{"id":35562,"date":"2026-06-26T15:15:50","date_gmt":"2026-06-26T19:15:50","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=35562"},"modified":"2026-06-26T15:15:50","modified_gmt":"2026-06-26T19:15:50","slug":"sem-renegociacao-de-dividas-plano-safra-pode-nao-chegar-ao-arrozeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=35562","title":{"rendered":"Sem renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas, Plano Safra pode n\u00e3o chegar ao arrozeiro"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Sem-renegociacao-de-dividas-Plano-Safra-pode-nao-chegar-ao.jpg\" alt=\"arroz\" \/><figcaption>Foto: Maria Eug\u00eania Ribeiro\/Embrapa Centro-Norte<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O acesso dos produtores de arroz ao Plano Safra 2026\/2027 depender\u00e1 mais do que do volume de recursos anunciado pelo governo. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Arrozeiros do Rio Grande do Sul <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/federarroz\/\">(Federarroz)<\/a>, a renegocia\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas do setor, a redu\u00e7\u00e3o do custo do cr\u00e9dito e o refor\u00e7o do seguro rural ser\u00e3o determinantes para que parte dos produtores consiga contratar financiamento para a pr\u00f3xima safra.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo: <\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><em>siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o presidente da entidade, Denis Dias Nunes, o elevado endividamento pode impedir que muitos arrozeiros tenham acesso \u00e0s linhas de cr\u00e9dito, mesmo que o Plano Safra tenha recursos pr\u00f3ximos de R$ 600 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Precisamos de um grande suporte governamental. Sem isso, grande parte dos produtores n\u00e3o ter\u00e1 acesso ao cr\u00e9dito diante das dificuldades que encontramos&#8221;, afirma.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Federarroz considera que a repactua\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas agr\u00edcolas deve avan\u00e7ar antes da operacionaliza\u00e7\u00e3o do Plano Safra. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse contexto, a entidade cita o Projeto de Lei 5.122\/2023, que autoriza a cria\u00e7\u00e3o de uma linha especial de financiamento para produtores rurais afetados por eventos clim\u00e1ticos. Para a federa\u00e7\u00e3o, a medida precisa chegar ao campo a tempo de permitir que os produtores tenham condi\u00e7\u00f5es de acessar o cr\u00e9dito.<\/p>\n<h3 id=\"h-juros-abaixo-de-10\" class=\"wp-block-heading\">Juros abaixo de 10%<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro ponto considerado essencial pela entidade \u00e9 o custo do financiamento. A Federarroz defende que a subven\u00e7\u00e3o ao custeio da agricultura empresarial resulte em taxas de juros inferiores a 10% ao ano.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Nunes, os pre\u00e7os mais apertados do arroz reduzem a capacidade de pagamento dos produtores e tornam invi\u00e1vel contratar cr\u00e9dito com juros de dois d\u00edgitos.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Nas condi\u00e7\u00f5es que temos agora, principalmente no arroz, n\u00e3o h\u00e1 como viabilizar o pagamento com juros acima de 10% ao ano&#8221;, diz.<\/p>\n<h3 id=\"h-liberacao-dos-recursos\" class=\"wp-block-heading\">Libera\u00e7\u00e3o dos recursos<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A entidade tamb\u00e9m chama aten\u00e7\u00e3o para a forma como os recursos chegam ao produtor. Segundo a Federarroz, o an\u00fancio do Plano Safra representa a autoriza\u00e7\u00e3o para que as institui\u00e7\u00f5es financeiras operem o cr\u00e9dito, mas os bancos ainda precisam captar recursos por meio de instrumentos como Letras de Cr\u00e9dito do Agroneg\u00f3cio (LCA), poupan\u00e7a rural e outras fontes previstas para financiar o custeio.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Nunes, essa etapa ser\u00e1 determinante para o acesso efetivo \u00e0s linhas de financiamento.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Plano Safra n\u00e3o representa simplesmente a entrega de R$ 500 bilh\u00f5es ou R$ 600 bilh\u00f5es, mas a autoriza\u00e7\u00e3o para que os bancos busquem recursos e liberem o cr\u00e9dito&#8221;, explica.<\/p>\n<h3 id=\"h-seguro-rural\" class=\"wp-block-heading\">Seguro rural<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m do cr\u00e9dito, a Federarroz defende a recomposi\u00e7\u00e3o dos recursos destinados ao seguro rural. A expectativa da entidade \u00e9 que o or\u00e7amento fique pr\u00f3ximo de R$ 4 bilh\u00f5es, ap\u00f3s um ciclo em que os recursos dispon\u00edveis ficaram abaixo da demanda.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A federa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m espera que o volume total de recursos do Plano Safra fique pr\u00f3ximo da proposta apresentada pelas entidades da agricultura. A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) defende R$ 623 bilh\u00f5es para o Plano Agr\u00edcola e Pecu\u00e1rio 2026\/2027, dos quais R$ 518,2 bilh\u00f5es seriam destinados \u00e0 agricultura empresarial.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/arroz\/sem-renegociacao-de-dividas-plano-safra-pode-nao-chegar-ao-arrozeiro\/\">Sem renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas, Plano Safra pode n\u00e3o chegar ao arrozeiro<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/arroz\/sem-renegociacao-de-dividas-plano-safra-pode-nao-chegar-ao-arrozeiro\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Maria Eug\u00eania Ribeiro\/Embrapa Centro-Norte O acesso dos produtores de arroz ao Plano Safra 2026\/2027 depender\u00e1 mais do que do<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":35563,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-35562","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/35562"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=35562"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/35562\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/35563"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=35562"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=35562"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=35562"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}