sexta-feira, março 13, 2026

Autor: Redação

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Soja recua em Chicago com exportações mais fracas


A soja encerrou o pregão em baixa na Bolsa de Chicago, refletindo dados mais fracos de exportação dos Estados Unidos e informações recentes sobre a moagem do grão na Argentina. Segundo a TF Agroeconômica, o mercado devolveu parte dos ganhos observados na véspera do Natal, embora o desempenho semanal ainda tenha sido positivo.

No fechamento do dia, o contrato janeiro recuou 0,38%, cotado a US$ 10,58,75 por bushel, enquanto o vencimento março caiu 0,30%, para US$ 10,72,50 por bushel. O farelo de soja para janeiro registrou baixa de 0,33%, a US$ 303,7 por tonelada curta, e o óleo de soja cedeu 0,65%, encerrando a US$ 48,72 por libra-peso. Apesar do movimento negativo diário, as cotações interromperam uma sequência de três semanas consecutivas de queda.

A pressão sobre os preços esteve ligada à realidade dos números de exportação norte-americanos e à ausência de novos reportes oficiais de compras de soja pela China. Até 11 de dezembro, as exportações acumuladas de soja dos Estados Unidos apresentavam retração de 33% em relação ao mesmo período do ano anterior. Antes da divulgação do relatório WASDE de janeiro, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos estimava exportações totais de 25,778 milhões de toneladas, volume que representa 58% da projeção oficial, abaixo da média histórica de 79% para o período.

Na Argentina, dados da Secretaria Nacional de Agricultura indicaram que o esmagamento de soja em novembro somou 3,49 milhões de toneladas, queda de 13,61% frente a outubro, embora tenha ficado 1,64% acima do registrado no mesmo mês de 2014. Os estoques de soja mantidos pela indústria em 1º de dezembro totalizaram 2,14 milhões de toneladas, recuo de 23,48% em relação ao início de novembro. Com esse cenário, a soja em Chicago acumulou alta semanal de 0,62%, com ganho de 6,4 cents por bushel. No mesmo período, o farelo avançou 1,78%, enquanto o óleo de soja registrou valorização de 1,27%.

 





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Milho mantém trajetória de valorização no começo de dezembro



Milho manteve a tendência positiva na CBOT


Foto: USDA

Nos primeiros dez dias de dezembro, o milho manteve a tendência positiva na CBOT, apoiado pela demanda firme pelo grão norte-americano. No Brasil, os preços avançaram em novembro e seguiram em alta no início de dezembro, sustentados pela demanda interna para ração e produção de etanol.

Na Bolsa de Chicago (CBOT), o milho registrou a terceira valorização mensal consecutiva em novembro, com alta de 2,1%, para US$ 4,30 por bushel. No início de dezembro, o cereal manteve o movimento de alta, com média de US$ 4,35 por bushel, avanço de 1,1%. Além de acompanhar a alta da soja, o milho foi beneficiado pela forte demanda pelo produto dos Estados Unidos, que segue competitivo em relação a outras origens.

No mercado doméstico, os preços subiram 2,8% em novembro em Sorriso (MT), para R$ 50 por saca, e avançaram mais 3,1% nos primeiros dez dias de dezembro, para R$ 51,30 por saca. A demanda interna manteve suporte às cotações, com aumento do consumo para ração e etanol. Apesar do ritmo de embarques abaixo do esperado no início da temporada, a menor intensidade das exportações ainda não pressionou os preços, uma vez que a demanda doméstica absorveu parte do milho disponível.

Além disso, as preocupações com a janela de plantio da segunda safra contribuíram para sustentar os preços ao longo da curva da B3. Os próximos dias serão decisivos para a definição da janela de semeadura e dos investimentos na segunda safra. A área destinada ao milho dependerá dos preços, do avanço da colheita da soja e dos riscos climáticos, especialmente nas regiões onde houve atraso na semeadura da safra de verão.





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Produtores de mel negociam abertura de mercado na Suíça


mel
Foto: Pixabay

Produtores de mel de Minas Gerais avançam nas negociações para acessar o mercado suíço, um dos mais exigentes da Europa. Para viabilizar as exportações, a principal condição é a obtenção da certificação de produção orgânica, que garante rastreabilidade total e padrões elevados de qualidade.

Caso os produtores alcancem essa adequação, a certificação pode valorizar o produto e impulsionar as exportações.

Segundo representantes do setor, a Suíça paga mais por produtos certificados, o que pode valorizar o mel mineiro e ampliar as exportações. As tratativas estão em fase avançada e o próximo passo é a conclusão das certificações necessárias para o envio do produto também a outros países europeus.

Atualmente, grande parte do mel produzido no Norte de Minas é exportada para os Estados Unidos. Com o aumento das tarifas naquele mercado, os produtores passaram a buscar alternativas, e a Europa surge como uma oportunidade estratégica.

A Cooperativa dos Apicultores e Agricultores Familiares do Norte de Minas já firmou contratos com compradores europeus e trabalha para atender às exigências técnicas dos mercados suíço e alemão.

“As certificações mais exigentes são a Atlante e a Bio Suisse. Já temos a certificação orgânica dos nossos apiários e cooperados e agora estamos orientando os apicultores para concluir a certificação da Atlante nos meses de janeiro e fevereiro e, posteriormente, acessar o mercado suíço”, afirmou o presidente da Coopemapi, Luciano Fernandes de Souza.

O Norte de Minas é hoje a principal região produtora de mel do estado e se destaca pela pureza e baixa umidade do produto.

Segundo o CEO Ethikabio, Vicente Levy, a produção de mel no Norte de Minas Gerais tem crescido nos últimos anos, com destaque para o mel de aroeira, reconhecido por suas propriedades e com alto potencial de expansão, desde que haja mercados consumidores interessados.

Processo rigoroso

Para acessar a Suíça e consolidar a presença na Europa, é preciso cumprir um processo rigoroso. Visitas técnicas aos apiários, georreferenciamento das áreas, garantia de boas práticas e atendimento a normas internacionais de certificação orgânica.

“Um desafio da certificação é fazer as visitas a todos os apicultores, fazer o georreferenciamento e trabalhar com todos os formulários e garantir que essa produção esteja de acordo com as normas aqui do mercado que são bastante exigentes”, explica Levy.

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Gestão na pecuária: o que o produtor precisa ver antes dos números


Foto: Reprodução.
Foto: Reprodução.

A gestão eficiente na pecuária exige um olhar apurado para além do óbvio. Essa abordagem é o tema de um episódio do quadro “Dicas do Chaker – Descomplicando a gestão na pecuária”, apresentado pelo zootecnista, consultor e escritor Antonio Chaker, no programa Giro do Boi.

No episódio, Chaker ensina técnicas para ampliar a visão do produtor, ajudando-o a identificar oportunidades e problemas antes que impactem negativamente o negócio. Para isso, ele destaca três camadas de visão fundamentais para uma gestão eficaz: a linha do olho, a linha do meio e a última linha.

Confira:

A linha do olho e a linha do meio

A linha do olho refere-se a tudo que o pecuarista consegue enxergar sem precisar medir ou calcular. É a percepção visual dos detalhes que indicam o desempenho da fazenda e a saúde do rebanho. Exemplos incluem:

  • Avaliação dos animais: se um boi está magro, com costelas aparentes ou arrepiado, isso pode indicar problemas nutricionais ou sanitários.
  • Análise das fezes: fezes muito líquidas ou excessivamente sólidas podem indicar problemas digestivos.
  • Estado das pastagens: a quantidade de folha em relação ao talo pode indicar falhas no manejo da pastagem.
  • Infraestrutura da fazenda: um barracão desorganizado ou cercas mal conservadas são sinais de descuido na gestão.
  • Equipe e rotina: o comportamento dos funcionários ao chegarem para o trabalho pode indicar problemas de motivação.

A linha do meio traduz os sinais visuais em métricas concretas. Aqui entram os números que ajudam a comprovar o que a linha do olho já havia indicado, como:

  • Peso do gado: o ganho de peso médio confirma se os animais estão desenvolvendo bem.
  • Taxa de prenhez: o toque nas vacas revela a eficiência reprodutiva do rebanho.
  • Desembolso por hectare: mede se a fazenda está gastando mais do que deveria.
  • Previsão de abate: indica se a programação produtiva está sendo cumprida.

A última linha e a visão do futuro

A última linha representa o desempenho financeiro e produtivo final da fazenda. Segundo Chaker, um negócio pecuário eficiente deve garantir um retorno de pelo menos 4% sobre o valor da terra. Para alcançar esse índice, a linha do meio precisa estar bem ajustada e a linha do olho deve ser precisa e estratégica.

Desenvolver a habilidade de olhar para além do presente e prever cenários futuros é essencial para todo pecuarista. Chaker afirma que isso envolve:

  • Atenção constante aos detalhes do dia a dia na fazenda.
  • Mensuração correta dos resultados através da linha do meio.
  • Ajuste das estratégias produtivas para garantir um retorno sustentável.

“Se você tiver as três camadas da visão bem calibradas, você terá uma verdadeira visão além do alcance”, reforça Chaker.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Confira como a soja encerrou a semana


No mercado da soja do Rio Grande do Sul, a comercialização apresenta lentidão nas negociações com spread maior entre preços de venda e compra, levando produtores a reterem parte da produção nas estruturas de armazenamento, segundo a TF Agroeconômica. “Para pagamento em dezembro, com entrega em dezembro, os preços no porto foram reportados a R$ 144,00/sc semanal, enquanto no interior as referências se foram em torno de R$ 133,64/sc semanal em Cruz Alta, salvo por Santa Rosa a R$ 140,00 e Passo Fundo a R$ 139,00”, comenta.

Em Santa Catarina, o mercado apresenta-se ativo com comercialização refletindo dinâmica influenciada tanto por fatores internacionais quanto pela oferta e demanda locais. “A expectativa de produção maior nesta safra sugere demanda elevada por espaços de armazenamento, elemento crítico para gestão do escoamento em estado que opera como importador líquido devido à voracidade da agroindústria de carnes. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 142,94 (+0,79%)”, completa.

Enquanto isso,  a proximidade do início do vazio sanitário da soja no estado do Paraná pode influenciar decisões de venda dos produtores. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 142,86. Em Cascavel, o preço foi R$ 130,41. Em Maringá, o preço foi de R$ 130,09. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 133,19 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 142,94. No Balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 122,00”, indica.

No Mato Grosso do Sul, a infraestrutura de silos, embora em expansão, ainda não acompanha ritmo de crescimento produtivo, forçando decisões comerciais prematuras que podem comprometer margens ao não permitir escolha de melhores janelas de venda. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 126,00, Campo Grande em R$ 124,86, Maracaju em R$ 124,86, Chapadão do Sul a R$ 122,91, Sidrolândia a em R$ 124,86”, informa.

Já no Mato Grosso, o déficit estrutural de armazenagem compromete a capacidade dos produtores de aguardarem melhores janelas de preço. “Campo Verde: R$ 122,26 (+0,02%). Lucas do Rio Verde: R$ 117,23 (-0,07%), Nova Mutum: R$ 117,23 (-0,07%). Primavera do Leste R$ 122,26 (+0,02%). Rondonópolis: R$ 122,23 (+0,00%). Sorriso: R$ 117,31 (+0,00%)”, conclui.

 





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Preço do boi gordo hoje: veja de que forma a arroba estreou a semana


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo segue se deparando com um fluxo inexpressivo de negociações neste final de ano.

O analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias diz que a situação é compreensível neste período. “O ambiente de negócios sugere pela acomodação até a próxima semana, quando os negócios devem acontecer de maneira mais rotineira”, afirma.

Segundo ele, os frigoríficos ainda sinalizam para uma posição de relativo conforto em suas escalas de abate. “Além disso, os rumores em torno da investigação de salvaguarda conduzida pela China seguem presentes no mercado, com a expectativa que haja uma definição antes do fim de 2025“, considera.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 319,42
  • Goiás: R$ 310,75
  • Minas Gerais: R$ 312,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 311,01
  • Mato Grosso: R$ 299,80

Mercado atacadista

O mercado atacadista, por sua vez, abriu a semana apresentando manutenção do padrão de negócios, com preços acomodados.

Iglesias pontua que o padrão de consumo traçado para o primeiro trimestre sinaliza para o consumo amplo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos, algo compreensível diante de despesas tradicionais presentes neste período.

  • Quarto dianteiro: precificado a R$ 17,85 por quilo;
  • Quarto traseiro: cotado a R$ 25,40 por quilo;
  • Ponta de agulha: indicado a R$ 17,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,48%, sendo negociado a R$ 5,5716 para venda e a R$ 5,5696 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5576 e a máxima de R$ 5,5846.

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Como ficaram as cotações de soja na última segunda-feira do ano?


O mercado brasileiro de soja registrou preços fracos, variando de estáveis a mais baixos, nesta segunda-feira (29). Segundo o consultor da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dia foi marcado por ausência de novidades e pela prática de preços majoritariamente nominais, em um ambiente praticamente sem ofertas. A atuação de compradores e vendedores segue bastante limitada neste período entre as festividades de Natal e Ano Novo.

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Confira os preços de soja da última segunda-feira do ano:

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 139,00 para R$ 138,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 140,00 para R$ 139,00
  • Cascavel (PR): manteve-se em R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 123,00
  • Dourados (MS): seguiu em R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): ficou estável em R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00
  • Rio Grande (RS): recuou de R$ 144,00 para R$ 143,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sessão desta segunda-feira com preços mais baixos para o grão e o farelo, enquanto o óleo apresentou valorização. O mercado foi pressionado pela expectativa de safra cheia no Brasil, sustentada por previsões climáticas favoráveis, além da ausência de fatores altistas relevantes.

Nem mesmo o anúncio de uma venda externa foi suficiente para reverter o viés negativo. Exportadores privados dos Estados Unidos informaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 100 mil toneladas de soja ao Egito, com entrega prevista para a temporada 2025/26.

As inspeções de exportação de soja dos Estados Unidos somaram 750.312 toneladas na semana encerrada em 25 de dezembro, abaixo das 929.365 toneladas registradas na semana anterior. No mesmo período do ano passado, o volume havia alcançado 1.643.692 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as inspeções totalizam 15.396.334 toneladas, contra 28.671.623 toneladas no mesmo intervalo da temporada anterior.

Contratos futuros de soja

No fechamento, os contratos de soja em grão com vencimento em janeiro de 2026 registraram queda de 9,25 centavos de dólar por bushel, ou 0,87%, cotados a US$ 10,49 1/2 por bushel. A posição março de 2026 fechou a US$ 10,63 1/2 por bushel, recuo de 9,00 centavos, ou 0,83%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja com vencimento em março de 2026 encerrou a sessão com baixa de US$ 4,90, ou 1,61%, a US$ 298,80 por tonelada. Já o óleo de soja, com o mesmo vencimento, avançou 0,06 centavo, ou 0,12%, para 48,78 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,48%, negociado a R$ 5,5716 para venda e R$ 5,5696 para compra. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5576 e a máxima de R$ 5,5846.

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Café: Expocacer realiza 1º leilão virtual em plataforma comercial exclusiva


café
Foto: Pixabay.

A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), de Minas Gerais, realizou o seu primeiro leilão virtual de cafés especiais por meio de sua plataforma comercial exclusiva, a Coffee Chain, no dia 12 de dezembro.

O leilão do Programa Essências by Expocacer registrou cerca de US$ 112 mil em faturamento, com um total de 66 lances realizados, informou a cooperativa em comunicado.

Participaram 15 lotes de produtores cooperados, arrematados por compradores de seis países: Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, China, Reino Unido, Austrália e Estados Unidos.

Plataforma própria e estratégia comercial

Segundo a Expocacer, a realização do primeiro leilão virtual representa um marco na estratégia comercial da cooperativa, reforçando seu compromisso com a valorização dos cafeicultores cooperados, a promoção de cafés sustentáveis de excelência e a conexão direta entre origem e mercado, ampliando oportunidades comerciais e fortalecendo no cenário global o posicionamento do Cerrado Mineiro, região reconhecida como a primeira Denominação de Origem de café do Brasil.

A plataforma digital Coffee Chain foi desenvolvida pela empresa AIDDA. O Programa Essências reúne microlotes diferenciados produzidos por cooperados que adotam boas práticas agrícolas, manejo responsável e foco em qualidade.

Valorização da origem e do cooperado

A gerente comercial de cafés especiais da Expocacer, Sandra Moraes, disse na nota: “Com a realização do nosso primeiro leilão virtual do Programa Essências, a Expocacer reafirma seu papel como agente de inovação no agro, integrando tecnologia, mercado e sustentabilidade. Seguimos investindo em soluções que fortalecem a renda dos cooperados, ampliam a visibilidade do café do Cerrado Mineiro e consolidam a conexão entre origem, qualidade e consumidor final.”

Com sede em Patrocínio (MG), a Expocacer apoia cerca de 760 cooperados e tem uma infraestrutura que inclui armazéns com capacidade para cerca de 1 milhão de sacas de café, exportadas para mais de 40 países, em cinco continentes.

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Prazos e etapas das ações do Acordo de Brumadinho ficam disponíveis em portal público


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Foto: Pablo Valler/ Arquivo pessoal

O portal da Auditoria Socioambiental passou a disponibilizar novos painéis públicos com cronogramas das ações de reparação do Acordo de Brumadinho. As ferramentas permitem acompanhar prazos, etapas e metas de três frentes de ações socioambientais em andamento na Bacia do Rio Paraopeba.

A iniciativa amplia a transparência e permite que comunidades atingidas e demais interessados acompanhem, de forma direta, a evolução das medidas previstas no acordo.

Além disso, os cronogramas representam compromissos formais assumidos pela Vale S.A., com marcos e prazos definidos, cujo descumprimento pode gerar sanções à empresa.

Cronogramas apresentados

Os cronogramas divulgados são: Cronograma Geral Integrado das ações de reparação do Ferro Carvão e Casa Branca, região conhecida como Zona Quente; Cronograma da Dragagem do Rio Paraopeba; e Cronograma Detalhado dos Estudos de Risco à saúde humana e risco ecológico.

Todos foram aprovados pelos órgãos estaduais envolvidos e pela auditoria socioambiental, e validados pelos compromitentes do acordo.

“A divulgação desses cronogramas busca garantir que a sociedade tenha acesso claro às informações sobre a reparação. Transparência é permitir que as pessoas acompanhem, entendam os prazos e saibam como cada etapa está avançando”, destacou a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Silvia Listgarten.

Entenda os cronogramas

Os cronogramas das ações de reparação em Ferro Carvão e Casa Branca foram definidos a partir de diagnósticos sobre a situação das áreas antes do rompimento e os impactos causados às regiões atingidas. As ações fazem parte do Plano de Reparação Socioambiental da Bacia do Rio Paraopeba e passam por avaliação técnica, auditoria independente e validação dos responsáveis pelo acordo.

O cronograma da dragagem do Rio Paraopeba refere-se a uma etapa central da reparação ambiental e é acompanhado continuamente por auditoria independente, além de seguir autorizações dos órgãos competentes.

Já o cronograma dos Estudos de Avaliação de Risco à Saúde Humana e de Risco Ecológico detalha as fases dos estudos que buscam identificar riscos à saúde e ao meio ambiente causados pela presença de rejeitos no solo e nas águas do Rio Paraopeba após o rompimento da Barragem B-1.

Todos os cronogramas e informações sobre as ações de reparação e compensação estão disponíveis para consulta pública no portal da Auditoria Socioambiental.

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Estudos finais para arrendamento definitivo do Porto de Itajaí são aprovados


Porto de Itajaí
Fonte: Divulgação/Porto de Itajaí

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) aprovou a versão final dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para o arrendamento definitivo do complexo de Itajaí, em Santa Catarina.

Os documentos foram encaminhados na sexta-feira (26) à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que fará a elaboração das minutas de edital e de contrato. A previsão é que o leilão seja realizado no primeiro semestre de 2026.

No despacho enviado à agência reguladora, a Secretária Nacional de Portos solicita a dispensa de uma nova fase de audiência pública. A justificativa técnica é que a modelagem atual já incorpora as contribuições recebidas pela sociedade e pelo mercado na audiência anterior, não havendo necessidade de reiniciar o ciclo de consultas. A meta do Ministério é obter o aval do Tribunal de Contas da União (TCU) até abril de 2026.

“Nosso foco sempre foi garantir que o Porto de Itajaí tenha um horizonte seguro para crescer. Trabalhamos incansavelmente para superar os desafios recentes e promover essa retomada. Agora, com a concessão definitiva, vamos oferecer a previsibilidade que o setor produtivo espera. Estamos saindo da fase de transição para um ciclo de investimentos de longo prazo, assegurando que o porto tenha a infraestrutura necessária para atender com eficiência a cadeia produtivo nacional e internacional”, afirmou o ministro da pasta, Silvio Costa Filho.

O projeto prevê um montante de R$ 2,8 bilhões em investimentos, com uma cláusula estratégica de celeridade: R$ 920 milhões deverão ser executados já nos primeiros três anos de contrato. Esse aporte inicial tem como foco a modernização de equipamentos e melhorias na infraestrutura para receber e manobrar os navios.

A modelagem estipula a construção de um novo terminal de contêineres, com capacidade estática de 37.152 TEUs e uma ampliação de 90% nas áreas de pátio, resolvendo um dos principais gargalos operacionais do porto.

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