domingo, agosto 16, 2026

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Colheita da 2ª safra de milho atinge 10%, ritmo mais acelerado desde 2013, diz AgRural


A colheita de milho da segunda safra na região centro-sul do Brasil alcançou 10% da área cultivada até a última quinta-feira (6), contra 4,7% uma semana antes e 2,2% no mesmo período do ano passado, disse a AgRural nesta segunda-feira (10).

Segundo a consultoria, a colheita é a mais acelerada para esta época do ano desde 2013, quando começaram os levantamentos semanais.

Os trabalhos têm sido favorecidos pelo plantio antecipado, pelo encurtamento do ciclo das plantas em algumas áreas e pelo tempo seco que predominou na semana passada, afirmou a AgRural.



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Articulação por CPI do arroz expõe insatisfação do agro com governo Lula


Parlamentares ligados ao setor do agronegócio iniciaram uma articulação para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso do cancelamento do leilão do arroz pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A medida expõe uma divisão dentro da própria bancada ruralista, considerada uma das mais influentes no Congresso Nacional e de extrema importância para o governo Lula. A apuração é da analista de política da CNN Julliana Lopes.

Crise no relacionamento com o agro

Após assumir a Presidência, Lula vinha tentando melhorar o relacionamento com o setor do agronegócio. No entanto, com as denúncias envolvendo o leilão do arroz, parte da bancada ruralista passou a recolher assinaturas para a instalação de uma CPI sobre o caso.

Parlamentares da oposição afirmam ser necessário investigar o que realmente aconteceu, alegando que o caso pode revelar outras questões relacionadas à corrupção dentro do governo, embora não haja indícios disso.

Até o momento, foram coletadas pouco mais de 90 das 171 assinaturas necessárias para a criação da CPI. A articulação mostra uma desconfiança persistente de parte do setor em relação ao governo, o que é visto como um revés para Lula.

Críticas ao ministro da Agricultura

A oposição critica o que classifica como falta de diálogo do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, sobre a questão do leilão do arroz. Eles questionam a capacidade do ministro de permanecer no cargo, escolhido justamente para atuar na articulação com o setor.

A crise gerada pela suspensão do leilão representa um entrave para o governo, que tenta se aproximar do agronegócio, um setor crucial para a economia brasileira. O Congresso acompanhará de perto os desdobramentos em torno da possível CPI, que é vista como uma oportunidade pela oposição para fazer críticas pontuais ao governo.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais

(Publicado por Raphael Bueno, da CNN Brasil)



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Anulação de leilão do arroz é “assunção de culpa” do governo, diz líder dos ruralistas no Congresso à CNN


O líder da bancada do agro no Congresso, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), defendeu, em entrevista à CNN, a instalação da CPI do Arroz.

“Houve uma assunção de culpa (do governo)”, afirmou, na terça-feira (11), o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) ao WW (domingo a sexta, às 22h).

A CPI do Arroz tem sido defendida por deputados para investigar os leilões de arroz do governo federal abertos após as chuvas no Rio Grande do Sul.

O estado é o maior produtor nacional de arroz, e o governo federal decidiu subsidiar a importação do produto sob a justificativa de conter uma escalada nos preços.
[https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/fernando-nakagawa/economia/brasil-encerra-maio-com-o-arroz-branco-mais-caro-do-mundo-diz-fao/]

Nesta terça, após suspeitas de fraude, o governo anunciou a anulação do leilão realizado na semana passada e o cancelamento de um que estava previsto.

Na semana passada, a oposição acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) apontando “comportamento atípico” das empresas que participaram do leilão.

Apuração do analista da CNN Caio Junqueira apontou divergências sobre a sociedade na maior arrematante individual do leilão, a Wisley A. de Souza.

Com sede em uma loja de queijos em Macapá, a empresa teve seu capital social alterado uma semana dias antes do leilão: de R$ 80 mil para R$ 5 milhões.

Em meio à crise, houve saída no governo: o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, colocou seu cargo à disposição.

“As comprovações de hoje do governo demonstram com clareza a necessidade de uma CPI”, afirmou Lupion à CNN.

Para ser aberta, a CPI do Arroz precisa ter, no mínimo, 171 assinaturas. Até a noite desta terça, havia 112.

Segundo o governo, com apoio da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Controladoria-Geral da União (CGU) para garantir a lisura, serão feitos novos leilões.

“Isso é um equívoco”, afirmou Pedro Lupion, para quem a judicialização dos leilões vai ser “total”.

“Não há necessidade de importação de arroz”, declarou, afirmando que a safra de arroz já colhida em solo gaúcho garante que não haverá desabastecimento.

“Isso (leilão) desequilibra completamente uma cadeia produtiva enorme no Brasil”, acrescentou. “Ele não precisava acontecer e tinha coisa estranha por aí”, finalizou.

* Com informações de Daniel Rittner, da CNN, em Brasília



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Colheita de milho atinge 21% de área cultivada e é a mais rápida da história, diz AgRural


A colheita da segunda safra de milho no centro-sul do Brasil alcançou 21% da área cultivada até a última quinta-feira (13), disse a AgRural nesta segunda-feira (17), apontando que o índice é o mais alto para esta época do ano desde 2013, quando a consultoria iniciou levantamentos semanais de colheita para a safrinha.

A colheita avançou 11 pontos percentuais em relação aos 10% registrados na semana passada. Há um ano, o percentual para esta época era de 5%.

O tempo mais quente e seco da semana passada acelerou a perda de umidade dos grãos, dando impulso aos trabalhos.

Que já vinham bem embalados devido ao plantio antecipado e ao encurtamento do ciclo das lavouras em algumas áreas, disse a AgRural.



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FPA critica adiamento do Plano Safra: “desorganização e ineficiência“ | Blogs


A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) fez duras críticas à decisão do governo de adiar o anúncio do Plano Safra. O evento estava previsto para esta quarta-feira (26). O Palácio do Planalto, no entanto, decidiu remarcar a agenda para a próxima terça-feira (3).

“Os produtores rurais ficarão descobertos durante a primeira semana de vigência do plano, ou seja, todos os problemas que estiverem na proposta inicial ainda precisarão ser corrigidos, o que leva mais tempo ainda para a chegada do crédito aos produtor. Uma desorganização e ineficiência diante das crises enfrentadas pelo setor e da sanha arrecadatória estampada pela real atuação do governo federal”, disse a FPA em nota enviada à CNN.

No fim da semana passada, o governo já havia decidido cancelar o evento de lançamento do plano 2024/2025 em Rondonópolis, no Mato Grosso. A mudança de planos, segundo apurou a CNN, se deu por receio de “reações negativas”.

A nova edição do Plano Safra deve superar R$ 510 bilhões. Se o valor se confirmar, será o maior já destinado ao programa.

Mesmo assim, representantes do agro têm feito questão de demonstrar aumento no incômodo do setor. Tanto pelo fracassado episódio do leilão para importação de arroz, quanto pela medida provisória que muda regras de dedução do PIS/Cofins para compensar a desoneração da folha de pagamento.

Na ocasião, a medida também recebeu fortes críticas das confederações do agro, indústria, comércio e transportes.



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Lula afirma que sem-terra não faz invasões de terra há muito tempo


Em entrevista à Rádio Princesa de Feira de Santana, na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que “faz tempo que sem-terra não invade terra nesse país”.

O chefe do Executivo afirmou que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fez uma opção de se transformar em pequenos produtores altamente produtivos, inclusive se tornando o maior produtor de arroz orgânico da América Latina.

Declaração sobre ocupações de terras

Lula citou uma fala recente do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que disse que o agronegócio não deveria temer ocupações do MST, pois quem está “tomando terra deles hoje são os bancos que compram o título da dívida agrária deles”.

Segundo o presidente, os bancos que detêm os títulos de dívida dos produtores rurais “vão em cima e recebem ou tomam a terra”. Ele reforçou que “faz muito tempo que os sem-terras fizeram uma opção de se transformar em pequenos produtores altamente produtivos”.

Produção de alimentos saudáveis

Lula destacou que o MST tem o objetivo de “colocar alimento saudável na mesa do povo trabalhador”, além de ser o maior produtor de arroz orgânico da América Latina. Essa declaração ocorre em meio a discussões sobre a reforma agrária e o papel dos movimentos sociais no campo.



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Especialista alerta sobre risco de taxação de fundos agro e imobiliário


O diretor de agronegócio da Suno, Octaciano Neto, falou ao CNN Prime Time nesta terça-feira (2) sobre os riscos de uma eventual taxação de fundos imobiliários e do Fundo de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro) pelo governo.

De acordo com Neto, esses fundos são instrumentos que atraem a poupança dos brasileiros para investir em setores essenciais como infraestrutura, agricultura e agronegócio.

Nos últimos anos, o governo vinha reduzindo as taxações sobre esses fundos, visando atrair capital privado diante da diminuição dos investimentos públicos.

No entanto, a atual gestão federal tem adotado medidas contrárias ao setor, como aumentar o número mínimo de cotistas e criar dificuldades na emissão de títulos.

Agora, a especulação de uma tributação sobre as receitas desses fundos vai na “contramão da atração do dinheiro privado”, afirma Neto.

Impacto na atração de investimentos

O especialista alerta que, caso essa tributação se concretize, os investidores provavelmente migrarão para aplicações mais seguras, mas que não geram desenvolvimento para o país, como títulos do Tesouro.

Isso pode “paralisar” uma indústria que hoje movimenta R$ 300 bilhões em patrimônio líquido e envolve 3 milhões de brasileiros.

Impacto no financiamento do agro

Questionado sobre o atraso na divulgação do Plano Safra, que também gera incertezas para os produtores, Neto afirmou que esse programa governamental já não é suficiente para atender à demanda de crédito do setor, que ultrapassa R$ 1 trilhão por ano.

Enquanto o Plano Safra fica abaixo de R$ 500 bilhões, concentrado no custeio de curto prazo, o mercado privado se torna cada vez mais essencial para financiar a atividade.

“O governo não consegue financiar 100% da agricultura brasileira com o Plano Safra e agora quer tributar os fundos, como o Fiagro, que vai dificultar a atração de investimento privado. Isso é horrível para o setor”, alertou Neto.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais



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Plano Safra não atende demanda do agronegócio brasileiro, diz especialista à CNN


Em entrevista ao CNN Prime Time, nesta terça-feira (2), o diretor de agronegócio da Suno, Octaciano Neto, afirmou que o Plano Safra anunciado pelo governo federal não é suficiente para atender as necessidades do setor agropecuário brasileiro.

Neto explicou que a necessidade de crédito dos produtores rurais ultrapassa R$ 1 trilhão por ano, enquanto o Plano Safra disponibiliza cerca de R$ 400 a R$ 500 bilhões, concentrados principalmente em recursos de curto prazo para custeio.

Dependência do mercado privado

“O Plano Safra já não dá conta da agricultura brasileira há muitos anos”, afirmou o especialista, destacando que o crescimento da demanda por crédito é mais rápido que o aumento dos valores disponíveis no programa oficial.

De acordo com Neto, o setor passou a depender cada vez mais do mercado privado, seja bancário ou de capitais, para financiar suas atividades. Ele estima que o Plano Safra atenda hoje cerca de 40% da demanda, contra 100% no passado.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais

(Publicado por Raphael Bueno, da CNN Brasil)



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Governo lança nesta quarta-feira Plano Safra 2024/25


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai lançar nesta quarta-feira (3) o Plano Safra 2024/25 para agricultura empresarial e familiar. Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o Safra 2024/25 terá R$ 475,56 bilhões em recursos disponíveis para financiamentos de pequenos, médios e grandes produtores.

O valor é 9% maior que o ofertado na safra anterior, de R$ 435,8 bilhões. Do montante, R$ 400,585 bilhões serão destinados para a agricultura empresarial e R$ 74,98 bilhões para a agricultura familiar.

O lançamento será feito em duas etapas: de manhã, o pacote para a agricultura familiar, enquanto o Plano Safra 2024/25 empresarial será divulgado no período da tarde, no Palácio do Planalto. O presidente Lula afirmou que “há uma política de financiamento do governo extraordinária” para o agronegócio.

“Serão dois grandes programas de financiamento, juros subsidiados, para que as pessoas possam continuar trabalhando, porque eu acho que nós temos que levar em conta que o agronegócio hoje é responsável por grande parte da riqueza deste país, e é importante que continue assim”, disse o presidente.

Segundo divulgado, o custo com equalização de juros do Plano Safra terá um aumento de 23%, totalizando R$ 16,7 bilhões. Para a agricultura empresarial, o Tesouro Nacional destinará R$ 6,3 bilhões para equalização de juros, em comparação aos R$ 5,1 bilhões da safra atual.

Já para a agricultura familiar, o investimento será de R$ 10,4 bilhões, ante R$ 8,5 bilhões liberados no ano passado.

O governo federal deve também somar fontes de crédito rural para aplicação em Cédulas de Produto Rural (CPRs) no número geral do Plano Safra 24/25. Com isso, o valor total de recursos disponibilizados aos produtores no período de julho de 2024 até o fim de junho de 2025 será de R$ 582 bilhões.

Briga por recursos

O planejamento inicial do ministério da Agricultura era atingir só com o Plano Safra 24/25 mais de R$ 500 bilhões, mas o montante teve que ser reduzido depois de alguns debates com a equipe econômica do governo.



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