{"id":36903,"date":"2026-07-13T18:04:32","date_gmt":"2026-07-13T22:04:32","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=36903"},"modified":"2026-07-13T18:04:32","modified_gmt":"2026-07-13T22:04:32","slug":"o-que-a-australia-ensina-ao-brasil-sobre-como-enfrentar-a-seca-na-pecuaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=36903","title":{"rendered":"O que a Austr\u00e1lia ensina ao Brasil sobre como enfrentar a seca na pecu\u00e1ria?"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/O-que-a-Australia-ensina-ao-Brasil-sobre-como-enfrentar.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o. <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Giro do Boi abriu nesta segunda-feira (13) a semana especial de \u201cNutri\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade na Seca\u201d com um debate de alto impacto gerencial. Em entrevista ao vivo, o engenheiro agr\u00f4nomo Dr. Diogo Costa, professor e pesquisador da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), destacou a import\u00e2ncia de aprender com o modelo produtivo do deserto australiano para enfrentar desafios semelhantes no Cerrado brasileiro.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dr. Costa, que possui mais de uma d\u00e9cada de experi\u00eancia internacional em universidades da Austr\u00e1lia e dos estados Unidos, afirmou que o sucesso no enfrentamento da seca reside na variabilidade zero de processos e no manejo cir\u00fargico do r\u00famen. Ele enfatizou a necessidade de rigoroso compliance sanit\u00e1rio, mesmo em ambientes de escassez h\u00eddrica.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Confira:<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio  is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper video-seo-youtube-embed-wrapper\">\n<div class=\"video-seo-youtube-player\" data-id=\"5so8XgJgb7g\"><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<h2 id=\"h-desafios-forrageiros-e-comparacao-de-modelos\" class=\"wp-block-heading\">Desafios forrageiros e compara\u00e7\u00e3o de modelos<\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O especialista apresentou dados que revelam a magnitude do desafio forrageiro na Oceania, comparando-o com a realidade brasileira. Segundo ele, embora a Austr\u00e1lia tenha uma extens\u00e3o territorial semelhante \u00e0 do Brasil, cerca de dois ter\u00e7os do pa\u00eds s\u00e3o \u00e1ridos e semi\u00e1ridos, com um \u00edndice pluviom\u00e9trico anual que n\u00e3o ultrapassa 600 mil\u00edmetros.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil, uma lota\u00e7\u00e3o de 1 Unidade Animal (UA) por hectare em pastos extensivos \u00e9 considerada baixa. Em contrapartida, na Austr\u00e1lia Central, a realidade exige 1 UA para cada 20 a 30 hectares, enquanto em regi\u00f5es mais secas esse n\u00famero pode saltar para 1 UA para cada 50 hectares. O capim nativo, que sustenta a maior parte da carne produzida, apresenta qualidade nutricional baixa durante a estiagem prolongada.<\/p>\n<h2 id=\"h-estrategias-de-manejo-e-nutricao\" class=\"wp-block-heading\">Estrat\u00e9gias de manejo e nutri\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dr. Costa destacou que, sem acesso \u00e0 vasta oferta de coprodutos agroindustriais dispon\u00edveis no Brasil, o produtor australiano utiliza o Nitrog\u00eanio N\u00e3o-Proteico (ureia) como base de subsist\u00eancia para manter a microbiota do gado ativa. Al\u00e9m disso, os confinamentos locais, que representam mais de 50% dos jovens abatidos, precisam importar insumos para garantir a competitividade no mercado global.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante a entrevista, o pesquisador compartilhou suas experi\u00eancias em Queensland, onde os pecuaristas utilizam a ra\u00e7a sint\u00e9tica droughtmaster, uma combina\u00e7\u00e3o de Zebu e Taurino, para suportar o calor extremo. Para mitigar o estresse t\u00e9rmico, grandes grupos australianos investem em estruturas de sombrites nos piquetes de engorda.<\/p>\n<h2 id=\"h-status-sanitario-e-reconhecimento-social\" class=\"wp-block-heading\">Status sanit\u00e1rio e reconhecimento social<\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro ponto abordado foi o status sanit\u00e1rio da pecu\u00e1ria australiana, que \u00e9 classificada como zona livre de brucelose e tuberculose. Essa condi\u00e7\u00e3o permite acesso a mercados internacionais exigentes. Dr. Costa tamb\u00e9m destacou o elevado status do pecuarista australiano na sociedade urbana, reconhecido pelo seu papel na produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com informa\u00e7\u00f5es de: <a href=\"https:\/\/girodoboi.canalrural.com.br\/pecuaria\/o-que-a-australia-ensina-ao-brasil-sobre-como-enfrentar-a-seca-na-pecuaria\/\" rel=\"nofollow\">girodoboi.canalrural.com.br<\/a>.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Publicado com aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial e revis\u00e3o da Reda\u00e7\u00e3o Canal Rural.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/pecuaria\/o-que-a-australia-ensina-ao-brasil-sobre-como-enfrentar-a-seca-na-pecuaria\/\">O que a Austr\u00e1lia ensina ao Brasil sobre como enfrentar a seca na pecu\u00e1ria?<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/pecuaria\/o-que-a-australia-ensina-ao-brasil-sobre-como-enfrentar-a-seca-na-pecuaria\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o. 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