{"id":4623,"date":"2024-11-07T12:58:52","date_gmt":"2024-11-07T16:58:52","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=4623"},"modified":"2024-11-07T12:58:52","modified_gmt":"2024-11-07T16:58:52","slug":"prezo-pela-uniao-das-mulheres-no-campo-diz-a-produtora-de-soja-que-cresceu-no-meio-rural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=4623","title":{"rendered":"&#8216;Prezo pela uni\u00e3o das mulheres no campo&#8217;, diz a produtora de soja que cresceu no meio rural"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Prezo-pela-uniao-das-mulheres-no-campo-diz-a-produtora.jpeg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Com as m\u00e3os sujas de terra e o cora\u00e7\u00e3o no campo desde pequena, a produtora de <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/projeto-soja-brasil\/\">soja <\/a>Anna Paula Nunes, de 55 anos, cresceu em meio \u00e0 rotina de seu pai nas atividades agr\u00edcolas e sabia, desde cedo, que sua trajet\u00f3ria seria no meio <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/?s=agroneg%C3%B3cio\">rural<\/a>. Com dois filhos, Anna Paula \u00e9 filha de pais agricultores e hoje lidera a quarta gera\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia \u00e0 frente da propriedade em Boa Esperan\u00e7a do Sul, no interior de S\u00e3o Paulo. \u201dEu nasci na fazenda, ent\u00e3o sempre soube que meu lugar seria l\u00e1\u201d, afirma.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029Va9VnZxGk1FplZjiW43k\"><em>\u00a0<\/em><strong>siga o Canal Rural no WhatsApp<\/strong><\/a>!<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-plantando-historia\">Plantando hist\u00f3ria <\/h2>\n<p>H\u00e1 cerca de 15 anos, Anna Paula come\u00e7ou a escrever sua hist\u00f3ria com a soja. Natural de Araraquara, ela sempre teve o desejo de plantar soja, mas, inicialmente, a sua regi\u00e3o n\u00e3o parecia ser prop\u00edcia para isso. \u201cSempre tive vontade de plantar soja, mas a minha regi\u00e3o n\u00e3o era ideal para isso. Resolvi arriscar e fui pioneira no plantio de soja aqui em Araraquara\u201d, conta ela, com o orgulho de quem fez do imposs\u00edvel uma realidade.<\/p>\n<p>Antes de embarcar na jornada de empreendedora rural, Anna Paula se dedicou aos estudos e se aprofundou no uso de tecnologias agr\u00edcolas. \u201cEu aprendi muito sobre tecnologia antes de come\u00e7ar. O conhecimento sobre como usar a tecnologia na agricultura foi fundamental para a minha hist\u00f3ria\u201d, diz.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-negocios-da-familia\">Neg\u00f3cios da fam\u00edlia <\/h2>\n<p>A sua trajet\u00f3ria no campo come\u00e7ou h\u00e1 mais de 30 anos, quando ela passou a assumir os neg\u00f3cios da fam\u00edlia. \u201cDesde pequena, eu ficava na fazenda com meu pai, mas h\u00e1 uns 25, 30 anos, comecei a realmente estar \u00e0 frente dos neg\u00f3cios\u201d, revela. E como toda hist\u00f3ria de sucesso, a caminhada n\u00e3o foi f\u00e1cil. Como mulher no setor agropecu\u00e1rio, ela enfrentou in\u00fameros desafios, mas o amor pelo que faz sempre foi mais forte. \u201cQuando a gente faz o que ama, os obst\u00e1culos parecem menores. Claro, sempre tem desafios, mas a for\u00e7a para continuar vem dessa paix\u00e3o. Foi isso que me impulsionou\u201d, reflete.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Anna Paula \u00e9 uma defensora da uni\u00e3o no setor agropecu\u00e1rio, especialmente entre as mulheres. \u201cEu gosto de compartilhar estrat\u00e9gias e ideias com outras mulheres do agro. Acredito muito na for\u00e7a da uni\u00e3o entre os produtores e, como mulher, prezo ainda mais pela uni\u00e3o das mulheres no campo\u201d, comenta com entusiasmo.<\/p>\n<p>Hoje, ela \u00e9 respons\u00e1vel pelo cultivo de cerca de 700 hectares de soja na safra de ver\u00e3o e tamb\u00e9m planta milho, sorgo e girassol na safrinha. Para ela, o uso de tecnologias avan\u00e7adas \u00e9 essencial. \u201cTrabalho com tecnologias de plantio direto, que incluem mapeamento de solo, an\u00e1lise de pulveriza\u00e7\u00e3o e colheita. Tudo isso mapeado e com insumos de alta qualidade, como adubo e sementes adaptados ao clima. \u00c9 uma maneira de garantir que a produ\u00e7\u00e3o seja cada vez mais eficiente e sustent\u00e1vel\u201d, explica.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-clima-como-desafio\">O clima como desafio <\/h2>\n<p>Apesar de sua trajet\u00f3ria positiva, o clima tem sido um desafio crescente. \u201cO maior obst\u00e1culo que enfrento hoje \u00e9 o clima. Tivemos um ano muito dif\u00edcil, com poucas chuvas e temperaturas muito altas, o que fez com que nossa produ\u00e7\u00e3o ca\u00edsse significativamente\u201d, relata. No entanto, ela acredita que a tecnologia e a inova\u00e7\u00e3o s\u00e3o a chave para minimizar os impactos clim\u00e1ticos. \u201cPara superar os desafios impostos pelo clima, \u00e9 preciso estar sempre \u00e0 frente, utilizando as novas tecnologias de maquin\u00e1rios e insumos que ajudam as culturas a resistir melhor ao calor e \u00e0 seca\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Ela tem experimentado novas formas de cultivo, com t\u00e9cnicas de plantio direto com outros m\u00e9todos de manejo, o que tem mostrado bons resultados. \u201cTemos dois tipos de plantio: o plantio direto, mais tecnol\u00f3gico, e o plantio em \u00e1reas que exigem um manejo mais r\u00fastico. Essa combina\u00e7\u00e3o de tecnologias e t\u00e9cnicas tem nos trazido bons resultados, mesmo com o clima desafiador\u201d, diz.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/projeto-soja-brasil\/prezo-muito-pela-uniao-das-mulheres-no-campo-diz-a-produtora-de-soja-que-cresceu-no-meio-rural\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com as m\u00e3os sujas de terra e o cora\u00e7\u00e3o no campo desde pequena, a produtora de soja Anna Paula Nunes,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4624,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-4623","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4623"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4623"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4623\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4624"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4623"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4623"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4623"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}