quarta-feira, março 18, 2026

Autor: Redação

News

Marco temporal: STF deixa votação para o ano que vem


marco temporal
Fonte: Marcelo Camargo/Agência Brasil Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou nesta quinta-feira (11) a fase de sustentações das partes envolvidas em quatro processos que tratam do marco temporal para demarcação de terras indígenas.

Com o encerramento, a fase de votação dos ministros ficará para 2026, em uma data que ainda será definida.

A partir do próximo dia 20 de dezembro, a Corte vai entrar no período de recesso e retomará os trabalhos em fevereiro do ano que vem.

Já estava previsto que os ministros não iriam realizar a votação. O procedimento passou a ser adotado pela Corte durante a gestão do ex-presidente Luís Roberto Barroso.

Com o mecanismo, os ministros ouvem os argumentos apresentados pelas partes e proferem os votos em uma nova sessão. Dessa forma, membros da Corte podem refletir sobre as argumentações das defesas. A medida é usada em julgamentos de grande relevância para o país.

Marco temporal

Dois anos após a Corte declarar o marco inconstitucional, os ministros voltaram a analisar o tema.

Em 2023, o STF considerou que o marco temporal é inconstitucional. Além disso, o marco também foi barrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vetou parte da Lei 14.701/2023, na qual o Congresso validou a regra. Contudo, os parlamentares derrubaram o veto de Lula.

Dessa forma, voltou a prevalecer o entendimento de que os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

Após a votação do veto presidencial, o PL, o PP e o Republicanos protocolaram no STF ações para manter a validade do projeto de lei que reconheceu a tese do marco temporal.

Por outro lado, entidades que representam os indígenas e partidos governistas também recorreram ao Supremo para contestar novamente a constitucionalidade da tese.

Em paralelo ao julgamento do Supremo, o Senado aprovou nesta semana a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 48/23 que insere a tese do marco temporal na Carta Magna.

Sustentações

Na sessão de ontem, a Corte ouviu as primeiras sustentações das partes envolvidas nos quatro processos que são analisados, entre elas, as argumentações de representantes do PP e do Senado, que defendem o marco, e da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e do PSOL, que são contra a restrição.

Na tarde de hoje, o julgamento foi retomado para finalização da fase de sustentações.

A advogada Paloma Gomes, representante do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), disse que a entidade presencia há 50 anos a violência sistêmica cometida por setores contrários aos povos indígenas. Segundo a defensora, números colhidos pelo Cimi registraram que 211 indígenas foram assassinados no país em 2024.

“A Lei 14.701 nada mais é do que um dos tantos artifícios que foram criados para dificultar a posse indígena no nosso país, o que denota a continuidade de uma prática colonialista para manutenção da apropriação dessas terras, disfarçadas de aparente legalidade”, afirmou.

O advogado Gabriel de Carvalho Sampaio se manifestou pela Conectas Direitos Humanos e afirmou que a lei do marco temporal não levou em conta o diálogo institucional e tratou os indígenas como “sujeitos ocultos”.

“Cada termo da Constituição precisa ser valorizado. Se quer estabelecer diálogo, se quer construir uma legislação a partir do diálogo, por que não se busca respeitar a cultura dos povos indígenas, que devem estar envolvidos na defesa e na construção de qualquer norma”, completou.

O post Marco temporal: STF deixa votação para o ano que vem apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Sistema OCB elege Tania Zanella como primeira mulher presidente-executiva


Tania Zanella
Foto: Divulgação

O Sistema OCB elegeu a primeira mulher como presidente-executiva da história da entidade. A nomeação de Tania Zanella foi aprovada na última terça-feira (9) como parte de uma reforma de governança que tem o objetivo de trazer modernização institucional à organização.

A executiva ocupava, desde dezembro de 2024, o cargo de presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), além de ser superintendente nacional do Sistema OCB desde setembro de 2021.

Agora, o novo estatuto do Sistema OCB consolida o modelo dual de governança, separando de forma mais clara as funções estratégicas e institucionais — agora sob comando do presidente do Conselho de Administração, Márcio Lopes de Freitas — das funções executivas, assumidas por Tania.

“É uma honra assumir esta missão. Sei da responsabilidade, especialmente por ser a primeira mulher nessa posição. Estou pronta para conduzir a gestão com coragem, diálogo e foco em resultados para as cooperativas. Vocês podem contar comigo”, afirmou a nova presidente, durante a 28ª Assembleia Geral Extraordinária, realizada na Casa do Cooperativismo, em Brasília, onde o anúncio foi oficializado.

De acordo com nota do Sistema OCB, a escolha de Tania foi amplamente celebrada pelas lideranças regionais. Conselheiros destacaram sua capacidade técnica, trajetória no Sistema OCB e postura dialogada.

“Ter a Tania como presidente executiva é um reconhecimento merecido — não apenas pelo seu trabalho, mas pela liderança exercida com competência, serenidade e diálogo”, afirmou Luís Alberto Pereira, representante do Centro-Oeste. Para André Pacelli, do Nordeste, o momento simboliza “um avanço na profissionalização e na inovação que o cooperativismo exige para os próximos anos”.

Além da nova governança, a Assembleia aprovou o plano de trabalho para 2026. Entre as prioridades estão educação política, acompanhamento da aplicação da reforma tributária, uso estratégico de inteligência artificial, fortalecimento do marketplace do cooperativismo e ampliação de ferramentas de inteligência de dados.

O post Sistema OCB elege Tania Zanella como primeira mulher presidente-executiva apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Alerta: safra de soja em MT terá custo recorde de R$ 54,39 bi e pode ser uma das mais caras


Créditos: Lucky Assessoria

O levantamento mais recente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) projeta um custo total de R$ 54,39 bilhões para o ciclo, número que confirma a safra como uma das mais caras da história recente do estado. A alta generalizada nos insumos e a retração das revendas como fonte de financiamento empurram pequenos, médios e grandes produtores para bancos e tradings, hoje responsáveis pela maior fatia do crédito rural. Essa nova dinâmica torna a tomada de decisão mais lenta e mais cara.

* Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

O agrônomo Thiago Grimm, especialista em gestão e tecnologia agrícola, resume o sentimento do campo em poucas palavras. Segundo ele, a safra começa muito antes do plantio. “O produtor chega a 2025/26 com uma conta mais pesada e com menos espaço para testar estratégias. Tudo precisa ser calculado. A margem fica mais apertada e qualquer erro de manejo pode comprometer o lucro da safra inteira”, explicou.

Thiago observa que, embora a pressão financeira seja evidente, o maior risco está na reação que muitos produtores costumam ter em momentos de custo elevado: cortar insumos de forma indiscriminada. “O maior equívoco é reduzir a proteção fitossanitária ou economizar em adubação de maneira aleatória. Isso pode trazer uma falsa sensação de economia e resultar em perda de produtividade. Não adianta gastar menos se o talhão entrega menos. O campo é implacável com decisões precipitadas”, alertou.

Com a escalada dos custos, o agrônomo defende uma abordagem estratégica que combina análise de solo, revisão de doses, priorização dos insumos de maior retorno e uso inteligente de tecnologias de monitoramento. Ele afirma que a busca por eficiência deixou de ser uma tendência e virou uma condição de sobrevivência para a safra.

”O produtor que faz manejo orientado por dados, que entende a real necessidade de cada área e toma decisões baseadas em retorno econômico, tem mais chance de atravessar esse ciclo com segurança. O manejo eficiente não é bonito no papel, ele é lucrativo na prática”, afirma.

A incerteza no crédito também pesa na tomada de decisão. Com as revendas perdendo protagonismo no financiamento da safra e boa parte desse espaço sendo ocupado por bancos e tradings, o produtor passou a lidar com instituições que operam com mais exigências, garantias e prazos rígidos.

Romário Alves, CEO da Sonhagro, observa esse movimento de perto e destaca que o cenário atual exige um produtor mais preparado. “O crédito rápido das revendas desapareceu. Hoje, quem não organiza o fluxo de caixa com antecedência corre o risco de travar no momento mais sensível da operação”, afirmou.

”O produtor que olha, apenas, para uma modalidade ficará vulnerável. Avaliar diferentes rotas de financiamento, cruzar prazos e juros e entender o que cabe no planejamento é tãp importante quanto escolher a variedade de semente ou o nível de adubação”, completa.

Segundo ele, muitos agricultores têm buscado caminhos alternativos para manter a atividade rodando, como linhas específicas de Pronamp e PCA, operações com CPR estruturada, além de negociações que oferecem condições ajustadas ao perfil de cada produtor. Romário reforça que a diversificação das fontes de crédito virou parte da estratégia.

Os especialistas destacam que, apesar do cenário desafiador, ainda há espaço para boas colheitas desde que a estratégia esteja alinhada à realidade técnica e econômica da propriedade. “Este é o ano em que o produtor precisa olhar para dentro da fazenda. Entender o que funciona, o que desperdiça dinheiro, onde pode melhorar. A diferença entre lucro e prejuízo está nesses detalhes. A safra vai exigir disciplina e conhecimento, não força bruta”, finaliza Thiago.

Com custos recordes, crédito mais rígido e risco maior, a safra de soja de Mato Grosso se desenha como um teste de gestão. O produtor que entra no ciclo preparado, com manejo racional e planejamento financeiro, tende a atravessar o período com mais estabilidade. Os que mantiverem práticas antigas e pouco eficientes devem sentir o peso do novo momento do agronegócio. A safra 2025/26 traz uma mensagem clara para quem produz de que eficiência não é mais diferencial, é necessidade.

O post Alerta: safra de soja em MT terá custo recorde de R$ 54,39 bi e pode ser uma das mais caras apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Consumo de biodiesel deve crescer em 2025 e 2026, aponta StoneX


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

A StoneX manteve suas estimativas para o mercado de biodiesel. O consumo previsto para 2025 é de 9,8 milhões de metros cúbicos, alta de 9,0% frente a 2024. Para 2026, o cenário base indica incremento de 6,4%, totalizando 10,5 milhões de metros cúbicos.

Um cenário alternativo, que considera a adoção do B16 conforme diretriz do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), projeta consumo próximo de 11 milhões de metros cúbicos e aumento de cerca de 1 milhão de toneladas no uso de óleo de soja.

Desempenho do setor em 2024

Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o setor registrou novo recorde em outubro: 914 mil metros cúbicos comercializados. De janeiro a outubro, o volume atingiu 8,1 milhões de metros cúbicos, avanço de 6,7% sobre igual período de 2024. A produção no acumulado chegou a 8,1 milhões de metros cúbicos, aumento de 7,3%.

“O mercado de biodiesel tem mostrado um desempenho sólido, impulsionado pela forte demanda por diesel B e pelo avanço consistente da produção. A expectativa é que a diferença entre B14 e B15 continue se ampliando nos próximos resultados”, afirmou o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Leonardo Rossetti, em comunicado.

Impactos do cenário econômico e regulatório

A StoneX avalia que a continuidade do ritmo de crescimento depende das próximas safras e da evolução da atividade econômica. Mesmo com previsão de expansão mais moderada do PIB em 2026, a adoção integral do B15 tende a sustentar o consumo.

Em um cenário de migração ao B16, a projeção adiciona quase 1,2 milhão de metros cúbicos ao volume estimado para o ano.

Matérias-primas: queda no óleo de soja e alta no sebo bovino

No quinto bimestre, o consumo de óleo de soja permaneceu elevado, mas apresentou leve retração. A StoneX estima 1,368 milhão de toneladas usadas entre setembro e outubro, queda de 4,8% em relação às 1,437 milhão de toneladas do bimestre anterior. Parte da categoria “outros materiais graxos” também inclui óleo de soja.

“Com esse movimento, a participação do óleo de soja no mix do biodiesel passou de 86,4% para 81,6%. As projeções para 2025 foram mantidas, mas o desempenho mais fraco do bimestre levou a um pequeno ajuste no cenário de B16 para 2026, cuja estimativa recuou de 9,0 para 8,9 milhões de toneladas”, explica Rossetti.

Por outro lado, o sebo bovino registrou avanço. Após média mensal de 45,8 mil toneladas até agosto, o consumo alcançou 76,5 mil toneladas em setembro e 86,9 mil toneladas em outubro. A participação no mix subiu para 8,7% e 9,5%, respectivamente.

A elevação está ligada às tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre o sebo brasileiro. As exportações, antes em média de 44 mil toneladas mensais, caíram para 27 mil em setembro e 7,5 mil em outubro. Os EUA respondem por mais de 90% dos embarques desse produto.

O post Consumo de biodiesel deve crescer em 2025 e 2026, aponta StoneX apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de milho recuam 30% em novembro



MT exporta menos milho e prioriza mercado doméstico



Foto: Pixabay

Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (8), os dados da Secretaria de Comércio Exterior referentes a novembro de 2025 mostram que Mato Grosso embarcou 2,77 milhões de toneladas de milho no período. O volume representa queda de 30,92% em relação a outubro e recuo de 9,60% frente ao mesmo mês do ano anterior. De acordo com o instituto, “no acumulado da temporada 2024/25, de julho a novembro, o estado exportou 16,46 milhões de toneladas, queda de 13,08% em relação ao mesmo período de 2024”.

O Imea aponta que a redução está ligada ao aumento da oferta global do cereal, impulsionado pelo crescimento da produção projetado em países que vêm registrando bom desempenho na atual temporada. O instituto avalia que, apesar do menor volume exportado, houve elevação mensal tanto na paridade de exportação quanto na CME Group, com altas de 4,72% e 2,10%.

O levantamento destaca ainda que, mesmo com essas variações, o mercado interno se manteve mais competitivo. Conforme o Imea, “diante da maior firmeza do mercado doméstico, o preço da saca em Mato Grosso permaneceu mais atrativo que o valor praticado no mercado externo”, o que levou produtores a direcionar as vendas ao mercado interno.





Source link

News

Diminuição das chuvas e avanço do greening devem reduzir produção de citros


greening
Foto: divulgação/Prefeitura Municipal de Capão Bonito

A nova projeção do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) para a safra de laranja 2025/26 acendeu um alerta no setor. A estimativa, divulgada nesta semana, aponta redução de 3,9% na produção do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo Sudoeste Mineiro em relação ao levantamento de setembro.

Com isso, a maior região produtora de citros do país deve colher 294,8 milhões de caixas de laranja. Quando comparado à primeira previsão apresentada em maio, o recuo é de 6%.

Segundo o Fundecitrus, dois fatores principais explicam o comportamento da safra: a alta taxa de queda de frutos, que atinge 23% devido ao avanço do greening, considerada a doença mais destrutiva dos citros, e a redução no tamanho das frutas provocada pela irregularidade das chuvas.

“Nos meses de maio a novembro, o Parque Citrícula teve chuvas 20% abaixo da média histórica. Em setembro 70% abaixo da média histórica. Então, uma boa parte da safra foi colhida nessas condições de menor quantidade de chuva. Isso impacta no peso das frutas e impacta na projeção final”, destaca o coordenador de pesquisa e estimativa de safra do Fundecitrus, Guilherme Rodriguez.

Segundo Rodriguez, o Fundecitrus segue monitorando o desenvolvimento da safra. A próxima atualização dos números está prevista para 10 de fevereiro de 2026.

O post Diminuição das chuvas e avanço do greening devem reduzir produção de citros apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Instabilidades elevam risco de alagamentos no fim de semana


De acordo com informações do Meteored, um ciclone extratropical atua sobre a Região Sul e provoca chuvas intensas, tempestades, rajadas de vento e queda de granizo em áreas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O sistema, somado ao transporte de umidade da Região Norte, deve manter o avanço de precipitações no centro-sul do país nos próximos dias, com acumulados que podem ultrapassar 200 milímetros no oeste do Paraná até domingo (14).

O Meteored informa que, na quinta-feira (11), o tempo volta a ficar firme, com muitas nuvens no Sul e em São Paulo. Chuvas fracas e isoladas ainda são previstas no Centro-Oeste e no Rio de Janeiro, enquanto em Minas Gerais e Espírito Santo podem ocorrer pancadas de chuva à tarde. As rajadas de vento permanecem acima dos 60 km/h no Sudeste e no leste do Sul, podendo atingir 90 km/h no litoral norte do Rio Grande do Sul e no leste de Santa Catarina.

A partir da sexta-feira (12) pela manhã, o Meteored aponta que um novo fluxo de umidade da Região Norte intensifica novamente as chuvas no Sul, com possibilidade de elevados volumes em curto período e tempestades isoladas. As áreas com maior risco incluem Mato Grosso do Sul, Paraná — especialmente a faixa oeste — e São Paulo. Minas Gerais também pode registrar pancadas isoladas.

A tendência para o fim de semana, segundo o Meteored, é de intensificação das instabilidades em Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Sudeste, devido ao fortalecimento do fluxo de umidade. Entre sábado (13) e domingo (14), são esperadas chuvas intensas e tempestades, principalmente entre a tarde e o início da noite, com risco de alagamentos em áreas urbanas.

O centro-sul do país deve registrar acumulados acima de 100 milímetros até o fim de semana. Até as 21h de domingo (14), os volumes ultrapassam 120 milímetros no centro-sul do Rio Grande do Sul, norte de Santa Catarina, Paraná, centro-sul de São Paulo e centro-leste de Mato Grosso do Sul, com destaque para o oeste paranaense, onde podem atingir 200 milímetros. Entre os acumulados previstos, o Meteored aponta 122 mm em Dourados, 110 mm em Presidente Prudente, 126 mm em Bauru, 183 mm em Ourinhos, 173,4 mm em Itapeva, 120,5 mm em Itaiópolis, 120,3 mm em Luiz Alves, 214,7 mm em Maringá, 223,8 mm em Campo Mourão, 178,2 mm em Cianorte e 187,4 mm em Colorado. O Meteored ressalta que o solo saturado aumenta o risco de alagamentos e deslizamentos.





Source link

News

Aiba atualiza andamento do plantio de soja na Bahia


Mapa regionaliza calendário agrícola da Bahia para Safra 2025/26
Foto: Divulgação/Aiba

O Núcleo de Agronegócio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) informou que o plantio de soja no oeste da Bahia atingiu 2,1 milhões de hectares, o que corresponde a 97,9% da área estimada para a safra 2025/26.

Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

A conclusão desta etapa está prevista para os próximos dias. Apesar de interrupções pontuais em algumas áreas devido às variações climáticas, a expectativa é de finalização integral do plantio em breve, consolidando um cenário favorável para o ciclo produtivo.

No Brasil

O plantio de soja da safra 2025/26 alcançou 90,3% da área estimada no país até 5 de dezembro, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, o índice era de 86%.

O ritmo de avanço, porém, é desigual entre os estados. Mato Grosso e São Paulo já concluíram a semeadura, ambos com 100% da área plantada. Em seguida aparecem Mato Grosso do Sul (99%) e Minas Gerais (98,2%). O Paraná registra 97%, enquanto a Bahia chega a 94%. Tocantins contabiliza 93% e Goiás, 92%.

Nos estados do Sul e Nordeste, o avanço é mais lento. Santa Catarina atingiu 79%, Piauí 78% e o Rio Grande do Sul 69%. Por fim, o Maranhão apresenta o menor progresso do país, com apenas 38% da área plantada até o momento.

Com informações da Safras & Mercado.

O post Aiba atualiza andamento do plantio de soja na Bahia apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Consórcio cresce com calendário de pagamentos sob medida para o produtor


mercado-da-soja-dinheiro-um

O Cômite de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano nessa última quarta-feira (10), decisão criticada por setores da economia, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que aponta haver evidências robustas para o início do ciclo de redução dos juros.

Enquanto isso não acontece, o consórcio cresce e se transforma em modalidade cada vez mais atrativa ao produtor rural no financiamento da atividade agrícola. De acordo com a gerente de produtos e negócios do Sicredi, Raquel Goetz, a insituição já conta com planos diferenciados para homens e mulheres do campo, com planos de pagamentos semestrais ou até anuais, conforme o calendário da safra.

Segundo ela, o modelo vem crescendo de forma consistente no país. Até o momento, já foram comercializados mais de R$ 423 bilhões em cartas de crédito, número 34% superior ao alcançado em comercializações em 2024.

“Deste montante, R$ 21 bilhões foram utilizados para aquisição de máquinas e equipamentos, o que já representa 5% do total de créditos comercializados”, detalha. Segundo a especialista, a taxa Selic elevada contribui para o aumento de compra de consórcios, mas não é um fator decisivo.

“O consórcio tem se mostrado muito resiliente também em momentos de baixa de juros porque é uma forma planejada e organizada de aquisição de bens, onde não se tem incidência de juros, mas sim a atribuição de uma taxa de administração que é cobrada durante todo o plano”, conta.

Raquel complementa lembrando que o consórcio também não tem a incidência de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). “Hoje, para se ter noção, se a gente comparar uma parcela de um financiamento imobiliário com uma parcela de consórcio, muitas vezes pode-se ter uma parcela que chega a ser 40% menor nos planos de consórcio”, ilustra.

Segundo a gerente do Sicredi, a versatilidade do consórcio está cada vez maior. “Hoje a gente pode adquirir tanto imóveis rurais quanto imóveis urbanos, aquisição de silos pode ser feita através do produto, ampliação de pavilhões, assim como aquisições de máquinas, equipamentos agrícolas, tratores, caminhões. E tem, também, uma aquisição bem curiosa que é a drones para o controle de pragas e para acompanhar o crescimento da propriedade”, conta.

O post Consórcio cresce com calendário de pagamentos sob medida para o produtor apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

BNDES aprovou R$ 16 bilhões em crédito a empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço


Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou nesta quinta-feira (11) ter aprovado R$ 16,18 bilhões em crédito para empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço, imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos exportados pelo Brasil.

O montante aprovado significa um atendimento de 99,75% de todos os pedidos de crédito protocolados no banco de fomento desde 18 de setembro. A demanda total foi de R$ 16,22 bilhões.

Foram realizadas 1.131 operações de crédito, sendo 810 delas com micro, pequenas e médias empresas. O total aprovado inclui R$ 8,37 bilhões da linha Giro Diversificação, que fomenta a busca de novos mercados, R$ 7,48 bilhões para a linha Capital de Giro, voltada ao fomento a despesas gerais, e R$ 295,6 milhões para a linha Bens de Capital.

“Com agilidade e competência, o BNDES cumpriu a missão dada pelo presidente de Lula de apoiar as empresas exportadoras brasileiras e fornecedores diante das medidas tarifárias impostas de maneira unilateral e injustificada. O tempo para a aprovação do crédito no Brasil Soberano pelo BNDES foi de apenas 26 dias, sete vezes mais rápido do que a média. Uma atuação fundamental para garantir a manutenção dos empregos no Brasil”, relatou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota distribuída à imprensa

Segundo o banco de fomento, as aprovações somaram R$ 12,4 bilhões para a indústria de transformação, R$ 2 bilhões para o setor de comércio e serviços, R$ 1 bilhão para a agropecuária e R$ 203 milhões para a indústria extrativa.

O Estado de São Paulo concentrou a maior fatia de aprovações, com R$ 4,7 bilhões, seguido por Santa Catarina (R$ 2,3 bilhões), Rio Grande do Sul e Paraná (R$ 2 bilhões), Minas Gerais (R$ 1,1 bilhão) e Bahia (R$ 500 milhões).

O post BNDES aprovou R$ 16 bilhões em crédito a empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link