{"id":34777,"date":"2026-06-17T17:13:24","date_gmt":"2026-06-17T21:13:24","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=34777"},"modified":"2026-06-17T17:13:24","modified_gmt":"2026-06-17T21:13:24","slug":"certificacao-rastreia-lote-e-origem-de-azeites-produzidos-no-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=34777","title":{"rendered":"Certifica\u00e7\u00e3o rastreia lote e origem de azeites produzidos no RS"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify\">Produtores de azeite extravirgem do Rio Grande do Sul podem inscrever, at\u00e9 30 de junho, lotes da safra 2026 no Selo Premium Origem e Qualidade RS. A certifica\u00e7\u00e3o avalia a proced\u00eancia das azeitonas e as caracter\u00edsticas f\u00edsico-qu\u00edmicas e sensoriais dos produtos. Os lotes aprovados poder\u00e3o utilizar a identifica\u00e7\u00e3o nas embalagens comercializadas. O programa \u00e9 conduzido pela Secretaria de Inova\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Rio Grande do Sul (Sict), com participa\u00e7\u00e3o do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva).&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O presidente do Ibraoliva, Fl\u00e1vio Obino Filho, afirma que o Selo Premium est\u00e1 alinhado \u00e0 diferencia\u00e7\u00e3o do azeite extravirgem produzido no Brasil a partir da qualidade. \u201cO Ibraoliva defende a diferencia\u00e7\u00e3o do azeite extravirgem produzido no Brasil a partir da alta qualidade. N\u00f3s focamos, desde o in\u00edcio, em um azeite superpremium, que tenha qualidades sensoriais diferentes dos azeites que chegam aos supermercados e, na sua an\u00e1lise f\u00edsico-qu\u00edmica, par\u00e2metros mais baixos do que os azeites normalmente comercializados no pa\u00eds\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo Obino Filho, a certifica\u00e7\u00e3o integra essa proposta ao reunir a avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e a identifica\u00e7\u00e3o do produto. \u201cO Selo Premium se inscreve dentro dessa bandeira defendida pelo Ibraoliva, porque \u00e9 um programa com o selo da responsabilidade e da certifica\u00e7\u00e3o do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Inova\u00e7\u00e3o, e do Ibraoliva\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre os crit\u00e9rios analisados est\u00e1 a acidez. Enquanto o limite m\u00e1ximo para que um azeite seja classificado como extravirgem \u00e9 de 0,8%, os produtos candidatos ao Selo Premium devem apresentar \u00edndice de at\u00e9 0,3%. \u201c\u00c9 mais f\u00e1cil falar da acidez, que o consumidor conhece. A acidez m\u00e1xima de um azeite para ser extravirgem \u00e9 0,8%. No caso do Selo Premium, o azeite tem que ter 0,3% para receber o selo\u201d, observa Obino Filho.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A certifica\u00e7\u00e3o \u00e9 concedida para lotes identificados. Dessa forma, o produto encontrado pelo consumidor no mercado, em emp\u00f3rios ou na venda direta corresponde ao mesmo lote submetido \u00e0s avalia\u00e7\u00f5es. \u201cNo Selo Premium, os lotes apresentados s\u00e3o identificados. Se o consumidor encontrar na g\u00f4ndola de um mercado, em um emp\u00f3rio ou na venda direta um produto que tem o selo, ele tem a certeza de que faz parte daquele lote que foi examinado sensorialmente, provado por especialistas e aprovado. \u00c9 um azeite sem defeito e que tamb\u00e9m passou por uma an\u00e1lise f\u00edsico-qu\u00edmica mais rigorosa do que a normal\u201d, destaca.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O processo tamb\u00e9m verifica a origem das azeitonas utilizadas. Conforme o presidente do Ibraoliva, o selo informa que a mat\u00e9ria-prima foi produzida no Rio Grande do Sul e que o azeite passou pelas an\u00e1lises previstas no programa. \u201cO consumidor que comprar um azeite que passou por esse crit\u00e9rio tem a identifica\u00e7\u00e3o de origem das azeitonas que deram origem ao produto, ou seja, produzidas no Rio Grande do Sul. Esse azeite passou por crit\u00e9rios rigorosos de an\u00e1lise f\u00edsico-qu\u00edmica e an\u00e1lise sensorial. \u00c9, com certeza, um azeite superpremium, e aquele azeite que tem o selo pertence ao lote identificado, selecionado e aprovado\u201d, salienta Obino Filho.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para cada variedade inscrita, o produtor dever\u00e1 encaminhar duas garrafas de 250 mililitros, de vidro verde ou \u00e2mbar, lacradas e com azeite do mesmo lote. Uma amostra ser\u00e1 destinada \u00e0 an\u00e1lise e a outra ficar\u00e1 armazenada como contraprova. As embalagens devem apresentar o nome do produtor, a marca, a variedade e o lote. Caso o azeite apresente algum defeito m\u00ednimo, \u00e9 eliminado. Ap\u00f3s a avalia\u00e7\u00e3o, os participantes ser\u00e3o comunicados sobre o resultado. A impress\u00e3o e a entrega dos selos ser\u00e3o organizadas posteriormente para os produtos aprovados.&#13;\n<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/certificacao-rastreia-lote-e-origem-de-azeites-produzidos-no-rs_515684.html\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Produtores de azeite extravirgem do Rio Grande do Sul podem inscrever, at\u00e9 30 de junho, lotes da safra 2026 no<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":34778,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[8,1,14],"tags":[],"class_list":["post-34777","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro","category-news","category-politica-agro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/34777"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=34777"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/34777\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/34778"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=34777"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=34777"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=34777"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}