domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do feijão avança, mas falta de chuva preocupa


A colheita da primeira safra de feijão no Rio Grande do Sul foi concluída, com produtividade média estimada em 1.838 quilos por hectare em uma área total de 49.901 hectares, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quarta-feira (30) pela Emater/RS-Ascar.

A segunda safra apresentou avanço na colheita, passando de 20% para 23%, beneficiada pelas condições climáticas favoráveis, embora limitada pela quantidade de áreas maduras. A produtividade média está próxima de 1.300 quilos por hectare.

“O predomínio de tempo firme, a alta radiação solar e as temperaturas amenas durante as manhãs e noites favoreceram o desenvolvimento vegetativo da cultura”, informou o boletim. No entanto, a Emater alertou para a necessidade de chuvas para manter o potencial produtivo. “A prolongada ausência de precipitações vem reduzindo os níveis de umidade do solo”, destacou.

A umidade relativa do ar elevada e a formação de orvalho nas manhãs contribuíram para o surgimento de doenças fúngicas, como antracnose. Nessas condições, o manejo fitossanitário se tornou essencial. “Algumas aplicações antifúngicas preventivas foram realizadas para conter o avanço das doenças”, acrescentou a Emater.

Na região de Frederico Westphalen, cerca de 40% das lavouras estão em fase de florescimento e enchimento de grãos, outros 40% em maturação fisiológica e 20% já colhidos. Em Ijuí, 64% das lavouras permanecem no estágio reprodutivo, 30% em maturação e 5% colhidas. “A colheita ocorre pontualmente em pequenas propriedades, voltadas ao autoconsumo e à venda do excedente”, explicou o informativo.

O produto colhido nessas áreas apresenta qualidade levemente inferior, devido à deficiência hídrica no enchimento de grãos. Já as áreas irrigadas seguem em fase de enchimento, com elevado potencial produtivo.

Em Soledade, aproximadamente 20% das lavouras estão em florescimento, 75% em enchimento de grãos e 5% em maturação.

O preço médio da saca de 60 quilos registrou queda de 5,84% na semana, passando de R$ 228,33 para R$ 215,00, de acordo com o levantamento de preços da Emater/RS-Ascar.





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Copom no Brasil e balança comercial dos EUA: ouça os destaques do dia


PODCAST Diário Econômico

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o Ibovespa caiu 1,22%, impactado pela queda do petróleo, dados de inflação nos Estados Unidos e pressão sobre ações da Petrobras, enquanto o mercado global reagiu a tensões comerciais, alta nos juros americanos e alertas contra o protecionismo em reunião de líderes econômicos.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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AgroNewsPolítica & Agro

Café lidera exportações mineiras em 2025


As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram US$ 2,6 bilhões no primeiro bimestre de 2025, um crescimento de 18% na receita em relação ao mesmo período de 2024, segundo a edição de abril do Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar da retração de 24% no volume exportado, o setor representou 43% das exportações totais do estado, marcando o melhor resultado da série histórica para o período.

“O agronegócio manteve uma performance expressiva, superando inclusive o setor de mineração”, destacou o boletim.

O café permaneceu como principal produto da pauta de exportações mineira, com 7,8 milhões de sacas exportadas nos dois primeiros meses do ano. Houve queda de 10,4% no volume, mas o faturamento subiu 55,5%, totalizando US$ 2,34 bilhões no período.

A soja também impulsionou os resultados, com aumento de 16,7% na produção estadual, superior ao crescimento nacional de 13,3% em relação à safra anterior. “A alta nas cotações internacionais favoreceu o faturamento e impulsionou as exportações”, informou a Conab.

A concentração da colheita, provocada pelo período de seca em fevereiro, elevou a demanda por transporte no estado. “Os fretes para os centros de processamento dentro de Minas registraram picos de 13% a 14%”, apontou o boletim. Já os fretes com destino aos portos de Santos e Paranaguá tiveram aumento médio entre 5% e 6%.

A movimentação da soja foi intensa no terceiro decêndio de fevereiro e ao longo de março, refletindo o aumento da produção e os preços atrativos das commodities. Minas Gerais consolidou-se como o terceiro maior exportador do Brasil, com 11,6% de participação nas vendas totais.

“O crescimento na receita das exportações agropecuárias foi impulsionado pela valorização das commodities e pela taxa de câmbio favorável”, concluiu a Conab.





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Preço do boi cai até R$5 em Minas Gerais


Segundo o informativo “Tem Boi na Linha” divulgado pela Scot Consultorias nesta segunda-feira (05), a semana começou sem novas negociações entre frigoríficos e produtores nas praças paulistas, segundo levantamento do mercado. “As indústrias frigoríficas seguem fora das compras, refletindo boas ofertas e uma demanda enfraquecida”, informou o relatório. Os preços permaneceram estáveis no comparativo diário.

Em Minas Gerais, as cotações registraram quedas em diversas regiões. No Triângulo Mineiro, o preço do boi gordo, da vaca e da novilha caiu R$5,00 por arroba. Em Belo Horizonte, a cotação do boi gordo e da novilha também recuou R$5,00, enquanto a da vaca caiu R$4,00.

No Norte de Minas, a vaca teve queda de R$5,00 por arroba, sem alteração para as demais categorias. Na região Sul, o preço do boi gordo e da vaca caiu R$3,00 por arroba, enquanto a novilha registrou redução de R$5,00. O “boi China” teve desvalorização de R$5,00 por arroba.

No mercado atacadista de carne com osso, a oferta menor e o bom desempenho das vendas, impulsionado pelo feriado de 1º de maio, não sustentaram os preços. “Mesmo com vendas aquecidas, as cotações não se firmaram”, apontou o relatório.

O preço da carcaça casada do boi capão e da vaca permaneceu estável. A carcaça do boi inteiro teve queda de 1,9%, ou R$0,40 por quilo. A carcaça da novilha caiu 2,6%, o equivalente a R$0,55 por quilo.

No mercado de carnes alternativas, o preço do frango médio caiu 0,6% ou R$0,05 por quilo. A carcaça de suíno especial manteve o mesmo valor da semana anterior.





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Baixa umidade acelera colheita da soja



Colheita da soja atinge 88% da área plantada no RS




Foto: Pixabay

A colheita da soja no Rio Grande do Sul avançou de forma expressiva, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quarta-feira (30) pela Emater/RS-Ascar. O progresso foi impulsionado pela permanência de condições climáticas estáveis, com dias secos e ensolarados, o que favoreceu o andamento das operações de campo e a logística de escoamento da produção.

De acordo com o documento, 88% da área cultivada já foi colhida. “As lavouras semeadas em novembro e no início de dezembro foram finalizadas, e os produtores agora aguardam a maturação das áreas plantadas a partir da segunda quinzena de dezembro”, informou a Emater.

Apesar da desuniformidade na maturação, foi registrada melhora na qualidade dos grãos nas últimas semanas. A baixa umidade, resultado de quase três semanas com precipitações escassas, acelerou o processo de secagem natural, com teores de umidade entre 12% e 13%. Esse fator tem facilitado a debulha tanto no campo quanto nas máquinas colhedoras.

Para reduzir perdas e antecipar a colheita, alguns produtores vêm ampliando os turnos até o início da noite ou contratando serviços terceirizados. A estratégia busca evitar prejuízos em caso de retorno das chuvas.

O levantamento aponta que 11% das lavouras remanescentes estão em estágio de maturação fisiológica e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas regiões afetadas pela estiagem, produtores e arrendatários têm renegociado contratos de arrendamento, com ajustes nos valores em função da quebra de produtividade.

Em relação à comercialização, o preço médio da saca de 60 quilos caiu 2,82% na semana, passando de R$ 127,24 para R$ 123,65, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar.





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Exportações de farelo de soja sobem 3,9% no 1º trimestre



Brasil exporta 5,3 mi t de farelo de soja até março




Foto: Divulgação

As exportações brasileiras de farelo de soja somaram 5,3 milhões de toneladas no acumulado entre janeiro e março de 2025, um crescimento de 3,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 5,1 milhões de toneladas. Os dados constam na edição de abril do Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgada nesta semana.

Apesar do aumento discreto, o setor mantém expectativas positivas para a temporada, sustentadas pela estimativa de maior esmagamento da oleaginosa no país. “A safra colhida foi excelente, o dólar continua em patamar favorável e o cenário internacional ainda reflete o conflito tarifário entre Estados Unidos e China”, destacou a Conab no relatório.

Os portos de Santos, Paranaguá, Rio Grande e Salvador concentraram a maior parte do escoamento do produto. Santos respondeu por 40,5% das exportações nacionais, uma leve queda em comparação aos 44,8% registrados no mesmo período de 2024. Paranaguá teve participação de 31,7%, superior aos 28,5% do ano anterior. Rio Grande movimentou 15,1% da produção, ante 13,1%, enquanto Salvador respondeu por 9%, frente aos 8,1% registrados anteriormente.

Os estados de Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás se mantêm como os principais responsáveis pela originação do farelo exportado no período.





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agronegócio responde por 65% das exportações em 2024


O agronegócio foi responsável por 65% das exportações de Santa Catarina em 2024, alcançando US$ 7,57 bilhões, segundo dados do Observatório Agro Catarinense. A China manteve-se como principal destino das vendas externas do setor. O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VPA) do estado somou R$ 63,7 bilhões, com uma leve retração de 0,5% em relação ao ano anterior. A queda foi atribuída à frustração de safra em culturas como maçã e soja, além da desvalorização de produtos como milho e soja.

Os números integram a Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina, elaborada pela Epagri/Cepa. O relatório analisa o desempenho do setor agropecuário e subsidia políticas públicas, investimentos e estratégias para o meio rural. “Apesar dos desafios climáticos e de mercado, os resultados mostram a resiliência do agro catarinense”, destacou a publicação.

Santa Catarina liderou a produção nacional de suínos, com exportações que somaram US$ 1,7 bilhão, o maior valor já registrado. Na avicultura, o estado ocupou a segunda posição no ranking nacional, alcançando US$ 2,3 bilhões em exportações de frango, também um recorde. A pecuária permaneceu como principal atividade do agronegócio estadual, representando 55,7% do VPA. A bovinocultura de corte registrou aumento de 8,7% nos abates, enquanto a produção de leite atingiu 3,3 bilhões de litros, alta de 2,9% frente a 2023.

A produção vegetal respondeu por 24% do VPA estadual. A soja liderou o segmento, com R$ 5,46 bilhões em movimentações, enquanto o arroz representou 11% da produção nacional. O relatório também destacou a diversidade da agricultura catarinense, com cultivos de milho, feijão e trigo.

O setor de mel registrou crescimento de 51% nas exportações, posicionando Santa Catarina como terceiro maior exportador do produto no país. O setor florestal teve alta de 10,3% nas exportações, que totalizaram US$ 1,74 bilhão, equivalendo a 16,5% das vendas externas do estado.

O ano também foi marcado por dificuldades. A bananicultura enfrentou problemas climáticos, a produção de maçã foi prejudicada apesar dos bons preços, e o tabaco sofreu perdas com o excesso de chuvas.

O crédito rural seguiu com papel estratégico no desenvolvimento do setor. Em 2024, os financiamentos no agro catarinense somaram R$ 7,08 bilhões. Uma das novidades foi o protagonismo das cooperativas de crédito, que ultrapassaram os bancos públicos na concessão de recursos.

Segundo a Epagri/Cepa, a pecuária liderou em número de contratos, mas a agricultura concentrou o maior volume de financiamentos. “O crédito bem direcionado transforma realidades, gera renda, empregos e promove o desenvolvimento sustentável nas comunidades rurais”, avaliou o relatório.





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Petrobras reduz preço do diesel para as distribuidoras



A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (5), no Rio de Janeiro, que reduzirá os preços de venda do diesel A para as distribuidoras em R$ 0,16 por litro. O novo valor será de R$ 3,27 por litro a partir desta terça-feira (6).

Segundo a estatal, o preço do diesel para o consumidor passará a ser, em média, de R$ 2,81 por litro. Isso porque há uma mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos.

A Petrobras disse que, desde dezembro de 2022, os preços de diesel para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 1,22/litro, diminuição de 27,2%.

Considerando a inflação do período, essa redução é de R$ 1,75/ litro ou 34,9%.



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MST, Reforma Agrária e o erro de transformar o campo em campo de batalha ideológica


As recentes invasões de terra promovidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) — iniciativa conhecida como Abril Vermelho — escancaram uma crise que vai além do campo: trata-se de um grave desrespeito ao Estado de Direito e à ordem constitucional.

O MST, que atua sem CNPJ, sem personalidade jurídica e sem fiscalização, se comporta como uma entidade acima das leis.

É preciso ser claro: invasão de propriedade privada é crime previsto na Constituição Federal e no Código Penal, e não pode ser tolerada como forma de “luta social”. O artigo 5º da Constituição garante o direito à propriedade, e o artigo 1210 do Código Civil brasileiro assegura a posse legítima contra esbulho.

No entanto, os poderes constituídos — Executivo, Judiciário e Ministério Público — têm se omitido vergonhosamente, permitindo que atos de vandalismo travestidos de reivindicação política avancem sobre o direito alheio, criando um cenário de insegurança jurídica que compromete não só a paz no campo, mas a confiança dos investidores e a soberania produtiva do país.

Vivemos num país de dimensões continentais, onde parte das terras ainda tem origem em registros coloniais, o que exige um tratamento técnico, sério e institucional. Mas o que se vê é uma reforma agrária feita na base do improviso, entregando terras a pessoas sem preparo técnico, sem infraestrutura básica e, em muitos casos, sem qualquer afinidade com a vida no campo. O resultado? Assentamentos que se transformam em favelas rurais, sem produtividade, sem dignidade, sem perspectivas.

Em paralelo, o agronegócio brasileiro, altamente tecnológico e eficiente, segue liderando o abastecimento interno e as exportações. A contradição é gritante: enquanto uns produzem para o mundo com excelência, outros são usados como massa de manobra para fins políticos.

A reforma agrária é necessária, mas precisa ser feita com responsabilidade, critério e meritocracia. Terra deve ser concedida a quem quer, pode e sabe produzir, e acompanhada de assistência técnica, acesso a crédito, e inserção nos mercados. Sem isso, não há emancipação, só dependência e miséria.

A verdade é dura, mas precisa ser dita: a reforma agrária, quando feita com viés ideológico e conivência institucional, se torna um projeto de poder – não de justiça social. E nesse caminho, o Brasil planta insegurança e colhe retrocesso. Terra é produção. Terra é lei. Terra não é trincheira partidária.

Miguel DaoudMiguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Como ficaram as cotações de soja na primeira segunda-feira de maio?



O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com preços mais baixos. A combinação de queda na Bolsa de Chicago (CBOT) e recuos nos prêmios pressionou as cotações no mercado interno. De acordo com Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, o ambiente seguiu travado, com o produtor relutante em negociar novos volumes. “O produtor continua retraído, especialmente após as boas vendas realizadas em abril”, apontou. Já a indústria indicou preços abaixo da paridade de exportação, o que reduziu ainda mais o ímpeto de venda.

A soja por região

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 128,00 para R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 127,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 131,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 118,50 para R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 115,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na CBOT encerraram a sessão desta segunda-feira em queda. A previsão de clima favorável ao andamento do plantio nos Estados Unidos somada à ausência de avanços nas negociações comerciais entre China e EUA contribuiu para o movimento de baixa. Com isso, o interesse chinês segue migrando para a América do Sul, enquanto o cenário de entrada da nova safra brasileira aumenta a competitividade dos preços internos.

Além disso, a queda do petróleo e o ambiente global de maior aversão ao risco acentuaram o tom negativo dos mercados. No final do dia, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgará atualização dos dados de plantio, com expectativa de bom ritmo nos trabalhos.

As inspeções semanais de exportação de soja dos EUA somaram 324.101 toneladas na semana encerrada em 1º de maio, contra 457.844 toneladas na semana anterior e 358.179 toneladas no mesmo período do ano passado.

Contrato futuro da soja

O contrato de julho da soja em grão caiu 12,50 centavos (1,18%) para US$ 10,45 1/2 por bushel. A posição novembro perdeu 8,25 centavos (0,80%) e fechou a US$ 10,22 1/4 por bushel.

No farelo, julho recuou US$ 1,40 (0,47%), para US$ 295,50 por tonelada. O óleo de soja com vencimento em julho caiu 0,70 centavo (1,41%) e encerrou a 48,73 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial fechou com valorização de 0,62%, cotado a R$ 5,6898 na venda e R$ 5,6878 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,6293 e a máxima de R$ 5,6908.



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