sábado, maio 30, 2026

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Conab acompanha entregas do PAA em Monte Alegre e Florânia no Rio Grande do Norte


Paraná terá evento sobre PAA com R$ 62 milhões em projetos contratados

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) acompanhou, nesta semana, entregas do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), nos municípios de Monte Alegre e Florânia, no Rio Grande do Norte. A agenda ocorreu na quinta-feira (28) e nesta sexta-feira (29), com foco na verificação in loco da distribuição, da execução dos recursos e do cumprimento dos volumes contratados. As operações envolvem produtos da agricultura familiar destinados a equipamentos públicos de alimentação e assistência social.

Em Monte Alegre, as entregas somaram cerca de 4,9 toneladas de alimentos, com participação de duas organizações fornecedoras: a Associação de Desenvolvimento de Mulheres Rurais do Sítio Castanha, com aproximadamente 3 toneladas, e a Cooperativa dos Produtores Rurais de Monte Alegre (Coopalegre), com 1,9 tonelada. Entre os itens distribuídos estão abóbora, batata, macaxeira, farinha, feijão, frutas, hortaliças, ovos, carne bovina e caprina, além de derivados de leite de cabra.

Segundo a Conab, as duas propostas no município reúnem 25 agricultores familiares, preveem 25,2 toneladas de alimentos e atendem duas unidades recebedoras, com alcance de 2.144 consumidores. O valor total das propostas é de cerca de R$ 250 mil, com execução financeira acumulada de R$ 117,1 mil até maio de 2026.

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Em Florânia, o acompanhamento envolveu operações do Núcleo de Produtores Cooperados da Comunidade Cajueiro. As duas propostas formalizadas somam cerca de R$ 437,9 mil, com quase todo o montante executado até maio de 2026. Ao todo, são 39,8 toneladas previstas, 57 agricultores fornecedores e 16 unidades recebedoras que atendem 6.748 consumidores.

Uma das entregas destacou 766 quilos de polpas de frutas, entre acerola, cajá, caju, goiaba e manga, ao custo de R$ 37,9 mil. Os produtos foram destinados a unidades como Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e hospitais da região. Em outra proposta, a previsão é de 19,9 toneladas de alimentos, com execução integral de R$ 222,1 mil, envolvendo 29 beneficiárias fornecedoras.

De acordo com o superintendente regional da Conab no estado, Sebastião Arruda Junior, o acompanhamento integra as ações de monitoramento da execução do programa e busca verificar a conformidade dos processos, a entrega dos alimentos ao público previsto e o escoamento da produção da agricultura familiar.

Os dados acompanhados pela Conab indicam que o PAA mantém dupla função no estado: garantir mercado institucional para associações e cooperativas da agricultura familiar e direcionar alimentos a redes públicas de assistência e saúde. A continuidade dos resultados depende da execução das propostas já formalizadas e do monitoramento técnico das entregas.

Fonte: gov.br

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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de citros avança com preços variados


A colheita de citros avança no Rio Grande do Sul, mas produtores enfrentam desafios relacionados ao baixo volume de chuvas, aumento da oferta e dificuldades de comercialização de algumas variedades. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar, novas cultivares como Pareci e Ponkan começaram a chegar ao mercado. Segundo o boletim, em grande parte das propriedades os frutos apresentaram desenvolvimento limitado devido à baixa ocorrência de chuvas durante a fase de crescimento. O preço da laranja varia entre R$ 40 e R$ 50 por caixa de 22 quilos.

Na regional de Lajeado, os citricultores de São José do Hortêncio relataram retração nas vendas e redução dos preços médios na Ceasa/RS, cenário atribuído à elevada oferta de frutas no mercado. Os produtores também seguem enfrentando infestação de mosca-branca nos pomares, embora o controle da praga esteja em andamento. A colheita das variedades Bahia e Seleta já alcança cerca de 50% da safra.

Em Montenegro, os agricultores realizam a colheita da bergamota Caí, com 20% das áreas já colhidas, e da Ponkan, que atingiu 10%. A expectativa é de produtividade dentro da normalidade, com produção estimada em cerca de 60 mil toneladas distribuídas em 3 mil hectares.

No município de Harmonia, a colheita da bergamota Caí chegou a 35%. Alguns produtores relataram dificuldades para comercializar a laranja do Céu precoce, cuja colheita alcança 50% das áreas. Conforme o levantamento, o aumento no número de pomares dessa variedade nos últimos anos vem pressionando a comercialização da fruta. Os citricultores também seguem com serviços de manutenção, como roçadas e preparação para a colheita das próximas variedades.

Em Pareci Novo, após o encerramento do raleio das bergamoteiras, os produtores concentram os trabalhos em roçadas, colheita e manejo fitossanitário preventivo. O principal foco tem sido o controle da pinta-preta e da mosca-das-frutas. A colheita da bergamota Caí atinge 10%, enquanto a da Ponkan chega a 5%. Já a laranja do Céu alcança 5% da área colhida.

Na região de São Sebastião do Caí, a colheita atingiu 15% dos pomares de bergamota Caí, 10% da Ponkan e 25% da laranja do Céu.





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MDA apresentará plano para agroecologia e agroflorestas na Rio Climate Week


MDA apresentará plano para agroecologia e agroflorestas na Rio Climate Week

A Rio Nature Climate Week será realizada entre domingo (1º) e sexta-feira (6), no Rio de Janeiro, com programação presencial, híbrida e transmissões globais. Durante o evento, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) deve apresentar o Plano de Aceleração de Soluções (PAS) TERRA, voltado à expansão de territórios agroecológicos e agroflorestais. A iniciativa está inserida no eixo da Agenda de Ação Climática Global dedicado à agricultura e aos sistemas alimentares.

Segundo informações divulgadas pela assessoria da Presidência da COP30 e pelo MDA, a estrutura da semana climática está conectada a seis eixos da Agenda de Ação Climática Global, definida na COP30 e em continuidade rumo à COP31. Entre esses eixos está a transformação da agricultura e dos sistemas alimentares, tema de interesse direto para o setor rural.

De acordo com o ministério, o PAS TERRA será apresentado em parceria com entes internacionais e terá como foco o fortalecimento de organizações da agricultura familiar, além de povos e comunidades tradicionais. A proposta, segundo o órgão, busca ampliar territórios agroecológicos e agroflorestais e acelerar a transição para sistemas alimentares mais sustentáveis e resilientes.

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O chefe da Assessoria Internacional do MDA, Thomas Patriota, informou que o plano terá como piloto o Programa Nacional de Florestas Produtivas na Amazônia. O material oficial, no entanto, não detalha metas numéricas, área prevista, volume de recursos, cronograma de execução nem critérios operacionais de adesão.

Para o público do agro, a apresentação do plano ganha relevância por envolver modelos produtivos ligados a restauração, uso sustentável da terra, diversificação de renda e adaptação climática, especialmente em segmentos da agricultura familiar. A agenda também dialoga com financiamento, tecnologia e capacitação, pontos incluídos entre os seis eixos globais.

A Rio Nature Climate Week ocorre em um contexto de implementação de compromissos climáticos após a COP30. A expectativa é que os debates e anúncios do evento sirvam de base para ações práticas a serem consolidadas até a COP31.

Até o momento, os órgãos envolvidos não divulgaram indicadores consolidados de execução do PAS TERRA. Com isso, a avaliação técnica dos efeitos sobre produção, crédito, organização territorial e escala de adoção dependerá da apresentação oficial e de informações complementares sobre metas, orçamento e governança.

Fonte: gov.br

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Mapa libera mais 2,47 milhões de doses de vacinas contra clostridioses


Mapa libera mais 2,47 milhões de doses de vacinas contra clostridioses

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou nesta sexta-feira (29) a liberação de 2.470.600 doses de vacinas contra clostridioses no mercado nacional entre domingo (25) e quinta-feira (29). Segundo a pasta, 1.360.800 doses são de fabricação nacional e 1.109.800 correspondem a produtos importados. Com isso, o volume disponibilizado desde março de 2026 ultrapassa 41 milhões de doses.

De acordo com a nota oficial do Mapa, as doses liberadas no período têm participação majoritária da indústria nacional. Do total de 2.470.600 doses, 55,08% foram produzidas no Brasil, enquanto 44,92% vieram de importação.

A atualização indica o ritmo de entrada de vacinas no mercado veterinário em um intervalo de cinco dias e oferece referência para pecuaristas, revendas e demais agentes da cadeia de saúde animal. As vacinas contra clostridioses são usadas na prevenção de enfermidades bacterianas que exigem manejo sanitário regular nos rebanhos.

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No acumulado desde março de 2026, o ministério informa que o volume já disponibilizado ao mercado nacional supera 41 milhões de doses, somando fabricação nacional e importada. A pasta não detalhou, na nota, a distribuição regional dessas doses, os laboratórios responsáveis pela produção nem o cronograma das próximas liberações.

O Mapa afirmou ainda que mantém atuação permanente junto à indústria de insumos veterinários para ampliar a produção nacional, viabilizar importações e agilizar procedimentos de fiscalização e liberação. Essas medidas têm relação direta com a oferta do produto ao mercado, uma vez que combinam produção interna e entrada de vacinas do exterior.

Para o setor pecuário, o dado mais imediato é a ampliação do volume disponível no mercado formal. A efetiva chegada das doses ao produtor, porém, depende da logística de distribuição e da comercialização nas diferentes praças, informações que não foram detalhadas na comunicação oficial.

Até o momento, o dado confirmado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária é o avanço no volume liberado ao mercado nacional. Novas avaliações sobre regularização da oferta e atendimento integral da demanda dependem de informações adicionais sobre distribuição, estoque e ritmo de novas liberações.

Fonte: gov.br

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Conabio adia por 90 dias decisão sobre inclusão da tilápia em lista de invasoras


Conabio adia por 90 dias decisão sobre inclusão da tilápia em lista de invasoras

A Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio) decidiu, nesta quinta-feira (29), adiar por 90 dias a deliberação sobre a inclusão da tilápia e de outras espécies aquícolas na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras. A definição foi anunciada ao fim da 77ª reunião ordinária do colegiado, em meio a manifestações do setor produtivo e de órgãos federais ligados à pesca e à aquicultura. O novo prazo deve ser usado para aprofundar a discussão técnica sobre os desdobramentos ambientais, regulatórios e econômicos da proposta.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a eventual inclusão da tilápia na lista teria caráter técnico e preventivo, como referência para políticas públicas de prevenção e controle de espécies exóticas com potencial impacto sobre a biodiversidade nativa. A pasta informou ainda que a classificação, por si só, não significaria proibição de cultivo nem banimento da espécie, e que as autorizações atualmente concedidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não seriam alteradas automaticamente.

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), porém, pediu esclarecimentos ao MMA sobre os efeitos práticos da medida, especialmente em licenciamento ambiental, comércio e operação das cadeias produtivas. Em nota, o ministério afirmou que tilápia, tambaqui, pacu, pirarucu e camarão vannamei respondem por cerca de 90% da produção aquícola nacional e movimentam aproximadamente R$ 9,6 bilhões por ano.

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Entidades da cadeia da tilápia estimam prejuízo de cerca de US$ 38 milhões caso a inclusão avance, em razão de possíveis restrições comerciais, insegurança jurídica e dificuldades de acesso a crédito. O setor também argumenta que a classificação pode ser interpretada por mercados importadores como um sinal oficial de risco ambiental associado à atividade, com reflexos sobre exportações, investimentos e expansão da piscicultura.

A discussão ocorre no âmbito da Conabio, colegiado que reúne ministérios, órgãos ambientais, comunidade científica e representantes de setores produtivos. Até o momento, não foram detalhados publicamente novos critérios, cronograma técnico ou eventual texto de consenso para a próxima etapa do debate.

Com o adiamento, a análise entra em nova fase de negociação técnica entre área ambiental, governo setorial e cadeia produtiva. O alcance regulatório da eventual inclusão da tilápia na lista ainda depende dos esclarecimentos que forem formalizados ao longo dos próximos 90 dias.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Paraná autoriza R$ 44,3 milhões para pavimentar estrada entre Campina do Simão e Santa Maria do Oeste


Paraná anuncia R$ 114,8 milhões para obras em Dois Vizinhos e inclui estradas rurais

O Paraná autorizou nesta sexta-feira (29) o início de uma obra de pavimentação entre Campina do Simão e Santa Maria do Oeste, na região Central do estado. O investimento estadual é de R$ 44,3 milhões para melhorar a Estrada Piquiri, hoje em trecho de chão batido. A intervenção abrange cerca de 22 quilômetros e faz parte do programa Estrada Boa, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

A obra foi dividida em dois lotes. No trecho de Campina do Simão, serão aplicados R$ 31,3 milhões para pavimentar 13,4 quilômetros com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). Segundo as informações divulgadas pelo governo estadual, a licitação foi conduzida pela prefeitura e os serviços devem começar nos próximos dias. Em Santa Maria do Oeste, o segundo lote já está em andamento, com 8,3 quilômetros e investimento de quase R$ 13 milhões.

De acordo com o material oficial, a estrada atende uma área com produção agrícola, agricultura familiar e atividade florestal, além de ligação com indústrias da região. A melhoria da via reduz limitações operacionais típicas de estradas não pavimentadas, como restrições de tráfego em períodos de chuva, aumento do tempo de deslocamento e maior desgaste no transporte de insumos e mercadorias.

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O impacto logístico para o setor rural aparece após a dimensão da obra. Com a pavimentação, a tendência é de maior regularidade no trânsito de caminhões, veículos de apoio e transporte de trabalhadores entre propriedades, comunidades e centros de recebimento. O próprio conteúdo informado pelo estado aponta efeito sobre o escoamento da produção local e sobre a conexão entre municípios da região Central e outros polos, como Guarapuava e o Oeste paranaense.

O projeto está inserido no Estrada Boa, lançado em 2025. Segundo a Seab, o programa prevê mais de R$ 3,6 bilhões em investimentos, com atendimento a cerca de 270 municípios, 452 trechos e 2.780 quilômetros de vias rurais. Do total previsto, 215 obras já foram iniciadas, 91 estão em licitação e 146 têm editais homologados.

A execução dos lotes e o cumprimento dos prazos serão determinantes para medir o efeito prático da pavimentação sobre custos logísticos, acesso às propriedades e fluxo da produção rural. Até o momento, não foram informados cronograma detalhado de conclusão nem estimativas oficiais de redução de tempo ou de custo de transporte para os produtores atendidos.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Cavalo lusitano: exposição reúne mais de 400 animais e disputas válidas para mundiais


cavalo lusitano
Foto: Ney Messi/ABPSL

A 44ª Exposição Internacional do Puro Sangue Lusitano promete movimentar o universo equestre brasileiro com uma programação intensa, competições de alto nível e atrações inéditas. Promovido pela Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano (ABPSL), o evento reúne mais de 400 animais inscritos e será palco de disputas nacionais e internacionais, avaliações morfológicas e apresentações.

Durante os três dias de programação, que começaram nesta sexta-feira (29) e vão até domingo (31), criadores, proprietários, cavaleiros, amazonas e apaixonados pelo universo equestre acompanham provas de adestramento, equitação de trabalho, salto, atrelagem e demonstrações de lida no campo. O evento também recebe convidados estrangeiros e representantes de entidades do setor.

Um dos momentos mais aguardados da Expo é o Concurso de Modelo e Andamentos, responsável por avaliar a morfologia dos animais considerados os principais exemplares do plantel nacional. Ao todo, 112 cavalos participam da disputa, divididos por sexo e faixa etária.

Os julgamentos serão conduzidos pelos juízes internacionais Rui Almeida, Tiago Gomes e Tomé Nunes, todos de Portugal. A definição dos grandes campeões da mostra acontece no domingo (31), quando será escolhido o título de campeão — ou campeã — dos campeões, considerado o mais importante da exposição.

Equitação de trabalho e atrações inéditas movimentam a expo

A programação também inclui a II Etapa do Campeonato Paulista Sasa Horses de Equitação de Trabalho, promovida pela Associação Brasileira de Equitação de Trabalho (Abet). A competição terá disputas nas provas de ensino, maneabilidade e velocidade, reunindo 78 conjuntos de diferentes raças.

Entre as atrações inéditas está o desfile de boas-vindas às diferentes raças e entidades, criado para promover integração entre associações de criadores, entidades esportivas e representantes da equideocultura brasileira. A ação acontece nesta sexta-feira, às 19h30.

O público também poderá acompanhar o show equestre “Versatilidade do Puro Sangue Lusitano”, que encerra a programação da sexta, às 21h, com apresentações especiais de animais de alta performance nas diversas modalidades.

Programação do fim de semana da 44ª Expo Internacional do do Puro Sangue Lusitano

Sábado (30)

Pista principal

  • 8h: Concurso de dressage internacional (CDI)
  • 13h: Premiação CDI e apresentações equestres
  • 14h: Modelo e Andamentos – finais de fêmeas e machos
  • 20h: Cerimônia de abertura, jantar dos criadores e homenagens
  • 21h: Equitação de trabalho – maneabilidade e velocidade

Pista do casarão

  • 8h: CAN e Copa Lusitano BH de Adestramento (Amadores)

Pista da Escolinha

  • 13h – Equitação de trabalho / Campeoato Paulista Sasa Horses (maneabilidade e velocidade)

Domingo (31)

Pista principal

  • 8h: Aprovação de garanhões

Na sequência:

  • Modelo e andamentos (morfologia) – continuação machos
  • Modelo e Andamentos (morfologia) – grandes campeonatos

Pista Casarão

  • 8h: Equitação de trabalho / Campeoato Paulista Sasa Horses (ensino)

Pista Escolinha

  • 8h: Equitação de trabalho / Campeoato Paulista Sasa Horses (maneabilidade e velocidade)

44ª Exposição Internacional do Puro Sangue Lusitano

Data: 29 a 31/05
Local: Sociedade Hípica Paulista
Rua Quintana, 206 – Cidade Monções, São Paulo (SP)

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CNA eleva projeção de crescimento do PIB agro para 2,8% em 2026


USDA informa avanço do plantio de milho e soja nos Estados Unidos

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) elevou para 2,8% sua estimativa preliminar de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária em 2026. A projeção foi informada nesta quinta-feira (29), em Brasília, e ainda deve ser revisada após a divulgação dos dados do primeiro trimestre pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), prevista para esta sexta-feira (30).

A nova estimativa supera a previsão de 1,22% divulgada em março, mas fica abaixo da projeção de 3,5% apresentada no início deste mês. Segundo o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, a revisão reflete o desempenho positivo da safra de grãos sobre uma base elevada de comparação de 2025.

De acordo com Conchon, o PIB agro no primeiro trimestre deve crescer 0,7%, levemente acima do esperado pela entidade. Entre os fatores de suporte estão a safra de soja e o avanço na produção de café, girassol, castanha, mamona e cacau. Em sentido contrário, feijão, arroz, algodão, trigo e milho contribuíram negativamente para a produção agrícola no período. O economista também citou o crescimento dos abates como componente de impulso no início do ano.

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Para o segundo trimestre, a CNA projeta variação marginal na comparação anual. A expectativa de maior safra de milho, café e cana-de-açúcar aparece como fator positivo, enquanto a pecuária segue sob incerteza. Entre os pontos de atenção estão o limite da cota de exportação de carne bovina sem sobretaxa para a China, eventuais restrições da União Europeia e a desaceleração no ritmo de abates.

A entidade também estima expansão de 1,9% para o PIB brasileiro em 2026, abaixo dos 2,3% registrados em 2025. Nesse cenário, a participação da agropecuária no PIB nacional pode recuar de 7,54% para algo entre 7,1% e 7,2%, segundo cálculo preliminar da CNA.

Para os próximos trimestres, a entidade cita riscos ligados ao clima, à volatilidade do dólar, aos juros elevados, às tensões no Oriente Médio, aos preços de fertilizantes e às barreiras comerciais sobre proteínas animais. A possibilidade de formação de El Niño no segundo semestre também entrou no radar, com potencial de afetar o trigo ainda neste ano e a safra de verão 2026/27.

A CNA avalia que o desempenho do agro em 2026 dependerá da confirmação dos dados trimestrais do IBGE e da evolução de fatores climáticos, sanitários e comerciais ao longo do ano. Como a estimativa ainda é preliminar, a entidade informa que novas revisões podem ocorrer conforme avancem os resultados oficiais da produção e da atividade econômica.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Etanol recua 5,6% em maio e lidera queda entre os combustíveis


TCU suspende efeitos de sanções da ANP a distribuidoras inadimplentes no RenovaBio

O etanol hidratado registrou a maior queda entre os combustíveis monitorados em maio, segundo o Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, com apoio técnico da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O preço médio nacional do biocombustível caiu 5,6% no mês, para R$ 4,488 por litro. O movimento interrompeu a alta observada em abril e ocorreu em meio ao avanço da safra no Centro-Sul.

De acordo com o levantamento, a retração foi disseminada também entre os demais combustíveis. O diesel comum e o diesel S-10 recuaram 3,3% em maio, com médias nacionais de R$ 7,135 e R$ 7,218 por litro, respectivamente. As gasolinas comum e aditivada caíram 1%, para R$ 6,752 e R$ 6,889 por litro. O gás natural veicular (GNV) foi o único a subir, com alta de 0,3%, para R$ 4,574 por metro cúbico.

Entre os estados, o Distrito Federal teve a maior queda no etanol hidratado, de 10,0%, com média de R$ 4,528 por litro. Na sequência aparecem São Paulo, com recuo de 7,2% e média de R$ 4,200, Minas Gerais, com queda de 6,0% e preço de R$ 4,522, Paraná, com baixa de 5,1% e média de R$ 4,534, e Mato Grosso, com retração de 4,9% e valor de R$ 4,418.

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Segundo a Fipe, a queda mais intensa do etanol está associada à entrada mais forte da safra no Centro-Sul, fator que ampliou a oferta e melhorou a competitividade do biocombustível frente à gasolina em parte dos mercados regionais. Esse movimento é relevante para o setor sucroenergético e para produtores de cana, ao mesmo tempo em que influencia a disputa entre etanol e gasolina nas bombas.

No acumulado de 2026 até maio, porém, os combustíveis fósseis seguem em alta. O diesel S-10 sobe 16,8%, o diesel comum 16,6%, a gasolina comum 7,5% e a gasolina aditivada 7,2%. O etanol acumula alta de 0,3%, enquanto o GNV recua 1,6%.

Na leitura da Fipe e da Veloe, maio marcou um período de acomodação, especialmente no etanol, após elevações registradas entre março e abril. Para o agro, a evolução da safra no Centro-Sul e o comportamento dos preços do diesel seguirão no radar, já que afetam tanto a competitividade dos biocombustíveis quanto o custo de transporte e operação das cadeias produtivas. Sem novos dados sobre junho, não há base técnica suficiente para projetar a continuidade desse movimento.

Fonte: Estadão Conteúdo

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EUA classificam PCC e Comando Vermelho como terroristas; agro entra em alerta


A inclusão do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho nas listas de organizações terroristas estrangeiras dos Estados Unidos, a partir de 5 de junho de 2026, gera preocupações significativas para o agronegócio brasileiro e o sistema financeiro.

A medida impõe sanções automáticas e altera o nível de compliance exigido de bancos e empresas, o que pode impactar diretamente as operações comerciais no Brasil.

Impactos no agronegócio

De acordo com o comentarista Miguel Daoud, a decisão dos EUA pode afetar o agronegócio de várias maneiras, especialmente em relação à compra de insumos agrícolas. Os principais pontos incluem:

  • Possibilidade de sanções a empresas que adquirirem fertilizantes de origem criminosa.
  • Rigor na fiscalização de transações financeiras envolvendo bancos que operam com recursos do PCC.
  • Criação de um sistema complexo que pode prejudicar a economia brasileira.

Desdobramentos da classificação

Daoud destaca que a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pode não combater efetivamente o crime organizado no Brasil. Os órgãos de segurança locais, como a polícia, podem ficar sem informações cruciais, uma vez que a CIA, responsável pela coleta de dados, não revela informações necessárias para o combate ao crime.

Preocupações com o futuro

A medida levanta preocupações sobre a exposição do Brasil a pressões externas, especialmente em relação à administração do presidente dos EUA. A possibilidade de sanções adicionais e a necessidade de maior rigor na fiscalização podem criar um ambiente desafiador para o comércio e a economia brasileira.

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