sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

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Daoud comenta retorno do imposto argentino sobre exportação de soja



A Argentina atingiu o maior volume de exportações de grãos em pelo menos sete anos, totalizando 10,5 milhões de toneladas em 2024/25, após suspender temporariamente os impostos sobre essas operações. No caso da soja, a alíquota era de 26%. A medida gerou um aumento da oferta interna de moeda estrangeira, fortalecendo o peso argentino e estimulando negócios, inclusive com a China, principal comprador.

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Após a suspensão temporária, que gerou uma arrecadação de 7 bilhões de dólares, a Argentina reintroduziu os impostos de exportação sobre grãos e seus derivados, segundo a Agência Fiscal Argentina (Arca). O comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, analisou o impacto dessa retomada das tarifas. Confira:

Daoud explicou que a janela de isenção foi coordenada com a China, que tinha interesse em adquirir 13 milhões de toneladas de soja, reduzindo compras dos Estados Unidos. Com isso, o mercado internacional registrou intensa movimentação, mas o impacto sobre o Brasil foi mínimo. O país mantém estabilidade no mercado interno, com demanda firme para esmagamento de milho e soja.

Além disso, Daoud reforçou que a medida argentina não prejudica o Brasil, já que o mercado nacional segue competitivo e preparado para atender à demanda interna e às exportações. A suspensão temporária dos impostos foi vista como uma solução pontual para questões cambiais e comerciais do país vizinho.

Miguel Daoud finalizou sua análise destacando que, nos Estados Unidos, parte do valor arrecadado com tarifas de importação será destinada aos produtores para compensar perdas, já que a China ainda não retomou as compras de soja do país, conforme afirmou Donald Trump. A medida contrasta com a realidade do Brasil, onde produtores enfrentam dificuldades de crédito e altos níveis de endividamento.



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Concursos de café triplicam valor de grãos em Minas Gerais


O Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais, promovido pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), recebeu mais de 1.800 inscrições em 2025, crescimento de 31% em relação ao ano passado.

Conforme o órgão, grãos premiados têm sido reconhecidos no mercado. Os compradores chegam a pagar até três vezes mais em relação aos produtos convencionais.

Valorização do grão

A Emater destaca que a remuneração feita por um produto de maior qualidade gera, consequentemente, melhores condições às famílias envolvidas na produção.

Exemplo disso é que em 2024, uma rede de supermercados adquiriu o café vitorioso do Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais por R$ 6 mil a saca, além de o produtor ter recebido mais R$ 10 mil pelo prêmio de Grande Campeão.

Já os grãos do primeiro lugar do concurso foram comercializados a R$ 5 mil por saca e o segundo colocado recebeu R$ 4 mil/saca.

“Como o café subiu bastante no último ano, comprado por R$ 2,5 mil anteriormente, a diferença de preços foi menos acentuada, mas nos últimos tivemos o lote campeão sendo vendido por três vezes a cotação do dia”, comenta o coordenador estadual de Cafeicultura da Emater-MG, Bernardino Cangussu.

Maior concurso de cafés especiais

Na sua 22ª edição, o Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais, é a maior e mais tradicional competição voltada exclusivamente para cafés especiais produzidos no estado.

O coordenador estadual de Culturas da Emater-MG, Willem Araújo, comentou sobre as melhorias no café mineiro e o surgimento de regiões referência em cafés de qualidade fomentadas em razão do concurso.

“O concurso contribuiu bastante para a melhoria dos cafés mineiros, assim como os demais concursos feitos pela Emater-MG nos municípios e nas regionais. Há alguns anos, nas Matas de Minas, quase não tinha café de qualidade, mas atualmente a região é uma das maiores produtoras de cafés finos do país”, citou.

Já o coordenador regional da Emater-MG em Manhuaçu, Thiago Oliveira, considera que os concursos de café da Emater-MG, que têm inscrições gratuitas, são a opção mais barata de projeção do cafeicultor.

“Os concursos atraem a atenção de muitas cafeterias e compradores, pois facilita que eles identifiquem facilmente bebidas de alta qualidade. Vale a pena participar também pelo network especializado, que o cafeicultor faz ao se destacar num concurso desses”, ressalta Thiago.

Mudança de vida

Família Lacerda. Foto: Rafael Soal/Emater-MG

O cafeicultor José Alexandre Lacerda é de Espera Feliz, um dos municípios das Matas de Minas, que mais brilharam no concurso estadual.

A família do patriarca Onofre Lacerda, Grande Campeão Estadual de 2024, trabalha unida e já acumula seis prêmios no estadual e ainda conquistou premiações em concursos nacionais.

O produtor diz que nasceu na cafeicultura, mas enfrentava dificuldades com o café comum. Após se inscrever pela primeira vez no concurso e conquistar um prêmio, a produção ganhou reconhecimento.

“[…] Como meu pai sempre prezou pelo capricho, o extensionista da Emater-MG falou para entrarmos no concurso e já na primeira vez ganhamos um prêmio. Outras vitórias vieram e nosso café passou a ser reconhecido no mercado. Daí nossa vida melhorou bastante e atualmente os sete irmãos vivem da cafeicultura”, diz o cafeicultor.

Atualmente, o sítio Di Lacerda vende para torrefações e cafeterias de vários estados e também exporta para Portugal, Espanha, Inglaterra e Japão. Os valores dos cafés vendidos, segundo o produtor, giram em torno de 60 a 100% a mais do que uma saca comum de café.

“Vem gente do mundo inteiro aqui. Passar de produtor de café convencional para o gourmet foi como se tivéssemos achado uma mina de ouro, transformou nossa vida”, comenta entusiasmado o produtor José Alexandre.

Venda nas redes sociais

A cafeicultora Silmara Emerick, de Alto Jequitibá, da Zona da Mata, também produz cafés especiais e já acumula vários prêmios em concursos da Emater-MG, figurando sempre os destaques do Concurso de Qualidade das Regiões das Matas de Minas e do Caparaó.

“Os concursos trazem muita visibilidade para o produtor. No início é difícil, mas você não pode desistir. Fazendo um café de alta qualidade, você adquire credibilidade no mercado”, diz.

Por outro lado, diferente dos Lacerda, Silmara optou por usar a fama dos concursos para vender diretamente para o consumidor por meio das redes sociais.

“Temos nossa marca de café e usamos a internet, Instagram e Whatsapp, para comercializar nosso produto”, explica. Todos os anos, a família participa ainda de um estande na Semana Internacional de Café (SIC), outra alternativa para divulgação do produto.

Ampliação do comércio

Alguns produtores, premiados em concursos da Emater-MG, comercializam ainda seus cafés pelo site É do Campo, uma plataforma de vendas on-line de produtos da agricultura familiar.

O É do Campo foi criado pela Emater-MG, visando ampliar as vendas da agricultura familiar por meio do comércio eletrônico e oferece vários tipos de cafés de marcas dos próprios produtores.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Tecnologia transforma a rotina no campo e torna a gestão rural mais eficiente



As ferramentas digitais da Fundação Solidaridad permitem que produtores e técnicos extensionistas acompanhem atividades em tempo real, reduzindo burocracia e fortalecendo cadeias produtivas e o uso de tecnologias no campo.

No quadro Sustentabilidade na Prática, Denis Oliveira, gerente de unidade de soluções digitais da Fundação Solidaridad, destacou a importância do uso de aplicativos móveis na rotina das propriedades rurais.

“Tive a oportunidade de acompanhar a evolução da Fundação no Brasil e o progresso tecnológico. Quando começamos nosso primeiro projeto, em 2014, a imagem do produtor do futuro era com um notebook debaixo do braço. Isso mudou rapidamente, e em 2016 já começamos a desenvolver ferramentas digitais voltadas para celulares”, explica.

Segundo Oliveira, a plataforma digital criada pela Fundação oferece suporte tanto aos produtores quanto aos técnicos extensionistas.

“Nossa plataforma auxilia bastante a vida do técnico, evitando que ele precise fazer relatórios em papel ou Excel. No final do dia, conseguimos liberá-lo de trabalhos administrativos para que ele possa fazer o que sabe de melhor, que é apoiar os produtores no campo”, afirma.

Além de reduzir a burocracia, os aplicativos permitem o monitoramento em tempo real das atividades agrícolas. “Na outra ponta, entregamos informação valiosa para coordenadores, gerentes e parceiros, dando visibilidade em tempo real das atividades que acontecem no campo e isso é muito importante”, disse Oliveira.

A Fundação Solidaridad destaca que a tecnologia também fortalece as cadeias produtivas, tornando-as mais resilientes e socialmente inclusivas. “As nossas tecnologias digitais acompanham passo a passo o desenvolvimento dos nossos programas, e isso é motivo de muito orgulho”, conclui.



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La Niña pode chegar ao Brasil; chuvas intensas podem atingir até 300 mm ainda este ano



Tempo quente, seco, chuvas e fenômenos climáticos: o Mercado & Cia desta sexta-feira (26) analisou como as condições climáticas influenciam na produção e nos preços da soja. De olho no início do plantio no Brasil, a oleaginosa deve registrar novo avanço nos números finais e, se o clima colaborar, pode alcançar safra recorde no ciclo 2025/26.

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Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção nacional tem o potencial de chegar a 177,67 milhões de toneladas, crescimento de 3,6% frente ao ciclo anterior, quando foram colhidas 171,47 milhões. Já a consultoria Safras & Mercado projeta números ainda maiores, entre 180 e 181 milhões de toneladas.

Clima mais favorável, mas alerta para La Niña

O meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, reforçou que as previsões são mais positivas em relação aos últimos cinco anos. Além disso, o especialista apontou que a atual condição de neutralidade no Pacífico pode evoluir para um La Niña entre novembro e dezembro.

“No Centro-Oeste houve um atraso, mas não deve ser suficiente para comprometer a safra. Já no Rio Grande do Sul, existe uma boa expectativa, embora a possibilidade de La Niña no fim do ano aumente a preocupação com estiagens, justamente em um período em que historicamente chove menos no estado”, explicou.

Chuvas bem distribuídas

De acordo com Müller, no cenário nacional a tendência é de chuvas mais bem distribuídas, com acumulados que podem chegar a 100 milímetros em uma semana e até 300 milímetros em 30 dias no fim do ano. “Esse volume vai beneficiar as lavouras em fase de enchimento de grãos, quando a soja mais precisa de umidade”, destacou.

Em Mato Grosso, maior produtor da oleaginosa, o meteorologista observou que o fim de setembro ainda terá precipitações irregulares. “No centro-sul do estado, a chuva é mais limitada, enquanto o centro-norte já recebeu bons volumes”, disse. A partir dos dias 3 e 4 de outubro, até o dia 10, seguem pancadas isoladas de até 20 milímetros, suficientes para dar início ao plantio sem grandes atrasos.

Fim de setembro: quando a chuva chega?

Após a passagem da frente fria no fim de setembro, o clima tende a ficar mais quente e seco até dia 10 de outubro. A partir da segunda quinzena, entretanto, a previsão é de chuvas mais volumosas e regulares, com acumulados de até 100 milímetros em apenas uma semana.

“Em novembro e dezembro deve chover bem, com o clima favorecido pela atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul, principal sistema responsável pelas precipitações no Centro-Oeste e no Sudeste”, concluiu Müller.

Recuperação do Rio Grande do Sul

O analista Rafael Silveira, da Safras & Mercado, destacou que a recuperação das lavouras do Rio Grande do Sul será determinante nesse resultado. Embora não haja expectativa de aumento de área no estado, a retomada da produtividade deve impulsionar a produção.

Entre os desafios, Silveira citou o custo elevado de produção e os juros altos, fatores que podem reduzir o uso de tecnologia no campo e deixar a produtividade ainda mais dependente do clima.

Comercialização e prêmios

Na frente comercial, Silveira avaliou que os prêmios portuários tiveram bom desempenho em 2025, impulsionados pelas exportações brasileiras e pela redução das compras de soja americana pela China. O ritmo de vendas da safra antecipada, entretanto, preocupa: apenas entre 21% e 23% da produção 2025/26 está comprometida, percentual abaixo da média histórica.

“Se o produtor não travar preços agora, corre o risco de enfrentar pressão de prêmios na entrada da safra, o que pode reduzir margens de lucro”, alertou.

Estados Unidos

Rafael Silveira também detalhou o cenário internacional. De acordo com ele, os Estados Unidos enfrentam dificuldades na colheita e nas negociações com a China, sem grandes volumes confirmados. A combinação de safra menor com exportações fracas pode levar a novos ajustes nos estoques e pressionar ainda mais as cotações em Chicago.

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confira a previsão de outubro


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou nesta sexta-feira (26) um balanço sobre as condições de chuva e temperatura para todo o mês de outubro.

Em grande parte do Sudeste, os volumes de precipitação devem ser acima da média para o mês, enquanto Sul, Centro-Oeste e Norte devem ter acumulados menores. Confira os detalhes e o mapa abaixo:

Sul

São previstos acumulados de chuva acima da média histórica em grande parte do Paraná e em áreas do norte e oeste de Santa Catarina. Em contrapartida, prevê-se chuva inferior à média em todo o Rio Grande do Sul, com volumes de até 75 mm abaixo na área de fronteira entre as mesorregiões do sudoeste, noroeste e centro-ocidental Rio-Grandense.

Sudeste

O Inmet indica volumes acima da média em grande parte de Minas Gerais, assim como nas porções oeste e sudeste de São Paulo e em praticamente todo o estado do Rio de Janeiro. No restante da região, prevê-se chuva próxima à média climatológica.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste são previstos volumes de chuva abaixo da média em grande parte de Mato Grosso, no noroeste de Goiás e Distrito Federal. De outro modo, o Inmet aponta para precipitações acima da média em áreas do oeste e extremo sul do território mato-grossense, bem como no centro-leste de Mato Grosso do Sul.

Mapa chuva e temperaturasMapa chuva e temperaturas
Foto: Reprodução

Nordeste

Para a Região Nordeste, prevalece a previsão de valores em torno da média histórica em praticamente todos os estados. Porém, em áreas do norte da Bahia, além do sul do Maranhão e do Piauí, podem ocorrer chuvas acima da média.

Norte

No Norte do país, o Inmet prevê volumes de chuva de até 50 mm abaixo da média histórica na maior parte do Pará, centro de Tocantins, e nas porções centro-leste e noroeste do Amazonas. Por outro lado, deve chover acima da média histórica em todo o Amapá, extremo norte do Pará, oeste do Acre, norte de Rondônia, bem como na região de fronteira entre o Amazonas, Peru e Colômbia. Nas demais áreas da região, o prognóstico indica valores próximos à média climatológica de outubro.

Temperaturas em outubro

A previsão do Inmet para o mês de outubro indica que as temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do país (tons em laranja e vermelho no mapa). Saiba mais:

Sul

A previsão indica temperaturas abaixo da média na região central do Rio Grande do Sul (tonalidade azul no mapa da Figura 1b), com valores inferiores a 20°C. No norte e leste do Paraná, os termômetros devem ficar mais elevados, com até 1°C acima e valores que podem ultrapassar os 24°C. As demais áreas tendem a permanecer próximas da média.

Sudeste

No Sudeste, esperam-se temperaturas médias acima de 22°C, principalmente em áreas do leste de São Paulo e na divisa com Minas Gerais, além do centro-sul do Rio de Janeiro. Termômetros em níveis mais elevadas são previstos para a parte centro-oeste mineira e paulista, com valores que podem ultrapassar os 25°C.

Centro-Oeste

O Inmet aponta que devem prevalecer temperaturas médias acima da climatologia do mês, com maiores elevações no norte e leste de Mato Grosso, assim como na porção oeste de Mato Grosso do Sul, onde os valores podem superar os 28°C.

Nordeste

No Nordeste, a previsão é de temperaturas acima da média em todos os estados, principalmente no oeste da Bahia, além do sul do Maranhão e do Piauí, onde os valores podem ultrapassar os 28°C. Mesmo em áreas próximas ao litoral, os níveis serão mais altos, oscilando entre 26°C e 28°C.

Norte

Para a Região Norte são previstas temperaturas de até 1,5 °C acima da média, especialmente no sudeste do Pará e Tocantins, onde os termômetros podem variar entre 2°C e 32°C, com pouca chuva.



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Azerbaijão abre mercado para termoprocessados brasileiros



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou nesta sexta-feira (26) a abertura do mercado do Azerbaijão para os produtos cárneos termoprocessados de aves e suínos do Brasil.

A oficialização foi comunicada pelas autoridades sanitárias azeris. Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o resultado representa um avanço estratégico para o país em um mercado em plena expansão no consumo de proteína animal.

Segundo levantamento do Mapa, o consumo per capita de carne de frango no Azerbaijão gira em torno de 15 quilos por habitante, com 141 mil toneladas consumidas internamente (dados de 2021), com projeções que indicam a possibilidade de alcançar até 152 mil toneladas em 2026.

No último ano, as importações de carne de frango pelo país chegaram a 41,9 mil toneladas – volume 46% superior ao registrado em 2023 –, com origem majoritária na Ucrânia e na Rússia.

Retomada de parceria

A ABPA destaca que, historicamente, o Brasil já registrou fluxos significativos de exportação de carne de frango ao Azerbaijão, encerrados em 2019 e retomados de forma pontual em 2024.

Já no caso da carne suína, apesar do baixo consumo naquele país, os embarques brasileiros responderam pela maior parte dos volumes importados nos últimos anos.

A ABPA ressalta que, com a abertura para os termoprocessados, o setor produtivo projeta a retomada gradual da presença brasileira no mercado, com produtos alinhados às exigências locais e à crescente demanda da população.

De acordo com o presidente da Associação, Ricardo Santin, a abertura amplia as perspectivas de acesso ao mercado azeri.

“O Brasil é reconhecido mundialmente pela qualidade e segurança de seus produtos, que atendem aos mais rigorosos padrões internacionais. A nova abertura reforça, desta forma, nossa posição como parceiro estratégico do Azerbaijão, em um momento de crescimento consistente da demanda local ”, destacou.



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Soja deve ocupar 33 mil hectares em município de MG; saiba qual



O plantio da safra 2025/26 de soja em Minas Gerais poderá ser iniciado a partir da próxima quarta-feira (1º), após o fim do vazio sanitário. No Centro-Oeste mineiro, a área cultivada em Patos de Minas deverá atingir 33 mil hectares, repetindo o volume da temporada anterior, conforme informações da Emater local.

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Produtividade de soja

O engenheiro-agrônomo Fernando José da Silva destaca que a produtividade média das lavouras deve alcançar 3.900 quilos por hectare, resultado semelhante ao obtido na última safra e considerado satisfatório para a região.

Segundo Silva, as primeiras chuvas começaram a aparecer nos últimos dias, o que trouxe alívio aos produtores após o período de estiagem. Foram registrados 8,8 milímetros em 22 de setembro, 2,6 milímetros em 23 de setembro e 12,4 milímetros em 24 de setembro, índices que indicam o início da retomada da umidade do solo.

Cautela

Os agricultores, no entanto, permanecem cautelosos e aguardam a regularidade das precipitações antes de colocar as máquinas em campo. Caso o regime de chuvas se mantenha e se intensifique, há expectativa de que o cultivo da soja seja adiantado, o que poderia favorecer o calendário agrícola da região e abrir espaço para o planejamento de uma eventual segunda safra.

Números

De acordo com levantamento da consultoria Safras & Mercado, a área total de soja em Minas Gerais deverá alcançar 2,41 milhões de hectares em 2025/26, alta de 1,3% frente aos 2,38 milhões de hectares da temporada anterior.

A produção estadual é estimada em 9,544 milhões de toneladas, 1,8% superior ao número de 9,378 milhões de toneladas colhidas em 2024/25. O rendimento médio projetado é de 3.980 quilos por hectare, ligeiramente acima dos 3.960 quilos da safra passada.



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Principal feira de vinhos das Américas deve reunir quase 40 países


A 6ª edição da ProWine São Paulo, considerada a maior feira profissional de vinhos e destilados das Américas, acontecerá entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, no Expo Center Norte, zona norte da capital paulista.

De acordo com os organizadores, o evento reunirá ao menos 36 países, atraindo importadores, distribuidores, sommeliers e profissionais do setor em busca de novos rótulos e parcerias comerciais. A expectativa é aumentar o público da edição anterior, quando a feira recebeu mais de 15 mil visitantes.

Além da presença internacional, a feira se vale do crescente apelo que a bebida tem exercido sobre o público brasileiro: nos primeiros meses de 2025, o consumo de vinhos no país cresceu 7% (entre rótulos nacionais e importados) em relação ao mesmo período do ano passado, conforme levantamento da Ideal BI Consulting. Enquanto isso, no mesmo intervalo, as importações aumentaram 14% em volume e 15% em valor.

Segundo dados do setor, o Brasil vem registrando aumento no consumo de vinhos finos e no interesse por rótulos de produção limitada, o que cria oportunidades para produtores que unem tradição e inovação.

Presença ilustre

Enólogo Osvaldo Amado. Foto: Divulgação

Entre os expositores confirmados na 6ª edição da ProWine São Paulo está o premiado enólogo Osvaldo Amado, que apresenta a vinícola Casa dos Amados e seus novos rótulos ao mercado nacional.

Reconhecido internacionalmente com mais de 4.100 medalhas em concursos de vinhos, Amado celebra nesta edição a recente conquista do título de “Melhor Vinho do Dão 2025” para o seu rótulo Raríssimo DOC Dão Tinto 2009.

A Casa dos Amados é um projeto enológico que atravessa quatro das mais importantes regiões vitivinícolas de Portugal: Bairrada, Dão, Beira Interior e Vinho Verde. De acordo com Amado, cada uma delas contribui com características únicas de solo, clima e castas, permitindo que Amado explore ao máximo o potencial do terroir português.

Serviço

O que: 6ª edição da ProWine São Paulo
Quando: 30 de setembro a 2 de outubro
Onde: Expo Center Norte (Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo, SP)
Inscrições pelo site



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