{"id":33728,"date":"2026-06-04T12:48:48","date_gmt":"2026-06-04T16:48:48","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=33728"},"modified":"2026-06-04T12:48:48","modified_gmt":"2026-06-04T16:48:48","slug":"plano-brasil-soberano-reduz-exigencia-para-credito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=33728","title":{"rendered":"Plano Brasil Soberano reduz exig\u00eancia para cr\u00e9dito"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify\">Os minist\u00e9rios do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os e da Minist\u00e9rio da Fazenda publicaram nesta quarta-feira (3) uma portaria interministerial que amplia o n\u00famero de empresas aptas a acessar os financiamentos do Plano Brasil Soberano. A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (8), empresas exportadoras e fornecedores que registraram impacto igual ou superior a 1% no faturamento bruto em decorr\u00eancia das tarifas unilaterais impostas pelos Estados Unidos ou dos conflitos no Oriente M\u00e9dio poder\u00e3o solicitar acesso \u00e0s linhas de cr\u00e9dito. At\u00e9 ent\u00e3o, o benef\u00edcio era destinado apenas \u00e0s empresas que comprovassem impacto m\u00ednimo de 5% no faturamento.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A medida alcan\u00e7a dois dos tr\u00eas grupos contemplados pelo Plano Brasil Soberano. O primeiro re\u00fane empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores afetados pelas medidas tarif\u00e1rias adotadas pelos Estados Unidos com base na Se\u00e7\u00e3o 232. Para se enquadrar, o faturamento bruto proveniente das exporta\u00e7\u00f5es deve representar pelo menos 1% do valor apurado entre 1\u00ba de julho de 2024 e 30 de junho de 2025. Entre os setores contemplados est\u00e3o a\u00e7o, cobre, alum\u00ednio, automotivo e moveleiro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O terceiro grupo \u00e9 formado por empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores que mant\u00eam neg\u00f3cios com pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio, como Ar\u00e1bia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados \u00c1rabes Unidos, Ir\u00e3, Iraque, Kuwait e Om\u00e3. Nesses casos, o faturamento bruto com exporta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m deve representar pelo menos 1% do total apurado entre 1\u00ba de janeiro e 31 de dezembro de 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O ministro do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, Marcio Elias Rosa, afirmou que a medida busca proteger empresas e trabalhadores diante das oscila\u00e7\u00f5es do cen\u00e1rio internacional. \u201cessa medida protege o setor produtivo e os empregos dos brasileiros de instabilidades externas, atendendo \u00e0 determina\u00e7\u00e3o do Presidente Lula de colocar os interesses do povo brasileiro sempre em primeiro lugar. Esse \u00e9 o compromisso do Governo do Brasil.\u201d&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social, Aloizio Mercadante, destacou o alcance da iniciativa. \u201cA decis\u00e3o do governo do presidente Lula de ampliar o n\u00famero de empresas afetadas vai atender uma demanda importante de quem produz e exporta, ainda que o impacto no faturamento seja abaixo de 5%. At\u00e9 agora, o BNDES j\u00e1 recebeu R$ 6,7 bilh\u00f5es em pedidos de cr\u00e9dito de empresas afetadas e aprovou R$ 1,6 bilh\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A nova portaria n\u00e3o altera as regras aplicadas ao segundo grupo de empresas contempladas pelo programa. Esse segmento re\u00fane setores industriais de m\u00e9dia, m\u00e9dia-alta e alta intensidade tecnol\u00f3gica considerados relevantes para a balan\u00e7a comercial brasileira, para a moderniza\u00e7\u00e3o produtiva ou para a transi\u00e7\u00e3o para uma economia de baixo carbono. Est\u00e3o inclu\u00eddas empresas dos setores t\u00eaxtil, qu\u00edmico, farmac\u00eautico, automotivo, de m\u00e1quinas e equipamentos, aparelhos el\u00e9tricos, eletr\u00f4nicos, inform\u00e1tica, borracha, pl\u00e1stico, equipamentos de transporte e minerais cr\u00edticos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para solicitar acesso ao cr\u00e9dito, as empresas enquadradas no primeiro e no terceiro grupo dever\u00e3o verificar a elegibilidade por meio do sistema disponibilizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social. A consulta poder\u00e1 ser realizada a partir desta quinta-feira (4), mediante autentica\u00e7\u00e3o na plataforma GOV.BR com certificado digital da empresa. Ap\u00f3s a valida\u00e7\u00e3o, o sistema informar\u00e1 se a companhia atende aos crit\u00e9rios e quais linhas de financiamento est\u00e3o dispon\u00edveis.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">J\u00e1 as empresas do segundo grupo poder\u00e3o consultar a elegibilidade utilizando o cart\u00e3o CNPJ. A verifica\u00e7\u00e3o ocorre por meio do enquadramento do CNAE principal ou secund\u00e1rio nas atividades previstas pela Portaria MDIC\/MF n\u00ba 171\/2026.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ap\u00f3s a confirma\u00e7\u00e3o da elegibilidade, a orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 que as empresas procurem a institui\u00e7\u00e3o financeira com a qual j\u00e1 possuem relacionamento. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel consultar, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social, quais institui\u00e7\u00f5es aderiram ao programa. No caso de opera\u00e7\u00f5es superiores a R$ 50 milh\u00f5es, as grandes empresas podem buscar atendimento diretamente junto ao banco de desenvolvimento.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Plano Brasil Soberano oferece linhas de cr\u00e9dito destinadas ao financiamento de capital de giro, produ\u00e7\u00e3o voltada \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, aquisi\u00e7\u00e3o de bens de capital e investimentos voltados \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o da capacidade produtiva. O programa tamb\u00e9m contempla projetos de adensamento das cadeias produtivas, adapta\u00e7\u00e3o industrial, inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e moderniza\u00e7\u00e3o de produtos, servi\u00e7os e processos.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/plano-brasil-soberano-reduz-exigencia-para-credito_515298.html\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os minist\u00e9rios do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os e da Minist\u00e9rio da Fazenda publicaram nesta quarta-feira (3) uma<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":850,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[8,1,14],"tags":[],"class_list":["post-33728","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro","category-news","category-politica-agro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/33728"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=33728"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/33728\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/850"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=33728"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=33728"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=33728"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}