sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

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Tempo seco e calor extremo elevam risco de incêndios em São Paulo



A Defesa Civil de São Paulo alerta que o risco de incêndios em vegetação permanece alto em quase todo o estado. As condições típicas da estiagem seguem críticas e demandam atenção intensificada das equipes municipais e estaduais.

No último domingo (5), grandes áreas do estado estavam em nível de emergência (roxo), com destaque para as regiões de Ribeirão Preto, Bauru, Araraquara e Presidente Prudente.

O nível de alerta (vermelho) se concentrava no Vale do Paraíba, na Região Metropolitana de São Paulo e no litoral sul, onde a baixa umidade e os ventos constantes ampliavam o risco de propagação do fogo.

Nesta segunda-feira (6), o cenário segue preocupante, com a expansão das áreas em nível de emergência para além do interior paulista.

Além das regiões noroeste, centro e oeste que abrangem municípios como Barretos, Araçatuba, São José do Rio Preto, Marília, Assis, Bauru e Presidente Prudente, o nível crítico também alcançou a faixa leste, incluindo parte do Vale do Paraíba, a Região Metropolitana e trechos do litoral norte.

O nível de alerta permanece ao longo do litoral, onde a vegetação seca, as altas temperaturas e a baixa umidade relativa do ar criam condições favoráveis à propagação de incêndios.

Na terça-feira (7), há previsão de leve redução das áreas em emergência, com avanço dos níveis de alerta (vermelho) e alto (laranja) sobre o centro e oeste do estado, especialmente nas regiões de Bauru, Piracicaba, Marília e Presidente Prudente. Apesar dessa pequena melhora, o risco segue elevado e requer monitoramento constante.

Atenção máxima

A Defesa Civil reforça que todo o estado segue em atenção máxima. A população deve evitar o uso do fogo para limpeza de terrenos ou descarte de lixo e acionar imediatamente as autoridades locais ao identificar fumaça ou focos de incêndio.



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Lula pede retirada de sobretaxa e combina reunião presencial com Trump



O Palácio do Planalto confirmou, por meio de nota à imprensa, o telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na manhã desta segunda-feira (6).

Segundo o comunicado, durante a conversa, que durou cerca de meia hora, o presidente brasileiro solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais, além da suspensão das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

Ainda de acordo com a nota, Trump designou o secretário de Estado, Marco Rubio, para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Durante o telefonema, Lula e Trump também acertaram um encontro presencial. O presidente brasileiro sugeriu que a reunião ocorra durante a Cúpula da ASEAN, na Malásia, prevista para o fim do mês.

Encontro na ONU

A conversa entre os dois chefes de Estado ocorre após um breve encontro durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada no mês passado, em Nova York. Na ocasião, Trump afirmou em discurso que havia combinado com Lula de conversar posteriormente e elogiou o presidente brasileiro.

“Eu estava entrando no plenário da ONU, e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Mas ele pareceu um cara muito legal. Ele gostou de mim, e eu gostei dele”, disse Trump.



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ajuda de Trump aos agricultores pode demorar até início de 2026



A ajuda anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aos agricultores americanos, especialmente os de soja, estimada pela imprensa entre US$ 10 bilhões e US$ 14 bilhões, pode levar até dezembro ou início de 2026 para chegar aos produtores. A estimativa é da consultoria AgResource.

O valor foi reportado pelo Wall Street Journal e outros veículos de imprensa americanos. Segundo o presidente da AgResource, Dan Basse, o governo dos Estados Unidos dispõe de apenas US$ 3 bilhões em um fundo emergencial para a agricultura. Ele avaliou que uma alternativa seria recorrer às tarifas aplicadas sob a Seção 301, mas ressaltou que qualquer repasse desse tipo dependeria de aprovação do Congresso.

Pagamento inviável

Em vídeo divulgado na última sexta-feira (3), o presidente da consultoria afirmou que fontes em Washington indicam ausência de mecanismos para tornar viável o pagamento no curto prazo, situação agravada pela paralisação do governo federal, que completa o terceiro dia.

“Se você está pensando em usar essa ajuda para financiar a armazenagem da safra, acho que vai levar muito mais tempo do que esperamos para esse dinheiro chegar aos agricultores”, disse.

Com o governo fechado desde 1º de outubro, serviços e anúncios do Departamento de Agricultura (USDA) tiveram impacto, o que atrasa a busca por soluções. “A notícia saiu porque Trump quer mostrar aos chineses que o governo dos Estados Unidos apoia o agricultor americano. Concordo com isso. Mas também nos diz que o governo não está otimista de que um acordo será fechado com a China”, afirmou.



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Brasil vira fornecedor de países que exportam carne bovina aos Estados Unidos



O Brasil ganhou protagonismo em uma nova dinâmica do comércio internacional de carnes. Países vizinhos, como o Paraguai, têm utilizado o produto brasileiro para abastecer seus mercados internos. Com isso, as exportações de carne bovina local para os Estados Unidos são ampliadas. A prática é conhecida como arbitragem ou “triangulação”.

Segundo Lygia Pimentel, diretora da Agrifatto, essa movimentação não fere acordos comerciais, mas ajuda a manter o fluxo global de exportações. “Na prática, o Paraguai pode comprar carne brasileira para consumo doméstico e exportar a sua própria carne para os Estados Unidos, aproveitando os bons preços do Brasil para não reduzir o estoque interno”, explica.

De acordo com dados da Agrifatto, os embarques de carne bovina do Brasil para o mercado paraguaio aumentaram 55% no acumulado de 2025 frente ao mesmo período de 2024. Porém, entre julho e agosto, o volume exportado saltou para 178%.

Competitividade sustenta exportações brasileiras

O movimento de arbitragem ocorre em um momento em que o Brasil deve atingir o maior volume mensal de exportações de carne bovina em setembro. Até a quarta semana do mês passado, foram embarcadas 294,7 mil toneladas da proteína, um recorde da série histórica. Os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) confirmam que o país ampliou as vendas mesmo fora do mercado norte-americano e enfrentando o tarifaço.

Para Pimentel, o resultado também consolida o país como o fornecedor de carne bovina mais competitivo do mundo. Segundo ela, os preços são 24% mais baixos que a média global. “O país está exportando muito porque possui a carne mais barata do mundo. Essa competitividade tem sustentado as vendas apesar das barreiras comerciais”, afirma.

Além disso, a analista destaca que o desempenho reflete a capacidade de o país diversificar mercados e se manter relevante no comércio internacional, mesmo sem acesso direto aos Estados Unidos.

Oportunidade para o mercado brasileiro

Diante disso, a diretora da Agrifatto afirma que essa “é uma enorme oportunidade” para os pecuaristas brasileiros e o mercado nacional como um todo. Para Pimentel, o bom momento das exportações chega em meio a uma oferta recorde de animais para abate, resultado da fase de liquidação de fêmeas do ciclo pecuário.

Se por um lado esse aumento da disponibilidade de carne poderia pressionar os preços pagos ao produtor, por outro, a demanda global tem funcionado como válvula de escape. “Não fosse a demanda externa aquecida e os baixos preços brasileiros, seria mais difícil escoar esse excedente. A arbitragem tem sido uma oportunidade importante para equilibrar o mercado durante esse período de oferta abundante”, afirma.



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Brasil vira fornecedor de países que exportam carne bovina aos Estados Unidos



O Brasil ganhou protagonismo em uma nova dinâmica do comércio internacional de carnes. Países vizinhos, como o Paraguai, têm utilizado o produto brasileiro para abastecer seus mercados internos. Com isso, as exportações de carne bovina local para os Estados Unidos são ampliadas. A prática é conhecida como arbitragem ou “triangulação”.

Segundo Lygia Pimentel, diretora da Agrifatto, essa movimentação não fere acordos comerciais, mas ajuda a manter o fluxo global de exportações. “Na prática, o Paraguai pode comprar carne brasileira para consumo doméstico e exportar a sua própria carne para os Estados Unidos, aproveitando os bons preços do Brasil para não reduzir o estoque interno”, explica.

De acordo com dados da Agrifatto, os embarques de carne bovina do Brasil para o mercado paraguaio aumentaram 55% no acumulado de 2025 frente ao mesmo período de 2024. Porém, entre julho e agosto, o volume exportado saltou para 178%.

Competitividade sustenta exportações brasileiras

O movimento de arbitragem ocorre em um momento em que o Brasil deve atingir o maior volume mensal de exportações de carne bovina em setembro. Até a quarta semana do mês passado, foram embarcadas 294,7 mil toneladas da proteína, um recorde da série histórica. Os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) confirmam que o país ampliou as vendas mesmo fora do mercado norte-americano e enfrentando o tarifaço.

Para Pimentel, o resultado também consolida o país como o fornecedor de carne bovina mais competitivo do mundo. Segundo ela, os preços são 24% mais baixos que a média global. “O país está exportando muito porque possui a carne mais barata do mundo. Essa competitividade tem sustentado as vendas apesar das barreiras comerciais”, afirma.

Além disso, a analista destaca que o desempenho reflete a capacidade de o país diversificar mercados e se manter relevante no comércio internacional, mesmo sem acesso direto aos Estados Unidos.

Oportunidade para o mercado brasileiro

Diante disso, a diretora da Agrifatto afirma que essa “é uma enorme oportunidade” para os pecuaristas brasileiros e o mercado nacional como um todo. Para Pimentel, o bom momento das exportações chega em meio a uma oferta recorde de animais para abate, resultado da fase de liquidação de fêmeas do ciclo pecuário.

Se por um lado esse aumento da disponibilidade de carne poderia pressionar os preços pagos ao produtor, por outro, a demanda global tem funcionado como válvula de escape. “Não fosse a demanda externa aquecida e os baixos preços brasileiros, seria mais difícil escoar esse excedente. A arbitragem tem sido uma oportunidade importante para equilibrar o mercado durante esse período de oferta abundante”, afirma.



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Lula conversa com Trump sobre tarifaço por videoconferência



De acordo com informações do G1 e do UOL, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por videoconferência, na manhã desta segunda-feira (6), com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A reunião começou por volta das 10h30 e durou cerca de meia hora.

Lula participou da videoconferência do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação).

Na avaliação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a conversa foi positiva. O principal assunto tratado no encontro foi o tarifaço imposto pela administração Trump ao Brasil desde agosto.

Encontro na ONU

A conversa entre os dois chefes de Estado ocorre após um breve encontro durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada no mês passado, em Nova York. Na ocasião, Trump afirmou em discurso que havia combinado com Lula de conversar posteriormente e elogiou o presidente brasileiro.

“Eu estava entrando no plenário da ONU, e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Mas ele pareceu um cara muito legal. Ele gostou de mim, e eu gostei dele”, disse Trump.



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Baixa oferta mantém cotação da mandioca em alta



A baixa umidade dos solos na maior parte das regiões segue dificultando a colheita da mandioca e, consequentemente, a oferta da raiz. Foi isso o que acompanharam os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Além disso, muitos produtores estão afastados das vendas, devido à menor rentabilidade. Nesse cenário, fecularias e farinheiras registraram, ao longo da semana passada, moagem aquém do esperado, e os preços da raiz continuaram em alta. 

No mercado de fécula, houve maior movimentação em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Compradores estiveram mais ativos na recomposição e manutenção de estoques, aumentando o interesse por lotes maiores do derivado.

Para a farinha, a procura pelo produto também aumentou na semana passada, mas a baixa produção e os estoques curtos limitaram os volumes efetivamente negociados.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Sidrolândia abre a safra de soja 25/26 com presença de 1,2 mil pessoas



Na última sexta-feira (3), a cidade de Sidrolândia, em Mato Grosso do Sul, foi anfitriã da Abertura Nacional do Plantio da Soja 2025/26, em um evento que reuniu cerca de 1.200 pessoas na Fazenda Recanto, do Grupo Trevo. O encontro marcou o início oficial da nova safra e destacou tanto os desafios quanto as oportunidades do setor. Caso você não tenha conseguido comparecer ou não deu tempo de acompanhar o encontro, acesse o link.

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Para Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil e parceiro do projeto Soja Brasil, a parceria com o Canal Rural é fundamental para levar informação de qualidade ao produtor. Ele reforçou que esta safra será marcada por obstáculos, também relacionados ao acesso ao crédito, mas ressaltou a capacidade de resiliência do agricultor brasileiro.

”O produtor rural é desafiador e criativo. Ele vai encontrar saídas, aproveitar os melhores momentos e alcançar bons resultados em suas propriedades”, afirmou o presidente.

O presidente do Sindicato Rural de Sidrolândia, Paulo Stefanello, comemorou a realização do evento no município e ressaltou a contribuição da chuva para o início da safra. Segundo ele, a precipitação recente trouxe ânimo e confiança aos produtores. ”Esperamos uma boa produção, preços melhores e, consequentemente, maior rentabilidade. Que Deus nos ajude a ter uma ótima safra de soja 2025/26”, afirmou.

O anfitrião do evento, Lúcio Basso, proprietário da Fazenda Recanto, também destacou a importância da chuva após quase 90 dias de estiagem. “Foi muito bem-vinda. Agora sim vamos iniciar o plantio com umidade no solo e segurança. Só temos a agradecer ao Canal Rural, à Aprosoja Brasil e MS, e a todos que participaram da organização”, ressaltou.

Além de painéis e discursos, o evento contou com programação cultural, incluindo almoço e show, celebrando o início de mais uma temporada do grão mais importante do agronegócio brasileiro.



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Preços dos feijões voltam a cair em algumas praças



Após apresentar avanços mais expressivos na segunda quinzena de setembro, os preços dos feijões carioca e preto recuaram em algumas regiões. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

No geral, a liquidez está mais limitada neste começo de outubro. Segundo pesquisadores do instituto, a pressão sobre os valores vem da posição mais retraída dos compradores, que se mostram abastecidos para o curto prazo. Estes, agora, estão à espera de um melhor ritmo das vendas para retomar as aquisições da matéria-prima.

No campo, a Conab apontou que, até 27 de setembro, o plantio da primeira safra 2025/26 brasileira de feijão somava 12,8% da área prevista. 

O Rio Grande do Sul liderava as atividades, com 29% da área semeada, seguido por Paraná (28%), Santa Catarina (25,9%) e Minas Gerais (1,5%, em regiões sem vazio sanitário).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Estimativas para inflação e dólar recuam mais uma vez



As expectativas do mercado financeiro para 2025 mostram leve melhora nas projeções de inflação e câmbio, enquanto o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) permanece estável. Os dados constam no Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central, com base nas estimativas de mais de uma centena de instituições financeiras.

Inflação em leve queda

A mediana das estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano passou de 4,81% para 4,80%, registrando a segunda queda consecutiva. Para 2026, a projeção foi mantida em 4,28%.

A taxa básica de juros, a Selic, continua estimada em 15% ao ano, sem alterações nas últimas quatro semanas.

Câmbio recua e PIB mantém ritmo

A projeção para o dólar no fim de 2025 caiu de R$ 5,48 para R$ 5,45, também a segunda redução consecutiva. Para 2026, a expectativa passou de R$ 5,58 para R$ 5,53.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), as expectativas seguiram estáveis. O mercado projeta alta de 2,16% em 2025 e 1,80% em 2026.

Expectativas fiscais e externas

A projeção para o resultado primário do setor público melhorou levemente, passando de déficit de 0,51% para 0,50% do PIB. A dívida líquida foi ajustada de 65,80% para 65,76% do PIB.

No setor externo, o saldo da balança comercial foi reduzido de US$ 64,60 bilhões para US$ 64,40 bilhões, enquanto o déficit em conta corrente aumentou de US$ 68,32 bilhões para US$ 68,16 bilhões.



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