{"id":28276,"date":"2026-03-25T17:04:16","date_gmt":"2026-03-25T21:04:16","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=28276"},"modified":"2026-03-25T17:04:16","modified_gmt":"2026-03-25T21:04:16","slug":"cooperativa-apresenta-feijao-mungo-como-alternativa-para-segunda-safra-no-tocantins","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=28276","title":{"rendered":"Cooperativa apresenta feij\u00e3o-mungo como alternativa para segunda safra no Tocantins"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Cooperativa-apresenta-feijao-mungo-como-alternativa-para-segunda-safra-no-Tocantins.jpeg\" alt=\"Fr\u00edsia apresenta feij\u00e3o-mungo como alternativa para a segunda safra no Tocantins\" \/><figcaption>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Uma cooperativa do Tocantins assou a apresentar o <strong>feij\u00e3o-mungo<\/strong> (Vigna radiata) como alternativa de cultivo para a segunda safra aos cooperados. A iniciativa inclui orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e organiza\u00e7\u00e3o comercial para os produtores interessados em inserir a cultura no sistema produtivo.<\/p>\n<p>A proposta surge em um momento em que a colheita da soja avan\u00e7a no estado, per\u00edodo em que os produtores j\u00e1 iniciam o planejamento da cultura que suceder\u00e1 a oleaginosa nas \u00e1reas destinadas \u00e0 segunda safra. <\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, o feij\u00e3o-mungo tem sido considerado pela Fr\u00edsia Cooperativa Agroindustrial como op\u00e7\u00e3o em \u00e1reas tradicionalmente destinadas ao milho safrinha, especialmente por seu ciclo curto e adapta\u00e7\u00e3o a ambientes com menor disponibilidade h\u00eddrica.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-suporte-tecnico\"><strong>Suporte t\u00e9cnico<\/strong><\/h2>\n<p>Segundo o engenheiro agr\u00f4nomo da Assist\u00eancia T\u00e9cnica da cooperativa no Tocantins, Alexandre Rentz Solek, o papel da cooperativa \u00e9 apoiar o produtor na tomada de decis\u00e3o. <\/p>\n<p>\u201cNosso trabalho come\u00e7a na escolha da \u00e1rea e da janela de plantio e segue com o acompanhamento do manejo nutricional e fitossanit\u00e1rio, sempre considerando a realidade de cada fazenda. A decis\u00e3o de cultivo \u00e9 do cooperado, e a Fr\u00edsia atua oferecendo respaldo t\u00e9cnico e comercial\u201d, explica.<\/p>\n<p>As recomenda\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m contam com estudos conduzidos pela Funda\u00e7\u00e3o ABC no estado. A institui\u00e7\u00e3o instalou experimentos para avaliar o desempenho da cultura em diferentes tipos de solo, \u00e9pocas de semeadura e, principalmente, seus efeitos dentro do sistema produtivo.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1774472656_589_Cooperativa-apresenta-feijao-mungo-como-alternativa-para-segunda-safra-no-Tocantins.jpeg\" alt=\"feij\u00e3o-mungo, alternativa no Tocantins\" class=\"wp-image-4161995\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>De acordo com o pesquisador em Economia Rural da Funda\u00e7\u00e3o ABC, Claudio Kapp Junior, a viabilidade econ\u00f4mica \u00e9 um dos fatores que t\u00eam despertado interesse. <\/p>\n<p>\u201cO feij\u00e3o-mungo apresenta potencial interessante de gera\u00e7\u00e3o de caixa quando comparado a outras op\u00e7\u00f5es de segunda safra no mesmo per\u00edodo, considerando o n\u00edvel de risco envolvido. Ao mesmo tempo, \u00e9 importante avaliar seus impactos nas culturas subsequentes, especialmente em \u00e1reas que ainda demandam maior prote\u00e7\u00e3o e estrutura\u00e7\u00e3o de solo\u201d, afirma.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-alternativa-para-diversificacao\">Alternativa para diversifica\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Para Alexandre, ampliar alternativas na segunda safra tamb\u00e9m contribui para reduzir riscos clim\u00e1ticos e de mercado. <\/p>\n<p>\u201cComo essa janela ainda \u00e9 concentrada em poucas culturas, o feij\u00e3o-mungo pode integrar o sistema como uma op\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, desde que o planejamento seja bem conduzido\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Alguns cooperados j\u00e1 iniciam o segundo ano de cultivo, ap\u00f3s resultados considerados positivos na safra de 2025. <\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/1774472656_46_Cooperativa-apresenta-feijao-mungo-como-alternativa-para-segunda-safra-no-Tocantins.jpeg\" alt=\"planta\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o-mungo cultivado pela Fr\u00edsia no Tocantins\" class=\"wp-image-4161996\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00c1rea plantada com feij\u00e3o-mungo | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>As condi\u00e7\u00f5es edafoclim\u00e1ticas, ou seja, relacionadas ao solo e ao clima, do Tocantins favorecem esp\u00e9cies de ciclo mais curto nesse per\u00edodo, o que refor\u00e7a a import\u00e2ncia de avalia\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas antes de uma ado\u00e7\u00e3o mais ampla.<\/p>\n<p>No aspecto comercial, a cooperativa tamb\u00e9m atua na organiza\u00e7\u00e3o da cadeia para os produtores que optam pela cultura, com parceiros que fomentam a produ\u00e7\u00e3o, fornecem sementes e estruturam contratos com pre\u00e7o previamente definido, ampliando a previsibilidade ao produtor.<\/p>\n<p>Para o gerente executivo da institui\u00e7\u00e3o no Tocantins, Marcelo Cavazotti, a iniciativa est\u00e1 alinhada \u00e0 busca por solu\u00e7\u00f5es adaptadas \u00e0 realidade regional. <\/p>\n<p>\u201cA Fr\u00edsia procura identificar oportunidades que fa\u00e7am sentido t\u00e9cnico e econ\u00f4mico para o cooperado. Nosso papel \u00e9 apresentar alternativas vi\u00e1veis e oferecer suporte qualificado para que cada produtor tome decis\u00f5es seguras e alinhadas ao seu planejamento\u201d, finaliza.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-o-feijao-mungo\">O que \u00e9 o feij\u00e3o-mungo<\/h3>\n<p>O feij\u00e3o-mungo floresce entre 50 e 60 dias ap\u00f3s o plantio e pode ser colhido em aproximadamente 90 a 100 dias. <\/p>\n<p>As plantas atingem entre 60 e 75 cent\u00edmetros de altura, adaptam-se bem a solos franco-arenosos e demandam entre 350 e 500 mil\u00edmetros de \u00e1gua ao longo do ciclo. <\/p>\n<p>Embora tolere per\u00edodos de menor oferta h\u00eddrica, n\u00e3o suporta encharcamento, o que exige planejamento criterioso da \u00e9poca de semeadura.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/bahia\/vozes-que-lideram-2o-forum-das-mulheres-agroparceiras-destaca-a-forca-feminina-no-agronegocio-baiano\/\" id=\"4161700\">Vozes que lideram: 2\u00ba F\u00f3rum das Mulheres Agroparceiras destaca a for\u00e7a feminina no agroneg\u00f3cio baiano<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n<p><em><em>Voc\u00ea tamb\u00e9m pode participar deixando uma sugest\u00e3o de pauta. 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