sexta-feira, agosto 7, 2026

Agro

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Fazendeiros bloqueiam estradas na fronteira entre França e Espanha


Grupos de fazendeiros da Espanha e França bloquearam estradas na fronteira entre os dois países nesta segunda-feira (3), em protesto contra as regras de produção agrícola vigentes na União Europeia.

Manifestação antes das eleições europeias

A mobilização ocorreu a poucos dias das eleições para o Parlamento Europeu, previstas para o período de 6 a 9 de junho. Os agricultores aproveitaram o momento para pressionar candidatos e eleitores a votarem em representantes que defendam as causas do coletivo.

Centenas de tratores foram levados à região dos Pirineus, a cordilheira que separa naturalmente França e Espanha. Várias vias ficaram bloqueadas, inclusive algumas abertas excepcionalmente a veículos pesados para facilitar o acesso.

Reivindicações dos produtores

Os manifestantes reclamam das leis agrícolas da União Europeia, que consideram injustas, e da concorrência desleal. Eles exigem a priorização de produtos locais, restrições às importações, redução de impostos sobre energia utilizada na produção de alimentos, menos burocracia e o afrouxamento das regras sobre o uso de pesticidas.

Os produtores temem que acordos comerciais, como o recentemente firmado entre Mercosul e União Europeia, possam afetar suas atividades com a entrada de produtos da América Latina. Por isso, pressionam para que esses acordos não avancem e as regras já existentes sejam flexibilizadas.

Na Europa, existe um forte incentivo à produção local, o que fortalece a mobilização dos agricultores. Ao longo deste ano, diversos protestos semelhantes já ocorreram em vários países do bloco.



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Agricultores realizam protesto em Bruxelas contra políticas ambientais da UE


Agricultores dirigiram centenas de tratores a Bruxelas nesta terça-feira (4) para protestar contra as políticas ambientais da União Europeia, mas a ação foi rejeitada pelos principais grupos agrícolas do continente, que disseram que a manifestação não refletia as preocupações de seus membros.

Poucos dias antes da eleição para o Parlamento Europeu, de 6 a 9 de junho, agricultores de Holanda, Bélgica, Polônia e Alemanha viajaram para Bruxelas para protestar contra as políticas verdes da UE que, segundo os organizadores, prejudicam a competitividade dos agricultores europeus.

“Viemos da Polônia porque sabemos que a origem do nosso problema está em Bruxelas. Porque queremos mudar, mudar profundamente, o Acordo Verde”, disse o agricultor Damian Murawiec à Reuters durante o protesto em Laeken, ao norte de Bruxelas.

Essa é a mais recente movimentação de uma onda de protestos de agricultores que já dura meses em toda a Europa, onde trabalhadores agrícolas têm denunciado os baixos preços dos alimentos, a regulamentação excessiva e os acordos de livre comércio que, segundo eles, os deixam lutando para competir com importações baratas.

O protesto foi organizado pelo grupo de lobby holandês Força de Defesa dos Agricultores e apoiado por grupos de direita e de extrema-direita. Com a polícia contando cerca de 500 tratores, o protesto foi menor do que manifestações anteriores de agricultores realizadas em Bruxelas neste ano.

“Queremos que a Europa acabe com o Acordo Verde porque ele não é realista”, disse Bart Dickens, presidente da filial belga do grupo holandês.

A Força de Defesa dos Agricultores — cuja secretária Sieta van Keimpema tem descrito as preocupações com as mudanças climáticas como “histéricas” — disse que políticos do partido belga de extrema-direita Vlaams Belang e do grupo de direita Reformistas e Conservadores Europeus discursarão no protesto.

O maior lobby agrícola da Europa, Copa Cogeca, e a associação agrícola La Via Campesina, disseram à Reuters que seus membros não participarão da ação.

“Rejeitamos essa tentativa de pequenos grupos, que não têm propostas concretas para lidar com os problemas dos agricultores, de sequestrar as preocupações dos agricultores para promover seus próprios interesses partidários”, disse um porta-voz da Via Campesina.



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MP que mexe em PIS/Cofins é potencialmente inflacionária, diz economista à CNN


A Medida Provisória (MP) 1227/24, da compensação à desoneração da folha de pagamento, apresentada pelo Ministério da Fazenda na semana passada, pode mexer com os preços no país à medida que atrapalha o desempenho das empresas, defende Alexandre Espírito Santo, economista da Way Investimentos.

“À medida que se mexe em algo já estabelecido, a medida afeta o resultado e o desempenho das empresas. Quando uma empresa hoje faz compra de um insumo para produzir um bem, ela tem um crédito de pouco mais de 9% de PIS/Cofins. Uma das medidas propostas limita para pouco menos de 4%”, disse em entrevista à CNN neste domingo (9).

“O resultado é que, muito provavelmente, teremos problemas também de preços. Essa medida é potencialmente inflacionária, porque teremos, pelos meus cálculos, alta nos preços dos combustíveis, como gasolina, óleo diesel”, diz.

O especialista explica que, nosso atual sistema tributário, prevê o que os tributaristas chamam de compensações cruzadas. “A empresa pode pegar esse valor de Pis/Cofins para compensar, por exemplo, Imposto de Renda, ou contribuição da previdência. “Empresas não terão mais esse expediente, do jeito que está na MP. Consequentemente, alguns setores serão mais prejudicados”, diz.

Entre os setores mais prejudicados, ele cita o agronegócio, que tem grande representatividade dentro do segmento exportador. “O setor exportador é muito importante para a economia. A gente tem que fazer uma balança comercial pujante, como vem acontecendo. E o agro tem grande peso no PIB. Só no primeiro trimestre, contribuiu com 11%”.

A insegurança gerada pelo atual cenário fiscal, destaca o economista, vem sendo visto no dólar e na bolsa. “O dólar vem se mostrando estressado nesses últimos dias, acima de R$ 5,30. A Bolsa de Valores brasileira é a pior do mundo este ano”.

Veja a entrevista completa aqui.

Ainda que possa surtir efeito positivo nos cofres públicos no curto prazo, o aumento da carga tributária de grandes empresas pode atrasar o crescimento econômido do país, sugere estudo “Tributação sobre Grandes Empresas – Distorções, armadilhas e a realidade”, coordenado pelo pesquisador Samuel Pessôa, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

Segundo o texto, apesar de ser “fácil” taxar grandes empresas, o plano pode “agravar a tendência de discriminação dos custos tributários e de conformidade com base no tamanho das empresas”, como acontece em toda a América Latina.

“Há farta evidência, na literatura recente de desenvolvimento econômico, que esse tipo de discriminação reduz a produtividade das economias, comprometendo a capacidade de crescimento em médio e longo prazos”, diz o documento.

 



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Colheita da 2ª safra de milho atinge 10%, ritmo mais acelerado desde 2013, diz AgRural


A colheita de milho da segunda safra na região centro-sul do Brasil alcançou 10% da área cultivada até a última quinta-feira (6), contra 4,7% uma semana antes e 2,2% no mesmo período do ano passado, disse a AgRural nesta segunda-feira (10).

Segundo a consultoria, a colheita é a mais acelerada para esta época do ano desde 2013, quando começaram os levantamentos semanais.

Os trabalhos têm sido favorecidos pelo plantio antecipado, pelo encurtamento do ciclo das plantas em algumas áreas e pelo tempo seco que predominou na semana passada, afirmou a AgRural.



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Articulação por CPI do arroz expõe insatisfação do agro com governo Lula


Parlamentares ligados ao setor do agronegócio iniciaram uma articulação para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso do cancelamento do leilão do arroz pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A medida expõe uma divisão dentro da própria bancada ruralista, considerada uma das mais influentes no Congresso Nacional e de extrema importância para o governo Lula. A apuração é da analista de política da CNN Julliana Lopes.

Crise no relacionamento com o agro

Após assumir a Presidência, Lula vinha tentando melhorar o relacionamento com o setor do agronegócio. No entanto, com as denúncias envolvendo o leilão do arroz, parte da bancada ruralista passou a recolher assinaturas para a instalação de uma CPI sobre o caso.

Parlamentares da oposição afirmam ser necessário investigar o que realmente aconteceu, alegando que o caso pode revelar outras questões relacionadas à corrupção dentro do governo, embora não haja indícios disso.

Até o momento, foram coletadas pouco mais de 90 das 171 assinaturas necessárias para a criação da CPI. A articulação mostra uma desconfiança persistente de parte do setor em relação ao governo, o que é visto como um revés para Lula.

Críticas ao ministro da Agricultura

A oposição critica o que classifica como falta de diálogo do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, sobre a questão do leilão do arroz. Eles questionam a capacidade do ministro de permanecer no cargo, escolhido justamente para atuar na articulação com o setor.

A crise gerada pela suspensão do leilão representa um entrave para o governo, que tenta se aproximar do agronegócio, um setor crucial para a economia brasileira. O Congresso acompanhará de perto os desdobramentos em torno da possível CPI, que é vista como uma oportunidade pela oposição para fazer críticas pontuais ao governo.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais

(Publicado por Raphael Bueno, da CNN Brasil)



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Anulação de leilão do arroz é “assunção de culpa” do governo, diz líder dos ruralistas no Congresso à CNN


O líder da bancada do agro no Congresso, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), defendeu, em entrevista à CNN, a instalação da CPI do Arroz.

“Houve uma assunção de culpa (do governo)”, afirmou, na terça-feira (11), o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) ao WW (domingo a sexta, às 22h).

A CPI do Arroz tem sido defendida por deputados para investigar os leilões de arroz do governo federal abertos após as chuvas no Rio Grande do Sul.

O estado é o maior produtor nacional de arroz, e o governo federal decidiu subsidiar a importação do produto sob a justificativa de conter uma escalada nos preços.
[https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/fernando-nakagawa/economia/brasil-encerra-maio-com-o-arroz-branco-mais-caro-do-mundo-diz-fao/]

Nesta terça, após suspeitas de fraude, o governo anunciou a anulação do leilão realizado na semana passada e o cancelamento de um que estava previsto.

Na semana passada, a oposição acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) apontando “comportamento atípico” das empresas que participaram do leilão.

Apuração do analista da CNN Caio Junqueira apontou divergências sobre a sociedade na maior arrematante individual do leilão, a Wisley A. de Souza.

Com sede em uma loja de queijos em Macapá, a empresa teve seu capital social alterado uma semana dias antes do leilão: de R$ 80 mil para R$ 5 milhões.

Em meio à crise, houve saída no governo: o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, colocou seu cargo à disposição.

“As comprovações de hoje do governo demonstram com clareza a necessidade de uma CPI”, afirmou Lupion à CNN.

Para ser aberta, a CPI do Arroz precisa ter, no mínimo, 171 assinaturas. Até a noite desta terça, havia 112.

Segundo o governo, com apoio da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Controladoria-Geral da União (CGU) para garantir a lisura, serão feitos novos leilões.

“Isso é um equívoco”, afirmou Pedro Lupion, para quem a judicialização dos leilões vai ser “total”.

“Não há necessidade de importação de arroz”, declarou, afirmando que a safra de arroz já colhida em solo gaúcho garante que não haverá desabastecimento.

“Isso (leilão) desequilibra completamente uma cadeia produtiva enorme no Brasil”, acrescentou. “Ele não precisava acontecer e tinha coisa estranha por aí”, finalizou.

* Com informações de Daniel Rittner, da CNN, em Brasília



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Colheita de milho atinge 21% de área cultivada e é a mais rápida da história, diz AgRural


A colheita da segunda safra de milho no centro-sul do Brasil alcançou 21% da área cultivada até a última quinta-feira (13), disse a AgRural nesta segunda-feira (17), apontando que o índice é o mais alto para esta época do ano desde 2013, quando a consultoria iniciou levantamentos semanais de colheita para a safrinha.

A colheita avançou 11 pontos percentuais em relação aos 10% registrados na semana passada. Há um ano, o percentual para esta época era de 5%.

O tempo mais quente e seco da semana passada acelerou a perda de umidade dos grãos, dando impulso aos trabalhos.

Que já vinham bem embalados devido ao plantio antecipado e ao encurtamento do ciclo das lavouras em algumas áreas, disse a AgRural.



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FPA critica adiamento do Plano Safra: “desorganização e ineficiência“ | Blogs


A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) fez duras críticas à decisão do governo de adiar o anúncio do Plano Safra. O evento estava previsto para esta quarta-feira (26). O Palácio do Planalto, no entanto, decidiu remarcar a agenda para a próxima terça-feira (3).

“Os produtores rurais ficarão descobertos durante a primeira semana de vigência do plano, ou seja, todos os problemas que estiverem na proposta inicial ainda precisarão ser corrigidos, o que leva mais tempo ainda para a chegada do crédito aos produtor. Uma desorganização e ineficiência diante das crises enfrentadas pelo setor e da sanha arrecadatória estampada pela real atuação do governo federal”, disse a FPA em nota enviada à CNN.

No fim da semana passada, o governo já havia decidido cancelar o evento de lançamento do plano 2024/2025 em Rondonópolis, no Mato Grosso. A mudança de planos, segundo apurou a CNN, se deu por receio de “reações negativas”.

A nova edição do Plano Safra deve superar R$ 510 bilhões. Se o valor se confirmar, será o maior já destinado ao programa.

Mesmo assim, representantes do agro têm feito questão de demonstrar aumento no incômodo do setor. Tanto pelo fracassado episódio do leilão para importação de arroz, quanto pela medida provisória que muda regras de dedução do PIS/Cofins para compensar a desoneração da folha de pagamento.

Na ocasião, a medida também recebeu fortes críticas das confederações do agro, indústria, comércio e transportes.



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Lula afirma que sem-terra não faz invasões de terra há muito tempo


Em entrevista à Rádio Princesa de Feira de Santana, na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que “faz tempo que sem-terra não invade terra nesse país”.

O chefe do Executivo afirmou que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fez uma opção de se transformar em pequenos produtores altamente produtivos, inclusive se tornando o maior produtor de arroz orgânico da América Latina.

Declaração sobre ocupações de terras

Lula citou uma fala recente do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que disse que o agronegócio não deveria temer ocupações do MST, pois quem está “tomando terra deles hoje são os bancos que compram o título da dívida agrária deles”.

Segundo o presidente, os bancos que detêm os títulos de dívida dos produtores rurais “vão em cima e recebem ou tomam a terra”. Ele reforçou que “faz muito tempo que os sem-terras fizeram uma opção de se transformar em pequenos produtores altamente produtivos”.

Produção de alimentos saudáveis

Lula destacou que o MST tem o objetivo de “colocar alimento saudável na mesa do povo trabalhador”, além de ser o maior produtor de arroz orgânico da América Latina. Essa declaração ocorre em meio a discussões sobre a reforma agrária e o papel dos movimentos sociais no campo.



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Especialista alerta sobre risco de taxação de fundos agro e imobiliário


O diretor de agronegócio da Suno, Octaciano Neto, falou ao CNN Prime Time nesta terça-feira (2) sobre os riscos de uma eventual taxação de fundos imobiliários e do Fundo de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro) pelo governo.

De acordo com Neto, esses fundos são instrumentos que atraem a poupança dos brasileiros para investir em setores essenciais como infraestrutura, agricultura e agronegócio.

Nos últimos anos, o governo vinha reduzindo as taxações sobre esses fundos, visando atrair capital privado diante da diminuição dos investimentos públicos.

No entanto, a atual gestão federal tem adotado medidas contrárias ao setor, como aumentar o número mínimo de cotistas e criar dificuldades na emissão de títulos.

Agora, a especulação de uma tributação sobre as receitas desses fundos vai na “contramão da atração do dinheiro privado”, afirma Neto.

Impacto na atração de investimentos

O especialista alerta que, caso essa tributação se concretize, os investidores provavelmente migrarão para aplicações mais seguras, mas que não geram desenvolvimento para o país, como títulos do Tesouro.

Isso pode “paralisar” uma indústria que hoje movimenta R$ 300 bilhões em patrimônio líquido e envolve 3 milhões de brasileiros.

Impacto no financiamento do agro

Questionado sobre o atraso na divulgação do Plano Safra, que também gera incertezas para os produtores, Neto afirmou que esse programa governamental já não é suficiente para atender à demanda de crédito do setor, que ultrapassa R$ 1 trilhão por ano.

Enquanto o Plano Safra fica abaixo de R$ 500 bilhões, concentrado no custeio de curto prazo, o mercado privado se torna cada vez mais essencial para financiar a atividade.

“O governo não consegue financiar 100% da agricultura brasileira com o Plano Safra e agora quer tributar os fundos, como o Fiagro, que vai dificultar a atração de investimento privado. Isso é horrível para o setor”, alertou Neto.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais



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