA, Donald Trump, de que pretende negociar tarifas com a China ajudou a aliviar tensões comerciais, o que refletiu positivamente no mercado.

As condições climáticas nos Estados Unidos continuam sendo monitoradas de perto. Após episódios de chuvas, a expectativa é de um período mais seco, o que pode influenciar o ritmo do plantio da nova safra norte-americana.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio subiram US$ 5,25 centavos, ou 0,5%, fechando a US$ 10,40 1/4 por bushel. A posição julho teve valorização de US$ 4,25 centavos, ou 0,4%, encerrando a US$ 10,50 1/4 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo com vencimento em julho caiu US$ 0,90, ou 0,9%, para US$ 298,60 por tonelada. Já o óleo teve alta de 0,31 centavo, ou 0,64%, terminando a US$ 48,34 centavos por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o pregão em leve queda de 0,18%, sendo cotado a R$ 5,7171 para venda e R$ 5,7151 para compra.

Ao longo do dia, a moeda norte-americana variou entre a mínima de R$ 5,6585 e a máxima de R$ 5,7285.



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Arroba do boi gordo hoje varia entre preços firmes e baixos; confira cotações



O mercado físico do boi gordo apresenta movimentos distintos, a depender do estado. De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, em São Paulo e em Goiás, as indústrias passaram a testar patamares mais baixos de preço, com o argumento de que o escoamento da carne será mais lento no restante do mês.

Já em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul o mercado é mais firme, com negócios acima da referência média.

“No geral, as escalas de abate ainda estão posicionadas entre cinco e sete dias úteis na média nacional”, afirmou.

  • São Paulo: R$ 327,25 – R$ 329,92 ontem
  • Goiás: R$ 310,36 – R$ 310,71 na terça
  • Minas Gerais: R$ 326,76 -R$ 325,88 anteriormente
  • Mato Grosso do Sul: R$ 323,75 – R$ 319,32 ontem
  • Mato Grosso: R$ 328,72 – R$ 328,38 na terça

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta alguma volatilidade em seus preços para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pelo recuo dos preços, considerando um perfil mais discreto de demanda no restante do mês.

“A população tende a priorizar o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e ovos.”

O quarto dianteiro foi precificado a R$ 20,50 o quilo, alta de R$ 0,50, enquanto o traseiro foi cotado a R$ 25 por quilo, queda de R$ 1. Já a ponta de agulha ainda é indicada a R$ 18,50 o quilo.



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Algodão registra alta nos preços motivada pelo ritmo das exportações 



Os levantamentos mais recentes do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam que o preço do algodão segue registrando pequenos avanços diários.

Outros dados positivos que o instituto destaca são o ritmo das exportações e as valorizações externas da pluma. 

Esses pontos ajudam a reduzir o excedente interno e também valorizam as cotações domésticas. Isso ocorre porque contribuem para manter os vendedores afastados do spot e firmes nos preços pedidos por novos lotes.

De acordo com o Cepea, os valores do algodão no Brasil seguem oscilando em uma faixa estreita. Desde maio de 2023, as médias mensais operam entre R$ 3,81 e R$ 4,24 por libra-peso (lp).

Neste mês de abril, o valor médio é de R$ 4,2414/lp, sendo assim o maior valor, em termos nominais, desde abril de 2023, quando a média era de R$ 4,3115/lp. Em termos reais, o maior valor foi atingido em julho de 2024 chegando a R$ 4,3115/lp, como explica o instituto.

* Com supervisão de Thiago Dantas



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queda nos preços deixa agentes do mercado apreensivos



Os preços do etanol hidratado voltaram a cair no mercado paulista nesta última semana, de acordo com levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Entre 14 e 17 de abril, o indicador do instituto fechou em R$ 2,7140 por litro, representando uma queda de 1,17% com relação ao período anterior.

O cenário é diferente para o indicador do etanol anidro, que subiu 2,27% no mesmo comparativo, atingindo R$ 3,1508/litro. De forma geral, os pesquisadores do Cepea afirmam que os agentes do mercado seguem apreensivos.

Com a entrada do produto da colheita recém iniciada da safra 2025/26, o novo foco tem sido o fechamento de contratos para o etanol anidro. O setor também está apreensivo com relação às movimentações do preço do barril de petróleo e os possíveis impactos sobre a gasolina. 

Para o futuro próximo no Brasil, a expectativa é, de acordo com o instituto, para a mudança do PIS/Cofins a partir de primeiro de maio. O Cepea explica que essa modificação tende a melhorar a liquidez do etanol hidratado para os próximos dias.

* Com supervisão de Thiago Dantas



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