quinta-feira, maio 21, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Corrente de comércio chega a US$ 285,2 bilhões até a 3° semana de junho


A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,1 bilhão na terceira semana de junho de 2025, com uma corrente de comércio de US$ 9,9 bilhões, resultado de exportações de US$ 5,52 bilhões e importações de US$ 4,4 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (23) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No acumulado do mês, as exportações somam US$ 20 bilhões e as importações, US$ 15,8 bilhões. O saldo positivo no período atinge US$ 4,2 bilhões, com corrente de comércio total de US$ 35,8 bilhões. Entre janeiro e a terceira semana de junho, as exportações acumulam US$ 156,9 bilhões, enquanto as importações somam US$ 128,32 bilhões. O superávit no ano é de US$ 28,6 bilhões, com corrente de comércio de US$ 285,2 bilhões.

Na comparação das médias diárias até a terceira semana de junho de 2025 (US$ 1,428 bilhão) com o mesmo mês de 2024 (US$ 1,436 bilhão), houve queda de 0,6% nas exportações. Já nas importações, a média diária foi de US$ 1,130 bilhão, alta de 0,9% sobre igual período do ano anterior. A corrente de comércio diária atingiu US$ 2,559 bilhões, com crescimento de 0,1% frente a junho de 2024.

No desempenho setorial das exportações até a terceira semana de junho, a Indústria de Transformação apresentou crescimento de 7,5%, com aumento médio diário de US$ 53,81 milhões. Por outro lado, a Agropecuária teve queda de 12,2%, com recuo de US$ 46,84 milhões, e a Indústria Extrativa caiu 5,2%, com redução de US$ 17,44 milhões.

Entre os produtos agropecuários, destacaram-se as quedas nas vendas de milho não moído (-44,0%), soja (-16,4%) e algodão em bruto (-24,6%). Na Indústria Extrativa, as retrações foram lideradas por outros minerais em bruto (-31,5%) e minério de Ferro (-7,9%). Já na Indústria de Transformação, houve recuo nas exportações de aeronaves e partes (-72,9%), açúcares e melaços (-16,7%) e farelos de soja (-26,5%).

Apesar do recuo geral nas exportações, alguns itens apresentaram crescimento, como frutas e nozes frescas ou secas (55,4%), café não torrado (25,8%) e especiarias (46,9%). Na Indústria Extrativa, os destaques positivos foram os minérios de níquel e de alumínio. Na Indústria de Transformação, carne bovina, veículos de passageiros e ouro não monetário lideraram os aumentos.

Nas importações até a terceira semana de junho, a Indústria de Transformação cresceu 1,5%, somando US$ 14,63 bilhões. A Agropecuária recuou 7,8%, com US$ 0,30 bilhão, e a Indústria Extrativa teve queda de 5,2%, com US$ 0,79 bilhão.

Entre os produtos importados com alta estão cevada (49,9%), cereais como centeio e aveia (633,5%) e gomas naturais (91,7%). A Indústria Extrativa teve aumento nas compras de óleos brutos (8,5%) e areia e cascalho (32,4%). Na Indústria de Transformação, cresceram as importações de compostos químicos (36,6%), motores e máquinas (37,2%) e aeronaves (46,7%).

Por outro lado, houve retração nas importações de soja (-28,3%), frutas frescas (-23,0%) e trigo não moído (-21,6%) no setor agropecuário. Entre os extrativos, caíram as compras de gás natural (-26,8%) e fertilizantes brutos (-72,7%). Na Transformação, destacaram-se as quedas nas importações de veículos de passageiros (-42,5%) e plataformas flutuantes (-87,0%).





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Produtor de soja segura a oferta e uma região registra aumento nos preços



O mercado brasileiro de soja teve uma quarta-feira (25) de pouca movimentação. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário foi marcado por quedas no porto, enquanto o interior registrou certa firmeza, com o produtor segurando a oferta e negociando apenas em condições mais favoráveis.

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“Apesar da alta dos prêmios e do dólar, a queda em Chicago impediu que os preços reagissem nos portos”, afirmou Silveira. Já nas praças do interior, o mercado descolou da paridade de exportação, com a indústria elevando as ofertas diante da retenção por parte dos produtores.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 129,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 117,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 118,00 para R$ 116,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam em baixa. O movimento refletiu a trégua entre Israel e Irã, que reduziu temores de interrupção no fornecimento de petróleo, esfriando as expectativas em torno da demanda por biocombustíveis. A previsão de chuvas favoráveis às lavouras dos Estados Unidos também pressionou as cotações.

Contratos futuros

O contrato para agosto caiu 20,75 centavos (1,97%) e fechou a US$ 10,29 1/2 por bushel. Já o contrato de novembro recuou 18,50 centavos (1,78%), encerrando a US$ 10,37 por bushel.

Entre os subprodutos, o farelo para dezembro caiu US$ 4,6 (1,55%), a US$ 290,70 por tonelada. O óleo para dezembro teve baixa de 0,29 centavo (0,55%), a 52,32 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial fechou em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,5574 na venda e R$ 5,5554 na compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,5105 e R$ 5,5745.



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Arroba do boi gordo em baixa por conta da frente fria; veja as cotações


O mercado físico do boi gordo apresentou preços em queda em algumas regiões do país nesta quarta-feira (25).

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo, a frente fria resultou em aumento da disponibilidade de animais, o que contribuiu para a evolução das escalas de abate nesses estados.

“Em Rondônia também se observa evolução das escalas, com registro de negócios em patamares mais baixos. Por outro lado, as exportações ainda são uma variável importante, com números espetaculares no decorrer de 2025 reforçando a expectativa de recorde em termos de volume e principalmente em termos de receita.”

  • São Paulo: R$ 320,58 — ontem: R$ 322,08
  • Goiás: R$ 302,50 — R$ 304,11
  • Minas Gerais: R$ 310,29 — R$ 307,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,93 —  R$ 321,14
  • Mato Grosso: R$ 322,50 — R$ 323,85

Mercado atacadista

carne
Foto: arquivo Canal Rural

O mercado atacadista teve mais um dia de manutenção do padrão dos negócios, com expectativa de alguma queda das cotações no curto prazo, considerando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

Iglesias lembra que a preferência da população ainda recai sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, dos ovos e embutidos.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 23 por quilo; o dianteiro ainda é cotado a R$
20 por quilo; e a ponta de agulha se mantém no patamar de R$ 19 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,69%, sendo negociado a R$ 5,5574 para venda e a R$ 5,5554 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5105 e a máxima de R$ 5,5745.



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Pavimentação da Linha Branca vai beneficiar 24 fazendas no Oeste da Bahia


Localizada na região do distrito de Rosário, em Correntina, no Oeste da Bahia, as obras de pavimentação asfáltica da estrada da Linha Branca, atualmente em andamento, representam um avanço importante para a logística do setor agropecuário da Bahia. Com 84 quilômetros de extensão, a via vai interligar as BRs 020 e 349, beneficiando diretamente 24 fazendas situadas em uma área de 80 mil hectares de produção agrícola.

A obra é fruto de uma articulação entre a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a Associação de Produtores Linha Branca/Cambará e o Governo do Estado.

pavimentação asfáltica, estrada da Linha Branca, Oeste da Bahiapavimentação asfáltica, estrada da Linha Branca, Oeste da Bahia
Foto: Divulgação/Aiba

A iniciativa é estratégica para a melhoria da infraestrutura viária da região, com impacto direto no escoamento da safra e na redução de custos logísticos.

Na última semana, a diretora Financeira da Aiba, Cristina Gross, e o gerente de Infraestrutura da entidade, Luiz Stahlke, estiveram no local para acompanhar o andamento das obras, que contam com quatro frentes de trabalho terceirizadas, além da atuação da Patrulha Mecanizada da Abapa.

“A pavimentação melhora significativamente o escoamento da produção, permitindo transporte mais ágil e eficiente até os centros de distribuição. Isso garante entregas em melhores condições e com mais pontualidade”, explicou Cristina.

Segundo ela, os benefícios da obra vão além da logística. “Com estradas pavimentadas, os custos com frete diminuem, os danos aos veículos são menores e o tempo de viagem é reduzido. Tudo isso contribui para tornar a produção mais competitiva. Essa infraestrutura também valoriza as propriedades, melhora o acesso a insumos, aumenta a segurança no transporte e promove a integração econômica e social da região.”

As etapas de limpeza, regularização do leito e compactação do aterro já foram concluídas. No momento, está em execução a estabilização da sub-base. A pavimentação asfáltica teve início no dia 19 deste mês.

“Trata-se de uma obra extensa, com previsão de conclusão ainda este ano. Por isso, temos várias frentes de trabalho atuando simultaneamente. A estrada vai ligar duas importantes rodovias federais, o que a torna ainda mais estratégica para o tráfego regional e para o escoamento da produção agrícola”, afirmou Luiz Stahlke.

Estradas pavimentadas

Além da Linha Branca, a Aiba e entidades parceiras também concluíram recentemente a pavimentação de 58 quilômetros da Estrada do Café e da estrada que liga a região do Alto Horizonte à BA-462, atendendo diretamente os produtores dessas localidades.

Também estão em andamento obras de construção de pontes sobre os rios Itaguari e Arrojado, com o objetivo de facilitar o acesso a áreas produtivas e garantir maior eficiência logística.

Essas ações fazem parte do conjunto de investimentos realizados pelas associações de produtores rurais, em parceria com o Governo do Estado, voltados à superação dos gargalos logísticos que ainda impactam o escoamento da safra no oeste baiano.

O objetivo é ampliar a competitividade da produção agrícola e contribuir para o desenvolvimento sustentável da região.


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Agronegócio emprega 26,2% dos trabalhadores do país



O agronegócio brasileiro emprega 28,5 milhões de pessoas, recorde histórico, conforme dados de pesquisa realizada pelo Cepea em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) referentes ao primeiro trimestre do ano.

O número é 0,6% superior ao mesmo período de 2024 e corresponde a 26,23% do total de ocupações no país. De acordo com o estudo, o crescimento foi puxado, principalmente, pelos segmentos a seguir:

  • Insumos: aumento de 10,2% (30,2 mil pessoas empregadas)
  • Agroindústria: crescimento de 4,8% (222,9 mil trabalhadores)
  • Agrosserviços: alta de 2,4% (252,3 mil empregados)

Nessas esferas, o destaque vai para atividades como transporte, armazenagem e serviços que dão suporte à cadeia produtiva.

Os dados mostram também que além do aumento no número de vagas, o agronegócio brasileiro segue em processo de profissionalização. Isso porque houve alta na formalização dos empregos, no nível de escolaridade dos trabalhadores e na presença feminina em diferentes funções da cadeia produtiva.

Além disso, também foi observado aumento na receita de trabalhadores autônomos, com aumento real superior a 9% ante o primeiro trismetre no ano anterior.

A pesquisa do Cepea e da CNA utiliza como fonte de informações os microdados trimestrais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua versão trimestral (PNAD-C), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



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Agro impulsiona 2ª maior frota de jatos em região menos populosa do país



O Centro-Oeste abriga a maior produção pecuária e de grãos do país. Ainda que a região seja a menos populosa do território nacional, abriga a segunda maior frota de aeronaves executivas do Brasil.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a frota de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás corresponde a 27,8% dos 10.500 jatos registrados em todo o Brasil.

O número só não é maior do que a da Região Sudeste, onde as maiores metrópoles estão sediadas e que possui 36,5% do montante.

De acordo com o diretor da autarquia, Luiz Ricardo Nascimento, o aumento da frota está diretamente ligado ao crescimento da economia. “Essa relação de existir bastante aviões registrados no Centro-Oeste mostra que o PIB do agronegócio tem levado essas aeronaves para lá.”

Para os médios e grandes produtores rurais, os aviões executivos se tornaram valiosas ferramentas de trabalho. Segundo Ricardo Carvalhal, gerente de vendas da Embraer, as aeronaves são opções de deslocamento para destinos onde a aviação regular tradicional é quase inexistente.

“O avião complementa essa solução de transporte aos produtores que precisam visitar duas, três operações no mesmo dia ou alguma que seja muito distante da localidade em que ele está”, contextualiza.

Segundo ele, o Phenom 300E, modelo do segmento leve, é o mais vendido no mundo e é inteiramente produzido no Brasil. O jato tem autonomia de 3.700 km com cinco ocupantes a bordo, o suficiente para ir de São Paulo a Manaus. Em viagens mais curtas, pode transportar até dez passageiros. A versão top de linha custa cerca de R$ 77 milhões e o custo de hora/voo é estimado em R$ 10 mil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Previsão indica chuva e granizo no RS e SC


Áreas de instabilidade atmosférica voltam a atingir o Sul do Brasil a partir desta quinta-feira (26), segundo informou o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A formação das chuvas está associada ao padrão de ventos nas diferentes camadas da troposfera e ao elevado conteúdo de umidade presente na região.

O Inmet prevê a ocorrência de chuvas intensas no centro, noroeste e norte do Rio Grande do Sul, incluindo a Grande Porto Alegre, além de áreas de Santa Catarina e Paraná. As precipitações podem ser acompanhadas de raios, rajadas de vento e, de forma localizada, queda de granizo. Os volumes estimados variam entre 30 e 70 milímetros, com possibilidade de acumulados expressivos em curto espaço de tempo.

Ainda segundo o Instituto, áreas do sul de Mato Grosso do Sul também poderão registrar precipitações ao longo desta quinta-feira.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Para a sexta-feira (27), o Inmet aponta que a instabilidade atmosférica tende a se deslocar, afetando o oeste e o centro-sul de Mato Grosso do Sul, o litoral leste e a faixa sul de São Paulo, além do Paraná e o litoral norte de Santa Catarina. Nestes locais, a previsão mantém a possibilidade de chuva intensa e condições de tempo severo, com acumulados que podem variar entre 20 e 60 milímetros.

No sábado (28), o sistema de instabilidade recua novamente em direção ao Sul do país. As chuvas devem se concentrar entre o Paraná, Santa Catarina e o centro-norte do Rio Grande do Sul, com previsão de volumes entre 40 e 80 milímetros. O Inmet não descarta a possibilidade de registros superiores a esses valores, principalmente no território gaúcho.

Diante da variabilidade dos cenários meteorológicos, o Inmet reforça a importância de acompanhar as atualizações da previsão do tempo e os avisos meteorológicos emitidos diariamente. “Recomenda-se acompanhar as atualizações da previsão e dos avisos meteorológicos que são divulgados diariamente em nosso portal, aplicativo e redes sociais”, orienta o Instituto.





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comissão aprova projeto que reduz para 18 anos a idade mínima para compra



A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que reduz de 25 anos para 18 anos a idade mínima para a compra de arma de fogo. A proposta altera o Estatuto do Desarmamento.

O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), para o projeto de lei 4750/24, do deputado Da Vitoria (PP-ES). O original previa 21 anos em geral e 20 anos em áreas rurais, cumpridos outros requisitos.

Hoje, o estatuto proíbe o menor de 25 anos de adquirir arma de fogo, ressalvadas as exceções, como a do morador em área rural que comprove depender de arma de fogo para prover a subsistência alimentar, assegurado o direito ao porte.

“Trata-se de ajuste que não compromete a política pública de controle de armas, mas confere racionalidade e proporcionalidade ao sistema legal, alinhando-o com os princípios da igualdade, razoabilidade e eficiência”, disse o relator.

“Ao permitir o acesso legal mais racional e controlado à aquisição de arma de fogo, o Estado desestimula a aquisição clandestina, reduzindo a demanda por armamentos no mercado ilegal”, disse Bilynskyj.

O autor do projeto, deputado Da Vitoria, ressaltou que um jovem de 18 anos aprovado em concurso público para a área de segurança, como polícia ou bombeiros, já possui o direito de portar arma de fogo, “pois é considerado capacitado”.

“Se um jovem é considerado maduro o suficiente para votar, dirigir ou assumir responsabilidades civis, é justo que também tenha o direito de proteger sua vida e a de sua família”, afirmou o deputado, ao defender mudanças na legislação.

Próximos passos

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.



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Agro impulsiona 2ª maior frota de jatos em região menos populosa do país



O Centro-Oeste abriga a maior produção pecuária e de grãos do país. Ainda que a região seja a menos populosa do território nacional, abriga a segunda maior frota de aeronaves executivas do Brasil.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a frota de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás corresponde a 27,8% dos 10.500 jatos registrados em todo o Brasil.

O número só não é maior do que a da Região Sudeste, onde as maiores metrópoles estão sediadas e que possui 36,5% do montante.

De acordo com o diretor da autarquia, Luiz Ricardo Nascimento, o aumento da frota está diretamente ligado ao crescimento da economia. “Essa relação de existir bastante aviões registrados no Centro-Oeste mostra que o PIB do agronegócio tem levado essas aeronaves para lá.”

Para os médios e grandes produtores rurais, os aviões executivos se tornaram valiosas ferramentas de trabalho. Segundo Ricardo Carvalhal, gerente de vendas da Embraer, as aeronaves são opções de deslocamento para destinos onde a aviação regular tradicional é quase inexistente.

“O avião complementa essa solução de transporte aos produtores que precisam visitar duas, três operações no mesmo dia ou alguma que seja muito distante da localidade em que ele está”, contextualiza.

Segundo ele, o Phenom 300E, modelo do segmento leve, é o mais vendido no mundo e é inteiramente produzido no Brasil. O jato tem autonomia de 3.700 km com cinco ocupantes a bordo, o suficiente para ir de São Paulo a Manaus. Em viagens mais curtas, pode transportar até dez passageiros. A versão top de linha custa cerca de R$ 77 milhões e o custo de hora/voo é estimado em R$ 10 mil.



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