{"id":32870,"date":"2026-05-26T16:28:22","date_gmt":"2026-05-26T20:28:22","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=32870"},"modified":"2026-05-26T16:28:22","modified_gmt":"2026-05-26T20:28:22","slug":"estudo-da-uff-aponta-instabilidade-em-25-da-zona-costeira-no-norte-fluminense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=32870","title":{"rendered":"Estudo da UFF aponta instabilidade em 25% da zona costeira no norte fluminense"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Estudo-da-UFF-aponta-instabilidade-em-25-da-zona-costeira.png\" alt=\"Estudo da UFF aponta instabilidade em 25% da zona costeira no norte fluminense\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p>Uma pesquisa da Universidade Federal Fluminense (UFF), publicada nesta segunda-feira (26), identificou que mais de 25% das terras da faixa costeira entre B\u00fazios e S\u00e3o Francisco de Itabapoana, no norte fluminense, est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o inst\u00e1vel. O levantamento avaliou cerca de 22 mil km\u00b2 entre 1984 e 2024 com base em imagens de sat\u00e9lite, sensoriamento remoto e sistemas de informa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica. Segundo o estudo, a degrada\u00e7\u00e3o est\u00e1 associada ao desmatamento, \u00e0 pecu\u00e1ria, ao cultivo de caf\u00e9 e \u00e0 expans\u00e3o urbana.<\/p>\n<p>O Invent\u00e1rio da Degrada\u00e7\u00e3o do Solo na Zona Costeira do Rio de Janeiro mapeou 2.460,85 km\u00b2 de \u00e1reas degradadas. Desse total, 1.916 km\u00b2 foram classificados como zonas inst\u00e1veis e de alta prioridade para recupera\u00e7\u00e3o ambiental. As an\u00e1lises abrangeram munic\u00edpios entre B\u00fazios e S\u00e3o Francisco de Itabapoana, al\u00e9m de Cachoeiras de Macacu, Maric\u00e1, Itagua\u00ed, Mangaratiba, Angra dos Reis e Paraty.<\/p>\n<p>Segundo Mohammad Al Abed, professor visitante da UFF e autor da pesquisa, a degrada\u00e7\u00e3o em encostas \u00edngremes eleva o risco de deslizamentos e intensifica o escoamento superficial da \u00e1gua da chuva. O estudo indica que, entre Maric\u00e1 e B\u00fazios, o avan\u00e7o da degrada\u00e7\u00e3o foi ligado \u00e0 expans\u00e3o agr\u00edcola e ao crescimento urbano acelerado.<\/p>\n<p class=\"canal-rural-cta\"><em>Acompanhe os pre\u00e7os das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualiza\u00e7\u00e3o direta das principais pra\u00e7as do Brasil: <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/cotacoes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>acesse a p\u00e1gina de cota\u00e7\u00f5es do Canal Rural!<\/strong><\/a><\/em><\/p>\n<p>Na Costa Verde, os pesquisadores registraram eros\u00e3o em sulcos pr\u00f3xima de \u00e1reas urbanas e instabilidade do solo associada ao turismo e \u00e0 abertura de estradas. No per\u00edodo analisado, a urbaniza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o cresceu 254%. O levantamento tamb\u00e9m apontou perda de 16,3% das \u00e1reas de restinga e de 47,8% das \u00e1reas \u00famidas.<\/p>\n<p>Em Maric\u00e1, 5,88% das \u00e1reas degradadas foram relacionadas a inc\u00eandios e \u00e0 substitui\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa por pastagens. De acordo com o estudo, o fogo respondeu por 26% da perda de cobertura arb\u00f3rea no munic\u00edpio entre 2001 e 2023.<\/p>\n<p>Para o setor agropecu\u00e1rio, o diagn\u00f3stico indica press\u00e3o sobre a conserva\u00e7\u00e3o do solo, aumento do risco em \u00e1reas produtivas e poss\u00edvel impacto sobre estradas, dutos e moradias em regi\u00f5es rurais e periurbanas. O relat\u00f3rio n\u00e3o apresenta estimativa financeira das perdas produtivas.<\/p>\n<p>A pesquisa aponta que chuvas intensas e prolongadas ampliam a suscetibilidade dos solos \u00e0 eros\u00e3o, sobretudo onde houve retirada da vegeta\u00e7\u00e3o. Com base nesse diagn\u00f3stico, a prioridade t\u00e9cnica recai sobre a\u00e7\u00f5es de recupera\u00e7\u00e3o ambiental e manejo do uso do solo nas \u00e1reas j\u00e1 classificadas como inst\u00e1veis. Sem detalhamento adicional do cronograma de resposta p\u00fablica, o estudo delimita o risco, mas n\u00e3o informa prazos para eventuais interven\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"news-source\"><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/meio-ambiente\/noticia\/2026-05\/litoral-norte-fluminense-tem-25-da-zona-costeira-em-situacao-instavel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">agenciabrasil.ebc.com.br<\/a><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/diversos\/estudo-da-uff-aponta-instabilidade-em-25-da-zona-costeira-no-norte-fluminense\/\">Estudo da UFF aponta instabilidade em 25% da zona costeira no norte fluminense<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/diversos\/estudo-da-uff-aponta-instabilidade-em-25-da-zona-costeira-no-norte-fluminense\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pesquisa da Universidade Federal Fluminense (UFF), publicada nesta segunda-feira (26), identificou que mais de 25% das terras da faixa<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":32871,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-32870","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/32870"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=32870"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/32870\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/32871"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=32870"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=32870"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=32870"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}