{"id":35582,"date":"2026-06-26T17:46:43","date_gmt":"2026-06-26T21:46:43","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=35582"},"modified":"2026-06-26T17:46:43","modified_gmt":"2026-06-26T21:46:43","slug":"para-segue-como-segundo-maior-produtor-nacional-de-pimenta-do-reino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=35582","title":{"rendered":"Par\u00e1 segue como segundo maior produtor nacional de pimenta-do-reino"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Para-segue-como-segundo-maior-produtor-nacional-de-pimenta-do-reino.jpg\" alt=\"pimenta-do-reino\" \/><figcaption>Foto: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Nota T\u00e9cnica \u201cO Contexto Econ\u00f4mico e Ambiental da Pimenta-do-reino 2026\u201d \u00e9 mais um estudo publicado pela Funda\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), que permite avaliar a trajet\u00f3ria estrutural da pipericultura no Brasil e, em especial, no Par\u00e1, considerando a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, da participa\u00e7\u00e3o nacional, da produtividade f\u00edsica e do valor da produ\u00e7\u00e3o em termos reais.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mat\u00e9ria prima com alcance global, a pimenta-do-reino \u00e9 considerada uma commodity agr\u00edcola de peso, com cota\u00e7\u00e3o internacional e grande escala de exporta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil, que \u00e9 um dos maiores produtores e exportadores do mundo, a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o brasileira de pimenta-do-reino passou de 59,4 mil toneladas e alcan\u00e7ou 124,9 mil toneladas, entre os anos de 1988 e 2024, com crescimento de 110,3%.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><em> <\/em><strong><em>siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados oficiais apontam que o estado do Par\u00e1 permanece como segundo maior produtor nacional de pimenta-do-reino, totalizando 41,6 mil toneladas e 33,3% de participa\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o nacional, sendo o \u00fanico entre os cinco principais estados a apresentar crescimento no per\u00edodo com varia\u00e7\u00e3o positiva de 9,1%, entre 2023 e 2024. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estado fica atr\u00e1s apenas do estado do Esp\u00edrito Santo que det\u00e9m 58,8% da produ\u00e7\u00e3o no Brasil.\u00a0Quanto \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o territorial da atividade no estado, tr\u00eas munic\u00edpios paraenses est\u00e3o entre os dez principais munic\u00edpios brasileiros produtores de pimenta-do-reino, que respondem por mais de 50% da produ\u00e7\u00e3o nacional, em 2024. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o eles: Tom\u00e9-A\u00e7u com 4,7% da produ\u00e7\u00e3o ocupando a 4\u00aa posi\u00e7\u00e3o, Bai\u00e3o com 3,1% na 9\u00aa posi\u00e7\u00e3o e Igarap\u00e9-A\u00e7u com 3,0%, ocupando a 10\u00aa posi\u00e7\u00e3o da lista de munic\u00edpios brasileiros produtores. Destaque para a cidade de Bai\u00e3o que apresentou o maior crescimento percentual entre 2023 e 2024, com expans\u00e3o de 61% na produ\u00e7\u00e3o da commodity agr\u00edcola.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2024, o Par\u00e1 registrou Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria (VBP) de R$ 1.248,4 milh\u00f5es, sendo que 27 munic\u00edpios apresentaram valores acima da m\u00e9dia estadual de R$ 8,7 milh\u00f5es. &nbsp;Destaque para Tom\u00e9-A\u00e7u, com R$ 172,3 milh\u00f5es e 13,8% de participa\u00e7\u00e3o no total estadual, seguido por Igarap\u00e9-A\u00e7u (R$ 116,2 milh\u00f5es; 9,3%) e Bai\u00e3o (R$ 103,4 milh\u00f5es; 8,3%).&nbsp;<\/p>\n<h2 id=\"h-valor-da-producao-e-valorizacao-economica\" class=\"wp-block-heading\"><strong>Valor da produ\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica<\/strong><\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre 1994 e 2024, o valor da produ\u00e7\u00e3o de pimenta-do-reino no Brasil apresentou trajet\u00f3ria de crescimento no longo prazo. Em 1994, o valor gerado pela atividade foi de R$ 403,7 milh\u00f5es, j\u00e1 em 2024, atingiu aproximadamente R$ 3,6 bilh\u00f5es. O que representou crescimento de 810,2% no per\u00edodo, com taxa m\u00e9dia anual de expans\u00e3o de 11,8%.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda no \u00faltimo ano da s\u00e9rie, o valor da produ\u00e7\u00e3o cresceu 107,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, alcan\u00e7ando o maior n\u00edvel de toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica. Esse salto est\u00e1 associado principalmente: \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os da pimenta-do-reino no mercado; fatores clim\u00e1ticos que afetaram a produ\u00e7\u00e3o recente, e a demanda pelo produto permaneceu elevada, o que contribuiu para impulsionar o valor monet\u00e1rio da atividade.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos anos de 2023 e 2024, a distribui\u00e7\u00e3o do valor da produ\u00e7\u00e3o entre os estados, tamb\u00e9m, apresentou elevada concentra\u00e7\u00e3o regional, uma vez que cinco estados responderam por mais de 99% do valor total produzido no pa\u00eds. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse contexto, o Par\u00e1 ocupou a segunda posi\u00e7\u00e3o nacional em 2024, contribuindo com 34% de participa\u00e7\u00e3o do valor da produ\u00e7\u00e3o, enquanto o Esp\u00edrito Santo manteve a lideran\u00e7a.\u00a0<\/p>\n<h2 id=\"h-comercializacao-externa\" class=\"wp-block-heading\"><strong>Comercializa\u00e7\u00e3o externa<\/strong> <\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto ao Pre\u00e7o de exporta\u00e7\u00e3o US$\/kg da pimenta-do-reino o pico hist\u00f3rico ocorreu 2011 \u2013 2016 quando alcan\u00e7ou o valor de US$ 9,0\/kg. \u00a0Em 2025, o valor da exporta\u00e7\u00e3o esteve em US$ 6,7\/kg no Par\u00e1, e US$ 6,1\/kg no restante do Brasil, tendo como principais destinos no ano de 2025, a Alemanha com 3.734,0 toneladas exportadas, totalizando 23,5%, o Vietn\u00e3 com 3.226,1 toneladas e 20,3% e os Pa\u00edses Baixos com 1.751,0 toneladas, que representou 11,0% das exporta\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como principais destinos por continente em 2025, a Europa foi o principal destino exportando 7.676,7 toneladas, representando 40,6% das exporta\u00e7\u00f5es e alta de +3,8% no per\u00edodo. A Europa ganha peso e o destaque para o continente africano que surge como oportunidade, a \u00c1frica exportou 1.068,1 toneladas, totalizando 5,7% das exporta\u00e7\u00f5es e alta expressiva +37,8%.\u00a0<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/para-segue-como-segundo-maior-produtor-nacional-de-pimenta-do-reino\/\">Par\u00e1 segue como segundo maior produtor nacional de pimenta-do-reino<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/para-segue-como-segundo-maior-produtor-nacional-de-pimenta-do-reino\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Pixabay A Nota T\u00e9cnica \u201cO Contexto Econ\u00f4mico e Ambiental da Pimenta-do-reino 2026\u201d \u00e9 mais um estudo publicado pela Funda\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":35583,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-35582","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/35582"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=35582"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/35582\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/35583"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=35582"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=35582"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=35582"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}