{"id":39215,"date":"2026-08-11T11:25:00","date_gmt":"2026-08-11T15:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=39215"},"modified":"2026-08-11T11:25:00","modified_gmt":"2026-08-11T15:25:00","slug":"cientistas-identificam-impressao-digital-quimica-para-rastrear-a-origem-do-pescado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=39215","title":{"rendered":"Cientistas identificam \u2018impress\u00e3o digital qu\u00edmica\u2019 para rastrear a origem do pescado"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Cientistas-identificam-\u2018impressao-digital-quimica-para-rastrear-a-origem-do.png\" alt=\"\" \/><figcaption>Pesquisador Luiz Colnago <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pesquisa in\u00e9dita conduzida por cientistas da <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/\">Embrapa <\/a>e de institui\u00e7\u00f5es parceiras identificou<br \/>uma esp\u00e9cie de \u201cimpress\u00e3o digital qu\u00edmica\u201d da tainha brasileira (Mugil liza), capaz de<br \/>determinar a origem geogr\u00e1fica a partir de pequenas mol\u00e9culas presentes no m\u00fasculo do<br \/>peixe. A descoberta representa um avan\u00e7o relevante para a rastreabilidade, autenticidade e<br \/>valoriza\u00e7\u00e3o de produtos pesqueiros no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os resultados est\u00e3o publicados no artigo<a href=\"https:\/\/www.mdpi.com\/2410-3888\/11\/5\/263\"> <em>Application of Magnetic Resonance Tools for Qualification and Traceability of Mullets<\/em><\/a>, no peri\u00f3dico cient\u00edfico internacional <em>Fishes<\/em>. O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Fab\u00edola Foga\u00e7a, da Embrapa Agroind\u00fastria de Alimentos (RJ), e Luiz Colnago, da Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o (SP), em parceria com cientistas da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). O apoio financeiro \u00e9 da Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas Filho de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa utilizou a t\u00e9cnica de espectroscopia por Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica Nuclear de Hidrog\u00eanio (^1H NMR), que funciona como um &#8220;raio-X&#8221; qu\u00edmico para mapear a posi\u00e7\u00e3o dos \u00e1tomos de hidrog\u00eanio, associada \u00e0 metabol\u00f4mica, ci\u00eancia que estuda os metab\u00f3litos \u2014 pequenas mol\u00e9culas produzidas pelo organismo durante as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas do dia a dia.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/previsao-do-tempo\/\">previs\u00e3o do tempo<\/a>:<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\">\u00a0<em>siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A combina\u00e7\u00e3o dessas duas ferramentas permitiu identificar biomarcadores qu\u00edmicos capazes de diferenciar tainhas capturadas em tr\u00eas localidades distintas do Brasil e detectar diferen\u00e7as na composi\u00e7\u00e3o do m\u00fasculo relacionadas \u00e0s caracter\u00edsticas do ambiente, \u00e0 salinidade, ao comportamento fisiol\u00f3gico e \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o dos peixes.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Foga\u00e7a, a pesquisa representa um avan\u00e7o para a ci\u00eancia de alimentos e para a cadeia produtiva do pescado no Pa\u00eds. \u201cO grande diferencial desse estudo \u00e9 demonstrar que \u00e9 poss\u00edvel identificar a origem geogr\u00e1fica da tainha por meio de um perfil metab\u00f3lico altamente espec\u00edfico, que atua como uma assinatura qu\u00edmica do pescado. \u00c9 uma ferramenta inovadora para autentica\u00e7\u00e3o, rastreabilidade e agrega\u00e7\u00e3o de valor\u201d, destaca a pesquisadora.<\/p>\n<h3 id=\"h-rigor-cientifico-e-tecnologia-de-ponta\" class=\"wp-block-heading\">Rigor cient\u00edfico e tecnologia de ponta<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram amostras do pescado coletadas em diferentes esta\u00e7\u00f5es do ano, na Lagoa de Araruama (RJ), na Ba\u00eda de Sepetiba (RJ) e no litoral de Santa Catarina. O protocolo experimental utilizou um equipamento avan\u00e7ado de Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica Nuclear (RMN), com alta resolu\u00e7\u00e3o, capaz de mapear a estrutura molecular de subst\u00e2ncias presentes no m\u00fasculo do peixe com elevado n\u00edvel de precis\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Colnago, que \u00e9 especialista em resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear na Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o, explica que a t\u00e9cnica permitiu identificar compostos qu\u00edmicos relacionados \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, ao metabolismo e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es ambientais \u00e0s quais o peixe foi exposto ao longo da vida.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cDiferentemente de m\u00e9todos convencionais, que muitas vezes n\u00e3o conseguem fornecer informa\u00e7\u00f5es detalhadas sobre as altera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas que ocorrem no pescado, a RMN oferece uma an\u00e1lise r\u00e1pida, abrangente e n\u00e3o destrutiva da amostra. O resultado \u00e9 um perfil metab\u00f3lico detalhado que funciona como um \u201cc\u00f3digo de barras qu\u00edmico\u201d, capaz de diferenciar peixes de regi\u00f5es distintas\u201d, complementa o pesquisador.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas identificaram 23 compostos qu\u00edmicos naturais presentes no m\u00fasculo das tainhas, que ajudam a revelar informa\u00e7\u00f5es sobre o funcionamento do organismo do peixe, como gasto de energia, atividade muscular, alimenta\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o ao ambiente. Entre os compostos encontrados est\u00e3o lactato, creatina, taurina e amino\u00e1cidos importantes para o metabolismo.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para garantir a confiabilidade dos resultados, eles utilizaram diferentes m\u00e9todos estat\u00edsticos e compararam centenas de dados obtidos nas an\u00e1lises laboratoriais. Isso permitiu confirmar, com seguran\u00e7a cient\u00edfica, que as tainhas de diferentes regi\u00f5es apresentam perfis qu\u00edmicos distintos. \u201cOs resultados mostraram separa\u00e7\u00e3o clara entre os grupos de peixes de diferentes origens geogr\u00e1ficas, especialmente devido \u00e0s varia\u00e7\u00f5es nas concentra\u00e7\u00f5es de lactato, histidina, treonina, fenilalanina e ornitina\u201d, conta Foga\u00e7a.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro aspecto relevante foi a estabilidade dos marcadores qu\u00edmicos. O estudo demonstrou que fatores como o tamanho do peixe e a sazonalidade tiveram pouca influ\u00eancia sobre o perfil metab\u00f3lico geral, refor\u00e7ando a confiabilidade dos metab\u00f3litos como indicadores de origem.<\/p>\n<h3 id=\"h-lagoa-de-araruama-imprime-assinatura-quimica-unica\" class=\"wp-block-heading\">Lagoa de Araruama imprime assinatura qu\u00edmica \u00fanica<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os pesquisadores identificaram que as condi\u00e7\u00f5es extremas da Lagoa de Araruama \u2014 considerada a maior lagoa hipersalina permanente do mundo \u2014 influenciam diretamente o metabolismo das tainhas. A lagoa possui salinidade m\u00e9dia de 52\u2030, muito acima da \u00e1gua do mar convencional.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa condi\u00e7\u00e3o ambiental gera adapta\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas espec\u00edficas nos peixes, refletidas no perfil qu\u00edmico detectado pela resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear. O trabalho demonstrou que a hipersalinidade altera os mecanismos de osmorregula\u00e7\u00e3o (processo fisiol\u00f3gico pelo qual os organismos controlam o equil\u00edbrio de \u00e1gua e a concentra\u00e7\u00e3o de sais minerais em seus fluidos corporais), o metabolismo energ\u00e9tico e a utiliza\u00e7\u00e3o de amino\u00e1cidos.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO ambiente deixa marcas bioqu\u00edmicas detect\u00e1veis nos peixes. A Lagoa de Araruama produz uma assinatura metab\u00f3lica muito caracter\u00edstica, associada \u00e0 salinidade extrema e \u00e0s adapta\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas da esp\u00e9cie\u201d, ressalta a pesquisadora.<\/p>\n<h3 id=\"h-combate-a-fraudes-e-apoio-a-indicacao-geografica\" class=\"wp-block-heading\">Combate a fraudes e apoio \u00e0 Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m do avan\u00e7o cient\u00edfico, a pesquisa possui aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica direta para o setor pesqueiro e para pol\u00edticas de certifica\u00e7\u00e3o de origem. Segundo os autores, a tecnologia pode contribuir para combater fraudes comerciais, substitui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e falsifica\u00e7\u00e3o de proced\u00eancia no mercado de pescados.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo tamb\u00e9m servir\u00e1 de base t\u00e9cnica para o pedido de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica (IG), na modalidade Denomina\u00e7\u00e3o de Origem, da tainha da Lagoa de Araruama junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os pesquisadores afirmam que a espectroscopia por RMN de \u00b9H (Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica Nuclear de Pr\u00f3tons) se mostrou uma ferramenta potente para mapear o metabolismo da tainha e criar registros qu\u00edmicos espec\u00edficos capazes de fortalecer a rastreabilidade, a seguran\u00e7a alimentar e o valor de mercado do pescado.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Colnago, que trabalha h\u00e1 mais de 30 anos com resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear, o uso da t\u00e9cnica para a rastreabilidade de peixes pode ter impacto direto no combate \u00e0 adultera\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o irregular de esp\u00e9cies. \u201cA identifica\u00e7\u00e3o precisa da proced\u00eancia ajuda a proteger consumidores, fortalecer sistemas de fiscaliza\u00e7\u00e3o e valorizar produtos regionais\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo tamb\u00e9m incorporou ferramentas de intelig\u00eancia artificial no processo de an\u00e1lise e organiza\u00e7\u00e3o dos resultados. \u201cA integra\u00e7\u00e3o entre metabol\u00f4mica, resson\u00e2ncia magn\u00e9tica e intelig\u00eancia artificial demonstra como diferentes \u00e1reas da ci\u00eancia podem atuar de forma complementar na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento aplicado \u00e0 seguran\u00e7a alimentar\u201d, acrescenta Colnago.<\/p>\n<h3 id=\"h-analise-do-perfil-metabolico-de-alimentos-por-rmn\" class=\"wp-block-heading\">An\u00e1lise do perfil metab\u00f3lico de alimentos por RMN<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A RMN \u00e9 conhecida do p\u00fablico em geral como uma t\u00e9cnica de diagn\u00f3stico m\u00e9dico por imagens. Mas, muito antes das aplica\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, desde a d\u00e9cada de 1950, a RMN j\u00e1 era usada como ferramenta para determinar a estrutura de mol\u00e9culas de origem natural e sint\u00e9tica, biomol\u00e9culas, entre outras aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o, o estudo com RMN de baixo campo para an\u00e1lises de produtos agroindustriais e in natura motivou a cria\u00e7\u00e3o do aparelho SpecFit, desenvolvido em parceria com a startup Fine Instrument Technology (FIT), que j\u00e1 chegou a mais de 20 pa\u00edses, principalmente na \u00c1sia, onde \u00e9 usado para an\u00e1lise do teor de \u00f3leo de frutos de dendezeiros.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo para a rastreabilidade de tainhas utilizou um aparelho de RMN de alto campo. \u00c9 um m\u00e9todo anal\u00edtico avan\u00e7ado, que usa \u00edm\u00e3s potentes para gerar espectros detalhados de mol\u00e9culas. Segundo o pesquisador, a t\u00e9cnica permite investiga\u00e7\u00f5es estruturais complexas, autentica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e estudos de metabol\u00f4mica. O princ\u00edpio de funcionamento \u00e9 similar aos de uso m\u00e9dico e laboratorial.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em vez de imagens, a t\u00e9cnica gera um grande n\u00famero de sinais eletr\u00f4nicos interpretados com base na composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica da amostra, como a\u00e7\u00facares (sacarose, glicose e frutose), amino\u00e1cidos, gorduras e \u00e1cidos org\u00e2nicos \u2014 ou seja, os componentes que podem ser extra\u00eddos do alimento. &#8220;Em uma \u00fanica an\u00e1lise podem ser identificados e quantificados mais de 50 componentes&#8221;, observa o especialista.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os aparelhos s\u00e3o compostos de um \u00edm\u00e3, uma antena ou sonda e uma esta\u00e7\u00e3o de transmiss\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o de ondas de r\u00e1dio e um computador. A fun\u00e7\u00e3o do \u00edm\u00e3 \u00e9 magnetizar a amostra, cuja an\u00e1lise, nesse caso, n\u00e3o pode ser feita do alimento inteiro, mas de um extrato com \u00e1gua ou solvente org\u00e2nico. A amostra bem pequena \u00e9 extra\u00edda e colocada em pequenos tubos de ensaio.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O transmissor de RMN funciona de forma similar ao de r\u00e1dio AM, com base no envio de uma onda de r\u00e1dio para a antena. A antena faz com que essa onda penetre na amostra e altere a magnetiza\u00e7\u00e3o dos materiais. A amostra fica dentro da antena, que \u00e9 uma bobina (fio de cobre enrolado em forma espiral), e tamb\u00e9m dentro do \u00edm\u00e3.<\/p>\n<h3 id=\"h-diagrama-de-um-instrumento-de-rmn\" class=\"wp-block-heading\">Diagrama de um instrumento de RMN<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que \u00e9 a metabol\u00f4mica? A metabol\u00f4mica \u00e9 uma \u00e1rea da ci\u00eancia que analisa pequenas mol\u00e9culas produzidas pelo metabolismo dos organismos, chamadas metab\u00f3litos.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se realizada no sangue, a metabol\u00f4mica indica a quantidade de metab\u00f3litos como glicose, creatinina, \u00e1cido \u00farico, entre dezenas de outros, em uma \u00fanica an\u00e1lise. No m\u00e9todo convencional, cada metab\u00f3lito usado na rotina m\u00e9dica \u00e9 determinado por um m\u00e9todo diferente.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esses compostos funcionam como indicadores bioqu\u00edmicos do estado fisiol\u00f3gico, da alimenta\u00e7\u00e3o e das condi\u00e7\u00f5es ambientais \u00e0s quais um organismo foi exposto.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso da pesquisa com tainhas, a t\u00e9cnica permitiu identificar compostos qu\u00edmicos capazes de diferenciar peixes de distintas regi\u00f5es geogr\u00e1ficas, criando uma esp\u00e9cie de \u201cassinatura qu\u00edmica\u201d do pescado.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/cientistas-identificam-impressao-digital-quimica-para-rastrear-aorigem-do-pescado\/\">Cientistas identificam &#8216;impress\u00e3o digital qu\u00edmica&#8217; para rastrear a origem do pescado<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/cientistas-identificam-impressao-digital-quimica-para-rastrear-aorigem-do-pescado\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisador Luiz Colnago Pesquisa in\u00e9dita conduzida por cientistas da Embrapa e de institui\u00e7\u00f5es parceiras identificouuma esp\u00e9cie de \u201cimpress\u00e3o digital qu\u00edmica\u201d<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":39216,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-39215","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/39215"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=39215"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/39215\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/39216"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=39215"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=39215"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=39215"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}