segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

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China suspende as compras de frango do Brasil



A partir de hoje (16) e pelos próximos 60 dias, a China não estará mais comprando carne de frango brasileira, disse o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, em entrevista à TV Centro América, afiliada de Rede Globo em Mato Grosso, nesta sexta-feira (16).

O cancelamento vem após a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em matrizeiro de aves comerciais, na cidade de Montenegro no estado do Rio Grande do Sul. Esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil.

Segundo Fávaro, o protocolo com a China prevê que, com a presença da doença, toda produção nacional de aves fica impedida de entrar no país asiático, diferentemente do que acontece com os protocolos firmados com outros países – incluindo Arábia Saudita e Japão.

A princípio, esses outros países (quase 200) apenas impedem a entrada de aves produzidas na região onde o vírus foi encontrado. Os outros estados brasileiros permanecem em status de normalidade. O ministro ressaltou que negocia a mudança de protocolo com os chineses.

Por fim, Fávaro disse que medidas já estão sendo tomadas para debelar e impedir a propagação da doença e espera normalizar a situação o mais rápido possível.



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Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul também investiga a morte de aves em zoológico



A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul divulgou, na manhã desta sexta-feira (16), detalhes sobre a detecção do vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em uma granja de aves no município de Montenegro (RS).

A Seapi também informou que a morte de aves no Zoológico de Sapucaia do Sul, distante cerca de 50 km da granja, está sendo investigada. A pasta aguarda o resultado do sequenciamento genético dos animais para confirmar se os óbitos estão relacionados ao vírus. O local está temporariamente fechado.

Segundo a Secretaria, o Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA) atendeu a uma suspeita de síndrome respiratória e neurológica em aves, no dia 12 de maio, em um estabelecimento avícola de reprodução. As amostras foram coletadas e encaminhadas ao Laboratório Federal de Diagnóstico Agropecuário, em Campinas (SP), que confirmou o diagnóstico de gripe aviária nesta sexta-feira (16).

Medidas

O Serviço Veterinário Oficial do RS (SVO-RS) iniciou as ações previstas no Plano Nacional de Contingência para a Influenza Aviária, com o isolamento da área afetada, em Montenegro, e a eliminação das aves remanescentes, para dar início ao protocolo de saneamento da granja.

A Seapi informou ainda que será realizada uma investigação complementar em um raio inicial de 10 km da área do foco, além da verificação de possíveis vínculos com outras propriedades, incluindo o Zoológico de Sapucaia do Sul.

Saúde humana

De acordo com o SVO-RS, o consumo de carne de aves e ovos armazenados em casa ou adquiridos em pontos de venda é seguro, uma vez que a doença não é transmitida por meio do consumo desses produtos. “A população pode se manter tranquila, não havendo qualquer restrição ao seu consumo”, destacou o órgão estadual.

Sobre a gripe aviária

A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta, principalmente, aves silvestres e domésticas, podendo, em alguns casos, acometer seres humanos.

Entre os principais sintomas apresentados pelas aves estão: dificuldade respiratória, secreção nasal ou ocular, espirros, incoordenação motora, torcicolo, diarreia e alta mortalidade.

Todas as suspeitas de influenza aviária — que envolvem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em aves — devem ser notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura, por meio da Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

A Secretaria da Agricultura realizará uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (16), às 11h30, na sede da Seapi, em Porto Alegre, para prestar mais esclarecimentos sobre o caso.



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ABPA e ASGAV dizem que situação é pontual e apoiam as medidas de contingenciamento



A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) se manifestaram em relação à identificação de foco de H5N1 em uma granja de aves do município de Montenegro (RS).

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) revelou nesta quinta-feira (15) a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP). Esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil.

As entidades ressaltaram que o caso é pontual e destacaram a transparência do Mapa e da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul em relação à identificação, comunicação e contenção da situação.

“A ABPA e a ASGAV estão apoiando o MAPA e a Seapi neste processo. Todas as medidas necessárias para o contingenciamento da situação foram rapidamente adotadas, e a situação está sob controle e monitoramento dos órgãos governamentais”, informaram.

As associações frisaram que confiam na rapidez das tratativas adotadas pelo Ministério e pela Secretaria, e esperam que o problema seja solucionado no menor prazo possível.

As duas entidades também reforçam que a situação não representa qualquer risco ao consumidor final.



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Primeiro foco de gripe aviária em granja comercial é detectado no Brasil



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) revelou nesta quinta-feira (15) a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em matrizeiro de aves comerciais, na cidade de Montenegro no estado do Rio Grande do Sul. Esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil, informou o Mapa.

A circulação do vírus ocorre desde 2006, principalmente em países da Ásia, África e do norte da Europa.

O Mapa destacou que a doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves nem de ovos. “A população brasileira e mundial pode se manter tranquila em relação à segurança dos produtos inspecionados, não havendo qualquer restrição ao seu consumo. O risco de infecções em humanos pelo vírus da gripe aviária é baixo e, em sua maioria, ocorre entre tratadores ou profissionais com contato intenso com aves infectadas (vivas ou mortas)”, informou a pasta.

Enfrentamento à doença

O governo federal afirmou que medidas de contenção e erradicação do foco previstas no plano nacional de contingência foram iniciadas. As providências tem o objetivo de debelar a doença e manter a capacidade produtiva do setor, garantindo o abastecimento e a segurança alimentar da população.

O Mapa também divulgou que está realizando a comunicação oficial aos entes das cadeias produtivas envolvidas, à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), aos Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente, além dos parceiros comerciais do Brasil.

O ministério explicou que há 25 anos, o Serviço Veterinário brasileiro vem sendo treinado e equipado para o enfrentamento e prevenir a entrada dessa doença no sistema de avicultura comercial brasileiro.

“Várias ações vêm sendo adotadas, como o monitoramento de aves silvestres, a vigilância epidemiológica na avicultura comercial e de subsistência, o treinamento constante de técnicos dos serviços veterinários oficiais e privados, ações de educação sanitária e a implementação de atividades de vigilância nos pontos de entrada de animais e seus produtos no Brasil”, disse a pasta.



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Mercado de milho segue bastante variado


No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, a oferta segue diminuindo, com vendas apenas em caso de extrema necessidade, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As negociações seguem lentas, com compradores tentando alinhar os preços à paridade de exportação, mas enfrentando forte resistência dos produtores. As cotações para o milho com entrega no mês de maio, no interior do estado, oscilam entre R$ 66,00 e R$ 70,00 por saca. As referências regionais atuais são: R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, e R$ 69,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

Mercado de milho travado em Santa Catarina à espera de maior oferta com avanço da colheita. “A expectativa é de que a liquidez do mercado siga baixa no curto prazo, até que a colheita libere mais milho e favoreça ajustes nos preços e negociações. No porto, seguem os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. Em relação aos preços da pedra, cooperativas locais continuam pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

O mercado segue lento no Paraná, mas a expectativa é de recuperação com aumento da oferta. “Em Ubiratã, a saca teve queda de 1,72%, sendo vendida a R$ 57,00, enquanto em Castro houve valorização de 1,45%, com o preço chegando a R$ 70,00. Em Marechal Cândido Rondon, os valores permaneceram estáveis em R$ 58,00. A fraca demanda e o baixo volume de negócios continuam pressionando os preços em várias regiões. No Centro Oriental Paranaense, a cotação recuou para R$ 67,54, enquanto no Oeste Paranaense o preço ficou em R$ 66,78. Em Curitiba e região metropolitana, o milho subiu levemente para R$ 68,93”, indica.

O Mato Grosso do Sul tem o mercado travado e preços em queda. “Em Ponta Porã e Sidrolândia, os valores ficaram em R$ 58,00, enquanto em Maracaju o milho foi cotado a R$ 59,00. Nas praças de Dourados, Campo Grande e Caarapó, os preços se mantiveram estáveis em R$ 60,00. Apesar das quedas nas cotações, o mercado segue em compasso de espera, acompanhando o avanço da segunda safra, que deve ganhar ritmo nas próximas semanas. Até lá, as negociações permanecem pontuais e com baixa liquidez”, conclui.

 





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ouça os destaques econômicos do dia


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a valorização do dólar, que subiu 0,82% e fechou a R$ 5,67, mesmo com queda nos Treasuries e petróleo. O Ibovespa avançou 0,66% e renovou recorde, impulsionado por Vale, bancos e alívio na curva de juros. No Brasil, o varejo surpreendeu positivamente, mas o cenário para 2025 ainda aponta desaceleração moderada. Hoje, destaque para a PNAD Contínua e dados de inflação.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Confira como está o mercado de trigo



Em Santa Catarina, o mercado permanece estável



Em Santa Catarina, o mercado permanece estável
Em Santa Catarina, o mercado permanece estável – Foto: Seane Lennon

Segundo análise da TF Agroeconômica, divulgada nesta semana, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul segue lento, com preços pressionados pela disponibilidade de cerca de 440 mil toneladas da safra passada. Com os moinhos já abastecidos até junho e a moagem estadual girando em torno de 104 mil toneladas por mês, esse volume cobre a demanda até outubro, encostando na nova colheita. 

No entanto, a real necessidade de reposição dependerá da demanda por farinha no inverno. Negócios pontuais ainda ocorrem entre R$ 1.390 e R$ 1.400 por tonelada para trigos de PH 76, mas os moinhos permanecem seletivos quanto à qualidade.

Em Santa Catarina, o mercado permanece estável, com o balcão mantendo os preços há várias semanas. As cotações para trigo melhorador e biscoito variam entre R$ 1.380 e R$ 1.500/t FOB, mas a movimentação tem sido pontual. Já os preços pagos diretamente ao produtor (“pedra”) se mantêm entre R$ 75,00 e R$ 80,00 a saca nas principais praças do estado.

No Paraná, os preços da safra velha variam de R$ 1.550 a R$ 1.600 CIF moinhos, enquanto o trigo paraguaio chega a até R$ 1.630 e o argentino ultrapassa R$ 1.700 CIF. Para a safra nova, ainda não há ofertas concretas, mas compradores indicam preços entre R$ 1.450 e R$ 1.500 CIF, o que corresponde a cerca de R$ 82,78/saca. A média estadual da saca recuou levemente para R$ 80,09, ainda proporcionando um lucro de 8,92% sobre o custo de produção.

As expectativas para os próximos meses giram em torno do comportamento da demanda e do ritmo de compra dos moinhos, especialmente no sul do país. A chegada da nova safra e os movimentos do mercado internacional serão determinantes para a formação dos preços no segundo semestre.

 





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Chuva de 110 mm e veranico: confira a previsão do tempo de hoje



Temperaturas acima da média para o outono no centro-sul do país e muita chuva prevista para o Norte e Nordeste. Confira a previsão desta sexta-feira para todo o Brasil:

Sul

Veranico e bloqueio atmosférico: em todas as áreas do Sul, as temperaturas mínimas começam a entrar em ligeira elevação, e as máximas tendem a ficar acima da média para o período, principalmente na parte oeste do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. Com isso, a umidade relativa do ar também começa a cair, pois não haverá mais infiltração de umidade no continente, apenas ventos secos e quentes de quadrante norte. Não há previsão de chuva.

Sudeste

Bloqueio atmosférico e veranico: a chuva persiste e se espalha mais no Espírito Santo, agora abrangendo todo o estado. Isso é efeito da entrada da umidade por conta da alta pressão no oceano e também pelo fato da localização geográfica do estado. Condições para chuva isolada no norte de Minas Gerais (divisa com o sul da Bahia). Nas demais áreas do Sudeste, o tempo continua estável, com predomínio de sol, temperaturas amenas durante as madrugadas e manhãs e altas no período da tarde.

Centro-Oeste

Bloqueio atmosférico e veranico: a situação fica semelhante ao Sul e Sudeste, porém, as temperaturas mínimas começam a entrar em ligeira elevação, diminuindo a amplitude térmica. A umidade relativa do ar começará a ficar abaixo dos 30%, principalmente nas áreas mais próximas ao centro do país, como Goiás e leste de Mato Grosso. Não há previsão de chuva.

Nordeste

Até 110 mm de chuva: precipitações isoladas no período da tarde no litoral do Ceará, interior da Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco. A região de Porto Seguro (BA) e o leste do Rio Grande do Norte (incluindo Natal), ficam em situação de alerta devido à chuva persistente, que pode ser moderada em alguns momentos, ocasionando transtornos, tendo em vista que deve chover aproximadamente 110 mm nessas regiões em apenas três dias.

Norte

Acumulado de 100 mm: a chuva diminui no norte do Pará (incluindo Belém), e aumenta significativamente no leste do Amapá, em Boa Vista (RR) e no norte do Amazonas, com acumulados que podem chegar aos 50 mm ao dia. Em apenas três dias, as áreas citadas podem acumular aproximadamente 100 mm de chuva. Nas demais áreas, o tempo permanece com predomínio de sol entre nuvens e com possibilidade de chuva moderada a forte no período da tarde, mas que será rápida.



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Mercado de grãos inicia o dia em baixa


Segundo informações da TF Agroeconômica (15/05/2025), o mercado internacional de grãos iniciou esta quarta-feira com tendências de baixa, refletindo fatores climáticos e políticos nos Estados Unidos. No caso do trigo, as cotações recuaram na Bolsa de Chicago: o contrato para julho/25 fechou a US\$ 522,50 por bushel (-2,25), enquanto o de dezembro/25 caiu para US\$ 559,75 (-1,00). No Brasil, o indicador CEPEA Paraná recuou 2,78% no dia, cotado a R\$ 1.532,53, enquanto no Rio Grande do Sul houve queda de 0,63%, para R\$ 1.415,54. 

Para a soja, os contratos também abriram em queda, com julho/25 cotado a US\$ 1.067,0 (-10,75) e maio/26 a US\$ 1.074,25 (-9,25). No mercado interno, o CEPEA Paraná teve leve recuo de 0,20%, a R\$ 128,25. A baixa em Chicago está ligada à desvalorização do óleo de soja, diante de rumores de que os mandatos de uso de biodiesel nos EUA não crescerão como o esperado. O administrador da EPA, Lee Zeldin, afirmou que os novos mandatos serão divulgados “nos próximos meses”, frustrando expectativas de anúncio imediato. A mudança de cenário levou investidores a realizarem lucros, especialmente após a alta de 7,72% no petróleo da semana anterior.

A Bolsa de Comércio de Rosário elevou sua estimativa para a safra argentina de soja de 45,50 para 48,50 milhões de toneladas, ainda abaixo dos números da Bolsa de Buenos Aires (50 mi t) e do USDA (49 mi t). Isso influenciou as expectativas do mercado, embora a recuperação do farelo de soja tenha amenizado as perdas devido à menor moagem projetada.

O milho também apresentou estabilidade com viés de baixa. O contrato julho/25 em Chicago permaneceu estável a US\$ 445,50. No Brasil, o CEPEA indicou leve queda de 0,16% (R\$ 73,12), com a B3 julho subindo 1,55% (R\$ 63,00). O mercado continua pressionado pela perspectiva de safra recorde nos EUA, ultrapassando 400 milhões de toneladas, e pelas tensões comerciais internacionais provocadas por tarifas impostas pela Casa Branca.

 





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Paraná amplia exportação de milho em 2025



Paraná é 2º maior exportador de milho do país




Foto: Pixabay

As exportações de milho do Paraná registraram crescimento de 77% no primeiro quadrimestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme aponta o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Foram embarcadas 1,18 milhão de toneladas do cereal entre janeiro e abril.

O principal destino do milho paranaense foi o Irã, responsável por 52% das exportações no período. Em seguida aparecem o Egito, com 12,8%, e a Turquia, com 11,3%. A receita gerada com as exportações totalizou US$ 267,1 milhões, cerca de R$ 1,5 bilhão. O valor representa uma alta de 81% em comparação com os primeiros quatro meses de 2024, resultado do aumento no volume embarcado e de uma leve melhora nos preços.

Com esse desempenho, o Paraná assumiu a segunda posição no ranking nacional de exportação de milho, atrás apenas de Mato Grosso, que registrou queda de 53% no volume exportado. No total, o Brasil exportou 6,07 milhões de toneladas no período, redução de 14% em relação ao ano anterior.





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