{"id":32818,"date":"2026-05-26T09:32:25","date_gmt":"2026-05-26T13:32:25","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=32818"},"modified":"2026-05-26T09:32:25","modified_gmt":"2026-05-26T13:32:25","slug":"registros-de-biodiversidade-no-brasil-avancam-6549-entre-2022-e-2025-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=32818","title":{"rendered":"Registros de biodiversidade no Brasil avan\u00e7am 65,49% entre 2022 e 2025, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Registros-de-biodiversidade-no-Brasil-avancam-6549-entre-2022-e.png\" alt=\"Registros de biodiversidade no Brasil avan\u00e7am 65,49% entre 2022 e 2025, diz IBGE\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p>O Brasil chegou a 37,5 milh\u00f5es de registros de ocorr\u00eancias de esp\u00e9cies at\u00e9 dezembro de 2025, alta de 65,49% em rela\u00e7\u00e3o a 2022, segundo a Avalia\u00e7\u00e3o dos Dados sobre a Biodiversidade Brasileira \u2013 2025, divulgada nesta ter\u00e7a-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O estudo usa informa\u00e7\u00f5es do Sistema de Informa\u00e7\u00e3o sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr) e analisou nove grandes grupos taxon\u00f4micos no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os maiores volumes absolutos de registros em 2025 foram observados em aves, com 19.011.519 ocorr\u00eancias, plantas vasculares, com 11.157.476, e artr\u00f3podes, com 3.694.793. J\u00e1 os maiores avan\u00e7os frente a 2022 ocorreram em fungos, com aumento de 176,6%, seguidos por mam\u00edferos, com 155%, e peixes \u00f3sseos, com 139,9%.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m aponta melhora na qualidade dos dados. Em 2025, 34,1% dos registros foram classificados como \u201cN\u00edvel 1\u201d, ante 32,74% em 2022. As aves tiveram o melhor desempenho, com cerca de metade das ocorr\u00eancias na categoria de maior completude. Os r\u00e9pteis avan\u00e7aram de 11% para 24%. Apesar disso, a aus\u00eancia de coordenadas geogr\u00e1ficas ainda afeta cerca de 9,45 milh\u00f5es de registros, al\u00e9m de persistirem redund\u00e2ncias e falhas na identifica\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica.<\/p>\n<p class=\"canal-rural-cta\"><em>Quer ficar por dentro da previs\u00e3o do tempo e dos alertas meteorol\u00f3gicos? <a href=\"https:\/\/tempo.canalrural.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Acesse a p\u00e1gina do tempo do Canal Rural e planeje-se!<\/strong><\/a><\/em><\/p>\n<p>Segundo Leonardo Bergamini, gerente de Meio Ambiente e Geografia do IBGE, a avalia\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica dos dados fornece subs\u00eddios para pol\u00edticas p\u00fablicas, planejamento territorial e conserva\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos. O estudo mostra ainda que iniciativas de ci\u00eancia cidad\u00e3 responderam por 49,83% dos registros totais e por 93,84% das ocorr\u00eancias de aves.<\/p>\n<p>A desigualdade regional permanece. As \u00e1reas com maior n\u00edvel de conhecimento seguem concentradas no Sudeste e no litoral, enquanto partes do Norte, especialmente Par\u00e1 e Amazonas, mant\u00eam lacunas relevantes. Em 2025, 376 munic\u00edpios tinham menos de dez registros e 43 n\u00e3o apresentavam nenhuma ocorr\u00eancia na base analisada. Pocon\u00e9 (MT) liderou em n\u00famero de registros, com 897.113.<\/p>\n<p>Para o setor agropecu\u00e1rio, a amplia\u00e7\u00e3o dessa base t\u00e9cnica pode apoiar zoneamento, planejamento ambiental, conserva\u00e7\u00e3o de habitats e a\u00e7\u00f5es de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica em \u00e1reas rurais. O levantamento, por\u00e9m, indica que o avan\u00e7o dos dados ainda ocorre de forma mais intensa em regi\u00f5es j\u00e1 conhecidas, o que limita diagn\u00f3sticos mais homog\u00eaneos no territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>O IBGE informa que parte dos resultados est\u00e1 dispon\u00edvel no Sistema IBGE de Recupera\u00e7\u00e3o Autom\u00e1tica (Sidra), com consultas por munic\u00edpio e unidade da federa\u00e7\u00e3o. A publica\u00e7\u00e3o indica avan\u00e7o na digitaliza\u00e7\u00e3o e no acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es, mas aponta que a redu\u00e7\u00e3o das lacunas geogr\u00e1ficas e o aumento da completude dos registros seguem como condicionantes para an\u00e1lises mais precisas sobre biodiversidade, uso do territ\u00f3rio e formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p class=\"news-source\"><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-noticias\/2012-agencia-de-noticias\/noticias\/46866-registros-de-dados-de-biodiversidade-avancam-no-brasil-mostra-levantamento-do-ibge\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">agenciadenoticias.ibge.gov.br<\/a><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/diversos\/registros-de-biodiversidade-no-brasil-avancam-6549-entre-2022-e-2025-diz-ibge\/\">Registros de biodiversidade no Brasil avan\u00e7am 65,49% entre 2022 e 2025, diz IBGE<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/diversos\/registros-de-biodiversidade-no-brasil-avancam-6549-entre-2022-e-2025-diz-ibge\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil chegou a 37,5 milh\u00f5es de registros de ocorr\u00eancias de esp\u00e9cies at\u00e9 dezembro de 2025, alta de 65,49% em<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":32819,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-32818","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/32818"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=32818"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/32818\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/32819"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=32818"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=32818"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=32818"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}