sexta-feira, julho 31, 2026

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Duas mulheres vão disputar segundo turno da prefeitura de Campo Grande


As candidatas Adriane Lopes (PP) e Rose Modesto (União) vão disputar o segundo turno das eleições em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Adriane Lopes teve 31,66% dos votos válidos e Rose Modesto, teve 29,56%.

Até agora, foram apurados 99,72% das urnas.

Adriane Lopes tem 48 anos e está candidata à reeleição. Formada em Direito e Teologia, com pós-graduação em Administração Pública e Gerência de Cidades. Foi a primeira mulher a assumir a prefeitura em 2022 e vice-prefeita de 2017 a 2022.

Rose Modesto tem 46 anos, é professora e foi vice-governadora do Mato Grosso do Sul de 2015 a 2019. Já comandou a secretaria estadual de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho. Eleita deputada federal mais votada por Mato Grosso em 2018, com mais de 120 mil votos.



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Em São Luis, Eduardo Braide é reeleito em primeiro turno


O candidato Eduardo Braide (PSD) venceu a disputa para a prefeitura de São Luis (MA), com 69,43% dos votos válidos. Duarte (PSB) ficou em segundo lugar, com 22,94% dos votos válidos. Até agora foram apurados 79,57% das urnas.

Eduardo Salim Braide tem 48 anos, do PSD, e é o atual prefeito da capital do Maranhão e conquistou a reeleição neste domingo (6). Ele já ocupou o cargo de deputado estadual em dois mandatos consecutivos, entre 2011 e 2019. Foi eleito deputado federal em 2018, assumindo em 2019. Mas, em 2020, Braide licenciou-se do mandato na Câmara para concorrer às eleições para a prefeitura, da qual saiu vitorioso.

Também foi diretor-presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), em 2005 e 2006. É formado em direito pela Universidade Federal do Maranhão.



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Eleições municipais mostram fragilidade da esquerda, diz FPA



O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e deputado federal, Arnaldo Jardim, ressaltou que as eleições municipais deste domingo (6) está demonstrando a fragilidade da esquerda no Brasil, especialmente em relação ao partido que mais a representa, o PT.

“O governo federal sairá destas eleições com um ‘puxão de orelha’. Mesmo no Nordeste, onde o partido é tradicionalmente forte, o desempenho está muito aquém do que costumava ser”.

Para Jardim, o fortalecimento da centro-direita, que se avizinha na atual eleição, é benéfica ao agronegócio.

De acordo com ele, a FPA identificou, ao longo de todo o pleito, os candidatos que melhor simbolizavam os conceitos em defesa ao agronegócio, como segurança jurídica, repúdio e proteção contra invasões de terra, apoio à infraestrutura logística e apoio à agricultura familiar.

“Sobre a agricultura familiar, temos a importância do fomento à aquisição de alimentos locais para a merenda escolar”.

Segundo Jardim, os resultados das eleições municipais tendem a refletir os dados que indicam que municípios onde o agronegócio é mais forte possuem melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

“Em municípios produtores de matéria-prima para combustíveis, por exemplo, a questão social é mais evidente e o mesmo acontece onde existem cooperativas sólidas, ou seja, a questão social também avança”.



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Mariana Carvalho (União) e Léo (Podemos) vão ao 2º turno


Os candidatos Mariana Carvalho (União) e Léo Moraes (Podemos) vão disputar o segundo turno das eleições para a prefeitura de Porto Velho, em Rondônia. Com 94,75% das urnas apuradas, a deputada do União Brasil liderou a votação, com 44,29% dos votos válidos, seguida do concorrente do Podemos, com 25,89%. Célio Lopes (PDT) ficou em terceiro, com 11,69%.

A deputada federal Mariana Carvalho é médica, bacharel em direito, tem 38 anos e nasceu em São Paulo. Ela está em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados e também já foi vereadora em Porto Velho. A candidata tem o apoio do prefeito Hildon Chaves (União), que não pode mais se reeleger porque já está em seu segundo mandato. O vice-prefeito eleito em sua chapa é Pastor Valcenir (PL), da Igreja Missionária Unida do Brasil.

Léo Moraes é formado em Direito, tem 34 anos e iniciou sua carreira política em 2012, como vereador de Porto Velho. Em 2014, foi eleito deputado estadual e, dois anos depois, concorreu a prefeito de Porto Velho pela primeira vez, chegando ao segundo turno. Em 2018, foi eleito deputado federal. A candidata a vice-prefeita em sua chapa é a advogada Magda dos Anjos. 



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Pragas de armazenamento ameaçam até 10% dos grãos estocados no Brasil



As pragas de armazenamento, como o caruncho-dos-cereais e o besourinho-do-fumo, representam um grande desafio para os produtores rurais do Brasil. Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) apontam que, anualmente, até 10% dos grãos estocados no país podem ser perdidos devido a essas pragas.

Além da perda na quantidade de grãos, a qualidade dos cultivos também sofre um impacto significativo. Fábio Kagi, gerente de Assuntos Regulatórios do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), alerta, “além do prejuízo em quantidade, precisamos considerar as perdas qualitativas, que podem comprometer todos os grãos produzidos ou classificá-los com menor valor agregado”.

Para evitar esse problema, é fundamental que os produtores adotem práticas integradas de manejo das pragas. “As pragas primárias atacam os grãos íntegros ou sadios, perfurando-os e se alimentando do interior, o que causa danos econômicos. Já as pragas secundárias ocorrem em menor número e raramente exigem medidas de controle”, explica Kagi.

As principais pragas que afetam os grãos armazenados no país incluem o caruncho-dos-cereais (sitophilus zeamais), o besouro castanho (tribolium castaneum), o besourinho-do-fumo (lasioderma serricorne) e a traça-dos-cereais (ephestia kuehniella). “O caruncho é a principal praga do trigo, mas também pode atacar arroz, cevada e milho. Já o besouro castanho ataca cereais moídos, farinhas e grãos defeituosos, causando deterioração e prejuízos”, complementa Kagi.

Limpeza e fumigação são essenciais

Para minimizar as perdas, é essencial que os produtores realizem a limpeza e fumigação dos locais de armazenamento. Unidades armazenadoras devem estar livres de insetos, fungos e roedores e manter condições adequadas de temperatura e umidade. A fumigação preventiva, utilizando inseticidas à base de fosfeto de alumínio, é recomendada para combater todas as fases de desenvolvimento dos insetos.

“A fumigação, feita com equipamentos de proteção, é crucial para controlar diferentes pragas, garantindo a qualidade dos grãos e a entrega de alimentos saudáveis”, afirma Kagi.



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Lentidão no e-Título foi causada por grande número de acessos, diz TSE



A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, disse neste domingo (6) que a lentidão relatada por eleitores no aplicativo e-Título foi provocada pelo grande número de acessos simultâneos no início da manhã. 

Neste domingo, eleitores buscaram as redes sociais para reclamar da lentidão da plataforma, que é utilizada principalmente para fazer a justificativa pela ausência na votação. 

Segundo Cármen Lúcia, a demora ocorreu pela alta demanda, e os usuários ficaram em uma fila virtual à espera de atendimento. 

“No início da manhã, nós tivemos um número enorme de pessoas que acessaram ao mesmo tempo. Nós chegamos a ter 7,6 milhões de buscas por minuto. Realmente há uma demora, é como se fosse uma fila. Não há problema algum. O que há é uma demora na resposta considerando o número de acessos que foram feitos”, afirmou a ministra. 

Segundo o TSE, o eleitor que quiser realizar a justificativa ainda hoje tem até as 17h para entrar no aplicativo. 

O prazo para justificativa é de 60 dias após cada turno. Quem não votar no primeiro turno pode votar no segundo ou vice-versa.

Pelas regras, o eleitor que não estiver em seu domicílio eleitoral deverá justificar ausência na votação. A restrição ocorre porque não há possibilidade de voto em trânsito nos pleitos municipais.



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TSE recebe 5,7 mil denúncias de irregularidades durante votação


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou há pouco o número de ocorrências registradas durante a votação em todo o país. 

O aplicativo Pardal, ferramenta oficial do TSE, recebeu 5.795 denúncias neste domingo (6), primeiro turno das eleições municipais. 

As principais irregularidades foram boca de urna (3.401), fixação de faixas e cartazes (230) e distribuição de panfletos (207). 

Urnas quebradas 

Até as 15h30, 2.651 urnas eletrônicas foram substituídas, número equivalente a 0,5% do total de equipamentos. 

O TSE também informou que uma seção eleitoral registrou votação manual. 

A substituição de urnas eletrônicas defeituosas é esperado pela Justiça Eleitoral, que já prepara equipamentos reserva para serem colocados em operação de imediato. 

Justificativas

De acordo com o TSE, foram enviadas ao sistema da Justiça Eleitoral 2,4 milhões de justificativas de ausência na votação por meio do aplicativo e-Título. A plataforma também recebeu 10,4 milhões de consultas do local de votação. 

Primeiro turno

Mais de 155 milhões de eleitores estão aptos a votar em 5.569 municípios. O horário de votação é das 8h às 17h (horário de Brasília) em todo o país.

O eleitor vai votar para vereador e prefeito. Em cinco municípios do país, o eleitorado ainda deve participar de consultas populares

O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro em 103 municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atinja mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.



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Banco do Brasil lança programa de sustentabilidade na pecuária



O Banco do Brasil reformulou um de seus programas de financiamento ao setor agrícola, o Pecuária do Futuro, que passa a se chamar Pecuária Mais Sustentável. Voltado à recuperação de áreas degradadas, o programa usa insumos tecnológicos para auxiliar os produtores participantes. O Pecuária Mais Sustentável está disponível em todas as agências do BB.

De acordo com o banco, o objetivo é unir a concessão de crédito para a recuperação de áreas a iniciativas de tecnologia, rastreabilidade, sustentabilidade e elevação da lucratividade da pecuária.

As iniciativas do banco antecipam ações previstas no Sistema de Autorregulação Bancária (Sarb) número 26 de 2023, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), e que serão válidas a partir de dezembro do ano que vem.

De acordo com o banco, na safra 2023/2024, foram concedidos R$ 6,37 bilhões para a recuperação de áreas degradadas, o que permitiu atender a 1,6 milhão de hectares.

O programa do BB terá a participação de toda a cadeia produtiva da pecuária, de fornecedores diretos e indiretos aos abatedouros, e envolverá iniciativas de diagnóstico, planejamento, auxílio na contratação de operações e comercialização de créditos de carbono, além de bonificação adicional por animal rastreado.

“Temos a missão de auxiliar na aceleração do PNCPD Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistema de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis, que tem por objetivo recuperar o total de 40 milhões de hectares em um prazo de 10 anos”, diz em nota o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage.

Os produtores participantes terão acesso a serviços da Traive, fintech investida do BB e que usa inteligência artificial e modelos especializados para apoiar a análise de crédito, o que, segundo o banco, reduz a probabilidade de inadimplência.

Além disso, os empreendimentos terão gestão da startup iRancho, que auxilia na tomada de decisões e no controle de animais, insumos e custos. A rastreabilidade dos animais utiliza a plataforma SafeBeef, com tecnologia blockchain, que permite ao produtor entrar no protocolo exigido pela indústria compradora.

Em outra mudança, a empresa de monitoramento via satélite e radares IDGEO disponibilizará mapas de aptidão para a tomada de decisões dos pecuaristas em relação a áreas que precisam ser recuperadas ou que podem ser convertidas. Outra adição é a da MyCarbon, subsidiária da Minerva que ajudará em projetos de créditos de carbono avaliando a área e os critérios de elegibilidade.



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