domingo, julho 5, 2026

Agro

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Sicredi apresenta soluções inovadoras para produtores rurais na Agrishow


A Sicredi, instituição financeira cooperativa, apresentou na Agrishow soluções voltadas para o produtor rural, enfatizando a importância da gestão de riscos e do seguro rural para garantir a rentabilidade das safras. O evento, que é a maior feira de agronegócio do Brasil, destacou a crescente preocupação dos agricultores com os fatores climáticos que impactam a produção.

Importância do seguro rural

O seguro rural se tornou um complemento essencial para os produtores que utilizam crédito rural. Ele atua como um mecanismo de proteção financeira, permitindo que os agricultores honrem suas dívidas mesmo diante de eventos climáticos adversos. Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

  • Aumento da busca por segurança na produção agrícola.
  • Necessidade de alternativas devido ao menor acesso a programas como o Proagro.
  • Histórico recente de frustrações climáticas, como secas e chuvas excessivas.

Desafios enfrentados pelos produtores

Os agricultores têm enfrentado desafios significativos, especialmente em estados como Paraná e São Paulo, onde as condições climáticas têm gerado prejuízos consideráveis. A Sicredi ressaltou que:

  • Eventos climáticos são os principais riscos para a produção.
  • O seguro rural é visto como uma forma de mitigar esses riscos.
  • Produtores que acionaram o seguro reconhecem seus benefícios e alteram suas estratégias de investimento.

Depoimento de produtor rural

Claudemir, um produtor de café em Poço Fundo, Minas Gerais, compartilhou sua experiência com o seguro rural, destacando:

  • O seguro foi crucial após eventos de granizo que impactaram sua lavoura.
  • O investimento em seguro e crédito rural permitiu a continuidade de suas atividades.
  • A importância de se preparar para variáveis climáticas ao planejar a safra.

Com a crescente imprevisibilidade climática, a Sicredi reforça a necessidade de os produtores ampliarem suas coberturas, garantindo proteção desde a fase de mudas até a colheita dos grãos.

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Serra catarinense registra -3,3ºC e é a menor temperatura do Brasil em 2026


A Serra Catarinense registrou a menor temperatura do Brasil em 2026, com a marca de -3,3ºC, na madrugada desta terça-feira, 28 de abril. O frio intenso foi observado em São Joaquim, na região conhecida como Caminhos da Neve, conforme registro da prefeitura local.

Impacto da massa de ar polar

A forte massa de ar polar que entrou no sul do Brasil causou temperaturas muito baixas também em outras regiões:

  • No Rio Grande do Sul, a menor temperatura foi de 0,4ºC, registrada em Santana do Livramento.
  • No Paraná, a mínima foi de 2,5ºC em General Carneiro.

Previsão do tempo

De acordo com meteorologistas, a frente fria que trouxe essa massa de ar polar continuará a influenciar o clima na região sul do país nos próximos dias, mas perderá intensidade gradualmente:

  • As mínimas no Rio Grande do Sul devem ficar abaixo de 10ºC.
  • A chance de geada permanece apenas para áreas da serra gaúcha e catarinense.
  • No Paraná, as mínimas devem atingir cerca de 16ºC.

Condições climáticas gerais

Nos próximos dias, a previsão é de que o frio se mantenha na região sul, enquanto a frente fria avança para o Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, trazendo chuvas para o Paraná e sul de São Paulo, o que pode beneficiar o milho da segunda safra em fase de desenvolvimento.

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Brasil abre mercado inédito para exportação de uvas ao Azerbaijão


O setor vitícola brasileiro comemora a abertura de um novo mercado para a exportação de uvas ao Azerbaijão, um destino inédito para a fruta nacional. O acordo foi firmado após negociações entre autoridades competentes dos dois países, representando uma conquista significativa para os produtores brasileiros.

Intercâmbio comercial

Em 2025, o intercâmbio comercial entre Brasil e Azerbaijão alcançou 24 milhões de dólares. Embora esse volume ainda seja considerado modesto, a abertura do mercado de uvas sinaliza um potencial de crescimento nas relações comerciais entre as nações.

Impacto no setor vitícola

  • Abertura de mercado para uvas no Azerbaijão é um marco para o setor.
  • Negociações foram realizadas entre autoridades dos dois países.
  • Expectativa de aumento nas exportações e fortalecimento das relações comerciais.

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Mato Grosso do Sul registra crescimento no abate de frangos e recorde em exportações suinícolas


A avicultura de Mato Grosso do Sul iniciou 2026 em alta, com crescimento no abate de frangos e aumento no faturamento das exportações. Segundo dados da FAMA, o agronegócio respondeu por mais de 94% das exportações do estado no período.

Crescimento no abate de frangos

No primeiro bimestre deste ano, o estado registrou um aumento de 6,97% no abate de aves, totalizando mais de 30 milhões de frangos abatidos entre janeiro e fevereiro. Esse crescimento representa quase 7% em relação ao mesmo período de 2025.

Exportações de carne de frango

  • O estado exportou cerca de 28.000 toneladas de carne de frango.
  • Faturamento superior a 62 milhões de dólares.
  • A receita subiu mais de 9%, impulsionada pela valorização do produto.
  • Principais compradores: China e Japão.

Recordes na suinocultura

Mato Grosso do Sul também bateu recordes nas exportações suinícolas, com um crescimento de 125% nos embarques de carne suína nos últimos anos. Em 2025, o setor movimentou mais de 53 milhões de dólares, destacando-se em mercados da Ásia e do Oriente Médio, como Singapura, Filipinas e Emirados Árabes Unidos.

Investimentos e sustentabilidade

O crescimento do setor está ligado a investimentos em tecnologia e estrutura da cadeia produtiva. A sustentabilidade é um foco, não apenas em questões ambientais, mas também em garantir a competitividade a longo prazo.

Perspectivas futuras

Com o avanço da rota bioceânica, Mato Grosso do Sul deve ganhar mais competitividade nas exportações, facilitando o escoamento da produção e ampliando a presença da carne suína no exterior. O estado se consolida como um polo de suinocultura no Brasil, destacando-se entre os principais mercados.

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Seguro rural ganha protagonismo na Agrishow e amplia importância no planejamento do produtor


lavoura trator seguro rural
Foto: Divulgação

A gestão de riscos passou a ocupar lugar central nas decisões do produtor rural e ganhou ainda mais visibilidade na Agrishow 2026. Em um cenário de maior instabilidade climática e mudanças no apoio governamental, o seguro rural deixou de ser apenas uma opção e passou a integrar o planejamento estratégico no campo.

A movimentação intensa na feira, realizada em Ribeirão Preto (SP), mostra que investir em produtividade continua sendo prioridade, mas agora acompanhado de uma atenção maior aos riscos. O agricultor quer produzir, mas também busca garantir a colheita.

Segundo Devanir Brisola, gerente de desenvolvimento de negócios do Sicredi, o menor acesso a programas de gerenciamento de risco, como o Proagro, tem levado o produtor a buscar alternativas. “Estamos saindo de ciclos com frustrações no campo, com anos marcados por secas prolongadas e também excesso de chuvas, que geraram grandes prejuízos para produtores de milho e soja”, afirma.

Segundo ele, esse histórico recente tem impactado diretamente a tomada de decisão do produtor, que está mais cauteloso e atento à necessidade de proteção da produção.

Nesse contexto, o seguro rural tem atuado como um complemento essencial ao crédito. Enquanto o crédito é utilizado para impulsionar a produtividade, o seguro entra como proteção da atividade. “Se o produtor enfrenta um evento climático e não consegue colher o que foi planejado, a dívida continua. O seguro garante que ele consiga honrar esse compromisso e dar continuidade à atividade”, afirma Devanir Brisola.

E o principal risco segue fora do controle do produtor. Atualmente, os eventos climáticos continuam sendo a maior ameaça. “A gente não consegue prever, mas consegue se prevenir”, destaca ele. Segundo Brisola, o clima permanece como o maior desafio para o produtor rural.

Quem já enfrentou perdas reconhece o valor dessa ferramenta. É o caso de Claudemir Pereira, produtor de café em Poço Fundo (MG), que teve prejuízos após uma chuva de granizo. “Naquele momento, a gente não conseguiria realizar o pagamento. O seguro foi uma grande ajuda”, relata.

O impacto financeiro foi significativo. O seguro da lavoura ficou em torno de R$ 100 mil, podendo chegar a R$ 150 mil ao considerar os custos totais. “Hoje o investimento é maior, mas com os pés no chão. A gente sabe que pode investir, mas com a segurança de que vai ter uma colheita garantida”, explica o produtor, ao mostrar como a experiência mudou sua forma de investir.

Em um cenário cada vez mais instável, a busca por proteção tende a crescer. “Já estamos olhando outras formas de seguro, inclusive para viveiros, mesmo sendo um desafio”, acrescenta Claudemir. Segundo ele, diante das incertezas, garantir a continuidade da atividade se tornou tão importante quanto produzir.

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Boi gordo recua nas principais praças, com pressão maior em Goiás e Minas Gerais


boi gordo mercado
Foto: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

O mercado físico do boi gordo volta a registrar tentativas de compra em níveis mais baixos. Ao longo da semana, o movimento ganha caráter uniforme, com recuos sendo observados nas principais praças pecuárias do país

Em estados como Goiás e Minas Gerais o movimento pode ser mais intenso, dada a pior
condição das pastagens após um mês de abril de estresse hídrico, acelerando o desgaste.

As pastagens estão mais vigorosas no Mato Grosso e no restante da região Norte, o que oferece uma expectativa de quedas menos acentuadas em um primeiro momento, considerando a maior capacidade de retenção entre os pecuaristas.

O mercado também está atento em relação a progressão da cota chinesa, com expectativa de esgotamento em meados de junho, o que tem sido precificado de maneira contundente no mercado futuro, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Referência média da arroba do boi gordo

Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 357,83, na modalidade à prazo. Em Goiás, a indicação média foi de R$ 341,43 para a arroba do boi gordo. Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 340,29. No Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 350,80 No Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 356,42.

Atacado

O mercado atacadista ainda se depara com preços em predominante acomodação ao longo desta terça-feira. O ambiente de negócios ainda sugere por menor espaço para reajustes no decorrer do restante do mês, considerando o menor apelo ao consumo durante a segunda quinzena do mês.

Além disso, os preços da carne bovina ainda perdem competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, em especial na comparação com os preços da carne de frango.

  • Quarto traseiro: R$ 28,50 por quilo;
  • Quarto dianteiro: R$ 23,50 por quilo;
  • Ponta de agulha: R$ 21,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,01%, sendo negociado a R$ 4,9815 para venda e a R$ 4,9795 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9728 e a máxima de R$ 5,0158

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O que são sementes peletizadas e quando usar no pasto? Especialista responde


Foto: Reprodução/Giro do Boi.
Foto: Reprodução/Giro do Boi.

Nesta terça-feira (28), o programa Giro do Boi respondeu a uma dúvida de Estanislau Giori, de Alfredo Chaves (ES), sobre o uso de sementes peletizadas para renovação de pastagens. A zootecnista e professora da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Janaina Martuscello, afirmou que essa tecnologia não é um erro, mas requer que o produtor compreenda a “matemática do saco de sementes”.

De acordo com Martuscello, o principal objetivo é garantir que o investimento em tecnologia de revestimento se converta em um estande de plantas ideal, e não apenas em um custo elevado por quilo. O processo de peletização envolve envolver a semente pura com uma camada protetora que pode conter calcário, gesso, fungicidas, inseticidas e até micronutrientes.

Confira:

Vantagens do revestimento

O revestimento protege as sementes contra ataques de formigas e o consumo por pássaros, problemas comuns em plantios a lanço. A zootecnista destacou que as sementes se tornam maiores e mais pesadas, melhorando o escoamento na plantadeira e garantindo uma distribuição mais uniforme no solo. Os micronutrientes presentes no revestimento proporcionam um impulso inicial no desenvolvimento da plântula.

A coloração e o tamanho das pelotas facilitam a conferência da regulagem da máquina, permitindo o monitoramento preciso da semeadura.

Considerações importantes

Janaina Martuscello fez um alerta sobre o Peso de Mil Sementes (PMS). O pecuarista deve estar ciente de que, ao adquirir sementes peletizadas, uma parte significativa do peso do saco é composta por material de revestimento. Em Braquiárias, o peso pode dobrar; em Panicums, como Mombaça ou Zuri, o peso pode até triplicar.

Além disso, a taxa de semeadura (kg/ha) da semente peletizada tende a ser maior do que a da semente nua, uma vez que é necessário atingir o mesmo número de plantas por metro quadrado. O sucesso da reforma do pasto também depende do Valor Cultural (VC), que determina a quantidade de sementes puras com potencial de germinação.

Geralmente, as sementes destinadas à peletização passam por processos de limpeza rigorosos, resultando em lotes de alta pureza e germinação, minimizando a entrada de plantas invasoras na propriedade. A semente peletizada é uma boa opção para garantir um estande homogêneo, especialmente em áreas com histórico de ataque de formigas.

Por fim, é essencial ajustar a regulagem da plantadeira para o peso adicional do revestimento e comprar sementes apenas de empresas idôneas com certificado de garantia.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Mercado de soja tem terça-feira de pouca movimentação e preços estáveis no Brasil


O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira (28) de ritmo lento, com poucas novidades e oscilações nas cotações da oleaginosa. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dólar apresentou melhora ao longo do dia, enquanto os preços seguiram voláteis, mas dentro de uma faixa estreita.

”As variações giraram ao redor de R$1,00, ou seja, movimentos pequenos”, afirma Silveira. O porto operou de forma mais lenta, assim como o mercado interno, sem mudanças relevantes no quadro geral.

Silveira destaca que as melhores indicações seguem atreladas a prazos mais longos de
pagamento. "Ainda há alguma janela de exportação para maio, mas já bastante curta", explica. Os prêmios permaneceram praticamente estáveis, enquanto as indicações mais firmes começam a aparecer para setembro.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): os preços ficaram em R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): cotações em R$ 125,00
  • Cascavel (PR): as cotações permaneceram em R$ 120,00.
  • Rondonópolis (MT): os preços seguiram em R$ 111,00
  • Dourados (MS): avançaram de R$ 111,00 para R$ 112,00
  • Rio Verde (GO): a saca recuou de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Paranaguá (PR): manteve-se em R$ 130,00 por saca
  • Rio Grande (RS): as cotações permaneceram em R$ 130,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam  mistos nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT). As cotações oscilaram em uma estreita margem. De um lado, a boa alta do petróleo deu sustentação a alguns contratos, estendendo o movimento deflagrado na segunda-feira.
Em contrapartida, o cenário fundamental segue limitando qualquer reação mais consistente nas cotações. A ampla oferta da oleaginosa, com o mercado convivendo com safras cheias no Brasil e na Argentina, e a perspectiva favorável para a produção norte-americana evitaram a consolidação do movimento de recuperação.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou na segunda-feira (27) o
relatório indicando que o plantio das lavouras de soja atingiu 23% da área prevista no país. Em igual período do ano passado, o índice era de 17%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 12%. Na semana anterior (20 de abril), o número era de 12%.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 4,25 centavos de dólar, ou 0,36%, a US$ 11,73 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 11,89 1/4 por bushel, com retração de 2,75 centavos de dólar ou 0,23%. As posições mais distantes tiveram pequenas altas.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,40 ou 0,12% a US$ 327,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 73,38 centavos de dólar, com ganho de 1,12 centavo ou 1,54%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,01%, sendo negociado a R$ 4,9815 para venda e a R$ 4,9795 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9728 e a máxima de R$ 5,0158.

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Carga de larvas de camarão avaliada em R$ 33 mil é retida por fiscais


larvas de camarão
Foto: divulgação/Sefa

Uma carga de 5 toneladas de larvas de camarão, avaliada em mais de R$ 33.264,00, foi apreendida nesta segunda-feira (27) durante fiscalização no nordeste do Pará, levantando suspeitas sobre a regularidade da operação e o destino final do produto.

A abordagem ocorreu na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Gurupi, em Cachoeira do Piriá, região de divisa com o Maranhão.

“Na análise da operação, foi feita a verificação em sistemas, sendo encontradas várias inscrições estaduais vinculadas ao CPF do destinatário, várias delas suspensas, outras inaptas e somente uma ativa com atividade de cultivo de açaí, que não corresponde ao produto transportado”, relatou o coordenador Gustavo Bozola.

A carga foi retida e lavrado o Termo de Apreensão e Depósito (TAD), no valor de R$ 11.376,29 correspondente ao ICMS e multa.

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‘Sem emoção, não se é fazendeiro’, diz Zé Luiz Niemeyer ao falar de 60 anos com o nelore


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

O Giro do Boi prestou homenagens a Zé Luiz Niemeyer, reconhecido como uma lenda do agronegócio brasileiro. Titular da Fazenda Terra Boa, localizada em Guararapes (SP), Niemeyer é considerado um dos pilares do melhoramento genético no país, dedicando mais de sessenta anos de sua vida à seleção da raça nelore.

Para Niemeyer, a pecuária vai além de números e planilhas. Ele afirma que o sucesso no campo exige uma conexão profunda com a terra e os ciclos da vida, resumindo sua visão em sua frase icônica: “Sem emoção, não se é fazendeiro”.

Confira:

A trajetória de Niemeyer

A trajetória de Zé Luiz Niemeyer está entrelaçada com a história da profissionalização do nelore no Brasil. Sua visão transformou uma fazenda de gado comercial em uma referência global em genética. Sob sua liderança, a Fazenda Terra Boa se destacou como a primeira do Brasil a conquistar os três selos de excelência da Associação Nacional de Criadores de Zebu (ANCP), incluindo o selo de Sustentabilidade.

Niemeyer destaca que a preservação da natureza é um ato de inteligência estratégica e não apenas uma obrigação. Ele defende que o lucro real provém da longevidade da terra, enfatizando a importância de selecionar animais adaptados ao clima do Brasil Central.

Legado e visão do futuro

Aos 87 anos, o pecuarista celebra a evolução do Brasil, que se transformou no maior exportador de carne do mundo. Ele acredita que o nelore é a “raça mãe” do país e aconselha os jovens a manterem a sensibilidade necessária para apreciar o nascimento de um bezerro ou o vigor de uma lavoura, pois essa sensibilidade é crucial para a eficiência na pecuária.

O Brasil progrediu na pecuária porque os fazendeiros aprenderam a ouvir a ciência, mantendo a essência do negócio. O legado de Zé Luiz Niemeyer reafirma que a pecuária de alta performance se constrói com técnica rigorosa, mas sobrevive e prospera através da emoção e do compromisso com a evolução da raça nelore.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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