domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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‘Semana do MEI’ chega para incentivar a formalização de microempreendedores individuais


A Semana do microempreendedor individual 2025 (MEI), já tem data marcada e promete movimentar os pequenos negócios de todo o Brasil.

De 26 a 30 de maio, o evento traz uma programação especial com oficinas, palestras e atendimentos personalizados, nas diversas unidades do Sebrae.

A iniciativa é voltada para quem já é microempreendedor individual ou pensa em se formalizar.

O evento, já está na 16ª edição e atendeu mais de 3 milhões de clientes. Para Cristiano Faquini, analista do Sebrae nacional, a ‘Semana do MEI’ é fundamental para empreender com mais segurança.

“O evento é importante para o microempreendedor individual se informar, capacitar, tirar dúvidas e realizar a declaração de faturamento, lembrando que o prazo para a declaração encerra em 30/5“, afirma Faquini.

Veja como participar da ‘Semana do MEI’

Para saber sobre a programação, o primeiro passo é acessar aqui e conferir os destaques do seu estado.

Em seguida, escolha os eventos de interesse e finalize sua inscrição. Todo o processo é gratuito e rápido.

A programação do Sebrae São Paulo, por exemplo, incluirá consultorias e cursos gratuitos sobre vendas, marketing, crédito e gestão financeira.

“Alguns estados terão parcerias com bancos que oferecerão orientações e até mesmo acesso ao crédito. Além disso, quem deseja se formalizar como MEI pode procurar o Sebrae em uma agência de atendimento ou pelo telefone 0800 570 0800”, complementa Faquini.

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MEl: benefícios e oportunidades para quem quer empreender

John Wesile Pontes de Andrade é produtor rural na RDS/Juréia, região de Iguape. Foto: Divulgação | Canal Rural

Ser microempreendedor individual é a maneira mais simples de formalizar um negócio e obter um CNPJ.

Uma vez formalizado como MEI, o empresário pode emitir notas fiscais com facilidade, abrir uma conta empresarial e ter acesso a empréstimos com melhores taxas de juros.

Além disso, pode contribuir para a aposentadoria e receber alguns benefícios da seguridade social como salário-maternidade e auxílio-doença.

O faturamento do MEI pode ser de até R$ 81 mil por ano e pode contratar até um funcionário para auxiliar nas tarefas.

John Wesile Pontes de Andrade é produtor rural na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Juréia, localizada na região de Iguape, em São Paulo. Na propriedade, cultiva banana, mandioca e inhame, além de produzir artesanalmente farinha de mandioca.

“Com a assistência do Sebrae, consegui participar de várias entregas de merenda escolar — algo que eu nunca fazia e que hoje faço regularmente. Além disso, o Sebrae me auxiliou com toda a documentação do MEI e do CNPJ Rural, o que contribuiu significativamente para o aumento da minha renda”, afirma Andrade.

Assim como Andrade, a formalização pode abrir novas oportunidades, garantindo mais segurança e crescimento empresarial. Com apoio e orientação adequada, é possível expandir as atividades e melhorar os negócios.



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Carne do Brasil: importação pelos EUA cresce quase 500%


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Foto: Agência Brasil/arquivo

As exportações de carne bovina do Brasil mantiveram trajetória de crescimento em abril de 2025, com embarques que totalizaram 273,4 mil toneladas e geraram receita de US$ 1,33 bilhão. A China manteve a liderança no mês, com 107,8 mil toneladas exportadas (39,4% do total) e US$ 530 milhões em receita. Os Estados Unidos ocuparam a segunda posição, com 47,8 mil toneladas (17,5%). No entanto, um dado chama a atenção: em comparação com abril de 2024, os EUA compraram 498% mais carne no período.

No acumulado do quadrimestre, os americanos mais que quintuplicaram suas compras, somando 135,8 mil toneladas e consolidando-se como o segundo maior destino das exportações brasileiras (14,3% de participação). Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

Os números expressivos coincidem com o período em que entraram em vigor as sobretaxas do governo Donald Trump. Mesmo com tarifas mais altas, os Estados Unidos ampliaram significativamente as compras de carne brasileira.

Dados gerais das exportações de carne bovina brasileira

Os números representam altas de 13,1% em valor e de 10,2% em volume na comparação com março. Em relação a abril de 2024, o avanço foi de 27,6% em receita e de 15,3% em volume exportado. A categoria in natura respondeu por 88,4% do volume total exportado e por 91,3% do faturamento em abril, reforçando sua posição de liderança entre os produtos embarcados.

No acumulado de janeiro a abril, o Brasil exportou 949,9 mil toneladas de carne bovina, crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período de 2024. A receita somou US$ 4,55 bilhões, avanço de 23,7%. A China segue como principal destino no ano, com 392,3 mil toneladas embarcadas (US$ 1,89 bilhão), alta de 12,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Isso representa 41,3% do volume total exportado.

Destaca-se também o crescimento nas exportações de gordura bovina, que avançaram 199,4% em volume em relação a abril do ano passado. As carnes industrializadas (+11,5% em receita), miúdos (+11,8%) e produtos salgados (+62,2%) também apresentaram desempenho positivo, sinalizando a diversificação da pauta exportadora.

Principais destinos da carne brasileira

Completam a lista dos dez principais mercados no quadrimestre de 2025: Chile (39.819 t), Hong Kong (33.711 t), União Europeia (29.777 t), Egito (27.421 t), Rússia (27.397 t), Argélia (24.985 t), México (24.313 t) e Arábia Saudita (20.909 t).

Em abril, além da China e dos Estados Unidos, também se destacaram o México (10.978 t), Hong Kong (9.423 t), Chile (9.329 t), Egito (9.099 t), Rússia (7.938 t), União Europeia (7.425 t), Filipinas (7.078 t) e Arábia Saudita (6.294 t), que, juntos, responderam por mais de 81% dos embarques do mês.

“Esse desempenho é fruto direto do trabalho integrado de toda a cadeia da pecuária brasileira — do produtor ao frigorífico exportador — e da imagem de qualidade, sustentabilidade e confiabilidade construída ao longo dos anos. Embora apenas cerca de 30% da produção nacional seja destinada à exportação, esse volume representa uma das principais fontes de geração de divisas para o Brasil, movimenta centenas de municípios e garante o aproveitamento pleno da carcaça, incluindo produtos distintos do consumo interno. Seguimos empenhados no compromisso de abastecer o mundo com excelência e contribuir para o crescimento do nosso país”, afirma Roberto Perosa, presidente da ABIEC.

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Acordo EUA-Reino Unido e política de juros fazem Ibovespa bater recorde: ouça o Diário Econômico



No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o recorde do Ibovespa, que subiu 2,12%, puxado pelo acordo EUA-Reino Unido e sinais de fim do ciclo da Selic.

O dólar caiu para abaixo de R$ 5,67, com forte ingresso de capital estrangeiro. Bolsas globais avançaram, enquanto Treasuries subiram e o petróleo ganhou força.

Hoje, atenção aos discursos do Fed, CPI e PPI na China e ao IPCA de abril no Brasil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços da soja apresentam variações


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tem indicações no porto, para entrega maio e pagamento 12/05 na casa de R$ 131,00, marcando queda de -1,50%, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 129,00 Cruz Alta – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 129,00 Passo Fundo – Pgto. 30/05 R$ 129,00 Ijuí – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 128,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. meados de junho. Os preços da pedra, em Panambi, caíram para R$ 120,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Santa Catarina deve colher 12,7% mais soja na safra 2024/25, impulsionada por aumento de área e produtividade, segundo a Epagri/Cepa. O estado acumula alta de 93% na produção em 12 anos, com destaque para o Planalto Norte. No entanto, a seca no Oeste preocupa, afetando lavouras tardias e provocando perdas de até 20% em Campo Belo do Sul. A Conab alerta para riscos na fase final da cultura. No mercado, a soja é vendida entre R\$ 123 e R\$ 127 no Vale do Itajaí e a R\$ 133,30 no porto de São Francisco, com alta de 0,89%.

No Paraná, os preços apresentaram variações entre o porto, o interior e o balcão. Em Paranaguá, no porto, a cotação da saca atingiu R\$ 134,66, com alta de 0,49%. No interior do estado, houve movimentos mistos: em Cascavel, o preço recuou para R\$ 122,90 (-0,88%), enquanto em Maringá a queda foi maior, com a saca negociada a R\$ 123,19 (-1,23%). Em Ponta Grossa, a cotação ficou em R\$ 126,69, uma leve baixa de 0,53%, ao passo que em Pato Branco houve valorização, com a saca chegando a R\$ 133,30, representando alta de 0,89% no FOB. No balcão, os preços em Ponta Grossa permaneceram em R\$ 130,00 por saca.

No Mato Grosso do Sul, a colheita da soja 2024/25 alcançou 99,8% da área monitorada, com 4,49 milhões de hectares colhidos. A produtividade média foi revisada para 54,4 sacas/ha, 11,4% acima da safra anterior, elevando a produção estimada para 14,686 milhões de toneladas (+18,9%). Mesmo com estresse hídrico em 52% das lavouras, o estado expandiu 6,8% sua área plantada. O clima seco tem favorecido o término da colheita. A soja foi cotada a R$ 118,81 (-0,33%) em Dourados, Campo Grande, Maracaju e Sidrolândia. Em Chapadão do Sul, o valor recuou para R$ 110,51 (-1,94%).

O Mato Grosso, o maior exportador nacional, mantém cautela após a supersafra 24/25 (50,9 mi t), com ajustes nos fluxos logísticos e industriais. “Campo Verde: R$ 115,53(+0,43). Lucas do Rio Verde: R$ 110,40(+0,51%), Nova Mutum: R$ 110,40(+0,51%). Primavera do Leste: R$ 115,53(+0,43%). Rondonópolis: R$ 115,53(0,42%). Sorriso: R$ 110,40(-0,36%)”, conclui.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Milho fecha em baixa em Chicago


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em baixa com a pressão sazonal do milho safrinha, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As cotações de milho na B3 seguem acompanhando as quedas de Chicago. A consolidação de uma boa colheita do milho safrinha pressiona o mercado. O comprador segue esperando maiores volumes para voltar às grandes compras e o produtor começa a negociar mais para evitar perdas e carrego de estoque”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de julho/25 foi de R$ 64,92 apresentando baixa de R$ -0,34 no dia, baixa de R$ -2,37 na semana; julho/25 fechou a R$ 65,87, baixa de R$ -0,43 no dia, baixa de R$ -1,91 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 68,17, baixa de R$ -0,46 no dia e baixa de R$ -2,46 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em baixa com avanço das safras nos EUA e Brasil. “A cotação de julho, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -1,32 % ou $ -6,25 cents/bushel a $ 449,50. A cotação para julho, fechou em baixa de -0,17 % ou $ – 0,75 cents/bushel a $ 429,50”, indica.

“O milho negociado em Chicago fechou o dia em baixa. As primeiras cotações tiveram quedas mais acentuadas, visto a evolução da safrinha brasileira e da boa semeadura nos EUA. Com isso o comprador deve ter uma boa disponibilidade de milho nos próximos meses. A demanda segue aquecida, e o conjunto de operadores de mercado esperam que o USDA reduz os estoques finais de milho na próxima segunda-feira, no relatório de oferta e demanda de maio”, conclui a consultoria.

 





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Mercado do milho oscila entre os estados


Vendas intensas a cooperativas pressionam preços do milho no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “As negociações seguem travadas, com compradores tentando alinhar os preços à paridade de exportação, mas enfrentando forte resistência dos vendedores. Para maio, os pedidos variam entre R$ 70,00 e R$ 74,00 por saca no interior do estado. As referências apontam R$ 69,00 em Santa Rosa e Ijuí; R$ 70,00 em Não-Me-Toque, Marau, Gaurama e Seberi; R$ 71,00 em Arroio do Meio e Lajeado; e R$ 72,00 em Montenegro”, comenta.

O mercado de milho em Santa Catarina segue em ritmo lento, com os produtores ainda focados na colheita da soja, o que diminui a oferta de milho e limita as transações. “Se mantém os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. As cooperativas locais seguem pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

Preços do milho no Paraná seguem entre estabilidade e queda. “Nos Campos Gerais, o milho disponível para pronta entrega segue cotado em torno de R$ 76,00 FOB, embora alguns vendedores ainda testem preços próximos de R$ 80,00. Para entrega em junho, com pagamento previsto para o final do mês, os negócios giram em torno de R$ 73,00 CIF

indústria”, indica.

O mercado segue lento em Mato Grosso do Sul, com queda acentuada em Dourados. “Os preços recuaram em diversas praças, com destaque para Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, onde a saca foi negociada a R$ 56,00. Em Ponta Porã e Sidrolândia, o milho apareceu a R$ 58,00, enquanto Maracaju registrou cotação de R$ 59,00. Já em Dourados, Campo Grande e Caarapó, o valor se manteve em R$ 60,00.. Apesar da retração nos preços, o mercado segue em compasso de espera, com foco na evolução da colheita da segunda safra, que deve começar a ganhar ritmo nas próximas semanas”, conclui.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Confira os preços do trigo no Brasil


Segundo informações da TF Agroeconômica, a demanda enfraquecida por farinha tem impactado diretamente a operação dos moinhos no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC), enquanto o Paraná (PR) mantém o melhor aproveitamento da sua capacidade instalada. O relatório da ABITRIGO aponta que, apesar de aumento na moagem no RS, esse movimento ocorre apenas entre os grandes moinhos, que absorvem prejuízos em seus balanços, enquanto os médios, maioria no estado, optam por reduzir produção. Com capacidade instalada de 1,78 milhão de toneladas, o RS utilizou apenas 70,2% em 2024.

No mercado gaúcho, produtores venderam grandes volumes às cooperativas nas últimas semanas, e estas tentam repassar o trigo aos moinhos, o que levou à cobertura das necessidades de maio e parte de junho. Com isso, os preços estão sob pressão, com negócios pontuais em R$ 1.400,00 por tonelada e ofertas chegando a R$ 1.390,00 para trigo PH 76. Já os preços da pedra em Panambi caíram para R$ 72,00 por saca. Para a safra futura, os preços permanecem em R$ 1.340,00 sobre rodas no porto, mas os moinhos seguem fora das negociações.

Em Santa Catarina, a situação é semelhante. O estado utilizou apenas 65,7% de sua capacidade instalada de moagem em 2024, o equivalente a 409,95 mil toneladas das 624,3 mil disponíveis. A concorrência com grandes grupos tem dificultado a operação dos moinhos locais. Os preços pagos aos triticultores se mantiveram estáveis: R$ 78,00 em Canoinhas, R$ 75,00 em Chapecó, R$ 79,00 em Joaçaba, R$ 80,00 em Rio do Sul e Xanxerê.

No Paraná, o cenário é mais favorável. O estado utilizou 87,2% da sua capacidade de moagem, com destaque para a boa qualidade do trigo e localização estratégica. Os preços seguem firmes, com compradores oferecendo R$ 1.600,00 por tonelada para entrega imediata e vendedores pedindo entre R$ 1.600,00 e R$ 1.650,00 FOB. Na pedra, o preço médio da semana foi de R$ 80,16 por saca, com lucro médio de 8,85% para os produtores, mesmo com recuo em relação à semana anterior. A nova safra ainda não registra ofertas, com compradores sinalizando R$ 1.450 a R$ 1.500 CIF moinho.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Cadastramento de caravanas para visitar a Bahia Farm Show 2025 segue até 30 de maio


A organização da Bahia Farm Show, que será realizada entre os dias 9 e 14 de junho, em Luís Eduardo Magalhães (BA), está se preparando para melhor recepcionar e proporcionar apoio logístico às caravanas de agricultores, profissionais, estudantes e entusiastas do agronegócio, que pretendem conhecer as principais novidades de tecnologia agrícola. Os interessados devem cadastrar sua caravana até o dia 30 de maio,  indicando os dias de presença e o perfil dos visitantes, preenchendo o formulário eletrônico com acesso em: clique aqui.

“A Bahia Farm Show atrai todos os anos centenas de grupos de caravanas de produtores, estudantes e profissionais envolvidos com o setor agrícola, não só da Bahia, mas de toda a área de abrangência do Matopiba, que incluem também Maranhão, Tocantins, Piauí, além do Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais. Nesta edição, queremos conhecer melhor o perfil destas caravanas e oferecer apoio logístico para melhor recepcionar esses visitantes, proporcionando uma experiência ainda mais agradável e produtiva durante a presença na feira”, afirma o gerente geral do Instituto Aiba (IAiba), Sunny Aaron.

Esse suporte pode incluir credenciamento e entrada facilitada, orientações para visitas técnicas guiadas, palestras exclusivas, e até parcerias com instituições de ensino e entidades do setor agropecuário. Além de promover a disseminação de conhecimento, as caravanas incentivam o networking e a troca de experiências, proporcionando uma vivência prática que complementa o aprendizado em sala de aula e nos centros de pesquisa. Na última edição, os grupos de caravanas vieram da Bahia e de estados vizinhos para conhecer as novas tecnologias e contribuíram para a feira agrícola atingir a marca de 111.137 mil visitantes.

Para o presidente da Bahia Farm Show e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, a presença dessas caravanas é fundamental para fortalecer a integração entre o conhecimento acadêmico, a prática no campo e as inovações tecnológicas que são apresentadas durante o evento. “A vinda das caravanas é muito especial para a feira, é quando vemos produtores de outras áreas, profissionais de instituições de pesquisa, estudantes de todas as idades que vêm de longe interessadas na troca de conhecimento e de saber mais sobre o setor agrícola. A organização da Bahia Farm Show reconhece a importância desses grupos e está colocando uma estrutura à disposição para facilitar a integração destes grupos à feira “, reforça. 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Reajustes positivos para as cotações no mercado do frango nesta sexta-feira (4)


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A sexta-feira (4) encerra a semana de negociações para o mercado do frango registrando aumentos nas cotações. Segundo análise do Cepea, os preços da carne de frango voltaram a subir na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, o impulso vem do típico aquecimento da demanda em início de mês, com o maior poder de compra da população (recebimento de salários). 

De acordo com agentes do setor avícola consultados pelo Cepea, há expectativa de aumento no volume de vendas nos próximos dias. O cenário tende a ser mais favorável em comparação com as últimas duas semanas, que foram impactadas pela menor liquidez. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo aumentou 1,69%, custando, em média, R$ 6,40/kg, enquanto a ave no atacado subiu 0,88%, custando, em média, R$ 8,00/kg.

No caso do animal vivo, o preço ficou estável em Santa Catarina, custando R$ 4,69/kg, enquanto no Paraná, houve aumento de 0,81%, valendo R$ 4,98/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à quinta-feira (3), houve aumento de 1,18% para o preço da ave congelada, chegando a R$ 8,61/kg, e elevação de 1,17% para o frango resfriado, custando R$ 8,66/kg.





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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo e soja abrem o dia em alta


Segundo a TF Agroeconômica, em seu boletim TF Agronotícias – Abertura dos Mercados desta quarta-feira, o trigo e a soja abriram o dia com leve alta nas bolsas internacionais, enquanto o milho mantém viés de baixa nos preços internos, pressionado pela expectativa de uma boa safra brasileira e plantio firme nos EUA.

As cotações do trigo na CBOT subiram devido a compras especulativas e preocupações climáticas. Oklahoma e Texas enfrentam chuvas no período de colheita, enquanto Dakota do Norte sofre com a ausência de precipitações nos próximos sete dias. Com isso, o contrato julho/25 subiu para US$ 538,50/bushel (+4,25) e dezembro/25 atingiu US$ 575,00 (+3,75). No Brasil, o Cepea apontou alta nos preços: Paraná a R$ 1.567,66/t (+0,70% no dia) e Rio Grande do Sul a R$ 1.465,32/t (+0,53%), embora no acumulado mensal ainda haja queda.

A soja também registra valorização em Chicago, com o contrato julho/25 em US$ 1045,75 (+6,50), sustentado pelo anúncio de um acordo comercial entre Estados Unidos e Reino Unido. O entusiasmo entre traders foi contido, já que o presidente Donald Trump afirmou não estar aberto à retirada das tarifas sobre a China, mantendo o clima de incerteza. No Brasil, os preços recuaram para R$ 132,60 (-0,53% no dia), pressionados pela ampla oferta da colheita.

O milho apresenta leve alta na CBOT, com julho/25 cotado a US$ 450,75 (+1,50), puxado por fatores indiretos como o avanço das negociações comerciais com o Japão e atrasos na colheita argentina por causa das chuvas. No entanto, a perspectiva positiva para a safrinha brasileira e o bom ritmo do plantio nos EUA pesam sobre o mercado. Os preços no Brasil seguem em queda: Cepea indica R$ 76,38/t (-1,58% no dia e -4,68% no mês), com cotações na B3 recuando para R$ 74,37 em maio e R$ 64,70 em julho. A recomendação dos analistas é de fixação imediata dos preços, antes da pressão da colheita em julho.

 





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