{"id":6070,"date":"2024-12-04T17:01:26","date_gmt":"2024-12-04T21:01:26","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=6070"},"modified":"2024-12-04T17:01:26","modified_gmt":"2024-12-04T21:01:26","slug":"policia-combate-esquema-de-falsificacao-de-sementes-de-milho-e-soja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=6070","title":{"rendered":"pol\u00edcia combate esquema de falsifica\u00e7\u00e3o de sementes de milho e soja"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/policia-combate-esquema-de-falsificacao-de-sementes-de-milho-e.png\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Na manh\u00e3 desta quarta-feira (4), uma opera\u00e7\u00e3o policial envolvendo cerca de 120 policiais civis e 15 agentes fiscais agropecu\u00e1rios foi deflagrada para combater o com\u00e9rcio de sementes falsificadas nos estados do <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/rio-grande-do-sul\/\">Rio Grande do Sul<\/a><\/strong>, S\u00e3o Paulo, Bahia e Minas Gerais. <\/p>\n<p>O esquema criminoso falsificava sementes de milho e soja, al\u00e9m de embalagens e documentos fiscais, lesando agricultores com produtos de baixa qualidade vendidos como sendo de alto rendimento.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 conduzida pela Delegacia de Repress\u00e3o \u00e0s A\u00e7\u00f5es Criminosas Organizadas (Draco) de S\u00e3o Luiz Gonzaga (RS). Segundo o delegado Heleno dos Santos, a opera\u00e7\u00e3o teve in\u00edcio ap\u00f3s uma cooperativa local denunciar a fraude, que resultou na perda total da safra de produtores da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Os criminosos adquiriam gr\u00e3os de baixo custo destinados \u00e0 ra\u00e7\u00e3o animal ou sementes danificadas em estados como Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso e Tocantins. <\/p>\n<p>Esses gr\u00e3os eram pintados para simular sementes de marcas renomadas e embalados em sacos falsificados, posteriormente revendidos a pre\u00e7os at\u00e9 12 vezes superiores ao custo original.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>De acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, os gr\u00e3os, comprados por cerca de R$ 100 a saca, eram vendidos a at\u00e9 R$ 1.200 ap\u00f3s a falsifica\u00e7\u00e3o \u2013 um lucro il\u00edcito de R$ 1.000 por saca. <\/p>\n<p>Representantes comerciais e corretores atuavam na intermedia\u00e7\u00e3o das vendas, enquanto pessoas jur\u00eddicas funcionavam como \u201claranjas\u201d para distribuir as sementes falsificadas.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-logistica-e-falsificacao-das-sementes\">Log\u00edstica e falsifica\u00e7\u00e3o das sementes<\/h3>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o revelou que o esquema contava com o apoio de gr\u00e1ficas localizadas em S\u00e3o Paulo e na Bahia para falsificar embalagens. Escrit\u00f3rios de contabilidade e profissionais de computa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, tamb\u00e9m alvos de buscas, eram respons\u00e1veis pela adultera\u00e7\u00e3o de documentos fiscais e agropecu\u00e1rios. <\/p>\n<p>Os produtos falsificados eram transportados em caminh\u00f5es da organiza\u00e7\u00e3o criminosa para estados como Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-acao-conjunta\">A\u00e7\u00e3o conjunta<\/h3>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o contou com a participa\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF) e das Secretarias e Ag\u00eancias de Agricultura e Pecu\u00e1ria dos estados envolvidos. <\/p>\n<p>As investiga\u00e7\u00f5es continuam para identificar todos os respons\u00e1veis e dimensionar o impacto financeiro causado ao setor agr\u00edcola.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/diversos\/graos-pintados-policia-combate-esquema-de-falsificacao-de-sementes-de-milho-e-soja\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na manh\u00e3 desta quarta-feira (4), uma opera\u00e7\u00e3o policial envolvendo cerca de 120 policiais civis e 15 agentes fiscais agropecu\u00e1rios foi<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6071,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-6070","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6070"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6070"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6070\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6071"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6070"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6070"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6070"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}