segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

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Exportações de carne de frango a países árabes se aproximam de US$ 1 bi, mas derivados bovinos recuam



As exportações de carne de frango para os países árabes, no primeiro trimestre do ano, subiram 9,95%. De acordo com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, que acompanha o comércio do Brasil com o bloco, as vendas seguem no mesmo ritmo de crescimento do ano passado, e atingiram os US$ 936,29 milhões.

A Arábia Saudita lidera as compras (total de US$ 256,94 milhões), seguida por Emirados Árabes Unidos (US$ 224,50 milhões) e Iraque (US$ 98,76 milhões).

Segundo a entidade, as vendas nesses mercados a tonelada do frango foi negociada a preços maiores. Na Arábia Saudita, avançou 19,47%, para US$ 2.474,62; nos Emirados Árabes Unidos, 3,44%, para US$ 2.041,84 no Iraque, 2,55%, para US$ 2.189,32 a tonelada, influenciando as vendas totais para cima em relação aos três primeiros meses do ano passado.

Carne de frango em alta

Os volumes mantiveram-se relativamente estáveis, com quedas em alguns mercados compensadas por avanços em outros. No conjunto, os 22 países árabes do Oriente Médio e do norte africano compraram 3,30% mais frango do Brasil, ou 453,59 mil toneladas.

Nos três mercados mais rentáveis, apenas a Arábia Saudita registrou variação positiva, de 1,28%, para 103,83 mil toneladas. Nos Emirados Árabes Unidos, o volume recuou 7,54%, para 109,95 mil toneladas, e, no Iraque, a queda foi de 2,81%, para 45,11 mil toneladas.

Recuo

Já as vendas de derivados bovinos, que alcançaram recorde histórico ano passado, tiveram recuo de 12,02%, para US$ 391,78 milhões. A Argélia, o mercado que mais comprou carne bovina do Brasil na região em 2024, segue com demanda firme. As compras do país no primeiro trimestre subiram 105,79%, para US$ 113,93 milhões. Em seguida vêm Arábia Saudita (US$ 64,58 milhões) e Egito (US$ 54,08 milhões).

No todo da pauta de exportações, da qual compreendendo alimentos e bebidas, as vendas aos árabes registraram recuo de 12,29%, para US$ 4,98 bilhões, queda que pode ter relação com o Ramadã, o mês sagrado dos muçulmanos, iniciado mais cedo este ano, em 28 de fevereiro, o que 0ossivelmente reduziu o ritmo dos embarques.

É comum observar antes do Ramadã um movimento de importadores e consumidores de formar estoques. Isso porque, durante o mês sagrado, o costume da maioria das famílias é jejuar durante o dia, comer à noite e sair de casa só para o estritamente necessário, explica Mohamad Mourad, secretário-geral da Câmara Árabe.

O executivo pontua que essa dinâmica é visível, inclusive, nas estatísticas de exportações, com as vendas para os países árabes alcançando o pico cerca de cinco meses antes do Ramadã, recuando durante o mês sagrado e retornando à normalidade logo depois dele.

Por isso acreditamos que os embarques se recuperem nos próximos meses. Teremos, então, condições de avaliar a demanda nos mercados árabes com mais precisão, pontua.



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Brasil e China fazem acordo para exportação de pescados



Brasil e a China assinaram um protocolo que permite a exportação de pescados de origem extrativa para o país asiático. As negociações para a abertura desse mercado vinham sendo conduzidas desde 2016 e eram uma demanda da Câmara Setorial de Pescados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A norma, firmada na terça-feira (22), autoriza o embarque de todos os pescados de origem extrativa que atendam aos requisitos estabelecidos pelas autoridades chinesas.

De acordo com o ministério, a assinatura do protocolo representa ao setor pesqueiro, não apenas o fortalecimento das exportações, mas também uma ampliação das perspectivas de crescimento e diversificação de mercados.

No ano passado, a China importou, entre todos os tipos de pescados, US$ 17,9 bilhões. “O acordo reforça a posição do Brasil como fornecedor confiável de alimentos no mercado global e consolida a relação estratégica com a China”, diz o Mapa.



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Preço do arroz cai pela 11ª semana consecutiva



Os preços do arroz em casca caíram pela 11ª semana consecutiva, mas em menor intensidade na última, informa o Centro de Pesquisas de Economia Aplicada (Cepea).

Entre 11 e 17 de abril, a média ponderada do estado do Rio Grande do Sul, maior produtor do grão no Brasil, representada pelo Indicador Cepea/Irga-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista), recuou 0,26%, fechando a R$ 76,04/saca de 50 kg na quinta-feira (17).

As cotações semanais seguem em queda desde início de fevereiro, e a média parcial de abril é a menor desde outubro de 2022.

Outras explicações para queda no arroz

Pesquisadores do Centro de Pesquisa explicam que a Semana Santa, com feriado prolongado, reduziu a liquidez no mercado da casca. Segundo o Cepea, produtores deram maior atenção aos trabalhos de campo, que caminham para a reta final, apesar das chuvas terem prejudicado o avanço da colheita no Sul do país.

“Atacadistas e varejistas não mostraram grande interesse de compra a ponto de impactar a demanda de engenhos, apesar da necessidade de aquisição sinalizada por unidades de beneficiamento”, informa o comunicado da entidade.

Sobre o Cepea

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) é parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP).

Suas atividades consistem no desenvolvimento de pesquisas aplicadas, na realização de trabalhos inéditos com teor econômico-administrativo e na divulgação ampla dos resultados.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de milho pouco movimentado


No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, as indústrias estão com dificuldades de obter ofertas nos preços indicados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços têm variado entre R$ 75,00 e R$ 80,00 por saca para entregas previstas para abril e maio, com as seguintes médias regionais: R$ 75,00 em Santa Rosa, Ijuí e Seberi; R$ 76,00 em Não-Me-Toque; R$ 77,00 em Marau, Gaurama e Montenegro; e R$ 78,00 a R$ 78,50 em Arroio do Meio e Lajeado. No entanto, os vendedores continuam pedindo preços dentro dessa faixa, variando de R$ 75,00 a R$ 80,00 no interior do estado para as entregas no período mencionado. Os preços da pedra se mantiveram em R$ 67,00 por saca em Panambi”, comenta.

O mercado segue estagnado, com preços sem grandes variações em Santa Catarina. “No Planalto Norte, vendedores pedem R$ 82,00 por saca, enquanto compradores oferecem no máximo R$ 79,00, o que dificulta a concretização dos negócios. Em Campos Novos, a situação é ainda mais travada, com pedidas entre R$ 83,00 e R$ 85,00, enquanto as ofertas giram em torno de R$ 79,00 a R$ 80,00 com entrega CIF. Nas regiões da Serra e dos Planaltos, a colheita segue avançando com produtividades acima do esperado”, completa a 

consultoria.

O Paraná tem prioridade na soja, enquanto o mercado do milho segue pouco movimentado. “O mercado de milho no Paraná, assim como em Santa Catarina, segue com pouca movimentação, reflexo do foco dos produtores na reta final da colheita da soja. Os preços apresentaram leve recuo em relação à semana anterior. Nos Campos Gerais, o valor de referência para retirada imediata em março, com pagamento até o fim do mês, segue em torno de R$ 76,00 por saca FOB. Para entregas em abril, com pagamento no início de maio, o preço gira em torno de R$ 80,00 por saca CIF fábrica, faixa também adotada pelos vendedores para negociações com retirada imediata”, indica.

Os preços do milho seguem em queda no Mato Grosso do Sul, com variações entre R$ 69 e R$ 74 no mercado spot e entre R$ 122 e R$ 125 para a segunda safra, pressionados pela proximidade da colheita. Nos portos, as cotações seguem firmes em R$ 138, com expectativa de reação do mercado com a entrada da nova safra a partir da segunda quinzena de abril.

 





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Alívio na guerra comercial anima mercados e dólar cai frente ao real; ouça análise


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o otimismo com possíveis reduções nas tarifas entre EUA e China e a defesa de Jerome Powell no Fed impulsionaram os mercados: Ibovespa subiu 1,53%, enquanto o dólar recuou para R$ 5,71.

No exterior, o dólar avançou frente a outras moedas, e os Treasuries caíram com expectativas de inflação mais branda.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Pancadas de chuva com raios se espalham hoje por todo o país



Tempo instável nas cinco Regiões brasileiras nesta quinta-feira (24). Em determinados estados, como São Paulo, chove forte em todas as áreas, acompanhadas de raios e ventania. Confira a previsão para todo o país:

Sul

Uma área de baixa pressão centralizada sobre o Paraguai – e reforçada pela circulação de ventos em altitude – ganha força sobre a região, e as instabilidades começam a se espalhar entre os três estados ainda no período da manhã. No decorrer do dia, tem alerta para chuva forte e até mesmo eventuais temporais, sobretudo entre o norte gaúcho, interior catarinense e boa parte do Paraná.

Sudeste

Na medida em que a área de alta pressão perde força e se afasta no oceano, uma área de baixa pressão originária do interior do continente ganha força e avança sobre parte do interior de São Paulo, estimulando mais as áreas de instabilidade sobre a região. Risco de chuva forte acompanhada por raios e ventania em todo o território paulista, bem como em partes do Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais.

Centro-Oeste

A área de baixa pressão avança sobre o Mato Grosso do Sul e reforça a condição de chuva forte sobre o estado e também em parte de Mato Grosso e sul de Goiás. O Distrito Federal segue com pancadas de chuva isoladas na parte da tarde.

Nordeste

A circulação de ventos marítimos pode seguir estimulando a ocorrência de chuva isolada em alguns pontos do litoral da Bahia, de Alagoas e de Pernambuco. Entre os litorais do Maranhão, Ceará e Piauí, as pancadas de chuva vêm com raios no período da tarde.

Norte

Condições para pancadas isoladas ainda na parte da manhã no Amazonas e no Amapá. Ao longo do dia, continua esquentando e segue bastante abafado em todos os estados da região. Risco de chuva mais expressiva no Amazonas, em Roraima, no litoral do Pará e em parte do Tocantins.



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Preço do arroz atinge menor média desde 2022 e preocupa produtores no RS



Preço do arroz segue em queda: entenda os fatores que influenciam o mercado




Foto: USDA

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul registra a 11ª semana consecutiva de queda nos preços, de acordo com levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Embora a desvalorização tenha sido mais leve nos últimos dias, o movimento de baixa se mantém constante desde o início de fevereiro.

Entre os dias 11 e 17 de abril, o Indicador CEPEA/IRGA-RS – que considera grãos com 58% inteiros e pagamento à vista – teve leve recuo de 0,26%, fechando a R$ 76,04 por saca de 50 kg na última quinta-feira (17). A média parcial de abril já é a mais baixa registrada desde outubro de 2022, sinalizando preocupação no setor produtivo.

A queda nas cotações reflete, entre outros fatores, a redução na liquidez observada durante a Semana Santa, devido ao feriado prolongado. Segundo os pesquisadores do Cepea, durante esse período, os produtores priorizaram os trabalhos de campo, que estão em fase final, apesar de algumas interrupções causadas por chuvas nas regiões produtoras do Sul do país.

Outro ponto relevante é a postura cautelosa dos compradores. Atacadistas e varejistas não demonstraram grande apetite de compra, o que freou a demanda por parte dos engenhos. Ainda que algumas unidades de beneficiamento indiquem necessidade de reposição de estoque, esse movimento não foi suficiente para alterar o ritmo de queda dos preços.

Com o avanço da colheita e a persistência da baixa demanda, o setor acompanha com atenção os próximos desdobramentos do mercado. A expectativa é de que, com a conclusão da safra, novos ajustes possam ocorrer tanto na oferta quanto nos preços praticados.





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mercado segue estável no Sul


Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Sul do Brasil permanece com ritmo lento, com os moinhos demonstrando pouco interesse em novos negócios tanto para a safra atual quanto para a próxima. No Rio Grande do Sul, os preços locais permanecem em R$ 1.500 FOB, com o trigo branqueador cotado a R$ 1.600 FOB, mas sem demanda. 

Os moinhos estão “alongados” — ou seja, com estoques garantidos para esta safra — e ausentes das negociações futuras. O trigo importado tem sido negociado entre US$ 285 e US$ 290 FOB Rio Grande, acima do preço de compra anterior de US$ 259. Para a próxima safra, os preços futuros para entrega e pagamento em dezembro estão estáveis em R$ 1.360 sobre rodas no porto. Em Panambi, os preços pagos na pedra seguem em R$ 74,00 por saca.

Em Santa Catarina, o cenário também é de pouca movimentação, com negócios pontuais na safra atual entre R$ 1.400 e R$ 1.450 FOB, dependendo da qualidade. Não há ofertas nem demanda para a safra nova. Os preços pagos aos produtores subiram R$ 2/saca em Canoinhas, chegando a R$ 78,00. Em outras regiões, os preços permanecem estáveis: R$ 75,00 em Chapecó, R$ 79,00 em Joaçaba, R$ 80,00 em Rio do Sul e Xanxerê, e R$ 78,00 em São Miguel do Oeste.

No Paraná, o mercado mostra uma divisão entre moinhos já comprados e outros ainda compradores. Os preços variam entre R$ 1.600 CIF para pagamento curto e R$ 1.650 CIF com entrega em maio/junho e pagamento no fim de junho. Também ocorreram negócios FOB a R$ 1.600 com entrega imediata. A maioria dos vendedores pede R$ 1.700 CIF. Um negócio pontual foi fechado a R$ 1.480 FOB Gaúcho para o mercado paranaense. O trigo importado foi indicado a US$ 295,00 CIF Paranaguá.

O levantamento do Deral aponta que o preço médio da saca no estado subiu 0,45% na semana, para R$ 80,04. Apesar disso, a margem de lucro do triticultor caiu de 13,39% para 8,85%, refletindo o aumento no custo de produção, atualmente estimado em R$ 73,53. Ainda assim, o resultado continua positivo para os produtores.

 





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Mercado do feijão segue com vendas pontuais e preços pressionados pela oferta elevada



Projeções mais recentes da Conab indicam leve estabilidade na oferta nacional




Foto: Canva

O mercado brasileiro de feijão continua apresentando baixa liquidez e cotações pressionadas, mesmo para os grãos de alta qualidade. Segundo análise do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), as negociações envolvendo feijão nota 9 ou superior seguiram pontuais ao longo da última semana. Produtores mantêm postura firme nos pedidos, sobretudo para os lotes de melhor padrão, mas a maior oferta e o ritmo lento de demanda continuam influenciando negativamente os preços.

De acordo com dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), até o dia 13 de abril, aproximadamente 79,2% da área plantada com feijão da primeira safra nacional já havia sido colhida. Esse avanço expressivo na colheita contribui para o aumento da disponibilidade interna do produto.

As projeções mais recentes da Conab indicam leve estabilidade na oferta nacional de feijão para 2025, com variação estimada em -0,9%. No entanto, é a primeira safra — atualmente em fase final de colheita — que deve sustentar o abastecimento nacional, já que as previsões para a segunda e terceira safras apontam produção inferior à do ciclo anterior.

O destaque entre as variedades fica por conta do feijão preto. A estimativa de crescimento anual de 20% na oferta desse tipo tem sido um fator determinante na pressão sobre os preços, mesmo diante da boa qualidade de parte dos lotes ofertados.

Com um cenário de ampla oferta e consumo retraído, os próximos movimentos do mercado devem seguir cautelosos, à espera de sinais mais claros da demanda nos canais atacadistas e varejistas.





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Custo da soja supera R$ 4 mil por hectare no Mato Grosso



Insumos mais caros elevam custo da soja no estado




Foto: Canva

O custo de produção da soja em Mato Grosso para a safra 2025/2026 foi projetado em R$ 4.118,61 por hectare. Segundo levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (21), o valor representa um aumento de 3,75% em relação ao ciclo anterior.

De acordo com o projeto Centro de Pesquisas Agropecuárias de Mato Grosso (CPA-MT), a alta é consequência da valorização dos insumos. O impacto é percebido diretamente na relação de troca, especialmente para produtores que utilizam o modelo de barter — sistema em que parte da produção é trocada antecipadamente por insumos.

“A elevação dos custos e a necessidade de aquisição de produtos tornaram o cenário menos favorável para os sojicultores que optaram pelo barter”, informa o boletim do Imea. Os dados de março de 2025 mostram que, para adquirir uma tonelada de fertilizante Super Simples (SSP), o produtor precisaria entregar 24,98 sacas de soja. No caso do MAP (fosfato monoamônico), a exigência subia para 45,26 sacas por tonelada.

Em comparação com março de 2024, essas proporções aumentaram 29,97% para o SSP e 18,23% para o MAP. “Essa variação reduz o poder de compra dos agricultores frente aos insumos e compromete o planejamento financeiro de parte das propriedades”, afirma o relatório.

O documento ainda ressalta que uma parcela significativa dos produtores deve custear integralmente ou em parte a próxima safra por meio de operações de barter. A prática, embora comum, pode representar um desafio adicional no controle dos custos da atividade, diante das oscilações do mercado e da pressão sobre as margens de lucro.





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