segunda-feira, março 16, 2026

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Receita Federal divulga calendário para declaração de imposto de renda 2026


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Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O prazo para envio da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) de 2026 começa na próxima segunda-feira (23) e segue até o dia 29 de maio.

As informações, referentes ao ano-calendário de 2025, foram publicadas nesta segunda-feira (16) pela Receita Federal por meio de instrução normativa no Diário Oficial da União.

De acordo com o texto, devem apresentar a declaração contribuintes residentes no Brasil que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 35.584 em 2025.

Também estão obrigadas a enviar a declaração pessoas que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil.

A obrigatoriedade também vale para investidores que fizeram operações de alienação em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, cuja soma foi superior a R$ 40 mil ou que tiveram ganhos líquidos sujeitos à tributação.

No caso da atividade rural, devem declarar os contribuintes que registraram receita bruta superior a R$ 177.920.

De acordo com o texto, a declaração deve ser elaborada, exclusivamente, por meio dos seguintes canais:

Programa Gerador da Declaração (PGD) relativo ao exercício de 2026, disponível para download no site da Secretaria Especial da Receita Federal;
serviço Meu Imposto de Renda, também disponível no site da secretaria e em aplicativo da secretaria para dispositivos móveis como tablets e smartphones.

Tira-dúvidas

No ar desde 2023, a série Tira-Dúvidas do IR, da Radioagência Nacional, terá 22 episódios em 2026. Os áudios serão exibidos pela Rádio Nacional e estarão disponíveis na Radioagência Nacional e Agência Brasil. De hoje até o último dia da declaração, os veículos publicam episódios às segundas e sextas-feiras.

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Preço do feijão tem queda, mas média de março segue mais alta que a de fevereiro, aponta Cepea


feijão-carioca ou carioquinha
Foto: Wenderson Araujo/Trilux/CNA

A última semana foi marcada pela queda nos preços do feijão na maior parte das regiões brasileiras. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o recuo está ligado à baixa demanda observada nos últimos dias.

Apesar disso, o feijão carioca de nota 9 ou superior manteve, em março, cotações 8,72% acima das registradas em fevereiro. No caso do feijão preto, os preços também permaneceram 1,1% maiores que no período anterior, mas a maior oferta de vendedores acabou pressionando os valores no mercado.

Oscilações de preços já chegam ao consumidor

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as variações de preço do feijão já começaram a ser sentidas pelo consumidor em fevereiro.

O feijão carioca registrou alta de 11,73% no segundo mês do ano, enquanto no acumulado de 12 meses a elevação foi de 11,5%.

Já o feijão preto apresentou comportamento diferente. Em fevereiro, houve alta de 2,84%, mas no acumulado de 12 meses as cotações registraram queda de 22,78%.

De acordo com o Cepea, no campo o feijão carioca acumula valorização significativa em 12 meses, com alta de 42,2% para grãos de nota 9 ou superior e de 55,7% para os classificados entre 8,0 e 8,5. No caso do feijão preto, o avanço foi bem mais modesto, de apenas 1% no mesmo período.

Os dados indicam que os aumentos observados no campo ainda foram repassados apenas parcialmente ao consumidor final.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Com guerra no radar, mercado eleva projeção de inflação e juros em 2026


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Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O mercado financeiro elevou a projeção para a inflação em 2026 e manteve praticamente estável a expectativa de crescimento da economia brasileira. Os dados constam no boletim Focus divulgado pelo Banco Central, com base nas estimativas de instituições financeiras.

A mediana das projeções indica inflação de 4,10% neste ano, acima dos 3,91% estimados na semana anterior e dos 3,95% registrados há quatro semanas.

Para o Produto Interno Bruto (PIB), a expectativa é de crescimento de 1,83% em 2026, ligeiramente superior aos 1,82% da semana passada e aos 1,80% projetados há um mês.

Juros sobem novamente para 12,25%

As projeções para a taxa básica de juros foram ajustadas novamente. A estimativa do mercado indica Selic em 12,25% ao ano ao final de 2026, mesma taxa observada há quatro semanas, mas acima dos 12,13% previstos na semana passada.

Para 2027, a expectativa segue em 10,50%, enquanto para 2028 e 2029 as projeções são de 10,00% e 9,50%, respectivamente.

O reajuste nas estimativas ocorre em meio à guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã. O conflito, que completou três semanas no último sábado (14), tem causado uma escala nos preços do petróleo — aumentando o risco de inflação e de juros elevados em todo o globo.

Nesta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central irá decidir sobre o futuro da Selic.

Câmbio projetado em R$ 5,40

A expectativa para o dólar ao final de 2026 recuou levemente. A mediana do mercado passou de R$ 5,41 para R$ 5,40, abaixo também dos R$ 5,50 estimados há quatro semanas.

Para os anos seguintes, as projeções indicam R$ 5,47 em 2027, R$ 5,50 em 2028 e R$ 5,51 em 2029.

Superávit comercial maior em 2026

No setor externo, o mercado elevou a estimativa para o saldo da balança comercial brasileira neste ano.

A projeção passou para US$ 69,56 bilhões em 2026, acima dos US$ 69,09 bilhões estimados na semana anterior e dos US$ 68 bilhões projetados há quatro semanas.

Para os anos seguintes, o mercado prevê superávit de US$ 72,85 bilhões em 2027, US$ 74 bilhões em 2028 e US$ 74,95 bilhões em 2029.

Conta corrente e investimentos

A estimativa para o déficit em conta corrente do Brasil em 2026 foi revisada para US$ 67,40 bilhões, ligeiramente acima da previsão de US$ 67,70 bilhões da semana anterior.

Já a projeção para investimento direto no país permanece em US$ 75 bilhões neste ano, sem alteração nas últimas semanas.

Dívida pública e resultado fiscal

As estimativas para a dívida líquida do setor público indicam 70% do PIB em 2026, mesma projeção da semana passada.

Para o resultado primário, o mercado mantém expectativa de déficit de 0,5% do PIB neste ano, enquanto o resultado nominal deve registrar déficit de 8,5% do PIB.

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Milho segue em alta com setor de olho na guerra no Oriente Médio


De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.
De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.

O mercado do milho tem registrado alta nas últimas semanas. Segundo o Cepea, apesar de manterem bons estoques do cereal, muitos produtores estão concentrados em outras atividades no campo, o que acaba reduzindo o ritmo de comercialização.

Dados recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que a safra colhida em fevereiro conta com estoque inicial de 12,68 milhões de toneladas. O volume é superior ao registrado na temporada passada, quando o estoque era de 11,88 milhões de toneladas.

O que acontece é que a venda dessa mercadoria tem ficado em segundo plano, visto que a prioridade dos agentes neste período tem sido a comercialização da soja e a semeadura da segunda safra do milho. Outro fator que colabora para a crescente nos preços é a procura dos compradores para repor os estoques do produto, gerando alta demanda para pouca oferta.

Frete

A concorrência nos valores do frete, que já está acirrada, pode aumentar nos próximos dias. Agentes do setor acompanham com atenção o desenrolar dos conflitos no Oriente Médio, já que o bloqueio de rotas marítimas pode impactar as cotações do transporte.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Festa do Peão de Barretos inicia pré-venda de ingressos nesta segunda-feira


Foto: Divulgação/ Alisson Demetrio

A Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos inicia nesta segunda-feira (16), a partir do meio-dia, a pré-venda de ingressos para a edição de 2026, que será realizada entre 20 e 30 de agosto, no tradicional Parque do Peão, em Barretos (SP).

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Nesta primeira fase de vendas, a compra é exclusiva para cooperados do Sicoob que possuem cartão de crédito da instituição financeira. O período especial ocorre entre 16 e 18 de março, ou enquanto durarem os ingressos disponibilizados neste lote.

A venda para o público em geral começa na quarta-feira (19), também a partir das 12h. A comercialização é realizada exclusivamente pela internet, por meio da plataforma Total Acesso.

Evento chega à 71ª edição em 2026

A Festa do Peão de Barretos chega em 2026 à 71ª edição, consolidada como o maior evento do gênero na América Latina. A programação reúne competições de rodeio, shows musicais e diversas atrações culturais que celebram a tradição sertaneja.

Entre os destaques estão os principais campeonatos nacionais de rodeio e o Barretos International Rodeo, além de uma agenda com mais de 100 apresentações musicais distribuídas em diferentes palcos.

O evento também conta com feira comercial, espaço infantil e ampla oferta gastronômica, atraindo milhares de visitantes de todo o país.

Gusttavo Lima será embaixador da edição

A programação musical já confirmou o cantor Gusttavo Lima como embaixador da edição de 2026, papel que ele assume pela terceira vez.

O artista tem duas apresentações previstas, ambas aos sábados, nos dias 22 e 29 de agosto.

Serviço

Evento: 71ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos
Data: 20 a 30 de agosto de 2026
Pré-venda exclusiva (Sicoob): 16 a 18 de março
Venda geral: a partir de 19 de março
Ingressos: barretos.totalacesso.com

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Anvisa proíbe comercialização de marca de azeite após identificar irregularidades


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda-feira (16) a proibição da comercialização dos azeites da marca San Olivetto em todo o território nacional após a identificação de inconsistências relacionadas à origem do produto e às empresas envolvidas na sua cadeia comercial.

Com a medida, ficam vetadas a venda, distribuição, fabricação, importação, publicidade e uso do azeite de oliva extra virgem da marca, além da determinação de apreensão de todos os lotes disponíveis no mercado.

Segundo informações da Anvisa, o rótulo do produto aponta como importadora a empresa Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda. No entanto, o CNPJ da companhia está suspenso na Receita Federal desde 22 de maio de 2025, devido a inconsistências cadastrais.

A situação também envolve a empresa indicada como distribuidora, Comercial Alimentícia e Cerealista Capixaba Ltda, cujo registro foi baixado em 6 de novembro de 2024 após processo de liquidação voluntária.

Diante das inconsistências identificadas, a Anvisa afirmou que não foi possível comprovar a procedência do produto, o que motivou a adoção das medidas sanitárias.

De acordo com a agência reguladora, a decisão segue normas da legislação sanitária brasileira voltadas à segurança alimentar e à regularização de produtos comercializados no país.

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Com petróleo acima de US$ 100, Trump propõe coalizão para reabrir o Estreito de Ormuz


Foto: World Economic Forum/Benedikt von Loebell

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a formação de uma coalizão internacional para ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo e gás. A iniciativa ocorre em meio à escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã, que já entrou na terceira semana e tem provocado forte volatilidade nos mercados de energia.

Localizado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, o Estreito de Ormuz é responsável pela passagem de cerca de 20% da energia comercializada globalmente. Desde os ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, grande parte dos petroleiros enfrenta dificuldades para atravessar a região.

Segundo Trump, o governo norte-americano entrou em contato com sete países, incluindo China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido, para pedir apoio na garantia da segurança da rota marítima.

Apesar da pressão de Washington, alguns aliados importantes já sinalizaram cautela. Japão e Austrália afirmaram que não pretendem enviar navios de guerra para escoltar embarcações na região neste momento.

Pressão sobre a China

Trump também elevou o tom nas negociações com Pequim. Em entrevista ao Financial Times, o presidente norte-americano afirmou que pode adiar sua visita oficial à China, prevista para o fim do mês, caso o país não demonstre disposição em participar da coalizão.

Segundo ele, a China deveria contribuir para a segurança da rota por depender fortemente do petróleo proveniente do Oriente Médio.

As declarações ocorreram enquanto o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, se reunia em Paris com o vice-premiê chinês He Lifeng, em mais uma rodada de negociações comerciais entre as duas potências.

Pequim, no entanto, evitou comentar diretamente o pedido de Washington. Em coletiva de imprensa, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, reiterou apenas o apelo do país por uma redução das tensões e o fim dos combates no Oriente Médio.

Irã diz que rota não está totalmente fechada

O governo iraniano afirmou que o Estreito de Ormuz não está completamente bloqueado.

Segundo o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, a passagem marítima continua aberta para outros países, mas está restrita a embarcações dos Estados Unidos, de Israel e de seus aliados, considerados pelo governo iraniano como participantes da ofensiva militar contra o país.

A tensão na região já provoca impactos diretos nos mercados globais de energia. O petróleo Brent superou os US$ 104,50 por barril, refletindo o receio de investidores sobre possíveis interrupções no fornecimento.

Além do transporte marítimo, o conflito também tem causado restrições no tráfego aéreo e ataques com drones na região do Golfo, aumentando a instabilidade geopolítica.

Autoridades norte-americanas avaliam que o confronto pode ser resolvido em algumas semanas, o que ajudaria a reduzir os preços da energia. Já o governo iraniano afirmou que está preparado para manter o conflito “pelo tempo que for necessário”.

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Guerra no Oriente Médio eleva preço da soja, mas exigências fitossanitárias travam exportações


Reprodução Aprosoja Brasil

Os preços internacionais da soja registraram alta na última semana, impulsionados principalmente pelo aumento das tensões no Oriente Médio. O cenário geopolítico elevou as preocupações sobre o fluxo de petróleo na região e sustentou as cotações das commodities energéticas, refletindo também no mercado de grãos.

De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a valorização externa contribuiu para elevar a paridade de exportação da soja brasileira, o que ajudou a sustentar as cotações no mercado doméstico.

Apesar desse movimento de alta, o ritmo de negócios nos portos brasileiros foi limitado nos últimos dias. Segundo o Cepea, novos protocolos de exigências fitossanitárias têm gerado incertezas no comércio internacional da oleaginosa.

Esse cenário levou à devolução de cargas destinadas à exportação, o que acabou reduzindo o volume de negociações nos portos.

Diante das dúvidas sobre a aplicação das novas regras, parte dos agentes do mercado passou a priorizar negociações no mercado interno, especialmente entre diferentes regiões produtoras.

A estratégia busca reduzir riscos enquanto exportadores e compradores aguardam maior clareza sobre os procedimentos sanitários exigidos nas operações internacionais.

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Congresso promulga acordo comercial Mercosul–União Europeia nesta terça-feira


Senado
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O Congresso Nacional deve promulgar nesta terça-feira (17), em sessão solene, o decreto legislativo que ratifica o Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A cerimônia está marcada para as 15h30 e formaliza a aprovação do texto pelo Parlamento brasileiro.

O acordo foi firmado em janeiro, em Assunção, no Paraguai, e aprovado pelo Senado no início de março, encerrando um processo de negociação que se estendeu por mais de duas décadas.

O tratado prevê a redução de tarifas para cerca de 91% dos produtos importados pelo Mercosul e 95% dos produtos importados pela União Europeia, ampliando o acesso entre os mercados dos dois blocos.

Juntos, Mercosul e União Europeia representam um mercado de aproximadamente 718 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) estimado em US$ 22,4 trilhões, equivalente a cerca de R$ 115 trilhões.

Dados do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) indicam que a União Europeia é atualmente o segundo principal parceiro comercial do Brasil.

Em 2025, o fluxo de comércio entre Brasil e o bloco europeu somou cerca de US$ 100 bilhões (R$ 520 bilhões) em bens, com ligeiro superávit para os países europeus.

Entrada em vigor depende de ratificação

Para que o acordo passe a valer plenamente, é necessário que os países envolvidos comuniquem formalmente a ratificação do tratado.

A Comissão Europeia anunciou em 27 de fevereiro que pretende iniciar a aplicação provisória das regras comerciais, mesmo antes da ratificação completa por todos os parlamentos nacionais da União Europeia.

No caso brasileiro, a promulgação do decreto legislativo pelo Congresso era uma das etapas necessárias para formalizar a adesão do país ao acordo.

Segundo o governo brasileiro, a expectativa é de que o tratado entre em vigor em até 60 dias após a promulgação.

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Última semana do verão começa com pancadas de chuva e risco de temporais


Imagem gerado por IA para o Canal Rural

A segunda-feira (16) começa com tempo firme em parte do Brasil, mas áreas de instabilidade devem se intensificar ao longo do dia. O avanço do calor e da umidade, aliado à atuação de sistemas meteorológicos, favorece pancadas de chuva moderadas a fortes em várias regiões, com risco de temporais e rajadas de vento.

O aumento da nebulosidade e das chuvas ocorre principalmente entre a tarde e a noite, quando as instabilidades ganham força em diversas áreas do país.

Sul terá retorno da chuva e rajadas de vento fortes

A manhã começa com sol entre nuvens e tempo firme em grande parte da Região Sul.

No entanto, a partir da tarde, áreas de instabilidade se formam devido ao calor, à umidade e à presença de uma área de baixa pressão no interior do continente.

Há previsão de:

  • chuva moderada no litoral do Paraná e de Santa Catarina, influenciada pela umidade marítima
  • pancadas moderadas no oeste catarinense e no norte do Rio Grande do Sul
  • chuvas moderadas a fortes no oeste e noroeste do Paraná e no sudoeste gaúcho

Nas demais áreas, o dia segue com predomínio de sol e aumento das temperaturas.

As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h em diversas áreas da região. No sul do Rio Grande do Sul, os ventos podem chegar a 70 km/h.

Sudeste terá temporais em Minas e chuva forte no interior paulista

No Sudeste, a manhã começa com tempo firme em grande parte da região, mas as instabilidades aumentam ao longo do dia.

A circulação de umidade e a presença de um cavado em níveis médios da atmosfera favorecem a formação de pancadas de chuva.

Há previsão de:

  • chuva moderada a forte no norte e leste de Minas Gerais
  • temporais no Triângulo Mineiro e no centro-norte do estado
  • pancadas intensas na metade norte do Espírito Santo

No extremo nordeste mineiro, há alerta para acumulados elevados de chuva.

Em São Paulo, o aquecimento e o fluxo de umidade favorecem pancadas moderadas a fortes no norte, noroeste e oeste do estado. Já no sul e sudoeste paulista, a chuva ocorre de forma mais moderada.

Nas demais áreas do Sudeste, incluindo o sul de Minas Gerais, o tempo segue firme e com temperaturas em elevação.

Centro-Oeste terá pancadas fortes e risco de temporais

No Centro-Oeste, a instabilidade aparece já nas primeiras horas do dia, principalmente em áreas do norte e noroeste de Mato Grosso, além do nordeste de Goiás e sudoeste de Mato Grosso do Sul.

Entre o final da manhã e a tarde, as áreas de chuva ganham força.

A previsão indica:

  • pancadas moderadas a fortes em Mato Grosso e Goiás
  • risco de temporais no estado de Goiás e no centro-leste de Mato Grosso
  • chuvas fortes no norte e centro-leste de Mato Grosso do Sul

Ao longo da noite, o tempo tende a melhorar em Mato Grosso do Sul, enquanto instabilidades isoladas ainda podem ocorrer em Mato Grosso e Goiás.

Nordeste tem alerta para chuva volumosa na Bahia

No Nordeste, a instabilidade continua atuando em várias áreas, impulsionada pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e pela presença de um Vórtice Ciclônico em Altos Níveis (VCAN).

Há previsão de chuvas moderadas a fortes em:

  • grande parte da Bahia
  • Maranhão
  • Piauí
  • Ceará
  • oeste de Pernambuco

Existe risco de temporais no Maranhão, no sul e oeste do Piauí e na metade sul da Bahia.

Entre Ilhéus e o sul da Bahia, há alerta para chuva volumosa e acumulados elevados.

Nas demais áreas da região, o tempo segue quente e com sol entre nuvens.

Norte terá chuva forte e temporais em vários estados

A região Norte também enfrenta instabilidades ao longo desta segunda-feira. A presença de umidade e a atuação da Zona de Convergência Intertropical favorecem pancadas de chuva desde cedo.

As chuvas atingem principalmente:

  • Amazonas
  • Pará
  • Tocantins
  • Roraima
  • Acre
  • Rondônia
  • Amapá

Entre o fim da manhã e a tarde, as pancadas ganham força e podem ocorrer temporais em vários pontos da região.

Os maiores alertas incluem grande parte do Pará, o Amapá, áreas do Acre e de Roraima, além do leste e centro-sul do Amazonas.

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