{"id":37936,"date":"2026-07-26T16:34:46","date_gmt":"2026-07-26T20:34:46","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=37936"},"modified":"2026-07-26T16:34:46","modified_gmt":"2026-07-26T20:34:46","slug":"exportacao-de-noz-peca-brasileira-perde-ritmo-com-entraves-externos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=37936","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00e3o de noz-pec\u00e3 brasileira perde ritmo com entraves externos"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Safra-da-noz-peca-deve-se-recuperar-apos-dois-ciclos-consecutivos.jpg\" alt=\"Noz-pec\u00e3\" \/><figcaption>Foto: Public Domain Pictures<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exporta\u00e7\u00e3o da noz-pec\u00e3 brasileira passa por um momento de menor ritmo diante de uma combina\u00e7\u00e3o de fatores externos, como problemas log\u00edsticos, mudan\u00e7as nas exig\u00eancias sanit\u00e1rias e incertezas comerciais. O cen\u00e1rio tem afetado os embarques para alguns mercados internacionais, segundo avalia\u00e7\u00e3o do Instituto Brasileiro de Pecanicultura <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/ibpecan\/\">(IBPecan)<\/a>.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar dos desafios, o setor mant\u00e9m expectativa positiva para a pr\u00f3xima safra. A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de produ\u00e7\u00e3o entre 6,5 mil e 7 mil toneladas em 2026, impulsionada pela entrada de novos pomares em fase produtiva e pela possibilidade de recupera\u00e7\u00e3o da produtividade.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/previsao-do-tempo\/\" title=\"Previs\u00e3o e informa\u00e7\u00f5es sobre previs\u00e3o do tempo\">previs\u00e3o do tempo<\/a>: <\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><em>siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com o presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, os conflitos no Oriente M\u00e9dio est\u00e3o entre os fatores que mais impactaram a log\u00edstica internacional. A instabilidade na regi\u00e3o reduziu a disponibilidade de cont\u00eaineres e elevou os custos dos fretes mar\u00edtimos, dificultando as negocia\u00e7\u00f5es com alguns compradores.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO custo log\u00edstico aumentou bastante e isso acabou reduzindo um pouco o ritmo das exporta\u00e7\u00f5es\u201d, explica o dirigente.<\/p>\n<h3 id=\"h-tarifas-dos-eua-podem-abrir-oportunidades\" class=\"wp-block-heading\">Tarifas dos EUA podem abrir oportunidades<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m dos problemas relacionados ao transporte, o setor acompanha as incertezas envolvendo a pol\u00edtica comercial dos Estados Unidos. Ainda n\u00e3o h\u00e1 defini\u00e7\u00e3o sobre os impactos das medidas tarif\u00e1rias anunciadas pelo governo norte-americano para produtos sul-americanos.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Wallauer, embora exista preocupa\u00e7\u00e3o com poss\u00edveis barreiras, o cen\u00e1rio tamb\u00e9m pode criar oportunidades para a pec\u00e3 brasileira. Isso porque Estados Unidos e M\u00e9xico registraram uma safra menor no \u00faltimo ciclo, o que pode manter os pre\u00e7os internacionais em patamares mais elevados.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cH\u00e1 possibilidade de esse tarifa\u00e7o americano impactar bastante os produtos de origem sul-americana e brasileira. N\u00f3s ainda n\u00e3o sabemos bem quanto vai ficar o custo, mas pode ser interessante porque Estados Unidos e M\u00e9xico tiveram uma safra menor no ano passado e os pre\u00e7os podem estar um pouco mais acima\u201d, afirma.<\/p>\n<h3 id=\"h-europa-amplia-exigencias-para-importacao\" class=\"wp-block-heading\">Europa amplia exig\u00eancias para importa\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro ponto de aten\u00e7\u00e3o para os exportadores brasileiros s\u00e3o as novas regras sanit\u00e1rias e fitossanit\u00e1rias adotadas pela Europa para a entrada de nozes. Segundo o presidente do IBPecan, as mudan\u00e7as t\u00eam dificultado os embarques para o continente.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cIsso est\u00e1 impactando bastante no mundo inteiro para conseguir exportar nozes para a Europa\u201d, destaca.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A expectativa do setor \u00e9 que essas exig\u00eancias sejam revistas para permitir uma retomada das vendas ao mercado europeu.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto isso, a \u00c1sia segue com negocia\u00e7\u00f5es mais lentas, e o setor busca ampliar a presen\u00e7a da noz-pec\u00e3 brasileira em novos mercados.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A avalia\u00e7\u00e3o do IBPecan \u00e9 de que o cen\u00e1rio deve come\u00e7ar a melhorar entre julho e agosto, com uma poss\u00edvel retomada das negocia\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAcreditamos que em julho e agosto o mercado vai se estabilizar novamente e v\u00e3o abrir novas portas para as nozes brasileiras\u201d, conclui Wallauer.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>*Com informa\u00e7\u00f5es da assessoria de imprensa<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/exportacao-de-noz-peca-brasileira-perde-ritmo-o-que-aconteceu\/\">Exporta\u00e7\u00e3o de noz-pec\u00e3 brasileira perde ritmo com entraves externos<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/exportacao-de-noz-peca-brasileira-perde-ritmo-o-que-aconteceu\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Public Domain Pictures A exporta\u00e7\u00e3o da noz-pec\u00e3 brasileira passa por um momento de menor ritmo diante de uma combina\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":29062,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-37936","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/37936"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=37936"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/37936\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/29062"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=37936"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=37936"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=37936"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}