{"id":6657,"date":"2024-12-15T12:33:26","date_gmt":"2024-12-15T16:33:26","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=6657"},"modified":"2024-12-15T12:33:26","modified_gmt":"2024-12-15T16:33:26","slug":"pesquisa-transforma-fruto-em-embalagens-biodegradaveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=6657","title":{"rendered":"pesquisa transforma fruto em embalagens biodegrad\u00e1veis"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/pesquisa-transforma-fruto-em-embalagens-biodegradaveis.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>As embalagens biodegrad\u00e1veis est\u00e3o ganhando for\u00e7a no mercado como uma alternativa sustent\u00e1vel para o meio ambiente. A engenheira de alimentos, pesquisadora e mestranda na Universidade Estadual de Maring\u00e1 (UEM) Carmen Guedes est\u00e1 desenvolvendo dois tipos de embalagens inovadoras a partir da maca\u00faba <em>(Acrocomia aculeata)<\/em>, uma palmeira brasileira de grande potencial produtivo.<\/p>\n<p>Com a fibra do fruto, Guedes cria uma alternativa \u00e0s bandejas de isopor usadas para armazenar alimentos. J\u00e1 a polpa \u00e9 transformada em substituto biodegrad\u00e1vel para sacos pl\u00e1sticos descart\u00e1veis. <\/p>\n<p>\u201cComo a maca\u00faba est\u00e1 sendo usada para reflorestamento, podemos destinar seus frutos para a ind\u00fastria, substituindo pl\u00e1sticos de uso \u00fanico, que n\u00e3o s\u00e3o ecol\u00f3gicos\u201d, destaca a pesquisadora.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-impacto-ambiental-e-inovacao\">Impacto Ambiental e Inova\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>As embalagens desenvolvidas apresentam vantagens ambientais significativas. Quando descartadas, tornam-se adubo para plantas, desaparecendo sem deixar res\u00edduos e contribuindo para a fertilidade do solo. Al\u00e9m disso, incorporam o conceito de \u201cembalagem ativa\u201d, interagindo com alimentos para retardar rea\u00e7\u00f5es de oxida\u00e7\u00e3o e prolongar sua vida \u00fatil.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>A mat\u00e9ria-prima utilizada no projeto foi fornecida pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paran\u00e1 (IDR), que tamb\u00e9m usa a maca\u00faba na recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas no estado.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-pesquisa-e-sustentabilidade\">Pesquisa e Sustentabilidade<\/h3>\n<p>O estudo \u00e9 realizado no Laborat\u00f3rio de Desenvolvimento de Novos Produtos, no c\u00e2mpus-sede da UEM, e atende a seis dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS) da ONU. Orientada pelas professoras Grasiele Scaramal Madrona e M\u00f4nica Scapim, a pesquisa \u00e9 financiada pela Capes e pelo IDR.<\/p>\n<p>Carmen Guedes pretende dar continuidade aos estudos no doutorado, com foco na caracteriza\u00e7\u00e3o da maca\u00faba nativa do <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/parana\/\">Paran\u00e1<\/a><\/strong>. \u201cO nosso principal objetivo \u00e9 desenvolver produtos usando a maca\u00faba. Infelizmente, hoje ela \u00e9 aproveitada apenas para produ\u00e7\u00e3o de biodiesel e \u00e9 um fruto muito nobre para ser designada apenas para esse fim\u201d, afirma.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-outras-iniciativas\">Outras Iniciativas<\/h3>\n<p>A pesquisa segue um hist\u00f3rico de aproveitamento da maca\u00faba no laborat\u00f3rio. Anteriormente, estudantes produziram uma manteiga com 40% de maca\u00faba como Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso, projeto que contou com a participa\u00e7\u00e3o de Guedes.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 que a pesquisa seja conclu\u00edda ainda este m\u00eas, ampliando horizontes para o uso sustent\u00e1vel da maca\u00faba no Brasil.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/macauba-pesquisa-transforma-fruto-em-embalagens-biodegradaveis\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As embalagens biodegrad\u00e1veis est\u00e3o ganhando for\u00e7a no mercado como uma alternativa sustent\u00e1vel para o meio ambiente. A engenheira de alimentos,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6658,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-6657","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6657"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6657"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6657\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6658"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6657"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6657"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6657"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}