segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

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Chuva favorece o cultivo do algodão e do milho, aponta boletim de monitoramento da Conab



As chuvas que caíram entre 1º e 21 de abril no Centro-Oeste do país foram suficientes para a manutenção da umidade do solo na maioria das áreas, o que beneficiou o desenvolvimento do milho de segunda safra, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu mais recente Boletim de Monitoramento dos Cultivos de Verão.

O milho e o algodão cultivados no Centro-Oeste têm sido beneficiados com o bom volume de chuvas registrado em abril, diz a Conab. Mesmo que no início do mês tenha havido certa restrição hídrica em algumas áreas por causa da temperatura elevada no meio do dia, as chuvas retornaram na segunda quinzena, repondo o déficit hídrico e garantindo a recuperação das lavouras que ainda estavam em estágio vegetativo.

“A média diária do armazenamento hídrico no solo permaneceu elevada em quase toda a região, com exceção de algumas áreas em Goiás e Mato Grosso do Sul, onde o intervalo sem chuva ao longo do período restringiu o potencial produtivo de parte das lavouras”, diz a Conab.

Quanto ao Sudeste, a Conab diz que poucas chuvas em importantes regiões produtoras de São Paulo e Minas Gerais afetaram o desenvolvimento do milho segunda safra. Com exceção do sul de Minas e dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, onde houve chuvas no início do mês, as precipitações só ocorreram de forma mais abrangente na terceira semana.

Desta forma, o boletim relata que a média diária do armazenamento hídrico no solo ficou abaixo do necessário para a demanda hídrica das lavouras durante a maior parte do período no centro e norte de São Paulo e no centro-norte de Minas, além de algumas áreas do Triângulo Mineiro, onde lavouras de milho segunda safra foram afetadas, pois já se encontravam em floração e enchimento de grãos.

No Sul do país, a Conab relata que as chuvas ocorreram principalmente na primeira e segunda semanas do mês no sul do Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. “Com exceção de algumas áreas no centro e norte do Paraná, as temperaturas máximas mais amenas mantiveram a umidade no solo em níveis suficientes para o desenvolvimento da maioria das lavouras de feijão e milho segunda safras, além da soja ainda em enchimento de grãos em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul”, informa.

“No geral, as condições em abril foram favoráveis para o manejo e o desenvolvimento dos cultivos de segunda safra. Assim como, para a maturação e colheita dos cultivos de primeira safra, devido ao tempo mais estável na terceira semana do mês”, finaliza.

O Norte, por sua vez, foi a região que recebeu o maior volume de chuvas, o que favoreceu os cultivos de primeira e segunda safras no Pará, Tocantins e Rondônia. Houve, porém, atraso pontual na colheita de soja e milho verão por causa do excesso de umidade. Já as lavouras tardias têm sido beneficiadas com a redução nas precipitações.

“Em Roraima, as chuvas da primeira quinzena do mês possibilitaram a antecipação da semeadura da soja, devido à recuperação do armazenamento hídrico do solo”, diz a Conab.

No Nordeste, os maiores acumulados ocorreram no Norte do Maranhão e do Ceará. “Houve restrição hídrica em algumas áreas, principalmente no Semiárido”, acrescenta. Nesta região, as chuvas ocorreram em maior intensidade no início de abril, tanto no centro-norte do Maranhão quanto no Ceará.

Nas demais áreas, as chuvas foram irregulares, mantendo baixo o nível de armazenamento hídrico do solo principalmente no centro-sul e no centro-norte da Bahia, “mantendo o déficit hídrico nas lavouras de feijão e milho”. Em algumas áreas do Nordeste, além disso, como no sudeste do Piauí e no Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, embora tenha havido ligeira recuperação do armazenamento hídrico do solo, os níveis ainda estão aquém do necessário para a semeadura e o desenvolvimento das lavouras.



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Frente fria marca presença na abertura da Agrishow e traz alívio ao calorão de Ribeirão Preto



Quem está acostumado com o calorão do primeiro ao último dia da Agrishow vai ter uma surpresa nesta abertura. Isso porque, nesta segunda-feira (28), primeiro dia do evento, a chegada de uma frente fria pode provocar pancadas de chuva, que podem vir acompanhadas de raios e deixar as temperaturas mais amenas; as informação são da Climatempo.

O fenômeno continuará influenciando o clima na terça-feira (29) na região de Ribeirão Preto, com muitas áreas de instabilidade. O céu deve permanecer nublado, com algumas aberturas de sol, e pode chover em alguns momentos do dia. A temperatura máxima deve alcançar os 26 °C.

Na quarta-feira (30), a frente fria se afasta definitivamente do norte paulista, e o sol volta a predominar, com poucos períodos de nebulosidade. Na quinta-feira, as condições devem ser semelhantes, com sol forte e o calor típico de Ribeirão Preto.



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Turismo de experiência atrai visitantes para vivências no campo capixaba


O turismo de experiência vem conquistando espaço entre os brasileiros que procuram viagens mais autênticas e interativas.

No Espírito Santo, essa tendência se fortalece, especialmente nas propriedades rurais do interior.

Diferente do turismo tradicional, essa modalidade permite que o visitante participe do dia a dia das comunidades locais, vivenciando seus costumes, sabores e tradições. 

Segundo Renata Vescovi, gestora do Polo de Turismo de Experiência do Sebrae, o estado capixaba oferece uma diversidade de atrativos naturais e culturais.

 “A ruralidade é um dos pontos fortes do nosso turismo e permite aos visitantes a interação, não apenas com a natureza, mas também com os produtores locais”, destaca Vescovi.

Com os feriados e finais de semana prolongados, surgem oportunidades para explorar essas experiências no campo. 

Antes de programar o passeio, a dica é verificar se há necessidade de agendamento, horários de funcionamento e as opções oferecidas em cada local.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Colha, prove e aproveite

Em Forno Grande, Castelo, o Empório do Morango é um dos destinos mais procurados. A propriedade da família Kuster transformou a produção de morangos em uma atração completa para crianças e adultos.

“Aproveitamos a produção de morangos que já existia e aprimoramos o negócio. Agora, os visitantes podem colher os próprios morangos e aproveitar o restaurante e lojinha de produtos artesanais”, conta a empreendedora Joelma Kuster.

O espaço funciona aos sábados, domingos e feriados, sem necessidade de agendamento. A entrada custa R$ 40 para adultos e R$ 10 para crianças, e os morangos colhidos são cobrados à parte.

A loja de agroturismo do Apiário Florin funciona sem necessidade de reservas. Foto: Divulgação ASN/ES

Apiário Capixaba

Outra opção é conhecer de perto o mundo das abelhas no Apiário Florin, em Pedra Azul, Domingos Martins.

“O visitante pode ver de perto um favo de mel autêntico, experimentar o mel direto da fonte e escolher entre os tipos de experiência que oferecemos, sempre com agendamento prévio”, ressaltou o empreendedor Arno Wieringa, responsável pelo local.

As visitas são com agendamento e custam entre R$ 135 a R$ 600, variando conforme a atividade escolhida.

Vinhos, história e tradição

Santa Teresa, famosa por sua herança italiana, abriga a Vinícola Ziviani, no Vale de Tabocas.

Fundada por descendentes de imigrantes, a propriedade se destaca pela produção de vinhos e cachaças artesanais.

“A vinícola abre aos finais de semana e feriados, das 8h às 16h30, e durante a semana com agendamento”, conta Wilhan Ziviani Carlini, um dos proprietários.

Os visitantes podem fazer degustações por R$ 50, com direito à taça de brinde, e visitar os parreirais durante a colheita, mediante pagamento de R$ 10. Uma caixa com 2kg de uvas sai por R$ 30.

Seja para colher frutas, aprender sobre apicultura ou apreciar um bom vinho colonial, as propriedades rurais capixabas oferecem experiências que aproximam os visitantes da natureza e das tradições locais.



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Conectividade cobre 66,5% da área de cana e evidencia relação com produtividade


Estudo inédito realizado pela ConectarAgro, em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), revelou que 66,5% da área produtiva de cana-de-açúcar no Brasil já conta com cobertura móvel 4G ou 5G.

A pesquisa identificou que na safra 2022/23 o Brasil possuía 9,3 milhões de hectares plantados com a cultura. Desse total, 6,19 milhões de hectares têm acesso à internet móvel de alta velocidade, possibilitando a implementação de soluções tecnológicas como sensoriamento remoto, monitoramento em tempo real e máquinas autônomas.

Os estados líderes na produção da cultura também são os mais conectados. São Paulo, maior produtor do país, possui 5,6 milhões de hectares cultivados e 76% dessa área com cobertura móvel. Em seguida vêm Minas Gerais, com 53% da área coberta e Goiás, com 37%.

A pesquisa mostra que o ranking dos municípios mais conectados, três apresentam 100% de cobertura móvel sobre suas áreas cultivadas: Fernando Prestes, Novais e Iracemápolis, os três no estado de São Paulo.

Em contrapartida, grandes áreas produtoras como Alto Araguaia, em Mato Grosso, e Itaquiraí, em Mato Grosso do Sul, ainda não contam com conectividade móvel, evidenciando a necessidade de investimentos para ampliação da infraestrutura digital.

Irrigação e conectividade

Além da conectividade, o estudo da ConectarAgro e da UFV também analisou a prática da irrigação na canavicultura e sua relação com a infraestrutura digital.

A pesquisa mostrou que apenas 1% da área total cultivada com cana no Brasil é irrigada. Dentre os municípios que mais utilizam o sistema, Juazeiro, na Bahia, lidera com 19.877 hectares irrigados, seguido por Jaíba, com 11.835 hectares e Paracatu, com 6.800 hectares, ambos em Minas Gerais.

O estudo também revelou que a conectividade móvel acompanha essa tendência em algumas regiões: em Juazeiro, 69% da área irrigada tem cobertura móvel 4G ou 5G, enquanto em Jaíba esse percentual é de 74%.

Por outro lado, a pesquisa indica que ainda há desafios a serem superados. Um exemplo é Unaí, em Minas Gerais, que tem 86% de sua área cultivada com cana irrigada, mas não possui conectividade móvel sobre essas áreas.

No estudo, a ConectarAgro e a UFV destacam que a conectividade no campo permite não apenas a automação e otimização da produção, mas também a disseminação do conhecimento entre os produtores rurais.

Isso porque o acesso à internet viabiliza assistência técnica remota, cursos online e consulta de dados estratégicos, tornando-se um diferencial competitivo para o setor sucroenergético.

infográfico conectividade no campoinfográfico conectividade no campo
Imagens: Reprodução ConectarAgro

O estudo destacou uma correlação relevante entre níveis de conectividade e produtividade em áreas irrigadas. Em Fernando Prestes, São Paulo, município com 100% de cobertura móvel, a produtividade atinge 85.000 kg/ha. Já em Alto Araguaia, Mato Grosso, que não dispõe de cobertura móvel, esse índice é de 47.470 kg/ha.

“Vale lembrar que essa relação não quer dizer, necessariamente, que uma coisa causa a outra. A produtividade no campo depende de vários outros fatores, como o clima, a altitude, o tipo de solo, a temperatura e até o jeito como a terra é cuidada”, ressalta a presidente da ConectarAgro, Paola Campiello.

municípios com menos conexãomunicípios com menos conexão

Contudo, segundo ela, regiões com maior cobertura digital demonstram melhor aproveitamento dos recursos naturais, maior eficiência na gestão da produção e menores perdas.

“A ausência de conectividade em determinadas regiões não impacta apenas a digitalização da produção, mas também compromete a qualidade de vida dos trabalhadores do campo. Estar desconectado significa, muitas vezes, estar afastado da própria família, das oportunidades de qualificação online e até de serviços básicos que hoje dependem da internet. Essa realidade tem dificultado a retenção de talentos no setor, especialmente entre os profissionais mais jovens e qualificados, que buscam qualidade de vida aliada à perspectiva de crescimento profissional. A conectividade, portanto, também é um fator-chave para manter o capital humano no campo”, complementa Paola.

Para ela, ainda há um longo caminho a ser percorrido para garantir que toda a cadeia produtiva da cana-de-açúcar tenha acesso às mesmas oportunidades tecnológicas.

A executiva destaca que a expansão da conectividade será fundamental para impulsionar a produtividade, reduzir desigualdades regionais e fortalecer a posição do Brasil como líder global no setor sucroenergético.



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Entrega de alimentos beneficia 11,5 mil pessoas em Goiás



Agricultores doam 11,5 toneladas de alimentos a famílias em vulnerabilidade




Foto: Divulgação

Na última semana, agricultores e agricultoras familiares do Rio Grande do Norte e de Goiás realizaram a entrega de 11,5 toneladas de alimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar. As ações ocorreram com apoio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), pela modalidade Compra com Doação Simultânea.

No Rio Grande do Norte, a Associação da Comunidade Quilombola de Cajazeiras (ACQC) promoveu a primeira entrega ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Santo Antônio. Segundo a Conab, “nove agricultoras da associação serão responsáveis pela produção de 6,5 toneladas de alimentos, destinados a pessoas em situação de insegurança alimentar”. A Companhia informou ainda que irá investir cerca de R$ 134,9 mil na aquisição dos produtos, com recursos repassados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

Em Goiás, agricultores da Cooperativa Mista dos Produtores de Hortifrutigranjeiros do Estado de Goiás (COMPHEGO) entregaram cerca de 5 toneladas de alimentos frescos ao CRAS do município de Guapó. A entrega foi realizada no último dia 24. De acordo com a Conab, “aproximadamente 11.500 pessoas atendidas pela instituição serão beneficiadas com a doação”.

Criado há mais de 20 anos, o Programa de Aquisição de Alimentos busca incentivar a produção da agricultura familiar e garantir o fornecimento de alimentos para a rede socioassistencial. A Conab explicou que, por meio do programa, “os produtos adquiridos são destinados a equipamentos públicos de segurança alimentar, como restaurantes populares, cozinhas comunitárias, e a grupos em situação de vulnerabilidade social”.

O PAA é coordenado pelo MDS, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Ministério da Fazenda, sendo executado pela Conab, estados e municípios.





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indicadores que vão mexer com os mercados; ouça análise


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que, na semana passada o dólar caiu 2% frente ao real e o Ibovespa atingiu máxima em 7 meses, mesmo com inflação em alta. Nesta semana, o foco será o IGP-M no Brasil, o núcleo do PCE nos EUA e a inflação da Zona do Euro. Nos EUA, dados de emprego e PIB sinalizam desaceleração, enquanto a China enfrenta pressão nos PMIs industriais.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Tocantins lidera na recuperação de áreas degradadas na Região Norte


O Governo do Tocantins comemorou, nesta sexta-feira (25), a primeira posição entre os estados da Região Norte em recuperação de áreas degradadas, segundo ranking publicado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). No cenário nacional, o estado ocupa a sexta posição. O levantamento utiliza dados do MapBiomas e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), validados pelo Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).

De acordo com o Cigma, o desempenho do Tocantins é resultado do investimento em um conjunto de medidas voltadas à recuperação de áreas impactadas. O governador Wanderlei Barbosa afirmou: “Esse resultado mostra que estamos trabalhando compromissados com o crescimento produtivo e econômico em todo o território tocantinense, de forma que possa garantir o sucesso da nossa estratégia de desenvolvimento sustentável.”

O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, destacou o trabalho conjunto entre diferentes setores da administração pública. “O governador Wanderlei Barbosa determinou a articulação entre os setores e é o que estamos fazendo, além do investimento no conjunto de medidas que transformem em ativos as superfícies impactadas no estado, com a recuperação de áreas degradadas”, declarou.

Entre as estratégias do governo, destaca-se a elaboração do Plano Estadual de Recuperação da Vegetação Nativa, em parceria com a Conservação Internacional no Brasil. O projeto Tocantins Restaura também avança, após a assinatura de um protocolo de negociação para restauração florestal, em Villars-sur-Ollon, na Suíça, prevendo investimento inicial de R$ 120 milhões.

O projeto Plantando Água foi ampliado para a região sudeste do estado, com o objetivo de revitalizar áreas de preservação permanente nas Bacias Hidrográficas dos rios Santo Antônio e Santa Tereza, Formoso, Lontra e Corda, e Manuel Alves da Natividade. A meta é recuperar 200 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs).

As mudas utilizadas nos projetos são produzidas pelos viveiros do Centro de Recuperação de Área Degradada do Tocantins (Crad), instalados nos municípios de Palmas, Gurupi, Araguatins e Natividade. Com capacidade anual de produção de 400 mil mudas, a estrutura é suficiente para recuperar cerca de 360 hectares de APPs.

O investimento total no projeto ultrapassa R$ 1,4 milhão, com recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos, e envolve parcerias com instituições como a Universidade Federal do Tocantins (UFT), o Instituto Federal do Tocantins (IFTO) e a Universidade Estadual do Tocantins (Unitins).

Outras ações voltadas à recuperação de áreas degradadas estão em andamento e serão integradas no plano estadual que está em elaboração.

O ranking elaborado pelo CLP leva em consideração a área total modificada de uso antrópico para formações naturais em relação à área geográfica dos estados. Tocantins aparece com 0,42% de área recuperada, à frente de estados como Mato Grosso do Sul, Sergipe e Alagoas.





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temporais atingem ao menos 2 regiões hoje



Veja como ficam as condições do tempo nesta segunda-feira (28) em todas as regiões do Brasil, de acordo com os meteorologistas da Climatempo, e saiba onde vai ter chuva.

Sul

O deslocamento de uma frente fria, afastada em alto-mar, provoca algumas pancadas de chuva mais isoladas e irregulares no leste e norte de Santa Catarina e no leste e sul do Paraná.

A maior parte do Rio Grande do Sul começa a semana sem chuva e com temperatura ligeiramente mais amena.

Sudeste

O dia será marcado por mais nebulosidade e condições de chuvisco ou chuva fraca no litoral de São Paulo e na capital paulista.

Pancadas de intensidade moderada a forte devem atingir o norte de São Paulo, Espírito Santo, Triângulo Mineiro e noroeste e norte de Minas Gerais.

No Rio de Janeiro, dia com sol entre nuvens e condição de chuva fraca no fim da tarde e começo da noite.

Centro-Oeste

Áreas de instabilidades presentes no Paraguai aumentam a condição de chuva novamente em Mato Grosso do Sul. O dia será instável, com predomínio de muita nebulosidade e pancadas a qualquer hora do dia. É alto o risco de temporal no noroeste e sul do estado.

A previsão é de pancadas moderadas a fortes, associadas a calor e umidade, em Mato Grosso e Goiás, com atenção em Cuiabá e Goiânia.

Nordeste

A segunda começa com previsão de chuva no oeste e sul da Bahia. Além disso, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT ) provoca pancadas no litoral do Maranhão, Piauí e Ceará.

A semana começa abafada e com aberturas de sol. As pancadas podem ocorrer em vários momentos do dia, intercalando período de melhoria.

Não chove no sertão e interior da região, e o ar fica mais seco.

Norte

O tempo continua instável e carregado na última segunda do mês na região. Dia de sol entre nuvens em Manaus, Belém e Macapá, com alerta de temporais.

Pode chover em vários momentos em Rio Branco e Porto Velho.



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Agrishow 2025 reúne mais de 800 marcas de máquinas agrícolas



Agrishow 2025 mostra as maiores inovações para o agronegócio




Foto: Canva

A Agrishow 2025, que chega à sua 30ª edição, será realizada entre os dias 28 de abril e 2 de maio em Ribeirão Preto (SP). O evento, considerado a maior feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, contará com mais de 800 marcas e empresas. A feira ocupará uma área de 520 mil metros quadrados, reunindo os principais lançamentos em máquinas e equipamentos voltados para o setor agrícola.

Com o slogan “O Futuro do Agro de A a Z”, a Agrishow consolidou-se como um evento estratégico para a indústria de maquinário agrícola e em 2024 movimentou mais de R$ 13,6 bilhões em intenção de negócios. A edição deste ano promete mostrar as mais recentes inovações, com destaque para soluções automatizadas e tecnologias adaptadas à inteligência artificial.

Algumas das principais novidades incluem o lançamento da barra do pulverizador MF 500R, pela Massey Ferguson, que oferece maior leveza e estabilidade. A Caterpillar, comemorando 100 anos, apresentará as minicarregadeiras Cat 250 e Cat 260. Já a Fendt trará a colheitadeira Fendt IDEAL 25, que promete maior economia de combustível. Outros expositores como Marispan, Volare, CLAAS, e Toledo do Brasil também mostrarão soluções inovadoras voltadas para a automação e a sustentabilidade no campo.

A Agrishow 2025 será uma vitrine para inovações tecnológicas e oferecerá aos participantes a oportunidade de interagir diretamente com fabricantes e especialistas, além de acompanhar demonstrações práticas. O evento destaca ainda a importância do agronegócio, um dos pilares da economia brasileira, que não para de crescer em complexidade e tamanho.





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setor de máquinas agrícolas devem movimentar R$ 65 bilhões em 2025


A automação no campo tem ganhado destaque, impulsionada por inovações tecnológicas que visam aumentar a eficiência, a rentabilidade e, principalmente, promover a sustentabilidade na produção agrícola. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a indústria de máquinas agrícolas deverá registrar um crescimento de 8% no faturamento em 2025, movimentando R$ 65 bilhões.

Atualmente, o setor representa 22% das vendas totais da indústria nacional de máquinas e equipamentos, um número considerável, mas com grande potencial de expansão. Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, afirmou que o agronegócio brasileiro está em constante evolução, buscando maior eficiência e produtividade enquanto atende à demanda por práticas agrícolas mais sustentáveis. “O agronegócio brasileiro está em constante evolução, buscando mais eficiência e produtividade, ao mesmo tempo em que responde às crescentes demandas por práticas agrícolas sustentáveis”, disse ele.

Ele também ressaltou o papel crucial das máquinas agrícolas nesse processo. “As máquinas agrícolas desempenham um papel crucial nesse processo, pois otimizam o uso de recursos naturais, como água e energia, enquanto melhoram os processos produtivos com foco na preservação ambiental”, afirmou Estevão.

Tecnologias como Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), Big Data, drones e sensores têm permitido aos produtores gerenciar suas propriedades com maior precisão, resultando em economias de recursos e insumos. Estas inovações também incentivam a adoção de práticas sustentáveis, como a rotação de culturas e o plantio direto, fundamentais para a saúde do solo e a biodiversidade.

Além disso, o uso crescente de fontes de energia renováveis, como biocombustíveis e combustíveis alternativos, tem se destacado como um fator importante para uma produção agrícola mais equilibrada com o meio ambiente. Esses avanços não só favorecem a sustentabilidade local, mas também reforçam a competitividade do Brasil no mercado global.

A Agrishow, um dos maiores eventos de tecnologia para o agronegócio na América Latina, se consolidou como um ponto de encontro estratégico para produtores, especialistas e empresas. “A Agrishow é uma vitrine onde tecnologias emergentes não apenas ampliam a produtividade, mas também propõem soluções inteligentes para a preservação dos recursos naturais. Recursos como monitoramento remoto, sensores de precisão e plataformas digitais para gestão de dados estão permitindo aos produtores uma agricultura cada vez mais integrada e responsável”, destacou Pedro Estevão.

A 30ª edição da Agrishow ocorrerá de 28 de abril a 2 de maio em Ribeirão Preto (SP), com a participação de mais de 800 marcas expositoras e a expectativa de atrair cerca de 195 mil visitantes, incluindo participantes de mais de 50 países.





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