sexta-feira, julho 31, 2026

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Alimentos e conta de luz devem estourar meta de inflação, dizem economistas


A adoção da bandeira tarifária vermelha nas contas de energia elétrica e os efeitos do clima seco e da estiagem sobre os preços de alguns alimentos devem fazer com que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estoure o teto da meta, de 4,5%, em 2024.

Se o cenário de estouro da meta for confirmado, seria a oitava vez, desde a adoção do regime, em 1999, que a inflação fica fora do intervalo de tolerância, e a terceira só nos últimos quatro anos (2021, 2022 e 2024), período em que o Banco Central está sob o comando de Roberto Campos Neto.

Quando a inflação fica acima do teto ou abaixo do piso estabelecido, o presidente do BC deve escrever uma carta ao Conselho Monetário Nacional (CMN) com a descrição detalhada das razões que levaram ao rompimento do limite.

Instituições elevaram estimativas

Na sexta-feira, a XP Investimentos e o Santander Brasil elevaram suas estimativas para o IPCA de 2024, de 4,4% para 4,6%, e de 4,1% para 4,4%, respectivamente.

Em relatório, ambas as instituições atribuíram o cenário às condições climáticas, com efeito altista tanto nos preços da energia quanto dos alimentos.

“O período seco está se aproximando do fim, com chuvas abaixo da média e temperaturas mais altas, que podem durar por mais algumas semanas ainda”, escreveu o Santander.

Conta de luz

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Foto: Pixabay

A bandeira tarifária da energia passou de verde em agosto para vermelha 1 em setembro e para vermelha 2 (o nível mais crítico possível) em outubro.

Tanto Santander quanto a XP preveem que a bandeira ao final do ano ficará ao menos em vermelha 1, perspectiva que também é corroborada por técnicos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

O economista da Quantitas João Fernandes também aponta a bandeira vermelha como um dos vetores que corroboram o cenário de estouro do teto da meta em 2024. Ele projeta IPCA de 4,7% no final do ano e considera um cenário em que há 70% de chance de bandeira tarifária vermelha 2 em dezembro e 30% de chance de bandeira vermelha 1.

Preços dos alimentos

Fernandes destaca, porém, que o maior risco para a alta da inflação no curto prazo são os preços dos alimentos.

“A principal vilã do momento é a carne bovina”, diz o economista, observando que a cotação da arroba do boi gordo tem subido consistentemente nas últimas semanas.

Ele não descarta a possibilidade de um IPCA abaixo dos 4,5% ao final do ano, caso haja um volume de chuvas mais forte do que o esperado para este mês, trazendo alívio tanto para os reservatórios quanto para a produção agropecuária. “Mas seria um cenário onde as coisas surpreendem no sentido benigno”, reforça.

A projeção da economista do BNP Paribas para Brasil, Laiz Carvalho, é de IPCA em 4,4% em 2024. A estimativa considera a adoção da bandeira tarifária vermelha 1 para o final do ano e inflação de alimentos de 6% no acumulado de 2024, mas Laiz reconhece que o viés é de alta.

“Já estamos considerando uma retomada dos preços de alimentos para os próximos meses, pelo efeito das secas recentes e pelo comportamento sazonal mais alto de alimentos no final do ano”, diz a economista.

Caso a vigência para dezembro seja de bandeira tarifária vermelha 2, Laiz calcula IPCA de 4,67%, acima do teto.

O Itaú Unibanco também ainda prevê inflação abaixo do teto da meta (4,4%), mas reconhece que os riscos hoje são de alta.

“O balanço de riscos é majoritariamente altista com chance de a seca pressionar ainda mais os preços de energia (via acionamento de bandeira vermelha 1 em dezembro) e de alimentos”, alerta o banco, em relatório do economista-chefe, Mario Mesquita, divulgado na última sexta-feira (4).

Esses riscos relacionados com questões climáticas, porém, podem ser compensados, ainda que parcialmente, por uma redução no preço da gasolina, na esteira da defasagem entre o preço doméstico e a cotação internacional do combustível, ressalta o Itaú.



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Conta de luz e alimentos devem estourar meta de inflação, dizem economistas


A adoção da bandeira tarifária vermelha nas contas de energia elétrica e os efeitos do clima seco e da estiagem sobre os preços de alguns alimentos devem fazer com que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estoure o teto da meta, de 4,5%, em 2024.

Se o cenário de estouro da meta for confirmado, seria a oitava vez, desde a adoção do regime, em 1999, que a inflação fica fora do intervalo de tolerância, e a terceira só nos últimos quatro anos (2021, 2022 e 2024), período em que o Banco Central está sob o comando de Roberto Campos Neto.

Quando a inflação fica acima do teto ou abaixo do piso estabelecido, o presidente do BC deve escrever uma carta ao Conselho Monetário Nacional (CMN) com a descrição detalhada das razões que levaram ao rompimento do limite.

Instituições elevaram estimativas

Na sexta-feira, a XP Investimentos e o Santander Brasil elevaram suas estimativas para o IPCA de 2024, de 4,4% para 4,6%, e de 4,1% para 4,4%, respectivamente.

Em relatório, ambas as instituições atribuíram o cenário às condições climáticas, com efeito altista tanto nos preços da energia quanto dos alimentos.

“O período seco está se aproximando do fim, com chuvas abaixo da média e temperaturas mais altas, que podem durar por mais algumas semanas ainda”, escreveu o Santander.

Conta de luz

conta de luz, energia elétricaconta de luz, energia elétrica
Foto: Pixabay

A bandeira tarifária da energia passou de verde em agosto para vermelha 1 em setembro e para vermelha 2 (o nível mais crítico possível) em outubro.

Tanto Santander quanto a XP preveem que a bandeira ao final do ano ficará ao menos em vermelha 1, perspectiva que também é corroborada por técnicos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

O economista da Quantitas João Fernandes também aponta a bandeira vermelha como um dos vetores que corroboram o cenário de estouro do teto da meta em 2024. Ele projeta IPCA de 4,7% no final do ano e considera um cenário em que há 70% de chance de bandeira tarifária vermelha 2 em dezembro e 30% de chance de bandeira vermelha 1.

Preços dos alimentos

Fernandes destaca, porém, que o maior risco para a alta da inflação no curto prazo são os preços dos alimentos.

“A principal vilã do momento é a carne bovina”, diz o economista, observando que a cotação da arroba do boi gordo tem subido consistentemente nas últimas semanas.

Ele não descarta a possibilidade de um IPCA abaixo dos 4,5% ao final do ano, caso haja um volume de chuvas mais forte do que o esperado para este mês, trazendo alívio tanto para os reservatórios quanto para a produção agropecuária. “Mas seria um cenário onde as coisas surpreendem no sentido benigno”, reforça.

A projeção da economista do BNP Paribas para Brasil, Laiz Carvalho, é de IPCA em 4,4% em 2024. A estimativa considera a adoção da bandeira tarifária vermelha 1 para o final do ano e inflação de alimentos de 6% no acumulado de 2024, mas Laiz reconhece que o viés é de alta.

“Já estamos considerando uma retomada dos preços de alimentos para os próximos meses, pelo efeito das secas recentes e pelo comportamento sazonal mais alto de alimentos no final do ano”, diz a economista.

Caso a vigência para dezembro seja de bandeira tarifária vermelha 2, Laiz calcula IPCA de 4,67%, acima do teto.

O Itaú Unibanco também ainda prevê inflação abaixo do teto da meta (4,4%), mas reconhece que os riscos hoje são de alta.

“O balanço de riscos é majoritariamente altista com chance de a seca pressionar ainda mais os preços de energia (via acionamento de bandeira vermelha 1 em dezembro) e de alimentos”, alerta o banco, em relatório do economista-chefe, Mario Mesquita, divulgado na última sexta-feira (4).

Esses riscos relacionados com questões climáticas, porém, podem ser compensados, ainda que parcialmente, por uma redução no preço da gasolina, na esteira da defasagem entre o preço doméstico e a cotação internacional do combustível, ressalta o Itaú.



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Polícia Federal prende 56 pessoas acusadas de crimes eleitorais



A Polícia Federal (PF) informou que 56 pessoas foram presas em todo o país por crimes eleitorais neste domingo (6), durante o primeiro turno das eleições municipais.

Os crimes mais cometidos foram propaganda irregular e corrupção eleitoral (compra de votos). De acordo com balanço divulgado pela corporação às 10h30 (horário de Brasília), foram instaurados 15 inquéritos policiais.

Neste domingo, eleitores de 5.569 municípios vão às urnas para escolher os prefeitos e vereadores que os representarão pelos próximos quatro anos.

A preferência do eleitor pode ser manifestada no dia da eleição de forma individual e silenciosa.

Veja o que pode:

O que não pode

  • Reunião de pessoas ou o uso de instrumentos de propaganda que identifiquem partido, coligação ou federação.
  • Uso de alto-falantes e amplificadores de som
  • Realização de comício ou carreata
  • Persuasão do eleitorado e propaganda de boca de urna

Em todo o território nacional passa a ser crime o transporte de armas e munição por colecionadores, atiradores e caçadores nas 24 horas antes e nas 24 horas depois das eleições, inclusive para civis com porte ou licença estatal.

As exceções são para agentes em serviço, como os que estejam trabalhando no policiamento ou na segurança de estabelecimentos penais e unidades de internação de adolescentes.



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Frente fria com temporais intensos e até 150 mm de chuva; veja previsão do tempo da semana



A semana começa com diferentes condições climáticas em todo o Brasil, marcadas por chuvas, temporais, ventos intensos e altas temperaturas. Confira a previsão detalhada por região para o período de 7 a 11 de outubro.

Sul

A segunda-feira (7) inicia com pancadas de chuva no norte e noroeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Nessas áreas, o céu estará nublado e as temperaturas permanecem amenas. Não há previsão de chuva nas demais áreas, da região incluindo as capitais.

Uma nova frente fria associada a um cavado trará chuvas e temporais para os três estados entre segunda e quarta-feira (9). Há possibilidade de rajadas de vento superiores a 100 km/h e queda de granizo em todas as áreas, o que pode causar danos em lavouras e estruturas agrícolas, além de queda de árvores e interrupções no fornecimento de energia.

A chuva acumulada na semana varia entre 100 e 150 mm, inviabilizando trabalhos no campo e atrasando a colheita do trigo e a semeadura do arroz, feijão, milho e soja.

Há também risco de alagamentos e deslizamentos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Sudeste

Na região, a semana começa com mais nebulosidade no sul e litoral de São Paulo e em algumas áreas do sul e oeste do Espírito Santo. Apesar disso, não há previsão de chuva no início da semana.

Em regiões como o norte, noroeste e Triângulo de Minas Gerais, assim como no extremo norte de São Paulo, a umidade permanece baixa.

Nos próximos cinco dias, o acumulado de chuva deve variar entre 40 e 60 mm devido à chegada de uma frente fria na quarta-feira. O fenômeno deve elevar a umidade do solo e diminuir o risco de incêndios. Entretanto, produtores devem ficar alertas para a possibilidade de ventos fortes, acima de 100 km/h, e queda de granizo, o que pode prejudicar lavouras e estruturas agrícolas.

As chuvas previstas ajudarão na recuperação de pastagens e aliviarão as altas temperaturas nos quatro estados da região.

Centro-Oeste

A umidade que vem da região Norte, aliada às altas temperaturas, favorecerá a formação de nuvens de chuva no noroeste, norte e oeste de Mato Grosso. Em Cuiabá, o dia será de sol com pancadas de chuva e possíveis trovoadas.

Não há previsão de chuva em Mato Grosso do Sul, Goiás e no Distrito Federal.

Entre quarta e sexta-feira (11), a atuação de um cavado na região trará temporais com risco de queda de granizo e ventos acima de 80 km/h, podendo causar danos em lavouras e interrupções no fornecimento de energia.

Nos próximos cinco dias, os volumes de chuva devem variar entre 25 e 40 mm, o que aumentará a umidade relativa do ar e ajudará a reduzir os riscos de incêndio.

A tendência é que as chuvas persistam até a semana seguinte, acumulando até 100 mm em 14 dias, o que permitirá o início da semeadura da safra 2024/2025.

Nordeste

Há previsão de chuva rápida no litoral da Bahia, enquanto Salvador terá um dia de sol e tempo firme. A umidade proveniente do mar pode trazer chuvas isoladas na costa leste da região, enquanto o interior começa a semana mais quente e seco.

Nos próximos cinco dias, o acumulado de chuva ficará entre 10 e 15 mm no sul da Bahia e do Maranhão, sem previsão de acumulados significativos nas demais áreas. O interior nordestino segue com restrição hídrica e risco elevado de incêndios.

A umidade relativa do ar deve permanecer abaixo de 20%, o que contraindica tratamentos fitossanitários.

Recomenda-se que os produtores evitem o uso de fogo para manejo e mantenham a hidratação, pois as temperaturas podem atingir 42 ºC no Piauí.

Norte

A semana começa com possibilidade de chuvas fortes no Acre, Rondônia, Amazonas e no sul do Pará, com potencial para temporais e ventos moderados a fortes.

O tempo permanece firme no Amapá e no norte do Pará, enquanto Palmas, no Tocantins, terá um aumento nas chances de pancadas de chuva.

Os acumulados de chuva nos próximos dias variam entre 40 e 50 mm em todos os estados da região, elevando a umidade relativa do ar e reduzindo os riscos de incêndio, além de contribuir para a reposição hídrica do solo. No entanto, as chuvas podem vir acompanhadas de temporais e rajadas de vento superiores a 50 km/h, causando possíveis transtornos.

A situação dos rios na região continua preocupante, com níveis críticos que afetam a logística e a produção de energia nas hidrelétricas locais. A normalização desse cenário está prevista somente para dezembro ou janeiro.



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estudo revela novas espécies em rios do Nordeste



Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA) identificaram possíveis novas espécies de peixes do gênero characidium, conhecido popularmente como charutinhos ou mocinhas. A descoberta, publicada na revista Systematics and Biodiversity, traz um novo olhar sobre a diversidade desses peixes na região Neotropical.

A pesquisa envolveu a análise de mais de 4.400 exemplares coletados em rios do Nordeste brasileiro, incluindo as ecorregiões da Caatinga Nordeste, Mata Atlântica Nordeste, Drenagens Costeiras, Parnaíba e São Francisco. Ao todo, foram identificadas 15 espécies na região, das quais dez já eram conhecidas, enquanto quatro dependem de análises moleculares adicionais para confirmação e uma é certamente inédita na literatura científica.

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“Há espécies de characidium muito semelhantes entre si, que dificilmente são diferenciadas apenas pela morfologia externa”, explica Leonardo Oliveira Silva, pós-doutorando e primeiro autor do estudo. A investigação, que começou durante seu doutorado, contou com a colaboração da professora Angela Zanata, da UFBA, e foi o maior levantamento já realizado sobre o grupo, utilizando análises morfológicas e moleculares.

O trabalho revelou discrepâncias genéticas que indicam uma complexidade maior do que se pensava. Um exemplo foi a identificação de uma distância genética menor que 2% entre duas espécies com morfologia distinta: characidium bimaculatum e characidium deludens. Essa constatação levanta questionamentos sobre os critérios utilizados para delimitar espécies de peixes de água doce, indicando a necessidade de aprofundar as análises evolutivas.

Além disso, a pesquisa apontou que algumas espécies do Nordeste possuem ligação genética com espécies de outras ecorregiões da América do Sul, como o Alto Paraná e Tocantins-Araguaia. A hipótese é que esses peixes tenham migrado entre bacias hidrográficas durante períodos em que os corpos d’água se conectavam.

Com essas descobertas, os pesquisadores estão expandindo suas análises para rios de toda a América do Sul. O objetivo é elaborar a filogenia mais completa do gênero characidium já realizada.

“Graças a colaborações com pesquisadores de outros países, estamos conseguindo tecidos de espécies de toda a América do Sul. Assim, poderemos resolver questões fundamentais que ainda pairam sobre esses peixes”, destaca Zanata.



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Governo propõe criação de empresa aeroespacial brasileira


O Brasil terá sua empresa pública aeroespacial para assegurar a autossuficiência do país em materiais aeronáuticos, espaciais e bélicos. Sob o nome de Alada, a proposta de criação foi enviada ao Congresso Nacional pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta semana.

Subsidiária da NAV Brasil (empresa estatal de serviços de navegação aérea), a nova empresa pública também ficará responsável pela realização de projetos e atividades de apoio ao controle do espaço aéreo.

De acordo com o projeto de lei, o objetivo é explorar economicamente a infraestrutura e navegação aeroespaciais e as atividades relacionadas ao desenvolvimento de projetos e equipamentos aeroespaciais. Outra meta é minimizar a forte dependência de fornecedores estrangeiros, especialmente para materiais que envolvem tecnologias sensíveis e que sofrem restrições para a exportação, por critérios políticos dos governos dos seus fabricantes.

Sob orientação da Estratégia Nacional de Defesa, o PL de criação da Alada atende a diversos critérios de segurança nacional ao apoiar o desenvolvimento científico, a pesquisa, a capacitação científica e tecnológica e a inovação.

Na avaliação do Ministério da Defesa, a Alada contribuirá para a segurança do país, em particular do espaço aéreo, além de promover o desenvolvimento econômico e social da sociedade.



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relembre as regras para o dia da votação


Neste 6 de outubro, eleitores de 5.569 municípios vão às urnas para escolher os prefeitos e vereadores que os representarão pelos próximos quatro anos. Em todo o país, com exceção do Distrito Federal, a votação teve início às 8h (horário de Brasília) e se estende ao longo do dia, até 17h.

A legislação brasileira determina que o voto é obrigatório para quem tem idade entre 18 e 70 anos e facultativo para pessoas analfabetas, jovens com 16 e 17 anos e para todos com mais de 70 anos. Mas é necessário estar com o título eleitoral em situação regular e mesmo que o nome do eleitor não apareça no caderno de votação da zona eleitoral, ele poderá exercer a cidadania se seus dados eleitorais constarem no cadastro da urna eletrônica de sua zona eleitoral.

Identificação

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os eleitores deverão comparecer à seção eleitoral apenas com um documento oficial com foto. São aceitos e-Título, carteira de identidade, identidade social, passaporte, carteira profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação, ainda que a validade esteja expirada.

Não é obrigatório levar o título para votar, desde que o eleitor saiba o número e o local de votação, que podem ser consultados no site do TSE ou pelo e-Título, disponível nas lojas de aplicativos de forma gratuita. Caso necessário, é possível atualizar o aplicativo na loja virtual, mas é importante que o processo seja feito até o dia 5 de outubro, alerta a Justiça Eleitoral.

Sigilo

Na hora de votar, após a identificação por documento e digitais, também é necessário seguir algumas regras ao se dirigir para a urna eletrônica, momento em que é proibido o uso de parelho celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto. São permitidos apenas recursos de tecnologia assistiva, como aparelhos auditivos, por exemplo.

Crimes

A preferência do eleitor pode ser manifestada no dia da eleição de forma individual e silenciosa por meio do uso de bandeiras, broches, adesivos e camisetas, mas a reunião de pessoas ou o uso de instrumentos de propaganda que identifiquem partido, coligação ou federação é vedada pela legislação. O uso de alto-falantes, amplificadores de som, realização de comício ou carreata, a persuasão do eleitorado e propaganda de boca de urna são considerados crimes

Em todo o território nacional passa a ser crime o transporte de armas e munição por colecionadores, atiradores e caçadores nas 24 horas antes e nas 24 horas depois das eleições, inclusive para civis com porte ou licença estatal. As exceções são para agentes em serviço, como os que estejam trabalhando no policiamento ou na segurança de estabelecimentos penais e unidades de internação de adolescentes.

Justificativa

Em eleições municipais, não é possível votar em trânsito, portanto se o eleitor estiver no exterior e pertencer a uma zona eleitoral do Brasil, que não seja no Distrito Federal, deverá apresentar a justificativa de ausência pelo aplicativo e-Título ou pelo site. O prazo para apresentar a justificativa é de até 60 dias após a eleição (5 de dezembro de 2024) ou 30 dias após o retorno ao Brasil.

Após o encerramento do período de votação, a partir das 17h (horário de Brasília), serão divulgados os resultados, incluindo os votos em branco, os nulos e as abstenções. De acordo com o TSE, serão disponibilizados no site os boletins de urna enviados para totalização, além das tabelas correspondentes conforme o recebimento dos dados.



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Eleições 2024 em Chapecó: siga apuração



O Canal Rural acompanha em tempo real o resultado das Eleições 2024 para a prefeitura de Chapecó (SC) neste domingo (6).

A apuração dos votos começa às 17 horas, quando acontece oficialmente a abertura das urnas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Será exibida a apuração dos votos dos candidatos. Quando um deles estiver matematicamente eleito, os eleitores serão informados em tempo real.

Confira em tempo real o resultado das Eleições 2024 para prefeito em Chapecó



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Eleições 2024 em Campos Novos: siga apuração



O Canal Rural acompanha em tempo real o resultado das Eleições 2024 para a prefeitura de Campos Novos (SC) neste domingo (6).

A apuração dos votos começa às 17 horas, quando acontece oficialmente a abertura das urnas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Será exibida a apuração dos votos dos candidatos. Quando um deles estiver matematicamente eleito, os eleitores serão informados em tempo real.

Confira em tempo real o resultado das Eleições 2024 para prefeito em Campos Novos



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Eleições 2024 em Santarém: siga apuração



O Canal Rural acompanha em tempo real o resultado das Eleições 2024 para a prefeitura de Santarém (PA) neste domingo (6).

A apuração dos votos começa às 17 horas, quando acontece oficialmente a abertura das urnas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Será exibida a apuração dos votos dos candidatos. Quando um deles estiver matematicamente eleito, os eleitores serão informados em tempo real.

Confira em tempo real o resultado das Eleições 2024 para prefeito em Santarém



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