segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

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Preço do frango vivo atinge maior patamar em quase quatro anos



De acordo com as últimas pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o preço cobrado pelo frango vivo no mercado paulistano é o maior desde agosto de 2022. De acordo com o instituto, o aumento no valor é devido ao patamar elevado dos insumos para a criação de frango.

O preço pelo quilo do galináceo ainda vivo está em R$ 6,15, de acordo com a medição parcial deste mês de abril. O valor representa um aumento de 11% apenas neste mês. Segundo o Cepea, a valorização ocorre porque o mercado interno e externo da proteína está aquecido.

“Esta valorização da cotação do frango vivo, somada à desvalorização dos insumos para a criação, no caso o milho e o farelo de soja, impulsionam a capacidade aquisitiva do produtor. Dessa forma, o poder de compra do avicultor paulista segue em alta pelo segundo mês consecutivo”, informa o Centro de Pesquisas.

Avicultura de postura

Por outro lado, o setor da avicultura de postura se vê em um cenário totalmente diferente. De acordo com o Centro de Estudos, o poder de compra destes produtores vem caindo frente ao farelo de soja. Com relação ao milho, o desempenho ainda é estável, mas o problema é que o preço dos ovos diminuiu em maior intensidade do que o farelo, no comparativo dos meses de março e abril.

Na praça de Bastos (SP), o ovo branco retirado na granja recuou 5%. A caixa de 30 dúzias caiu de R$ 203,01 para 192,79. Já a queda do vermelho foi de 4,9%, operando agora a R$  220,20 a caixa. De acordo com o Cepea, a retração está atrelada à lentidão das vendas.

*Sob supervisão de Thiago Dantas



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Quebra de safra derruba R$ 22 bilhões do PIB da cadeia produtiva da soja em 2024



Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) mostram que a cadeia produtiva da soja e do biodiesel movimentou R$ 650,4 bilhões em 2024, valor R$ 22 bilhões abaixo dos R$ 672,4 bilhões registrados no ano anterior.

Segundo as entidades, a retração de 3,27% no chamado PIB-renda reflete a quebra da safra de soja no país, que comprometeu o desempenho do setor como um todo. Considerando o volume físico das atividades da cadeia, o recuo foi ainda maior: queda de 5,03% em relação a 2023.

Mesmo com o tombo, o valor agregado pela cadeia foi o segundo maior da série histórica iniciada em 2010, superado apenas pelo recorde do ano anterior. Com esse desempenho, a participação da cadeia da soja e do biodiesel no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro passou de 5,9% em 2023 para 5,5% em 2024. Dentro do agronegócio, a fatia caiu de 25,2% para 23,8%.

A produção de soja somou 147,7 milhões de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Embora seja a segunda maior safra já colhida no país, o volume ficou aquém do necessário para sustentar a cadeia, diante dos efeitos adversos do clima sobre a produtividade. O impacto foi sentido principalmente no segmento primário, cujo PIB caiu de R$ 179,8 bilhões para R$ 147,1 bilhões, recuo de 18,2% em termos reais.

A agroindústria foi o destaque positivo do ano, com crescimento de R$ 81,3 bilhões para R$ 88 bilhões no PIB-renda – avanço de 8,31%. O principal motor foi o biodiesel, cujo valor gerado subiu de R$ 4,7 bilhões para R$ 10 bilhões, alta de 110,56%. A indústria de rações também teve crescimento, passando de R$ 10,6 bilhões para R$ 12 bilhões (+13,73%), enquanto o esmagamento e refino da soja ficou estável, em torno de R$ 66 bilhões.

Do lado do comércio exterior, a cadeia exportou US$ 54,25 bilhões em 2024, recuo de US$ 13,3 bilhões ante os US$ 67,56 bilhões de 2023. A queda de 19,69% no valor exportado foi puxada pela retração dos preços internacionais (-17,6%) e pela leve redução do volume físico exportado, de 127,3 milhões para 124,1 milhões de toneladas (-2,54%). A China seguiu como principal destino, com 59% das compras totais, liderando as aquisições de soja em grão (73,4%) e glicerol (78,7%).

Entre os subprodutos, o farelo de soja foi o único com aumento em volume exportado, passando de 22,47 milhões para 23,13 milhões de toneladas (+2,94%). Já o óleo de soja caiu 41,39% e o biodiesel 30,58%. O principal destino do óleo foi a Índia, enquanto o farelo teve como principais mercados a União Europeia, o Sudeste Asiático e o Oriente Médio.

O relatório destaca que a agregação de valor pela indústria é substancial. Em 2024, o PIB gerado por tonelada de soja processada foi de R$ 8.108, enquanto a soja exportada diretamente gerou R$ 1.738 por tonelada. Isso significa que o processamento agregou 4,67 vezes mais valor à economia do que a exportação in natura.

No mercado de trabalho, o número de ocupados na cadeia da soja e do biodiesel caiu de 2,34 milhões para 2,26 milhões de pessoas em 2024, redução de 3,20%. A retração foi puxada pelos agrosserviços (-4,98%) e pelo setor primário (-2,60%). Em contrapartida, a agroindústria cresceu 20,71% em número de empregos, com destaque para o esmagamento e refino (+42,2%), rações (+14,6%) e biodiesel (+2,26%).

A queda na ocupação também afetou a participação da cadeia no total do emprego nacional. No agronegócio, a fatia recuou de 10,29% para 9,71%. Na economia como um todo, a participação passou de 2,35% para 2,24%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do trigo no Sul: Movimentações no mercado



No Paraná, o mercado segue com pouca movimentação, apesar das ofertas



Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t
Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t – Foto: Canva

Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Sul do Brasil enfrenta uma série de flutuações nos preços e na movimentação de negócios. No Rio Grande do Sul, os preços futuros do trigo registraram nova queda, com valores em torno de R$ 1.500 FOB, com pouca movimentação. O trigo branquear é oferecido por R$ 1.600 FOB, mas sem demanda significativa. O trigo importado está na faixa de US$ 285 a US$ 290 FOB Rio Grande, com a oferta de trigo argentino a US$ 259, sendo agora negociado a US$ 285. O mercado estima que cerca de 60 mil toneladas já foram negociadas a futuro, entre exportação e moinhos.

Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t no leste do estado. No entanto, a safra nova ainda está indefinida, com pouca atividade entre vendedores e compradores. A safra atual teve lotes pontuais sendo negociados de R$ 1.400 a R$ 1.450 FOB, mas a pedida geral é de R$ 1.500/t. Além disso, o preço das pedras subiu para R$ 78,00/saca em Canoinhas, mantendo-se estável em outras cidades como Chapecó e Joaçaba.

No Paraná, o mercado segue com pouca movimentação, apesar das ofertas. Os compradores que já estão bem abastecidos indicam R$ 1.600 CIF para entrega imediata, enquanto aqueles sem espaço para receber o produto indicam valores de R$ 1.650 CIF para entregas em maio/junho. Alguns negócios no FOB ocorreram a R$ 1.600, com pagamento em junho, e o trigo importado está sendo negociado por US$ 295 CIF em Paranaguá.

Os preços da pedra no Paraná, de acordo com o Deral, subiram 0,45% esta semana, chegando a R$ 80,04/saca. No entanto, com o aumento dos custos de produção, o lucro médio do triticultor no estado recuou de 13,39% para 8,85%, embora ainda seja considerado significativo.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Pá carregadeira CASE 721E customizada para cana é destaque na Agrishow


A CASE Construction Equipment, marca de equipamentos de construção da CNH, estará presente na Agrishow, no estande da marca-irmã Case IH, mostrando toda a versatilidade e inovação do seu portfólio, com aplicação também no agronegócio. Os destaques são a pá carregadeira 721E versão canavieira, o trator de esteira compacto 850M e a miniescavadeira CX35D, lançamento recente da marca, todos 100% conectados.

Esta versão da 721E vem com itens que fazem toda a diferença para uma melhor produtividade nas operações com o bagaço de cana, bem como as tarefas do dia a dia.  O filtro de ar-condicionado tipo snorkel, para a entrada de ar na cabine, similar ao usado em veículos off-road e o pré-filtro de ar HD do motor, promovem uma filtragem mais eficiente, reduzindo a saturação dos itens. “São soluções robustas, com maior capacidade de remover partículas menores – mais presentes no cultivo da cana, devido ao bagaço ser um material muito leve – prolongando a vida útil dos componentes”, explica Marcelo Rohr, especialista de marketing de produto da CASE.

Outro diferencial são os pneus especiais 750-65R26, maiores e mais largos, melhorando a tração da máquina. “Trouxemos o mesmo pneu utilizado em colheitadeiras, que evita que a máquina afunde no bagaço de cana. Houve uma preocupação em aumentar a área de contato com o solo, diminuindo a pressão”, explica Rohr.  A caçamba também foi adaptada, passando de 5.5 para 6 m³ e um peso aproximado de 1.550kg, melhorando a produtividade da máquina.

O trator compacto 850M, fabricado no Brasil e exportado para todo o mundo, também é uma excelente solução para o campo. Indicado para diversas aplicações, se adapta e entrega resultados, em diferentes tipos de solo, incluindo lama, pois oferece tração e estabilidade. Suas esteiras reduzem a compactação do solo, além de proporcionar uma excelente tração, sendo ideal para tracionar e operar com implementos em todos os tipos de terreno.

Já a miniescavadeira CX35D, um dos lançamentos mais recentes da CASE Construction Equipment, tem indicação para operações em condições complexas, com eficiência e segurança. Multifuncional, opera também no campo, com possibilidade de utilização de diversos tipos de implemento, para diferentes necessidades.

Quem passar pelo estande também poderá ver a retroescavadeira 580N S2 HD, a motoniveladora 865B e a minicarregadeira SV300.

Conectividade  

Todo o portfólio da CASE produzido no Brasil conta com recursos de telemetria.

Com máquinas 100% conectadas, é possível realizar manutenção preditiva, identificar problemas ou falhas iminentes, otimizar o consumo de combustível, analisar o desempenho das operações e programar tarefas de maneira eficiente, resultando em maior produtividade e redução do tempo de inatividade das máquinas, entre outros benefícios. 

O myCASE Construction é a plataforma da marca que reúne todas essas informações. A ferramenta pode ser acessada de qualquer aparelho com conexão de internet e o cliente monitora toda sua frota em tempo real, além de ter contato direto com a rede de concessionários e a fábrica. 

Localizado na fábrica de Contagem (MG), o CASE SiteConnect Center é uma central de suporte, com uma equipe de especialistas preparada para garantir respostas rápidas, uma experiência diferenciada e entrega eficiente de operações. 





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Preço do boi gordo no Mercosul atinge novo recorde em três anos



O preço do boi gordo para exportação nos países membros do Mercosul, medido pela consultora Faxcarne, atingiu um novo recorde em três anos, alcançando US$ 4,06 por quilo de carcaça.

Segundo o relatório, o boi argentino foi cotado a US$ 4,98 por quilo de carcaça, o que
representa um aumento de 8,3% em relação à semana anterior, impulsionado tanto pela firme demanda internacional quanto por uma maior estabilidade no câmbio.

No Brasil, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a demanda acima da oferta sustenta preços do boi no mercado doméstico.

O Indicador do boi gordo Cepea/Esalq avançou cerca de 2,5%, saindo da casa de R$ 320 no final de março para a de R$ 327 a arroba nesta semana. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada bovina valorizou 5,5% na parcial de abril, operando em torno dos R$ 23/kg à vista.

Convertendo o valor da carcaça em dólar, segundo a cotação do dia 24 de abril no Brasil , o preço é de US$ 3,88.



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Ex-presidente Fernando Collor de Mello é preso



O ex-presidente da República Fernando Collor de Mello foi detido na manhã desta sexta-feira (25) em Maceió. Segundo sua defesa, a prisão ocorreu às 4h, quando o político se deslocava para Brasília.

Ainda de acordo com a defesa de Collor, que também é ex-senador, ele se deslocava para Brasília para o cumprimento espontâneo do mandado de prisão.

Depois da prisão, o ex-presidente foi encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal em Alagoas.

A prisão de Collor foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após negar recurso da defesa para rever uma condenação, de 2023, a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Trajetória política de Collor

Fernando Collor tem 75 anos e é economista. Foi eleito o 32.º presidente do Brasil, de 1990 até sua renúncia em 1992. Atualmente filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro, foi senador por Alagoas de 2007 até 2023, tendo presidido a Comissão de Relações Exteriores do Senado de 2017 até 2019.



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Oficinas e palestras na 42ª Exposição Agropecuária de Miracema



O Sebrae Tocantins realiza a 42ª Exposição Agropecuária de Miracema com uma série de atividades voltadas para os pequenos produtores rurais.

O evento que acontece no Parque de Exposições Capitão Vaqueiro, Tocantins, vai até o dia 26 de abril, e contará com a oficina de ‘Higienização e Boas Práticas no Manuseio de Alimentos’ e a palestra ‘Empreendedorismo para Mulheres do Agro’.

A programação, gratuita e oferecida pelo Sebrae/TO e promovida pelo Sindicato Rural do Munícipio, busca capacitar os empreendedores locais e fomentar o crescimento sustentável do agronegócio.

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Com o objetivo de promover a troca de conhecimentos, expor e comercializar produtos agropecuários, o evento conta também com competições, demonstrações de técnicas agrícolas e pecuárias, leilões de animais e shows musicais.

“Essas atividades permitem que os produtores tenham acesso a novos conhecimentos, ampliem sua rede de contatos e explorem novas oportunidades de negócios”, Amaggeldo Barbosa destaca o gerente do Sebrae.

A presença do Sebrae/TO reforça o compromisso de capacitar e apoiar o desenvolvimento dos pequenos negócios rurais, criando um ambiente propício para o networking e a inovação no campo.

“Nosso objetivo é contribuir para o crescimento sustentável do setor. Além disso, a programação fomenta o empreendedorismo e a capacitação dos pequenos negócios, assim criamos um ambiente propício para networking e desenvolvimento econômico”, finaliza Barbosa.



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Banco Central alerta para riscos inflacionários no Brasil; ouça análise


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a moderação de Trump nas tarifas à China sustentou as bolsas globais, com Ibovespa subindo 1,79% (134 mil pontos) e dólar caindo a R$5,68.

No Brasil, o BC alertou para riscos inflacionários e desancoragem de expectativas, enquanto o IPCA-15 de abril (projeção: 0,38%) deve refletir pressão em alimentos, mas alívio em transportes.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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veja como o clima impacta o dia de hoje



A semana termina com a formação de uma frente fria em áreas do Sudeste, alerta de temporais no Sul, Centro-Oeste, influência de Zona de Convergência Intertropical no Nordeste e dia abafado com pancadas de chuva no Norte. Veja os detalhes da previsão de hoje:

Sul

A atuação da área de baixa pressão ainda organiza nuvens bem carregadas entre Santa Catarina e o Paraná e, assim, a semana termina com alerta para temporais e volumes elevados de chuva, sobretudo no norte e interior paranaense. As pancadas ocorrem de forma mais isolada e irregular no norte e na Serra do Rio Grande do Sul, enquanto a metade sul e a Fronteira Oeste gaúcha terminam a semana com tempo firme.

Sudeste

A baixa pressão que atua sobre o país se desloca e, no decorrer desta sexta, dá origem a uma frente fria que deixa o tempo mais instável em São Paulo, no centro-sul e interior do Rio de Janeiro e nas cidades do sul e Triângulo de Minas. Atenção com a chuva contínua na cidade de São Paulo, que pode acarretar transtornos. A semana termina sem chuva entre Espírito Santo e norte mineiro.

Centro-Oeste

Tempo instável com chance de chuva forte e temporais no leste e norte de Mato Grosso do Sul. A semana termina com tempo mais aberto, sol, calor e pancadas irregulares à tarde em Goiás e no Distrito Federal. Enquanto isso, áreas de Mato Grosso permanecem em atenção para chuva forte com raios e trovoadas.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continua gerando mais umidade para a costa norte do Nordeste. Dia de muitas nuvens e condição de chuva a qualquer momento no norte do Maranhão, Piauí, Ceará e no litoral do Rio Grande do Norte. O risco de chuva forte diminui na Bahia, mas algumas pancadas ainda podem ocorrer no litoral norte do estado. Ar mais seco no sertão e interior da Região.

Norte

Pouca chuva no Tocantins e pancadas ainda concentradas no norte do Pará, no Amapá, Amazonas e em Roraima, com risco de temporais localizados, inclusive em Manaus (AM) e Boa Vista (RR). Dia abafado e com chance de pancadas fortes no Acre e em Rondônia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Capacitação com IA ganha espaço na agricultura


Os próximos módulos de treinamentos da Unidade de Referência em Produtos Químicos e Biológicos (UR) têm a inteligência artificial como aliada na formulação e na transmissão de conteúdos pedagógicos. A inovação inclui até mesmo a criação de um avatar do principal instrutor da UR, o pesquisador científico Hamilton Ramos, diretor do Centro de Engenharia e Automação (CEA), do Instituto Agronômico (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP.

Resultante de uma parceria entre o CEA-IAC e o setor privado, a UR já treinou mais de 130 instrutores aptos a capacitar trabalhadores rurais para a atividade de aplicação de agrotóxicos. “Seja no formato EAD, presencial ou semipresencial, a IA ancora programas didáticos específicos, acessíveis a todos os participantes”, diz Ramos.

De acordo com Ramos, a UR detém, inclusive, qualificação para promover capacitação profissional nessa área com base nas exigências do Decreto nº 10.833/2021 (Programa Aplicador Legal), do Governo Federal. Os novos formatos de treinamento da UR atrelados à inteligência artificial, informa o pesquisador, passam a atender também empregadores do agronegócio e os próprios aplicadores de produtos.

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“Hoje em dia somente entre 30% e 40% dos aplicadores de agrotóxicos são treinados segundo boas práticas de saúde, segurança e tecnologias, abrangendo pequenas, médias e grandes propriedades. O déficit de qualificação na área é elevado no Brasil e precisa ser reduzido. Acreditamos que os recursos da IA podem contribuir para isso”, ressalta Ramos.

“Para a UR, mais relevante do que o número de pessoas treinadas, é a qualidade da aprendizagem, a facilitação para públicos com diferentes perfis assimilar conteúdos com vistas à segurança na aplicação de agrotóxicos”, diz o pesquisador. “Nosso modelo de IA está sendo treinado para atender a demandas de diferentes públicos frequentadores dos treinamentos, do agrônomo-instrutor até o trabalhador rural, com linguagem direcionada a cada um deles”, ele reforça.

“Esses formatos também estão plenamente sincronizados com a N.R. 31.7 (prevenção de acidentes com defensivos agrícolas)”, continua Ramos, idealizador dos métodos de treinamento da UR atrelados às premissas do programa ‘Aplicador Legal’. De acordo com ele, todos os programas de treinamento atrelados a agrotóxicos mantidos pelo centro de pesquisas de Jundiaí recebem chancela oficial do IAC – Instituto Agronômico.

 





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