segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

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Março fecha com alta de 44,44% no faturamento com exportações de carne suína


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De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta sexta-feira  (4), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada, até a última semana de março (19 dias úteis), superou em grande monta o que foi registrado em março de 2025.

A receita obtida até o final em março, US$ 258.644,061 representa 44,44% a mais do que o total arrecadado em todo o mês de março de 2024, que foi de US$ 179.059,606. No caso do volume embarcado, as 102.699,199 toneladas representam 30,36% a mais do que o total registrado em março do ano passado, quantidade de 78.775,868 toneladas.

No comparativo com o resultado das exportações de carne suína no mês de fevereiro de 2025, a receita obtida com as exportações de carne suína até o final de março, US$ 258.644,061, representam 2,05% a mais que o total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2025, que foi de US$ 253.424,443. No caso do volume embarcado, as 102.699,199 toneladas embarcadas até o fim de março representam 1,56% de aumento sobre o total registrado em fevereiro, quantidade de 101.118,365 toneladas.

O faturamento por média diária até o final de março foi de US$ 13.612,845, quantia 44,4% a mais do que março de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 2,82% observando os US$ 14.008,073, vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 5.405,221, houve elevação de 30,4% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se recuo de 3,20%, comparado às 5.584,451 toneladas da semana passada.

Já o preço pago por tonelada, US$ 2.518,462, é 10,8% superior ao praticado em março passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida alta de 0,40% em relação aos US$ 2.508,406 anteriores.

 





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expectativa de negócios é alta nesta edição



A 30ª edição da Agrishow chega ao seu terceiro dia com muitas negociações em andamento. O otimismo se deve às vendas deste primeiro trimestre de máquinas e equipamentos agrícolas. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), houve crescimento de 25% nas vendas deste ano em relação aos primeiros três meses do ano passado.

Para a diretora de competitividade, economia e estatística da Abimaq, Maria Cristina Zanela, outro fator que ajuda nesse desempenho é o clima que tem colaborado com o recorde da safra de grãos para essa temporada.

Zanela disse ao jornalista João Nogueira que, dependendo dos resultados obtidos durante a feira, a projeção da Abimaq de 8% no crescimento das vendas de máquinas e implementos agrícolas neste ano de 2025 poderá ser revista.

A expectativa também é grande por parte das empresas. A Jacto está presente na edição da Agrishow e o CEO da companhia, Carlos Daniel Haushahn, afirmou que as perspectivas de vendas são muito boas. “Nós temos vários segmentos, nichos de mercado que estão indo bastante bem”, disse.

Haushahn explicou que a Jacto atua com um portfólio de maquinário agrícola variado, atendendo diversas culturas. “Cito, por exemplo, café que tem que tem sido alardeado muito com um preço muito bom. Então, temos soluções para café, temos soluções para laranja, que também está num momento bastante bom, além do amendoim, que a gente está trazendo lançamentos na área de plantio também”, afirmou.

O CEO destaca que a empresa sempre focou na invocação. “Temos também soluções para conectividade agrícola, da porteira para dentro, como se fala. São soluções na parte de telemetria e agricultura digital, que cada vez mais tem sido muito bem aceita pelo produtor rural”, finalizou.



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Soja é destaque na Agrishow 2025; saiba mais



A soja é destaque na Agrishow 2025, evento realizado em Ribeirão Preto (SP), de 28 de abril a 2 de maio. Os parceiros do projeto Soja Brasil marcam presença e mostram, na prática, como a tecnologia, a conectividade e a inovação estão transformando o agronegócio.

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Tecnologia da Mitsubishi: do campo à cidade

A Mitsubishi Motors lança na feira a Triton Agro Link, picape customizada para uso rural, fabricada em Catalão (GO). Equipada com sistema de comunicação via antena, torre de tomadas, estação meteorológica, baterias e gerador, a picape oferece conexão para máquinas e sensores em áreas com até 20 km de alcance, mesmo fora da cobertura de operadoras.

Voltado para uso corporativo, o modelo reforça a tradição da marca em veículos especiais. A empresa também promove um café da manhã com o grupo Mulheres do Agro, liderado por Sonia Bonato, para discutir o protagonismo feminino no setor.

Ihara comemora aniversário na Agrishow 2025

Comemorando 60 anos, a Ihara apresenta um estande voltado à inovação e à produtividade sustentável. Seu portfólio de defensivos agrícolas para culturas como soja, milho e feijão destaca soluções que aliam eficiência e responsabilidade ambiental.

Bayer

A Bayer aposta em soluções digitais para manejo inteligente de pragas e doenças, com foco em soja e milho. Suas ferramentas baseadas em dados em tempo real demonstram como a inteligência agronômica pode elevar a produtividade com mais eficiência e sustentabilidade.

Embrapa Soja

Celebrando 50 anos, a Embrapa Soja apresenta tecnologias voltadas à sustentabilidade e adaptação climática. Entre os destaques estão o app Plantio Certo, o sistema Agritempo, análise de solo com IA, e o Guandu BRS Guatã para recuperação de pastagens. A feira também marca o pré-lançamento da campanha Jornada pelo Clima e do hub AgNest, que conecta startups ao futuro do agro.



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Algodão brasileiro ocupa a maior fatia das exportações mundiais



Além de ser o maior volume, as exportações brasileiras também estão, desde de 2024, acima da média dos Estados Unidos, que mantinham o primeiro lugar no ranking. 

De acordo com os pesquisadores do Centro de Estudos, o avanço brasileiro para a primeira posição se dá devido à oferta nacional recorde de algodão em pluma. A produção brasileira já representa 14% da produção mundial da safra 2024/25.

Nos primeiros nove meses da temporada (de agosto/24 a abril/25), O volume exportado foi de 2,35 milhões de toneladas. O que é apenas 12% a menos que o total escoado em toda a safra anterior.



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Agrishow impulsiona soluções para a agricultura familiar


A 30ª edição da Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, está focada em impulsionar e incentivar expositores a fornecer soluções inovadoras, sustentáveis e acessíveis, especialmente para pequenos agricultores e pecuaristas. O evento reconhece que produzir e empreender no agro exige mais do que conhecimento técnico, demandando ferramentas adequadas ao cenário climático e econômico atual.

Para João Marchesan, presidente da Agrishow, a agricultura familiar merece destaque pela sua importância para o agronegócio brasileiro, pois “é uma prática cuja relevância tem sido cada vez maior para a alimentação e para a economia do nosso país”. Dados do Anuário Estatístico da Agricultura Familiar 2023, da Contag, revelam a força desse setor: “Se a agricultura familiar brasileira fosse um país, seria o oitavo maior produtor de alimentos do mundo”. Além disso, a agricultura familiar fornece 70% dos alimentos da cesta básica e se destaca em diversas produções, como milho, mandioca, pecuária leiteira e de corte, olerícolas, feijão, café e hortaliças, conforme a Embrapa.

No Pavilhão da Agricultura Familiar da Agrishow, pequenos produtores encontram um portfólio de soluções que abrange desde o acesso à tecnologia, mercado e crédito, criando uma ponte com empresas que oferecem produtos e serviços focados no aumento da produtividade e da renda.

A mecanização da colheita é uma das soluções em destaque, visando otimizar a eficiência e reduzir o esforço manual em todo o processo de cultivo. Entre os mais de 800 expositores, diversas empresas oferecem produtos voltados à agricultura familiar, com foco na otimização do plantio e colheita de culturas como o café. Uma das novidades apresentadas é o uso de biofertilizantes, que melhoram a qualidade e a produtividade das plantas de café, oferecendo proteção contra o excesso de radiação solar e amenizando os efeitos climáticos. Os microtratores, indicados para propriedades de até 20 hectares, também se destacam pela versatilidade e baixo consumo, realizando diversas operações agrícolas com engate rápido para implementos.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, visitou a Agrishow nesta terça-feira (29) e anunciou um pacote de investimentos de cerca de R$ 600 milhões para fortalecer o setor agropecuário, incluindo crédito para pequenos e médios produtores, logística, maquinário, seguro rural e práticas sustentáveis. Ele enfatizou o papel da Agrishow para o agronegócio brasileiro e a eficiência da agroindústria nacional, afirmando que “temos que ser eficientes em todos os setores, especialmente no agro, um dos motores da economia nacional. O pacote de recursos visa fortalecer as diferentes cadeias produtivas e melhorar as condições de trabalho dos produtores rurais do Estado”.

O prefeito de Ribeirão Preto, Ricardo Silva, ressaltou os impactos positivos da feira na economia local e regional, estimando uma movimentação de R$ 500 milhões e a geração de 7 mil empregos diretos e indiretos. Ele acrescentou que “a Agrishow se traduz em visibilidade nacional e internacional e, especialmente, recursos que movimentam a economia da cidade e municípios vizinhos. Todos ganham muito com esses investimentos que vão transformar nossa infraestrutura e promover um crescimento ainda mais acelerado”.





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Arroz se mantém estável frente a alta demanda e baixa oferta



Os preços do arroz em casca se mantiveram estáveis ao longo da última semana. Isso de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Ainda de acordo com o instituto, a estabilidade se deu devido a alta procura da parte dos compradores, que buscam repor os estoques. Por outro lado, o cenário não foi de alta nas cotações do grão devido a um recuo por parte dos vendedores. 

A liquidez continua baixa, uma vez que os demandantes estão mantendo uma postura cautelosa, adquirindo volumes pontuais e dando preferência para lotes armazenados. De acordo com o Cepea, essa situação reflete uma espera dos compradores por uma maior definição do mercado.

Simultaneamente, do lado dos ofertantes do arroz, estes seguem atentos ao término da colheita. E também seguem preocupados com o rendimento, devido a redução de grãos inteiros na lavoura, de acordo com o Centro de Estudos.

*Sob supervisão de Thiago Dantas



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Canal Rural tem sites, programas e 16 jornalistas entre finalistas dos +Admirados do Agro



O Canal Rural emplacou sites, programas e nada menos do que 16 profissionais entre os finalistas do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025. A premiação que reconhece os profissionais e veículos preferidos da cobertura do agro entrou em seu segundo turno, mostrando que o Canal Rural é o maior concorrente em número de indicações.

Promovido pelo site Jornalistas&Cia, o prêmio vai eleger os top 50 jornalistas mais admirados do setor produtivo e os top 3 de categorias como site, podcast, canal de vídeo e programas, em votação que segue até 13 de maio. A cerimônia de entrega dos prêmios será realizada no dia 23 de junho, em São Paulo.

Na edição de 2024 dos +Admirados da Imprensa do Agro, o Canal Rural foi vencedor como melhor site de agronegócio e melhor programa de TV especializado, com o telejornal Rural Notícias. No ano anterior, foi vencedor nas categorias site e canal digital.

Confira as categorias em que os profissionais e produtos do Canal Rural concorrem e vote aqui:

Site/portal: Canal Rural e Planeta Campo

Canal de vídeo (Youtube/Instagram): Canal Rural

Programa de TV especializada: Giro do Boi, Mercado&Cia e Rural Notícias

Áudio (programa de rádio/podcast): Planeta Campo

Jornalistas:
Ana Moura (Canal Rural MT)
Antônio Pétrin (Rural Notícias)
Beatriz Gunther (Mercado&Cia.)
Daiany Andrade (Planeta Campo)
Eliza Maliszewski (Canal Rural RS)
Jaqueline Silva (A Protagonista)
João Nogueira (Mercado&Cia/Porteira Aberta Empreender)
Juliana Azevedo (Interligados)
Luis Roberto Toledo (site Canal Rural)
Luiz Patroni (Canal Rural MT)
Luiza Cardoso (Rural Notícias/Calçando a Botina)
Marcius Ariel (Planeta Campo)
Marusa Trevisan (Planeta Campo)
Pryscilla Paiva (Mercado&Cia.)
Valeria Burbello (Canal Rural PR)
Yahell Bonfim (Planeta Campo)



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Café apresenta bom desenvolvimento frente a clima favorável



As chuvas em praticamente todas as regiões produtoras de café marcaram o final de abril. Dessa forma o desenvolvimento final dos grãos na safra 2025/26 e também as condições dos cafezais para a próxima safra vem sendo beneficiados. As informações são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O Centro de Estudos afirma que ainda é cedo para especular sobre a safra 2026/27, mas as condições climáticas e a maior umidade no começo do outono se mostram favoráveis para plantas.

De acordo com fontes agentes ouvidos pelo Cepea em campo, em alguns casos pontuais, produtores já estão até realizando catação em áreas mais precoces. Apesar disso, a colheita do café ainda não iniciou na maioria das praças.

Apesar do tempo favorável, ainda paira a preocupação com a maturação irregular dos grãos, que pode impactar a qualidade da safra e da bebida mediante os impactos climáticos na lavoura.

*Sob supervisão de Thiago Dantas



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Desafios para automação no campo são apresentados na Agrishow



Com o objetivo de aumentar a eficiência, produtividade e sustentabilidade das operações rurais, a automação utiliza tecnologias e sistemas inteligentes para substituir ou otimizar tarefas humanas nas atividades agropecuárias.

E muitas das oportunidades no campo estão relacionadas à capacidade que o produtor rural tem de acessar a internet e conectar a propriedade ao mundo digital. Mas de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 72% das propriedades rurais brasileiras ainda não tem acesso à internet.

Esse é um dos assuntos discutidos durante a Agrishow. A temática representa os desafios da atividade para os próximos anos e dentre os gargalos enfrentados pelo setor está a conectividade no campo.

Além dos produtores e das 800 marcas expositoras, a própria organização do evento investe para ampliar as oportunidades do universo digital. O Agrishow Labs, por exemplo, é um espaço dedicado à tecnologia e inovação dentro da feira.

“Esse ano, nós estamos com mais de 80 startups, pelo menos todos os dias aqui por conta dos hubs, com soluções diretas para o produtor, para gente conseguir aproximar mais o produtor dessas soluções que muitas vezes ele não tem acesso se não for aqui no nosso Agrishow Labs”, destacou Marilda Meleti, gerente de espetáculo da Agrishow.

Automação no campo

O uso de tecnologias e sistemas inteligentes para otimizar tarefas humanas nas atividades agropecuárias aumentam a eficiência, produtividade e sustentabilidade das operações rurais.

Para o vice-presidente de Vendas e Marketing da Hughes, Ricardo Amaral, a automação é uma tônica nessa temática. ” A automação apareceu de uma forma muito forte nos últimos anos e a conexão do dado, para você levar pra nuvem, para você tratar esses dados, ganha uma relevância muito grande. A gente observa em determinados subsetores da agricultura que o dado que vem, que chega online conectado, o agricultor pode ter um incremento de produtividade de três a cinco vezes maior”, disse Ricardo Amaral.

Pesquisa

A Associação Brasileira de Marketing Rural (ABMRA) está presente no evento e realiza, por exemplo, uma pesquisa sobre maturidade digital.

“Toda empresa que participar do estudo, ela receberá o relatório final completo da pesquisa, ou seja, ela terá uma ideia de como os seus concorrentes e de como todo o mercado tem se portado nos meios digitais”, afirmou Ricardo Nicodemos, presidente da ABMRA.



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Soja em alta devido à guerra comercial; mercado de milho apresenta pouca movimentação



Na última semana, o mercado da soja teve desempenho positivo na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), com o contrato de maio de 2025 subindo 1,35% e fechando a US$ 10,50 por bushel. Segundo a plataforma Grão Direto, o contrato de março de 2026 também teve leve alta, encerrando a US$ 10,51 por bushel (+0,57%). O avanço nas cotações refletiu principalmente o otimismo nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos, que deram sinais de aproximação e reabertura para acordos tarifários.

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Esse cenário animou o mercado, apesar da queda de 1,9% no valor do dólar (R$ 5,69), que pressionou os preços internos. Ainda assim, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) reduziu a estimativa de exportação da soja brasileira em abril, devido ao ritmo lento de embarques, embora o volume projetado ainda represente crescimento de 6,3% frente ao ano anterior.

Para os próximos dias, o mercado da soja continua atento ao clima nos Estados Unidos. As previsões da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) indicam temperaturas mais baixas e clima seco em estados-chave como Indiana, Iowa e Illinois, o que favorece o plantio. Por outro lado, as Dakotas e parte do Meio-Oeste devem enfrentar tempo mais quente e chuvoso.

O câmbio também segue influente: com o dólar mais fraco e um cenário global mais estável, os preços internos da soja podem seguir pressionados. No entanto, o avanço do plantio e a expectativa de progresso nas negociações entre China e Estados Unidos podem manter o suporte em Chicago, limitando as quedas no mercado físico brasileiro.

O mercado de milho

Já o mercado do milho teve comportamento oposto na CBOT. Os contratos futuros recuaram 1,04%, com o milho encerrando a semana a US$ 4,77 por bushel. No Brasil, o mercado físico também sofreu pressão diante do avanço da segunda safra, embora o contrato para maio de 2025 na Bolsa Brasileira de Futuros (B3) tenha registrado uma leve alta de 0,55%, cotado a R$ 77,17 por saca. A movimentação foi marcada por um mercado desaquecido e ajustes de preços, mesmo com suporte limitado pela demanda de usinas de etanol e indústrias do setor de ração animal.

As condições climáticas no Brasil seguem favoráveis à produção de milho. O Centro-Oeste registra chuvas regulares e temperaturas amenas, o que favorece a fase de enchimento de grãos da segunda safra e reforça expectativas de boa produtividade. Com isso, a pressão sobre os preços no mercado físico aumenta. Além disso, a demanda interna segue acomodada: grandes consumidores já formaram seus estoques e aguardam a colheita da nova safra, o que reduz o volume de negociações e mantém o ritmo de mercado lento.



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